Categorias
Blog

Grilo Falante: quem nunca errou?

Às vezes o que o Grilo quer falar é tão polêmico que ele nem fala… Só pensa, vira quase um Grilo “pensante”… Olha ele lá, olhos perdidos… cabeça loooonge e solta: “Nunca antes na história deste país houve tanta gente da elite presa”.

Ih, que bad vibe, Grilo! Por que tá pensando nisso? Há tanta coisa pra fazer aqui do lado de fora das prisões! Deixa quem errou lá, quem mandou fazer algo de errado, se ferrou, vamos focar nas “pessoas de bem”.

– E você realmente acredita nisso? Que existem “pessoas de bem”? Fala sério! O ser humano é um ser errante. A gente comete falhas…

[ Silêncio ]

– Tá vendo, você já até está pensando nos seus erros cometidos. Aposto que se os assumiu, se refletiu sobre eles, se foi punido, isso tudo te ajuda a fazer diferente hoje, pensar duas vezes antes de cometer o mesmo erro. Ou não?

[ Silêncio ]

– Há muitos anos, havia no mercado editorial uma revista interessantíssima chamada “Brasileiros”. Em uma das edições, trouxe um artigo que nunca me saiu da minha cabeça cabeça. O artigo questionava o sistema penal brasileiro que garante selas especiais para pessoas com educação superior. E ainda tem o foro privilegiado abarrotando o STF… O artigo dizia que a figura que teve acesso à educação deveria errar menos e, se errasse, deveria ser punida sem regalias. Faz sentido.

[ Silêncio ]

– Nos meus vôos por aí, ando conhecendo seres humanos maravilhosos, com histórias de vida emocionantes que me fazem pensar na capacidade humana de realização após o erro. Um deles é Emerson Ferreira. empreendedor social, um dos criadores do Reflexões de Liberdade. Emerson é psicólogo, mediador de conflitos. Nascido em uma comunidade de baixa renda e em uma família com diversos desafios de comportamento (vício, violência), Emerson fazia bicos, quando viu seu potencial de trabalho valorizado pelo tráfico de drogas muito mais do que pelos empregos formais. Como um dia disse o jornalista Caco Barcellos, a sociedade precisa responder por que um jovem vale R$ 500 para um emprego e R$ 5 mil para o crime.

[ Silêncio ]

– Emerson foi preso, permaneceu por mais de quatro anos na penitenciária, estudou, formou-se em psicologia e hoje trabalha em escolas públicas desenvolvendo capacidades sócio-emocionais nas crianças que vivem realidades muito parecidas as que ele viveu na infância. É olhar nos olhos de Emerson e ter certeza de que errar é humano e o erro pode ser a mola propulsora de transformação de muitas vidas. E para uma vida de olhar translúcido e corajoso.
– Nossa, Grilo…

– E as lideranças corporativas? Quantos erros também cometem? Os departamentos de compliance nunca estiveram tão em alta porque os altos-executivos nunca estiveram tão propensos a assinar e aceitar práticas incorretas. O que resta ao alto executivo errante depois da prisão? A demissão? A exclusão? O fim da carreira? Como, a partir do erro, os altos executivos podem – de fato – transformar as realidades em que estão inseridos?

Há muitas iniciativas lindas no Brasil que tratam com muito respeito e amor os seres humanos que erraram e cumpriram penas em penitenciárias pelo País. Uma delas é o Instituto Humanitas 360 que atua em diversos países das Américas para ampliar as possibilidades de trabalho e estudo de educandas e egressas. Neste caso as egressas tornam-se donas da cooperativa permitindo a continuação do ofício em liberdade.

Outra é a Responsa, uma agência de empregos para egressos do sistema prisional. Além de buscar ajudar as pessoas a se reorganizarem emocionalmente para olhar nos olhos de um empregador sem culpa, com dignidade, com confiança, a Responsa trabalha o outro lado da mesa, sensibiliza empresas para a contratação de pessoas que erraram sim, cumpriram suas penas e, assim como todo ser humano, merecem uma nova chance.

