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A consultora americana Amy Webb tornou-se mundialmente conhecida por seus relatórios de tendências de consumo e tecnologia. Um dos destaques da programação da HSM Expo 2020, ela costuma divulgar uma carta com as previsões que se consolidaram ao longo do ano e as tendências que devem despontar nos próximos meses. Confira abaixo os principais movimentos que devem conquistar marcas e consumidores em 2020.

1- Um novo cenário para as Big Techs
Impulsionadas pelo uso de inteligência artificial como serviço, Google, Amazon, Facebook e Apple deverão continuar aumentando suas apostas no mercado de cloud e IA. Nesse campo de batalha, entrarão em cena disputas de políticas antitruste, relações trabalhistas e movimentos open-source.

2 – As megaplataformas de streaming
Os gigantes do Vale do Silício estão cada vez mais interessados nos hábitos de consumo de áudio e vídeo. O acesso a bases massivas de dados e a possibilidade de fusões e aquisições no setor podem levar a um alto potencial de centralização – de poder e usuários – em 2020. As apostas sobre quem sobreviverá nesse novo cenário ainda estão abertas.

3 – Diálogos regulatórios
Discussões sobre ética e legislação de dados continuarão a ganhar força em todos os setores. Embora isso não signifique uma mudança imediata no cenário atual (sobretudo com a aproximação das eleições americanas), o movimento deve aumentar a pressão sobre as grandes empresas de tecnologia.

4 – A hora da China
O mercado chinês continuará expandindo o seu domínio econômico para outras esferas de influência. Esse movimento deverá ganhar força em áreas como diplomacia, infraestrutura digital, bioengenharia e até mesmo na corrida espacial (alô, alô Elon Musk!).

5 – O Japão e as Olimpíadas
A realização dos jogos será uma grande oportunidade para fortalecer o lugar dos japoneses no cenário mundial de bens de consumo e tecnologia. As indústrias de turismo, robótica e tecnologia terão destaque especial nesta vitrine mundial.

6 – Novas interfaces
Saem os smartphones, entram os wearables. Não vai acontecer da noite para o dia, mas veremos cada vez mais dispositivos como roupas inteligentes, óculos de realidade aumentada e acessórios com sensores biofísicos.

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