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RH Ágil: o design thinking na resolução de problemas

O último encontro da 2ª turma de 2019 do RH Ágil – uma parceria entre a HSM e o GPTW – foi orientado pelo tema “O Design Thinking na resolução de problemas”. A programação foi aberta por Guta Orofino, consultora especializada em projetos de inovação e transformação digital. A sessão abrigou uma dinâmica na qual os participantes puderam compartilhar o que aprenderam durante os últimos meses de RH Ágil, incluindo aplicações práticas nos desafios de suas empresas.

Segundo Orofino, a eficiência do Design Thinking é resultado da formação de times diversos e interdisciplinares. “É importante promover ideias que possam colidir entre si. Não há mais espaço para quem ainda tenta ir contra essa corrente”, afirma. O impacto positivo na vida dos colaboradores também foi ressaltado pela consultora.

Na segunda parte do encontro, Roberto Mosquera, economista e especialista em inovação, apresentou um workshop de aplicação da metodologia Scrum em diversos tipos de organizações. As atividades foram conduzidas a partir de uma abordagem “mão na massa” e abordaram metodologias e conceitos como sprint, princípios de Lean Startup e acompanhamento de objetivos e resultados-chave (OKR, na sigla em inglês).

Ao final do encontro, o ator e consultor Ricardo Vandré fechou a programação com uma apresentação baseada na relação entre a história do cinema e o mindset de crescimento. Assim como as estrelas do cinema mudo que precisaram se adaptar para lidar com a evolução da indústria audiovisual, ele fechou o RH Ágil 2019 com uma mensagem importante sobre o papel do aprendizado em processos de inovação. “O mindset de crescimento nada mais é que estar aberto às transformações”.

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RH Ágil: sobre humanos e tecnologia

O terceiro encontro do RH Ágil aconteceu nesta segunda-feira (dia 21) e contou com a presença da especialista em transformação digital Martha Gabriel. Responsável pela condução de processos de inovação em empresas de diversos setores, ela ressaltou a importância da gestão de pessoas em movimentos de renovação. “Nenhuma transformação acontece da noite para o dia. Todos são responsáveis por esse tipo de mudança, principalmente os profissionais de recursos humanos”, diz.

Embora seja defensora da complementaridade entre a força de trabalho humano e as novas tecnologias, Martha acredita na futura substituição de algumas profissões pela inteligência artificial. Por essa mesma razão, ela defende a importância de desenvolver uma mentalidade digital e explorar a tecnologia para ampliar as capacidades humanas. “A gente precisa continuar sendo relevante dentro dessa equação”, afirma.

O encontro ainda abrigou um painel que reuniu Patrícia Araújo e Cláudia Soller, Head de RH e Gerente de Recompensa e Análise do Mercado Livre, respectivamente. Em uma conversa mediada por Martha, elas compartilharam os desafios e as oportunidades de atrair, engajar e reter talentos em ambientes de alto crescimento e cultura digital. “O maior desafio é manter o espírito empreendedor e ao mesmo tempo ser grande. É importante manter o desejo de fazer coisas diferentes o tempo todo”, diz Patricia.

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“A tecnologia sem mudança de mindset não traz resultados”

Mudança de mindset, experiência do cliente, princípios da agilidade, DNA digital e pensamento estratégico foram alguns dos principais pontos que tiveram destaque durante mais uma edição do RH Ágil. Realizado na última sexta-feira (dia 27), o programa foi conduzido por Luis Lobão, especialista em planejamento estratégico e transformação digital.

Durante a sessão, ele apresentou quais são os passos mais relevantes que uma organização deve seguir para se preparar para os desafios do futuro. A sessão também contou com a presença dos consultores educacionais Guta Orofino e Roberto Mosquera.

“Não há um jeito certo de seguir os passos. O importante é que os profissionais responsáveis pelos processos de mudança tenham uma visão integrada do todo. Ser digital é muito mais sobre pessoas do que tecnologia”, afirmou.