Você já recebeu uma nova chance? Seja no trabalho ou nas relações pessoais? Fez valer a pena? Alguém lhe estendeu a mão? Ousou confiar de novo em você? Segundo o World Prison Brief, o Brasil tem hoje 746.532 de pessoas encarceradas, ou seja, são 335 encarcerados a cada 100 mil habitantes. No total são 18,9% de presos que trabalham e somente 12,6% estudam e 40% deles permanecem presos e sem julgamento. Já parou para pensar sobre a ressocialização dos egressos?

O posto de trabalho no crime para todos eles está garantido. Sua corporação é capaz de ser uma boa opção para o retorno desta pessoa à sociedade legal?

[ Silêncio ] …

Categorias
Blog

Grilo Falante: economia prateada vale ouro

– Tô aqui pensando… é bom envelhecer.

Lá vem você, Grilo, falando o avesso do avesso… como assim? Envelhecer é a pior coisa que tem, a gente fica doente, desinteressante, o mundo parece que não tá nem aí pra gente, parece que a gente perde o papo… a gente se torna invisível. O mundo só quer saber dos jovens!

– Eu penso diferente… tem até um ditado que diz que “a vida começa aos 40”… veja, até os 40, a gente passa o tempo correndo, cumprindo mil expectativas que são impostas para nós sem a gente ter muito a chance de refletir: a construção de uma carreira, a criação de uma família e por aí vai… mas aí, quando se chega aos 40, parece que, enquanto os olhos passam a ter mais dificuldade para enxergar de perto, os ouvidos começam a escutar mais o coração…

– Ih, lá vem ele…

E mais, quando se chega perto dos 50, é comum ter crise de tudo, quando a gente se pergunta o que está fazendo da própria vida. Altos executivos buscam propósito para canalizar a energia criativa. Isso é uma porta para a consciência, a chave de tudo. Com o aumento dos cuidados com saúde e bem estar, depois dos 50, podemos seguir jovens, saudáveis… Nas classes privilegiadas, temos mais dinheiro pra gastar e estamos cheios de vontade de viajar, relaxar, reencontrar os amigos. Diferente dos mais jovens, damos real valor a esses momentos. E tem corporações que já estão abrindo os olhos para isso, para todo potencial de comportamento e, claro, consumo dos 50 e muuuuito mais.

Trata-se da “Economia Prateada”. O Brasil hoje tem mais de 30 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Até 2050, seremos o 5º país mais longevo do mundo, com 68 milhões de cidadãos 60+. Hoje, estima-se que a população “prateada” movimenta R$ 7,1 tri ao ano no mundo.

Já há no Brasil mais avós do que crianças com até cinco anos. Avós que bancam financeiramente duas, às vezes, três gerações de descendentes, mas que estão invisíveis para a maior parte das grandes marcas, que gostam mesmo é de falar em millennials.

A gente está na antessala da maior crise geracional já vivida na História da humanidade, na qual o comportamento humano já não pode mais ser organizado por faixas etárias e que precisa considerar simultaneamente todas os momentos da vida. Um mundo no qual produtos e serviços desenvolvidos para os “prateados” são pensados por gerações mais jovens e que, também talvez por isso, não atendam nossas reais demandas.

Um momento na vida que é cheio de potencial de criação com sabedoria, com alinhamento de propósito…. veja, se não fosse o vovô Geppetto, eu não seria o Grilo Falante!

Há iniciativas que têm olhado para esse público com bastante entusiasmo. A Hype 60+ é uma startup de longevidade que criou e realizou o maior estudo de longevidade já desenvolvido no Brasil e tem ajudado empresas a desenvolver produtos e serviços para este público.

O que é o calcanhar de Aquiles de todos os planos de saúde virou a mina de ouro para a Prevent Senior, que criou a maior plataforma de saúde dedicada ao público 60+. Uma inovação brasileira que presa a qualidade e o tratamento integral do paciente, com resultados muito mais eficientes para toda a cadeia, do médico ao paciente, passando pela rede hospitalar. A Prevente Senior é hoje um dos cases de maior sucesso em saúde no mundo.

