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Os apps de produtividade que você precisa testar

Aplicativos são ferramentas capazes de tornar o trabalho mais fácil e agradável, não importa onde você esteja. A Fast Company fez uma seleção dos melhores apps de produtividade e trouxemos os principais para você.

Yac [Windows, Mac, iOS, Android]
Enviar mensagens de texto é impessoal. Bate-papo por vídeo invasivo. Talvez o que precisemos seja o bom e antigo correio de voz. O Yac permite que você deixe mensagens de voz que os colegas de equipe podem ouvir a qualquer momento em um computador ou telefone. Você também pode adicionar um compartilhamento de tela, caso precise de um auxílio visual.

Oh Brother [iOS]
Anunciar ao seu parceiro ou colegas de quarto que você precisa de privacidade pode parecer um pouco conflituoso. Oh Bother permite que você defina limites de uma forma mais sutil; o aplicativo sinaliza se você está bem ou não em ser incomodado.

Microsoft Edge [Windows, Mac, iOS, Android]
O Microsoft Edge bloqueia rastreadores, por padrão, de sites que você não visitou e oferece proteção de rastreamento ainda mais rígida como uma opção. Baseado no mesmo código-fonte do Chrome, ele suporta as mesmas extensões.

Tot [iOS, Mac]
Tot é um ótimo lugar para guardar ideias rapidamente, graças ao seu minimalismo – apenas sete rascunhos codificados por cores e apenas um punhado de opções de formatação – e a facilidade com que importa texto de outros aplicativos.

Hey [Windows, Mac, Linux, iOS, Android, web]
Hey, dos criadores do Basecamp, reinventa o e-mail em torno da ideia de permissão. Ninguém entra em sua caixa de entrada até que você os aprove, recibos de leitura são bloqueados e você tem que ativar notificações por contato ou por discussão.

Lightpad [rede]
O Lightpad vê o calendário como uma espécie de escada em espiral que você pode percorrer, com pontos que representam a agenda de cada dia.

Pixlr Editor [Chrome, Firefox]
Uma alternativa inestimável baseada na web para o Adobe Photoshop, Pixlr Editor carrega rapidamente, é responsivo e oferece edição baseada em camadas com ferramentas como pincel clone, varinha mágica e borrar.

LiquidText [iPadOS, Mac, Windows]
Chega de alternar entre as páginas de seus documentos digitais. Com LiquidText, você pode destacar imagens ou fragmentos de texto, soltá-los em um quadro de avisos para referência futura e voltar para a fonte do fragmento com apenas um toque. Você também pode juntar os dedos para reduzir o espaço entre duas páginas que deseja ver.

Reclaim.ai [rede]
Reclaim.ai, um assistente de agendamento para o Google Calendar, permite que você defina janelas para certos “hábitos” (almoço, escrita, exercícios) e, em seguida, embaralhe automaticamente esses blocos de tempo pessoais conforme as reuniões são adicionadas ao seu calendário. Outros apenas veem que você está ocupado.

Draft by Slite [rede]
A extensão do Chrome Draft by Slite transforma a página da nova guia em um bloco de notas no qual você pode postar itens de lista de tarefas, afirmações diárias ou informações de sites como Trello e Airtable, transformando em um centro de produtividade genuíno.

Calm Office [rede]
Para aqueles que não conseguem se ajustar ao silêncio de casa, o gerador de ruído Calm Office (parte de um conjunto de ofertas do mynoise.net) pode ajudar. Cada controle deslizante de volume controla um som de escritório diferente: copiadoras, impressoras, colegas tagarelas, teclados clicáveis ​​e muito mais.

Pomodor [rede]
Com o Pomodor, você pode definir horários de trabalho e intervalos personalizados, rastrear seu trabalho rotulando cada sessão, alternar entre os modos claro e escuro e mostrar ou ocultar o cronômetro na barra de menu do navegador. O aplicativo funciona até mesmo offline e sincroniza suas estatísticas entre dispositivos. É um ótimo exemplo de uma velha ideia bem feita recentemente.

Pencil Planner [iOS]
O Pencil Planner, que permite que você anote notas de reuniões, objetivos, destaques diários e itens da lista de tarefas com um Apple Pencil, combina a estética da velha guarda com funcionalidade digital. Não é o único aplicativo que tenta emular planejadores de papel, mas é o mais bem executado.

Screens [Mac, Windows]
Como não podemos ficar amontoados em torno do computador de um colega de trabalho enquanto trabalhamos em casa, o Screens é um substituto poderoso. A ferramenta de área de trabalho remota permite que vários colegas de trabalho controlem um único computador enquanto conversam por voz ou vídeo. Ele também tem uma ferramenta de desenho útil para que as pessoas possam marcar o que estão vendo na tela compartilhada. Use-o para qualquer coisa que ainda não tenha a colaboração ao vivo, estilo Google Docs, integrada.