Propósito como o norte do processo


Um mundo acelerado e cada vez mais automatizado pede atenção especial para uma abordagem de negócios mais humana. Engajar e reter seus colaboradores se tornou mais importante – e difícil – do que nunca. Encontrar um propósito claro e transparente pode ser o início para adotar tal posicionamento.

“O sentido do propósito é o que orienta as organizações. Não adianta criar um propósito e não praticar, não o praticar é faltar de caráter organizacional”, afirmou Lobão.

A confiança foi apontada como outro elemento extremamente importante para que agilidade das empresas. “A ideia de que eu posso ser eu mesmo e mostrar minhas dificuldades sem ninguém usar isso contra mim mesmo é o que forma uma equipe de alta performance”, ressaltou.

Entrega de valor contínua


A construção de valor também deve se estender aos clientes. Mas, além de atrair o público, é preciso entregar valor de forma contínua.

Nesse cenário, conhecer os modelos de empresas exponenciais, analisar a jornada do cliente e trazer os princípios da agilidade se tornarão cada vez mais essenciais para lidar com os desafios que o mercado deverá apresentar nos próximos anos.

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RH ágil: protagonismo pessoal e transformação digital

A combinação entre contexto e mindset orientou a terceira edição do RH Ágil, projeto que tem como objetivo preparar executivos e líderes corporativos para os desafios de um mercado cada vez mais veloz e conectado. Resultado de uma parceria entre a HSM e o GPTW, o programa reuniu sessões com Pedro Mello e Mauro Peres, cofundadores do Open Leaders Organization, e Ricardo Vandré, ator e diretor e produtor artístico, além dos consultores Guta Orofino e Roberto Mosqueira, especialistas em metodologias ágeis.

Em um dia orientado pela construção de elos de confiança e colaboração, a programação ressaltou um dos pontos mais importantes de processos de inovação: a formação de uma cultura corporativa baseada em um mindset ágil. Veja abaixo os principais aprendizados e questionamentos levantados pelos participantes. Spoiler: todos eles têm a ver com tornar as pessoas protagonistas de suas próprias jornadas.

O que é esse tal de mindset ágil (e o que isso tem a ver com colaboração)?
O mindset ágil é uma nova maneira de enxergar o mundo e as relações de trabalho. É preciso incentivar equipes a adotarem essa mentalidade em todas as áreas da empresa. Nesse novo cenário, o topdown dá lugar a decisões colaborativas. De acordo com Pedro Mello, da Open Leaders, tudo começa pela quebra de barreira do individualismo. “Quando a gente começa a trabalhar coletivamente tudo se transforma”, afirma.

Colaboração e confiança
Antes de tudo, dinâmicas de colaboração são resultados de ambientes de confiança. Essa é uma das teorias centrais do trabalho de Ricardo Vandré. Durante seu workshop, ele ressaltou a importância da comunicação nesse processo. “A gente sabe que uma conversa olho no olho funciona melhor do que um e-mail. Um ambiente seguro começa pela comunicação transparente sobre as intenções e os propósitos das pessoas.”

O fim do mito do herói
O arquétipo do herói intocável e infálivel está com os dias contados. Em seu lugar, ganha espaço um personagem marcado pela abertura, empatia e vulnerabilidade. “Quanto mais herói e centralizador for o líder, menor é o engajamento dos colaboradores”, afirma Mauro Peres. Na opinião do consultor, os ruídos de comunicação são os principais desafios de desconstrução dessa imagem. “Trata-se de um mindset de liderança antigo, que precisa ser deixado para trás.”

Distância zero do cliente
Colocar o cliente no centro de tudo é essencial para engajar equipes. “As empresas de inovação devem ser obcecadas em eliminar atritos de jornadas do cliente”, afirma Peres. O consultor também destaca a importância de saber ouvir e reagir rapidamente às opiniões de consumidores – algo diretamente relacionado a abrir mão do controle. Times diversos e engajados têm maiores chances de desenvolver essa intimidade com o público digital.