Lá no Civi-co, hub de impacto social, desenvolvemos em parceria com a SynCo, uma plataforma de empreendedorismo 60+, com a finalidade de ajudar esses executivos seniores a se tornarem empreendedores, investidores em novos negócios, mentores e conselheiros de startups de impacto social.

A plataforma alia a energia criativa e disruptiva dos empreendedores com a experiência de altos executivos que já não podem mais trabalhar em grandes empresas por conta do compliance, mas estão longe de querer aposentadoria. O match permite que cada agente possa oferecer o melhor que tem na criação de impacto social positivo.

Você deve estar falando: “Ei, Grilo, e a crise das previdências no mundo todo?”. São reais e naturalmente impactam a economia em todas as idades. A sugestão aqui é ampliar o olhar. A pessoa de 50, 60 anos tá mais viva do que nunca, pode e deve ser incluída em toda cadeira produtiva, seja por sua senioridade, seja por seu poder de consumo. Vamos viver cada vez mais e a possibilidade de criar novas vidas dentro dessa vida pode ser bastante animadora.

E você, já pensou o que vai fazer da vida após os 50? E os 60? Encontrar um propósito de impacto social e investir tempo, conhecimento e patrimônio no desenvolvimento de soluções de alto impacto para questões estruturais pode ser um elixir para a vida prateada.

Categorias
Blog

Grilo Falante: sobre a consciência do privilégio

O Grilo hoje acordou ainda mais provocativo e quer falar ao pé do ouvido das lideranças corporativas pra ver se consegue acelerar as mudanças necessárias por aí…

– Ei, psiu, olha só, deixa eu te contar uma coisa: tem gente passando muita vergonha por aí.

Ah, não! Lá vem esse Grilo falar que todos os nossos cursos de graduação, pós-graduação, especialização, todas as nossas viagens, livros lidos, não lidos, palestras, TEDs, conferências, aumentos de salário, patrimônio, bônus… Tudo isso não serviu pra nada?

– Calma! Serviu sim: pra você conquistar esse espaço que hoje ocupa. Mas talvez não tenha ainda servido pra você aproveitar esse espaço e promover as mudanças necessárias… Deixa eu te fazer uma pergunta: será que você é mesmo a única pessoa capaz de ocupar esse cargo?

[silêncio] …Ué, os headhunters, os feedbacks do RH e dos pares nacionais e internacionais dizem que sim.

– Concordo… Mas olha pro seu lado. Quem tá do seu lado? Eles parecem com você? Vocês têm histórias de infância parecidas? Frequentaram as mesmas escolas? O mesmo clube? Os pais são amigos? As universidades competiam nos jogos interescolares? A pós, foi no mesmo país? Se você responde parte dessas perguntas com sim… então, parabéns! Você é o melhor… entre os privilegiados. E os privilegiados, veja, são a minoria no Brasil.

Em reportagem recente publicada pela Folha de S. Paulo sobre a desigualdade social brasileira, segundo o Relatório da Desigualdade Global, da Escola de Economia de Paris, o Brasil é hoje o país democrático que mais concentra renda no topo da pirâmide.

A desigualdade é gigante e precisa ser combatida com medidas na mesma proporção. Se a gente for pensar nas regras do “livre mercado”, há medidas e instituições que defendem a competição saudável entre as marcas e empresas, certo? Mas quando o assunto são pessoas, as regras são desiguais e hoje é a liderança (você!) que precisa agir no sentido da mudança.

Já há exemplos a serem seguidos. No Brasil, o Google resolveu investir na contratação de estagiários negros para aumentar, no decorrer do tempo, a representatividade negra nos cargos de liderança. Sim, isso é uma questão de decisão corporativa. Para isso, a empresa de forma vanguardista retirou a exigência de inglês da lista de pré-requisitos na contratação. Explicou em nota enviada à imprensa que menos de 5% da população brasileira fala um segundo idioma e que essa porcentagem é ainda menor entre jovens negros. Quando aprovados no processo seletivo, tais estudantes vão fazer curso intensivo de inglês dentro do escritório do Google, entre outras iniciativas que possibilitem acelerar o desenvolvimento desses candidatos. Simples, né?