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Home-office: inteligência emocional e produtividade

Na última semana, a HSM realizou o webinar “Home Office: Inteligência emocional e produtividade“. Organizada em parceria com o Grupo Kronberg e com a IMR Desenvolvimento Organizacional, a sessão abordou os principais aspectos que empresas e colaboradores devem levar em conta para manter o bem-estar mental durante o período de isolamento social que estamos vivendo. Abaixo, Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, responde às principais dúvidas do público sobre o assunto.

O brasileiro está pronto para o home-office?
Conheço muitas empresas que eram contra o home-office antes da Crise do Coronavírus (CdC) e várias que já tinham essa cultura. Mudanças comportamentais preventivas custam menos e são mais difíceis de implementar. Mudanças comportamentais nas crises são mais fáceis de implementar mas geralmente geram altos custos humanos e econômicos. Creio que para muitas empresas que resistiam a prática de home-office, deverão continuar com essa prática após a crise. Quebrou-se um tabu. Ficamos prontos na marra para o home-office.Constata-se que as pessoas estãop roduzindo e ávidas por conexão. Que esse alto custo seja utilizado como alerta para as mudanças positivas que muitas vezes são proteladas para que em crises futuras o custo seja menor.

Quais ações podem ser realizadas (pelas empresas) para diminuir ou dar apoio às questões emocionais de quem está em home-offive?
A ansiedade, o medo, a imprevisibilidade ativam os circuitos neurais de sobrevivência e nos tornamos, como consequência, reativos e irritados. Neste estado de sobrevivência, nossas percepções emocionais e cognitivas ficam comprometidas porque praticamente toda a energia do cérebro fica disponível para as típicas ações de sobrevivência: atacar, fugir, congelar ou desmaiar. Períodos prolongados nesta estado emocional prejudicam nosso sistema imunológico e, claro, ficamos mais suscetíveis a pegar um resfriado, uma gripe ou um vírus mais sério.
Esse estado emocional durante crises como a que estamos vivenciando,tem mais um agravante que é o isolamento social. Somos seres hipersociais e o isolamento afeta ainda mais negativamente o estado emocional das pessoas. As empresas e seus líderes devem ocupar um importante papel para dar apoio emocional para quem está em home-office. O desafio é que não temos respostas nem previsões seguros sobre os desdobramentos futuros da crise do Coronavírus. Em situações de tamanha imprevisibilidade, confusão mental e fragilidade emocional, as empresas, por meio de seus líderes, precisam ter coragem para demonstrar nossa essência, admitir nossa humanidade e o fato que não temos todas as respostas.

Devem incentivar a participação de seus líderes e de todos os colaboradores da empresa na busca de soluções criativas, de mudanças e inovações. Aproveitar o momento para fazer as mudanças positivas necessárias para aumentar a competitividade e preservar o lado humano e saudável da organização. Demonstrar transparência, admitir seus erros, pedir desculpas quando pisam na bola, facilita a conquista de confiança de seus colaboradores, elimina o medo de errar e assim se cria um ambiente de segurança psicológica,o alicerce de equipes coesas, inovadoras e vencedoras! Especialmente agora que a coordenação do trabalho à distância se torna mais desafiadora ainda, esse ambiente de segurança psicológica é de fundamental importância. Estejam presentes. Comuniquem, comuniquem e, comuniquem… Escolham o meio de comunicação que represente o espaço da verdade, da segurança relativa nesse momento. O ponto de encontro virtual onde as pessoas vão para se manterem informadas, para satisfazerem a necessidade de pertencimento e de conexão com as pessoas. Faça mum townhall meeting diário, à distância e, se preciso,duas vezes por dia. Intensifiquem sua participação em grupos de líderes, conectem-se com eles, com seus clientes,fornecedores e acionistas. Desta forma, o exercício quase inócuo de prever o futuro passa a ser uma tarefa de planejamento a partir de inputs de várias fontes, de geração de insights. Além de facilitar o planejamento, mantem sua organização unida em um esforço cooperativo de encontrar soluções criativas, inovadoras e até mesmo disruptivas que as crises geralmente proporcionam.

O movimento atual pode tornar o home-office o modelo de trabalho padrão?
A maioria dos seres humanos é hipersocial, como mencionamos acima, e tem a necessidade de estima e de pertencimento. Por estas razões penso que o homeoffice não será o modelo padrão mas,mais uma prática adicional de trabalho.Na medida que os problemas típicos de grandes concentrações urbanas e seus custos se intensificam o trabalho em casa será uma alternativa importante para atenuar esses custos.