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RH Ágil: os livros que os profissionais de RH estão lendo

O segundo encontro do RH Ágil aconteceu no dia 23 de abril e contou com um grupo de aproximadamente 45 profissionais de RH. Entre muitos aprendizados, trocas de experiências e insights para se preparar para um futuro que está em constante transformação, os participantes também tiveram a oportunidade de compartilhar um pouco sobre suas vivências e os desafios enfrentados em um mundo cada vez mais ágil.

Sabendo da importância da literatura como forma de aprendizado, durante uma dinâmica de apresentação, cada profissional foi convidado a compartilhar – em um post-it – um livro que estava lendo no momento. Confira abaixo quais foram as obras favoritas citadas por estes profissionais e aproveite para adicionar alguns títulos novos na sua cabeceira!

• 21 lições para o século XXI – Yuval Harari*
• Sapiens – Yuval Harari*
• Um novo jeito de trabalhar – Laszlo Bock
• A arte da imperfeição – Brené Brown
• A arte de soprar brasas – Leonardo Wolk
• Gestão do Amanhã – Sandro Magaldi, José Salibi Neto
• Eu sou Malala – Malala Yousafzai
• A violência de gênero além das grades – Iara Gonçalves Carrilho
• Se a Disney administrasse seu hospital – Fred Lee
• Propósito – José Roberto Marques
• Personal Branding – Arthur Bender
• Lean Inception – Paulo Caroli
• A internet das coisas – Eduardo Magrani
• Meditação para ocupados – Osho
• O que importa é o resultado – Vicente Falconi
• Prisioneiras – Drauzio VarellaCO
• A Liderança Essencial – Daniel Motta
• A coragem de ser imperfeito – Brené Brown
• Mindset – Carol Dweck
• Felicidade – Eduardo Giannetti
• Do for love – Leticia Mello
• A quinta disciplina – Peter M. Senge
• Plataforma: a revolução da estratégia – Marshall Van Alstyne
• A Lógica do Cisne Negro – Nassim Nicholas Taleb
• Mulheres que correm com os lobos – Clarissa Pinkola Estés
• Sincronicidade – Joseph Jaworski
• Expertise Competitiva – Kelly Palmer e David Blake
• Líder transformador – Flávia Lippi
• Médico de Homens e de Almas – Taylor Caldwell
• Antifrágil – Nassim Nicholas Taleb
• Pensamento e Vida – Chico Xavier
• A Bola de Neve – Alice Schroeder
• Descubra seus pontos fortes – Marcus Buckingham
• Gente de Resultados – Eduardo Ferraz
• Rebeldes têm asas – Rony Meisler
• Vidas Secas – Graciliano Ramos
• Reinventando as organizações – Frederic Laloux
• Um defeito de cor – Ana Maria Gonçalves
• Organizações Exponenciais – Salim Ismail
• A Biologia da Crença – Bruce H. Lipton
• Memórias de um antissemita – Gregor Von Rezzori e Luis S. Krausz

*Yuval Harari, autor dos livros: Sapiens, Homo Deus e 21 Lições para o século XXI estará palestrando na HSM Expo deste ano.

A próxima turma do RH Ágil, será em agosto/19. Programe-se.

Natália Fazenda
Área de Conteúdo da HSM

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RH Ágil: Menos High-Tech e mais High-Touch

Nos últimos dias, aconteceu a segunda edição do RH Ágil, uma iniciativa da HSM em parceria com a Great Place to Work, desenvolvido especialmente para preparar os gestores de RH para que sejam a locomotiva dessa transformação digital que já está impactando as organizações e de forma cada vez mais veloz e imprevisível.

O programa conta com metodologias ágeis e mundialmente comprovadas, com o objetivo de desenvolver líderes com um olhar inovador e prático. Assim, proporcionando que os profissionais do RH possam se aprofundar em conteúdos relevantes e inovadores para, estrategicamente, direcionar a transformação nas empresas.

O primeiro dia de imersão contou com a presença e a troca de experiências de: André Bello, Maria Augusta Orofino, Roberto Mosquera e Cauê Oliveira. E todos eles mostraram que a inovação não é sobre tecnologia, mas acima de tudo, sobre pessoas.