Outro grande defensor da causa é Michel Farah sócio fundador da Social In uma das maiores plataformas para e empregabilidade de PcD no Brasil. Com o objetivo de ampliar a empregabilidade através da equidade, propagando a inclusão e construindo um legado de respeito a pluralidade, Michel vem trabalhando as empresas a enxergarem inclusão e diversidade como objetivos da missão das empresas e não como cumprimento de cotas segundo a legislação ….

– Mas olha, tem muito mais líderes corporativos passando mais vergonha por aí do que supõe a nossa vã filosofia…

Eita, qual mais?

– Bem, dá muita vergonha contar, mas é necessário. Andrea Schwarz, CEO na iigual Inclusão e Diversidade, contou durante o evento BlastU, sem revelar nomes, que outro dia recebeu telefonema de uma liderança de RH falando o seguinte: “Fizemos uma obra, colocamos rampa e deixamos o banheiro acessível, você tem um candidato cadeirante para a vaga?”. Uma outra liderança de RH deu um feedback sobre outro candidato indicado pela iigual Inclusão e Diversidade: “a profissional é ótima, mas posso ser sincera? Ela tem cara de faxineira”. #vergonhaalheia

O Grilo aqui explica que isso não é sinceridade, mas violência. Os preconceitos são estruturais, é verdade, mas, com consciência, dá para não ser essa pessoa. A gente precisa juntos repensar o que entendemos sobre seres humanos, respeito e inclusão.

Num recente censo demográfico, 45,6 milhões de pessoas declararam ter pelo menos um tipo de deficiência, seja do tipo visual, auditiva, motora ou mental/intelectual. Isso representa mais de 20% da população brasileira.

De forma geral, as marcas são muito ágeis em responder, pela comunicação, às mudanças de comportamento, o que é bom. Nos últimos dois anos, temos visto sendo incluídos na comunicação de marca casting diverso em cabelo, tipo de corpo, gênero, etnia. A família Doriana vem ficando cada vez mais obsoleta na publicidade. Mas a pergunta é: e dentro das corporações? Resiste a configuração da corporação família Doriana dos anos 80?

Conviver com o diferente é ampliar possibilidades de enxergar a própria vida. É expandir a consciência sobre o que é ser Humano. A atuação das corporações, marcas, seus significados, sua importância é fundamental para isso. A bolha onde nós, privilegiados, fomos formados para hoje estarmos sentados com as “canetas nas mãos”, precisa estourar urgentemente. Quem tem mais precisa estender a mão e puxar quem não teve as mesmas oportunidades até aqui. Vamos juntos?

Vem tomar um café com a gente pra criarmos um plano de atuação rumo à real diversidade no mundo corporativo. A gente pode garantir que quando você for líder de uma maioria diversa, aí sim, você será o melhor dos melhores e vai poder aproveitar esse lugar na integridade.

Categorias
Blog

Grilo Falante: como anda sua consciência social?

Quem se lembra da história do Pinóquio, aquele boneco de pau construído com tanto amor e carinho que ganha vida, vai se recordar do Grilo Falante: a consciência do personagem. Na literatura, sempre que o personagem cai em tentação, o Grilo Falante aparece para fazer as piores perguntas e confrontar o boneco.

Trazendo a história para os dias atuais, em parceria com a especialista em comunicação, que se tornou uma querida amiga, Luciana Branco, criamos com o HSM este canal “Grilo Falante”, com o objetivo de, assim como o personagem do conto de fadas, fazer as perguntas mais incômodas para grandes empresários, alto executivos e suas organizações.