Como esse período de isolamento afetará as culturas organizacionais?
As culturas organizacionais deverão se tornar mais solidárias,mais humanas como consequência desse isolamento. A comunicação se tornará mais eficaz e empática porque noto nas comunicações à distância que a maioria das pessoas se tornam melhores ouvintes, esperam o outro terminar. O vírus nivelou a humanidade, ninguém está imune aos riscos dessa doença que forçou nosso isolamento. A consequência disso será um fortalecimento das relações humanas, um impacto positivo no engajamento no trabalho e no trabalho em equipe. A produtividade aumentará, até mesmo porque todos temos que correr atrás dos prejuízos incalculáveis dessa crise, da reconstrução do supply-chain, das redes de relacionamento,das relações com a base de clientes.

Como negociar os horários de home-office com os outros membros da família?
É importante manter a disciplina do trabalho e o respeito ao tempo de outros membros da família que estejam atendendo aulas à distância ou participando de reuniões de trabalho. A comunicação em casa, assim como na empresa, conforme já mencionado, é a chave para evitar conflitos e improdutividade desnecessária. Reuniões familiares diárias para trazer conforto emocional e comunicar as respectivas agendas deve fazer parte da rotina familiar. Caso encontre dificuldades relacionais na família, releve as questões banais e se concentre na preocupação central que é a saúde de todos, principalmente dos mais suscetíveis ao vírus. Faça uma rodada de conversa todas às noites para resolver dúvidas e peça que cada familiar reflita sobre como ser lembrado no futuro com relação ao seu comportamento durante a crise. Daqui a 1 ano, 5, 10 anos, como quer ser considerado pelas pessoas queridas em sua vida sobre seu papel nessa pandemia?Na família,na empresa,na sociedade?

Quais ações podem ser tomadas pela área de recursos humanos para equilibrar essa situação com os pontos de vistas legais e econômicos?
Para muito além das questões legais e econômicas que seguirão seu curso estipulado pela maneira como a crise se desenrolará nas próximas semanas e pelas decisões governamentais e da empresa,penso que o maior papel do RH é o de dar apoio emocional aos colaboradores. Convidar palestrantes especializados em epideomologia, psicologia, inteligência emocional e naciência da positividade. Atualizar as informações diariamente e se estabelecer como um centro de confiança da empresa. Pesquisar e promover treinamentos remotos, cursos que proporcionem, além de maior conhecimento, o sentimento de pertencimento, de que a empresa se preocupa genuinamente com seus colaboradores. Incentivar a criatividade, a reflexão e a participação de todos com idéias e sugestões sobre como a empresa poderá se tornar mais eficaz no retorno às atividades. Assim as pessoas se sentirão mais engajadas, úteis com o senso de pertencimento e de equipe fortalecidos. Esses sentimentos ajudam, em última instância,a lidar com os estressores da crise,da reclusão social. Consolidar as experiências bem-sucedidas dos vários departamentos sobre como lidaram com a crise e de outras empresas que estabeleceram o chamado “war room” para lidar com essa guerra contra o vírus e suas consequências para as pessoas, para a economia e para a empresa. Promover reuniões para refletirem sobre os aprendizados e o planejamento necessário para as próximas crises que inevitavelmente virão.

Incentivar também o CUIDADO com a SAÚDE FISICA, MENTAL E EMOCIONAL dos colaboradores e do próprio profissional de RH. Saber como sustentara saúde física,mental e emocional para lidar com o mundo VUCA não é uma escolha, mas uma necessidade imperativa para quem quer manter-se relevante na realidade do crescimento exponencial da tecnologia.
Faça exercícios físicos.Encontre uma atividade física que te dê prazer. Durma de de 7 a 8 horas de sono por noite. Nosso cérebro precisa desse tempo, para a grande maioria de seres humanos, para eliminar as toxinas produzidas durante o dia.Dedique tempo para meditar. Separe um tempo para você mesmo para refletir e manter o foco e direção claras. Pratique exercícios de mindfulness. Saíremos fortalecidos dessa crise e muito provavelmente mais humanos, mais empáticos e socialmente responsáveis; cientes de que somos os agentes de transformação da sociedade brasileira em quem nossos colaboradores buscam respostas,principalmente em momentos excepcionais como esse.

Muitos gestores não respeitam os horários de descanso e almoço dos colaboradores remotos? Como criar uma cultura que respeite os limites individuais de cada um?
Gestores que não respeitam seus colaboradores dificilmente manterão a relevância nesse contexto de negócios tão volátil, incerto, complexo e ambíguo que exige líderes inspiradores e não meros gestores e experts em suas indústrias e ecossistemas. Essacultura de respeito está sendo criada naturalmente a partir da ubiquidade de dados, informações e conhecimento; a partir do escrutínio permanente que empresas e gestores são submetidos na mídia social. Basta observar os inúmeros gestores e até mesmo fundadores de empresas que foram afastados de seus cargos por comportamentos de desrespeito aos colaboradores.

Como gerenciar o cumprimento da carga horária diária? O ideal seria abandonar o controle da carga horária e gerenciar as entregas diárias e semanais?
Com certeza, temos que demonstrar confiança em nossos colaboradores. Quando mostramos que as pessoas são confiáveis essas se colocam na posição de agirem de forma confiável. Sempre há exceções mas devemos criar práticas a partir da do comportamento da maioria. Discutir os resultados das tarefas diariamente e não controlar tempo de trabalho.