É esse fato que faz com que os profissionais do RH sejam os agentes da mudança dentro das organizações atuais. A tecnologia se torna apenas um meio para criar novas ideias e tirá-las do papel. “Organizações são pessoas. Tudo começa nas pessoas!” – afirmou André Bello, ao iniciar sua palestra.

São muitos os medos e receios despertados pelos avanços tecnológicos que serão capazes de mudar ainda mais nosso futuro. A inteligência artificial está cada vez mais poderosa e já faz parte da nossa rotina. Mas como você e sua empresa podem continuar se reinventando – ou ainda, se adaptando – em um mundo cada vez mais ágil e imprevisível?

De todos os aprendizados deste primeiro dia de evento, podemos resumir a transformação digital em três competências essenciais:

Colaboração

Inovação não é sobre as novas tecnologias, é sobre colaboração! Pessoas quando conectadas podem causar uma grande transformação. E toda transformação precisa acontecer primeiro dentro de nós mesmos!

A colaboração será uma das competências mais importantes no futuro. É através dela que sua equipe poderá se tornar mais criativa, produtiva, inovadora, e conseguirá se adaptar aos novos modelos de negócios que surgirão nos próximos anos.

Um bom exemplo disso é a fotografia feita do buraco negro. Você sabe como ela foi tirada? Através de uma rede de radiotelescópios. O buraco negro estava localizado a cerca de 50 milhões de anos-luz da Terra, e um radiotelescópio sozinho – por mais tecnológico que fosse – não seria capaz de captura essa imagem, mas ao combiná-los entre si, criando uma conexão, eles conseguiram alcançar distâncias astronômicas.

Estamos vivendo a era do conhecimento. Se você adotar a lógica da abundância na sua organização, onde o compartilhamento e a troca de experiências possam gerar novas ideias, todos saem ganhando.

Você tem aproveitado o conhecimento de seus colaboradores?

Diversidade

De nada adianta querer promover o aprendizado por meio das experiências de seus colaboradores se não houver diversidade entre eles. A inovação só acontece em pontos de divergência. Assim como nós não conseguimos crescer sozinhos, pois precisamos do apoio e incentivo humano, também não conseguiremos inovar se tivermos pessoas com pensamentos iguais em nossa equipe.

A diversidade se tornou essencial para qualquer empresa, afinal, um time diverso traz ao seu negócio diferentes perspectivas. Isso gera quebra de padrões e estimula seu time a pensar de outras maneiras.

Além disso, já foi comprovado que ambientes corporativos diversos fazem com que as pessoas tenham vontade de permanecer e evoluir. Sem a diversidade, além de não conseguir engajar seus colaboradores, você não consegue criar equipes mais criativas!

Empatia

Muito se fala sobre empatia, mas poucos ainda são aqueles que sabem o que ela significa e a colocam em prática dentro das organizações. A empatia é parte imprescindível para que essas duas habilidades citadas acima aconteçam. Quando se tem um time diverso trabalhando em conjunto por um mesmo objetivo, mas não se tem empatia, ninguém consegue chegar a lugar nenhum.

Diante da complexidade dos mercados atuais e da instabilidade com relação ao futuro, desenvolver a capacidade de ver o mundo a partir da perspectiva dos outros é uma das ferramentas mais importantes dos próximos anos!

A empatia também é importante para melhorar tanto a experiência do colaborador, quanto a experiência do cliente. Afinal, para implementar todas as melhorias necessárias é preciso se colocar no lugar de quem está utilizando seu produto/serviço, ou de quem está trabalhando na sua equipe.

Talvez, o maior desafio para as empresas seja se desfazer de velhos hábitos e comportamentos e desenvolver um mindset ágil que esteja menos preocupado em seguir regras e mais preocupado em inovar com princípios.

E entender que a transformação digital é um reflexo dos novos comportamentos humanos causados pela tecnologia! Você está preparado para ser o agente da mudança na sua organização?

Natália Fazenda
Área de Conteúdo da HSM