É evidente que simples existência de uma pessoa ou empresa impacta o mundo. Com o Grilo Falante queremos jogar luz e refletir sobre o tipo de impacto sócio ambiental que nossa atuação no planeta causa. A partir dessa consciência, fazer escolhas. Sim, são escolhas. Inspirados pela literatura de Carlo Collodi, ousamos aqui contar uma história:

A BALEIA MORREU


Dirigindo para casa, o celular da CEO começa a tocar daquele jeito insistente que dá arrepio da espinha. Ligação convencional (vixe, algo de grave aconteceu), mensagens de WhatsApp, textos, áudios. Enquanto dirige, de soslaio, lê: “A baleia morreu!”. “Imprensa inteira ligando!”. “O que faremos???”.

Meio atordoada com aquelas mensagens que não faziam sentido para uma CEO de empresa de refrigerantes, ela chega em casa, liga a TV e começa a entender a história que parecia ficção. O jornalismo de todas as emissoras mostrava imagens de um filhote de baleia encontrado morto em Ipanema… no estômago do animal, quilos das embalagens da principal marca do grupo que lidera.

Os milhões investidos em design da embalagem e marketing deixavam a presença marca inequívoca aos olhos de todo o mundo. Em segundos, o assunto era trending topics. #abaleiamorreu. E ela só pensava: #pqp.

QUALQUER SEMELHANÇA


Infelizmente, essa ficção está mais próxima da realidade de muitas marcas de consumo do que possamos imaginar. Estima-se que 14 milhões de toneladas de lixo são jogadas nos oceanos todos os anos. A bioacumulação de plásticos em seres humanos, em decorrência da ingestão de peixes que ingenuamente alimentam-se dos lixos jogados nos oceanos, já é realidade registrada em estudos científicos.

O fato é que a maior parte das grandes organizações, ainda neste 2019, discute impacto social em pequenos departamentos, dissociados dos departamentos que discutem investimentos em P&D, fusão, aquisição, margem de contribuição, retorno de investimentos, marketing… São departamentos batizados de “sustentabilidade”, mas que ainda são negligenciados para a própria sustentabilidade das empresas e marcas.

O ser humano costuma reagir mais do que se prevenir e, naturalmente, as empresas seguem esse modus operandi. Claro que as grandes corporações têm comitês de crise prontos para as crises, porém é hora de ampliar o olhar para crises que são eminentes e ainda não estão previstas pelos comitês. Crises que surgem do impacto negativo ainda invisível causados por seus produtos ou serviços.

Já faz quatro anos que a ONU organizou para a sociedade global os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, que devem ser perseguidos até 2030 para a garantia da manutenção de vida saudável neste planeta. Em nossos contatos diários com lideranças de grandes corporações no Brasil, poucos altos executivos conhecem esses objetivos. Larry Fink, CEO da Black Rock, escreveu carta aos CEOs do mundo, no início do ano, com mensagem retumbante: “Não se trata de escolher entre lucro ou propósito e sim lucro com propósito”. #ficaadica

A consciência acorda executivos do mundo todo no meio da madrugada. Dá indigestão, frio na espinha, vergonha dos filhos. A voz do Grilo Falante fala baixo, mas é contundente. Aos atuais CEOs há uma oportunidade enorme de liderar as transformações necessárias no pensamento das grandes corporações para que, assim como são capazes de construir marcas, passem a construir comportamentos saudáveis e que garantam a vida no planeta sem a desigualdade social vexaminosa atual e de forma responsável ambientalmente.

Há muitos excelentes exemplos de startups a serem seguidos, a ganharem investimentos, a darem um novo gás de desafios às já cansadas corporações. É inspirador, é rejuvenescedor, atualizar padrões e conceitos, aprender com os novos comportamentos.

O Civi-co, onde trabalhamos, é o maior hub de negócios de Impacto Social da América Latina, onde se criam pontes entre negócios de impacto e grandes organizações, por meio da plataforma Plug & Play, com criação, gestão e comunicação de projetos para grandes empresas e marcas.

Antes de ser tomado de susto com a sua versão de “a baleia morreu!”, vamos nos conectar?
Vem tomar um café conosco!