Como se comportar em entrevistas de emprego à distância (sob a perspectiva de candidato e entrevistador)?
Da mesma maneira que se deve comportar em entrevistas presenciais. Muitas das questões tradicionais para conduzir uma entrevista já se tornaram obsoletas. Com sites como Glassdoor, por exemplo, não há surpresas nas perguntas feitas em entrevistas. Com esta informação, muitos candidatos se preparam com gravações e em muitos casos com resultados impressionantes, deforma “genuína” e correta. Pesquisas em empresas como Google comprovam que perguntas abstratas para avaliar como o candidato desenvolve uma resposta condizente baseada na lógica, análise, hipótese, podem contribuir para uma contratação equivocada e de alto custo. E para muitas posições, fatores como notas, resultados de testes e escolas que frequentou não são preditores de sucesso na posição. (muitas das principais universidades nos EUA e empregadores não pedem mais os resultados de testes como o SAT – algo como o vestibular – nem se interessam pelo desempenho acadêmico ou profissional passado).

O maior preditor de sucesso é a Inteligência Emocional. Portanto, está na hora de revermos muitos de nossos conceitos sobre o processo de entrevistas de novos candidatos. Propomos fazer perguntas relacionadas ao trabalho que são difíceis para o candidato se preparar na frente de uma câmera. E o candidato, claro, deve se preparar para esse tipo de perguntas. Evite perguntas fáceis de se prepararem. Abandone as perguntas:“Quais são seus principais pontos fortes e fracos?”“Por que você é omelhor candidato?” “Qual é o seu emprego dos sonhos?” “Onde gostaria de estar em cinco anos?” Avalie a habilidade do candidato para resolver um problema. Aborde um caso real de sua organização e peça a opinião dele (a) sobre como resolveria essa situação. Avalie se tem orientação para o futuro. Em uma realidade VUCA, os profissionais de uma empresa precisam ter preocupação sobre o planejamento futuro como estamos observando nesta crise.

Em um período marcado por grande volume de informações e incertezas, qual é a melhor maneira de trabalhar a inteligência emocional das equipes?
Estudos e pesquisas validadas cientificamente nestes últimos vinte anos, demonstram que a inteligência emocional é o maior preditor de sucesso na vida e de desempenho no ambiente de trabalho. A boa notícia é que a IE pode ser medida e desenvolvida. Sugiro iniciar com um assessment para detectar as competências emocionais que precisam de maior atenção no nível individual e de equipes. Contratar empresa especializada em IE com abordagem demonstradamente científica do assunto, que utiliza assessments validados cientificamente, para desenvolver um programa personalizado. O objetivo do programa deve ser o de fortalecer a autoconsciência, a autorregulação e a autodireção da equipe. Essas três áreas mapeadas e fortalecidas proporcionam:

• Maior engajamento,
• Melhor capacidade de resolução de problemas e de conflitos,
• Maior produtividade e resultados de negócios
• Maior influência e tomada de decisões
• Melhores relacionamentos em todos os níveis
• Melhor qualidade de vida,bem-estar e equilíbrio
• Satisfação com a vida
• Maiores conquistas
E sem pagar o alto custo para a saúde emocional e física da força de trabalho porque a IE proporciona maior resiliência emocional para lidarmos com os estressores da vida.

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A cultura organizacional é a nova bússola na trilha do sucesso

Muito se fala no mercado sobre a importância da cultura organizacional e a melhor forma de construí-la. Mas, como podemos usar ações desta área como estratégia de negócio e, assim, demonstrar que só um planejamento estratégico não é suficiente para garantir o sucesso de uma empresa?

A cultura organizacional representa um conjunto de práticas e valores compartilhados por todos dentro da empresa. Ou seja, ela já nasce com a companhia, mas assim como acontece com os negócios, sua definição também precisa se adaptar. Como já disse Peter Drucker, “a cultura engole a estratégia no café da manhã”. Essa frase nos faz entender que ela, de fato, é a base de tudo. A partir disso, deve estar perfeitamente alinhada com o direcional estratégico da empresa para que consiga trazer resultados para o negócio.

É com base nesse plano traçado que desenhamos as metas e atividades e, para isso, afirmo com toda convicção, que tudo começa com a cultura. Afinal, sem o alinhamento com o que nós acreditamos e pregamos dentro da empresa, o papel de cada colaborador e o engajamento de cada um deles nos objetivos fica muito incerto.

Quando temos uma cultura forte e pessoas engajadas com o propósito da empresa, o senso de dono de cada um fica muito elevado. Por exemplo, em instituições com culturas organizacionais fortes, os funcionários têm taxa de participação 72% mais altas do que as que possuem essa mensagem mais enfraquecida, de acordo com uma pesquisa feita pela Denison Consulting.

No entanto, implantar ações que gerem impacto nos negócios e nos funcionários não é uma tarefa fácil, algo desta grandiosidade e importância, demanda tempo, dedicação e um pensamento alinhado a realidade de cada empresa, além disso, deve começar antes mesmo do recrutamento.

Na prática, tudo começa na etapa de awareness da marca empregadora, ou seja, essa consciência deve se iniciar no posicionamento, seja escrito no site, no discurso de eventos, nas redes sociais, e em tudo que a empresa se expressa externamente, inclusive, na vivência e interação com os funcionários. Este, por sinal, é um ponto bem importante: a jornada do colaborador. Ela se inicia desde o momento que as pessoas não nos conhecem, passando pelo momento da busca ativa, aplicação na vaga, contratação, onboarding, tempo de casa, até o desligamento.

Todas essas etapas são muito relevantes, mas gosto de destacar a dimensão que o onboarding acarreta para um alinhamento ainda mais eficaz. São nas primeiras semanas e meses que as pessoas verdadeiramente vivem uma imersão de toda a novidade que é se trabalhar em uma nova empresa. Esse primeiro momento é fundamental para que ela entenda o todo, como pode fazer a diferença dentro do negócio e como é capaz de ser evangelizadora da cultura em cada uma das suas ações. Dessa maneira, é interessante investir pesado (tempo principalmente) nessa etapa.

Você pode estar se perguntando como a sua empresa pode definir e implantar essa tal cultura robusta, afinal. Quando se está no processo de criação da empresa, de definir a marca, a missão, visão e valores, dá-se o primeiro passo em relação ao que se imagina da cultura. Em seguida, ajustando-se o direcional estratégico com o propósito, metas e onde se espera levar a companhia, é chegada a hora de dar outro passo e desenhar as expectativas em relação às pessoas que, não só farão parte, mas serão, de fato, a empresa.

E é aí que desenhamos o estilo do escritório, as trilhas de desenvolvimento, as oportunidades de carreira e propriamente as ações de cultura que queremos. Contudo, vale lembrar que é imprescindível acompanhar as mudanças da sociedade e da empresa e equilibrar as práticas com o que já é visto no momento atual do mercado. Feito isso, você está no caminho certo, VIDA LONGA à sua empresa!

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Como sofrer menos com a pressão do trabalho (e fazer pequenas mudanças para tornar o dia mais leve)

Determinar nosso valor a partir de como os outros nos enxergam sempre foi, na maioria das pessoas, uma grande causa de aflição. Nos dias de hoje, é possível traçar um paralelo com pessoas que passam a determinar seu valor a partir do desempenho no trabalho. Sentindo-se bem quando o dia é produtivo e ficando mal quando não é. A sensação pode ser perturbadora e causar até mesmo crises de ansiedade e depressão, mas é possível aprender a tratar dessas questões de forma mais leve e saudável.

Não me entenda mal: questionar-se se o dia foi produtivo, se os resultados desejados foram alcançados e se o checklist está preenchido é necessário para atingir um alto nível de produtividade. Isso se torna um problema quando passamos a determinar nosso valor como pessoa a partir da nossa produtividade ou dos resultados. Aquela sensação de se sentir inferior ou descartável quando as expectativas não são alcançadas não é necessária nem saudável.

Normalmente, isso acontece quando nos vemos totalmente imersos no trabalho, ou em qualquer outra coisa, trazendo a sensação de que a atividade nos define como pessoas e determina nosso valor. Estar completamente mergulhado em algo, deixando de lado qualquer outra coisa, provoca uma espécie de simbiose. Como se aquilo em que estamos dando nosso máximo e nós mesmos fossemos uma coisa só. Desnecessário ressaltar o quanto isso pode ser perigoso para nossa saúde e bem-estar.

Preocupar-se é importante, a pressão é necessária para a performance atingir o máximo, mas, em excesso, ela se torna pânico e paralisa. Importar-se com os resultados é uma coisa. Achar que somos pessoas menos competentes por causa deles, é outra.

Falando dessa forma pode parecer que sou imune a isso, mas essa percepção não poderia ser mais distante da realidade. Lutei com essa questão por anos e, para ser sincero, ainda preciso me policiar bastante para não cair nessa armadilha. Em conversa com um amigo e mentor, um empreendedor que é uma grande inspiração para mim, ouvi que deveria colocar mais leveza na forma como desempenho minhas funções. Ele disse para enxergar a empresa como um esporte. Tenho que dar o meu melhor todos os dias, mas o mundo não acaba se eu perder o jogo.

Quando um grande jogador perde uma disputa ou o campeonato, ele fica chateado, claro, mas sabe que pode transformar essa derrota em motivação para treinar mais forte e ganhar no próximo jogo ou, quem sabe, na próxima temporada. Uma outra analogia que ele me trouxe nessa conversa foi “Se o cardiologista estiver sentindo a dor do infarto no momento da cirurgia, ele não vai conseguir operar o coração do enfermo”. Não sentir do paciente não significa que o médico não se importa.

O segredo para começar a se dissociar desses sentimentos que tentam tomar sua vida e diminuir seu valor como ser humano é abrir novas frentes, ter outras pequenas conquistas no dia a dia. Desde olhar no olho e estar realmente presente para uma pessoa querida, ao invés de escutar artificialmente por estar com a cabeça no trabalho, até a criação de um hábito diário de aprendizado ou a prática de um esporte.

O exercício de aprender um pouco nos pequenos momentos, além de contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, traz pequenas vitórias mensuráveis para o seu cotidiano. Ouvir um podcast na fila do banco, ler algumas páginas de um livro divertido, assistir a um vídeo depois do almoço ou escutar um microbook na ida para o trabalho já podem melhorar seu dia.

Quando você diversifica a atenção e cria pequenas conquistas em outras áreas da vida, fica mais fácil perceber que sua existência não se resume ao trabalho. Que você tem muitas facetas, como todo ser humano. E que, por si só, já é repleto de essência, aptidões e qualidades. Na complexidade da vida humana, é fundamental lembrar de dar amor para o trabalho, mas antes disso para outras pessoas e, em primeiro lugar, para nós mesmos.

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24/7: capitalismo tardio e os fins do sono

A evolução tecnológica resultou em um mundo cada vez mais acelerado – e, na opinião de algumas pessoas, cada vez mais insano. Em meio a uma economia que precisa continuar girando em alta velocidade, estamos perdendo horas preciosas de sono. Os defensores dessa tese incluem Matt Walker, professor de neurociência e psicologia da Universidade da Califórnia. Em entrevista à BBC, Walker aponta indícios que ligam a privação de descanso a doenças como obesidade, diabetes e depressão.

O desequilíbrio entre produtividade e horas de sono é o ponto central de “24/7: capitalismo tardio e os fins do sono”, livro de Jonathan Crary, professor da Universidade de Columbia. A obra é baseada numa crítica à economia que explora o uso de novas tecnologias para manter o mercado funcionando 24 horas por dia, 7 dias por semana. Nesse cenário, o sono surge como a última barreira para controlar a expansão capitalista desenfreada.

Na visão de Crary, a indústria passou a cultivar uma filosofia que liga a produtividade e o sucesso ao excesso de trabalho. Algumas empresas já estão tentando reverter essa mentalidade, mas ainda há uma cultura muito forte a ser superada. Responder e-mails e resolver problemas pelo celular na cama, é apenas um exemplo de como ainda confundimos eficiência com atitudes que apenas geram redução de nossa capacidade de concentração e aumentam nossos níveis de estresse.

Obviamente, a tecnologia é uma grande aliada na otimização de processos. Os benefícios da revolução digital no ambiente de trabalho são evidentes. O que 24/7 traz, na verdade, é mostrar como a internet e as redes sociais podem acabar consumindo mais o nosso tempo do que pensamos. Os riscos de distúrbios mentais ocasionadas pelo uso excessivo de tecnologia são outro alerta presente na obra. Uma reflexão importante para que a sociedade não se torne refém de suas próprias inovações.

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As reuniões que poderiam se tornar um e-mail

Todo mundo, em algum momento da carreira, já teve que participar de alguma reunião a qual não só atrapalhou toda a sua agenda – e ainda o fez perder tempo – como também afetou a sua produtividade, além de sair dela com a sensação de que tudo aquilo que foi conversado poderia ter sido resolvido através de um simples e-mail.

Esse tipo de situação acontece frequentemente em muitas empresas, e quando você passa o dia saindo de uma reunião para entrar em outra, acaba não realizando todas as tarefas que precisa para dar andamento aos seus projetos. Isso afeta a gestão de tempo dos colaboradores e faz com que funcionários dedicados tenham que trabalhar horas extras para concluir seu trabalho e não perder prazos, ou acabam reduzindo a qualidade de seu serviço para conseguir acompanhar o fluxo.

O próprio CEO da Amazon, Jeff Bezos, é bastante peculiar quando se trata de reuniões, e popularizou a “regra das duas pizzas”, que afirma que você deve evitar reuniões com uma duração onde precisaria de mais de duas pizzas para alimentar todo o grupo, ou seja, quanto mais pessoas em uma reunião, menos produtiva será.

Além de afetar a qualidade de vida dos funcionários, isso acaba causando despesas para a sua empresa. Um estudo sobre produtividade, conduzido pela Bain & Company, constatou que uma reunião semanal em uma grande empresa pode chegar a custar até US $ 15 milhões por ano. Para calcular o custo de uma reunião foram inseridos: a duração, o número de participantes e o salário anual de cada pessoa presente nela.

Ou seja, quando você participa de uma reunião ineficaz, não perde só tempo, perde dinheiro também. Alguns líderes da Bain & Company afirmam que “mais da metade das reuniões que participaram recentemente foram ‘ineficazes’. É difícil saber exatamente quanto desse tempo desperdiçado poderia ser resgatado. Mas nossos dados sugerem que a maioria das empresas tem a oportunidade de liberar pelo menos 20% de suas horas coletivas, trazendo maior disciplina para o gerenciamento do tempo ”.

Reuniões sem propósitos claros acabam distraindo os funcionários de seus afazeres importantes, desperdiçam orçamentos e matam a motivação dos colaboradores. Além disso, pode dar a ideia de que você não confia o suficiente em sua equipe e precisa de reuniões o tempo todo para acompanhar seu desempenho.

O que faz sua reunião ser improdutiva? Alguns líderes de grandes empresas de inovação apontam alguns motivos, como: convidar pessoas que não deveriam estar ali, só para fazer volume; falta de simplicidade e objetividade; apresentação de powerpoint (Na Apple e na Amazon o uso de ppt é proibido em reuniões internas), entre outros.

Quando as reuniões ficam fora de controle, a produtividade diminui. De acordo com a professora Gloria Mark, da Universidade da Califórnia, um colaborador demora em média 25 minutos para retornar à sua tarefa original após uma interrupção.

Um dia sem marcar reuniões

Sabendo que o excesso de reuniões ineficazes pode prejudicar a organização e seus funcionários, empresas como a Asana, Aria Healthcare e Moveline estabeleceram um dia em que é proibido marcar qualquer tipo de reunião.

Segundo os dados coletados por David Rubinger, essa decisão fez com que o número de reuniões marcadas realmente diminuísse e não fossem remanejadas para outro dia. As pessoas perceberam o quanto conseguiam realizar em um dia sem reuniões e começaram a desejar por mais produtividade durante o resto da semana, aprendendo assim a obter as informações que precisam sem depender de reuniões.

É claro que algumas reuniões são importantes e devem ser mantidas dentro da empresa. Quando elas têm um propósito dedicado em fornecer valor são um excelente uso do tempo para todos. No entanto, estes dados e estudos servem para esclarecer seus efeitos negativos quando utilizadas em excesso – ainda mais quando são feitas sem um porquê – bem como algumas maneiras de gerenciar melhor tudo isso.

Natália Fazenda
Área de Conteúdo da HSM

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Home Office: como fica o senso de comunidade na era do trabalho remoto

As novas tecnologias impactaram o mercado, os negócios e o ambiente de trabalho, de várias formas possíveis. Por meio delas, a maioria dos processos e das tarefas que envolvem o dia a dia de qualquer empresa foram simplificados, tornando-se mais integrados e eficientes.

Além disso, a tecnologia mudou a maneira como as pessoas se comunicam no local de trabalho. A chegada dos smartphones, das redes sociais e dos aplicativos de mensagens instantâneas levou a comunicação entre os colegas de trabalho a um outro nível, e até videoconferências já são comuns em reuniões quando alguém da equipe não está presente na empresa.

Entre todos os benefícios implementados na cultura organizacional de muitas empresas devido às inovações tecnológicas, o trabalho remoto talvez seja um dos fatores que mais chama a atenção, além de ser um indicativo de como será o trabalho do futuro.

Mas já houve um tempo em que trabalhar em casa não era nem sequer cogitado. Se seus colegas quisessem entrar em contato com você fora do escritório, não conseguiriam te enviar e-mails nem mensagens instantâneas. O que tornou o trabalho remoto uma realidade – além da mudança comportamental e cultural encabeçada pelas startups de inovação – foi a popularização da banda larga e da internet sem fio.

Apesar de ainda não ter 100% de aprovação em muitos lugares, o trabalho remoto – também conhecido como home office – traz benefícios tanto para a empresa quanto para o funcionário. De acordo com a Global Workplace Analytics, colaboradores que trabalham de forma remota, em tempo integral, podem reduzir em US $ 10.000 os custos da organização, por funcionário, durante 1 ano.

E não é só a empresa que sai ganhando! O home office incentiva uma maior produtividade, a criatividade e o bem-estar de seus colaboradores. Um relatório da Owl Labs revelou que os funcionários americanos que trabalhavam de forma remota pelo menos uma vez por mês eram 24% mais propensos a se sentirem mais felizes e mais produtivos em comparação àqueles que não tinham essa opção.

Se os números continuarem a crescer, pesquisas indicam que o trabalho remoto poderá ser igual – se não ultrapassar – a quantidade de escritórios fixos até o ano de 2025. Entretanto, essa possibilidade de conseguir trabalhar de casa, longe dos colegas do escritório, está levantando alguns questionamentos com relação ao senso de comunidade, que acaba ficando em falta nestes ambientes.

Se na sua época de colégio, sair para tomar uma água era sinônimo de aproveitar para interagir com os colegas de classe, nas organizações, tirar cinco minutos para tomar um café equivale a mesma coisa. Além disso, muitas ideias costumam surgir dessas conversas despretensiosas que acontecem na hora do café. Porém, com os colaboradores trabalhando de casa, esse bate-papo acaba se tornando cada vez menos frequente.

Para ir mais a fundo nessa discussão, Pedro Nascimento, que faz parte da área de Desenvolvimento Organizacional no Grupo Anga, contou um pouco sobre os pontos positivos e negativos que envolvem trabalhar remotamente. Com uma cultura que incentiva a autonomia e a autogestão, no grupo – onde trabalham cerca de 60 pessoas -, a maior parte delas realiza suas tarefas de forma remota, todos os dias da semana. “Não acho que se perde o senso de comunidade, ele só precisa ser construído de outras formas e, especialmente, de forma consciente, com processos e rituais para tal”, afirmou Pedro. Segundo ele, apesar da distância e da falta de contato no dia a dia, a vontade de se socializar não se perdeu e os colegas de trabalho costumam se encontrar presencialmente com alguma frequência, a fim de sanar essa necessidade da conversa informal.

Pedro completa dizendo que há pontos positivos e negativos no trabalho remoto, que podem depender de pessoa para pessoa e da cultura organizacional de cada empresa. De forma geral, há algumas desvantagens. São elas:

• Menos conversas informais para gerar laços de amizade;
• A colaboração para a construção coletiva é mais difícil;
• É mais complicado utilizar práticas tradicionais de gestão para engajar o time;
• Os líderes têm menos controle sobre as atividades.

Mas para cada desvantagem, há um benefício que torna o home office mais atraente, afinal, por meio dele, os colaboradores podem:

• Ter mais qualidade de vida;
• Maior flexibilidade no trabalho;
• Maior senso de autonomia e responsabilização;
• Menor gasto com custos fixos.

Em suma, podemos concluir que o trabalho remoto tem todos os atrativos para ser adotado cada vez mais pelas empresas do futuro, mas também é preciso que elas criem políticas e ações entre seus colaboradores para evitar essa sensação de isolamento que o home office pode promover.

Natália Fazenda
Área de Conteúdo da HSM

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5 aplicativos que podem ajudar você a ser mais produtivo

Em uma hora de trabalho, quantas vezes você precisou parar o que estava fazendo para olhar alguma notificação que chegou a seu celular? Aposto que você nem se atreve a fazer essa conta, porque sabe que são muitas vezes para uma hora só.

O celular pode, sim, ser um dos maiores vilões atuais da produtividade, entretanto, com os aplicativos certos, ele pode se tornar seu maior aliado. Confira a seguir uma lista com 5 aplicativos que ajudam você a ser mais produtivo.

Trello

O aplicativo é ótimo organizador de projetos e pode ajudar você a se manter organizado, seja no trabalho, seja com tarefas de casa. Com o Trello é possível gerenciar projetos individualmente ou em grupo, personalizar fluxos, adicionar checklists, anexar arquivos e atribuir tarefas a si mesmo ou aos membros de sua equipe. É uma maneira prática e divertida de melhorar sua produtividade e organização.

Pushbullet

Este app permite que você espelhe seu celular em diversas plataformas, entre elas em seu computador. Assim, todas as notificações que você receber em seu smartphone aparecerão no desktop, facilitando o compartilhamento de links e arquivos. Com o Pushbullet, você consegue até enviar SMS para qualquer contato por seu notebook. Além de tudo isso, você não precisa estar com o celular a seu lado para conseguir acessar arquivos e notificações pelo computador.

Cisco Spark

Para quem só consegue lembrar as tarefas diárias por meio de lembretes, este aplicativo é perfeito para você! Com ele, é possível receber um e-mail ou notificação com tudo o que você tem de fazer no dia. Além disso, se estiver trabalhando em um projeto com outras pessoas, o Cisco Spark também envia lembretes a sua equipe, para que ninguém esqueça seus afazeres. É ótima opção para quem procura um aplicativo para unificar o fluxo de trabalho.

FocusList

Este aplicativo ajuda você a planejar seu dia e dividir suas tarefas em blocos de 30 minutos de execução (25 minutos + 5 minutos de descanso). FocusList torna sua rotina mais produtiva e o ajuda a se concentrar melhor. Além disso, ele traz um relatório sobre como foi seu dia, assim você pode analisar se seu tempo foi bem aproveitado.

IFTTT

Com a proposta de fazer a internet trabalhar para você, este aplicativo pode automatizar tarefas e poupar seu tempo ao executar ações pré-programadas. Ele utiliza uma conexão de serviços baseada em IoT (Internet das Coisas), plataforma que conecta diferentes dispositivos e aplicativos por meio de comandos. Por exemplo, ao criar um comando, toda vez que você tirar uma foto com seu celular, automaticamente ela pode ser enviada para determinado contato.

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