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Precisamos falar sobre a vacinação de funcionários

Definido o cronograma de vacinação e iniciada a campanha, você exigirá que os funcionários recebam a vacina para o COVID-19? Sua resposta pode mudar após a leitura dos principais pontos levantados no relatório da Gartner sobre o tema.

Enquanto a distribuição da vacinação COVID-19 começa, as organizações por todo o mundo têm decisões críticas a tomar sobre suas políticas internas. Uma pesquisa da Gartner com mais de 100 líderes de RH mostra que a maioria incentiva, mas não determina a vacinação. De qualquer forma, essa não é a única questão em jogo.

“Em última análise, sua estratégia deve equilibrar a saúde e o bem-estar dos funcionários, requisitos legais e considerações operacionais”, disse Joe Coyle, Diretor de Consultoria do Gartner. “Mas, como grande parte da resposta à pandemia, as escolhas das empresas imprimirão seus valores e impulsionarão a reputação da marca como empregadora para melhor ou pior.

Aqui estão três perguntas estratégicas importantes a serem feitas ao planejar sua estratégia de vacinação.

Devemos exigir que os funcionários sejam vacinados?
Em pesquisa da Gartner, realizada em dezembro de 2020, 60% dos líderes de RH disseram que incentivariam os funcionários a se vacinarem, mas não exigiriam isso. Menos de um terço dos líderes de RH entrevistados disseram acreditar que é ético exigir uma vacina COVID-19 e apenas 3% disseram que exigiriam que os funcionários apresentassem comprovante de vacinação para retornar ao local de trabalho.

Ao decidir sobre a obrigatoriedade de vacinação, lembre-se de que, embora muitos funcionários provavelmente apreciem a oportunidade de receber uma vacina COVID-19, outros não.

Foque em campanhas que reduzam o ceticismo sobre as recomendações de especialistas em saúde. Procure tranquilizar – não persuadir – e certifique-se de que a comunicação seja local, pois os níveis de ceticismo e até mesmo de medo variam amplamente de acordo com o país.

Como organização, considere como apoiar medidas de saúde pública relacionadas à pandemia e programas de vacinação comunitárias. Continue a modelar comportamentos seguros. Na pesquisa do Gartner, 60% disseram que forneceriam recursos aos funcionários sobre onde e como obter uma vacina assim que ela estiver disponível.

Lembre-se de que mesmo que os funcionários sejam vacinados, não há garantia de que outras pessoas em suas famílias também sejam. Se você planeja fornecer vacinas diretamente aos funcionários, considere se fará o mesmo para membros da família – e como comunicar esta decisão.

Considerações chave:

  • Vamos exigir vacinações ou não?
  • Podemos e devemos monitorar se os funcionários foram vacinados e/ou têm imunidade? E em caso afirmativo, como faremos isso de uma maneira que não viole os regulamentos de privacidade?
  • Nossa estratégia para oferecer a vacina COVID-19 está de acordo com os regulamentos de saúde locais e outras políticas de emprego, como acordos coletivos de trabalho?
  • Qual será a nossa política para funcionários que não podem (por exemplo, devido a razões médicas ou religiosas) ou não querem ser vacinados? Quais políticas de acomodações e exceções precisamos?
  • Qual será o nosso papel no apoio aos familiares dos funcionários, independentemente de oferecermos ou não vacinas diretamente aos nossos funcionários?

Devemos distribuir e entregar vacinas COVID-19 diretamente aos nossos funcionários?
O acesso à vacina COVID-19 e as políticas de distribuição variam de acordo com o país, portanto, esteja pronto para desenvolver estratégias regionais e até mesmo locais. Para algumas organizações, pode ser mais rápido e/ou mais barato vacinar por meio da organização (se possível). Em outros casos, isso pode duplicar os esforços de distribuição externa ou até mesmo reduzir o fornecimento da vacina para aqueles que mais precisam.

Considerações chave:

  • Faz sentido (é mais barato ou mais rápido) organizarmos a administração diretamente? Em caso afirmativo, podemos acessar os suprimentos necessários com segurança e eficácia?
  • Quais são as implicações de custo? Governos, organizações, seguradoras e funcionários podem assumir ou compartilhar os custos, mas se as organizações pagarem, iremos dividir os custos com os funcionários? E essa divisão de custos se aplicará a todos os tipos de funcionários (por exemplo, trabalhadores em regime de meio período e contingentes, bem como funcionários em tempo integral)?
  • Quem será vacinado primeiro? Existem funções que colocam alguns funcionários em maior risco de adoecer? Em caso afirmativo, eles devem ser priorizados?

Como as vacinações mudarão nossas operações atuais?
As vacinas COVID-19 não eliminam a necessidade de distanciamento social e outras medidas de saúde.

O RH e outros líderes de negócios precisarão executar planos de cenário para identificar as maneiras pelas quais as mudanças na disponibilidade e eficácia da vacina podem alterar os planos de retorno ao local de trabalho, mas ainda é fundamental que os funcionários percebam que o local de trabalho – e as vacinas – são seguros.

Considerações chave:

  • Um retorno acelerado ao local de trabalho melhoraria significativamente o desempenho dos funcionários e da empresa?
  • Que medidas tomamos para manter a segurança (real e percebida) à medida que o retorno ao local de trabalho acelera?
  • Se o retorno ao local de trabalho exige vacinação, como a conformidade com a vacina será rastreada e operacionalizada? Se os funcionários forem vacinados em outro lugar (por exemplo, por meio de sistemas públicos de saúde), como verificaremos e rastrearemos seu status de vacinação?
  • Se temos locais de trabalho geograficamente dispersos, como devemos lidar com os níveis díspares de reabertura e coordenação entre eles?

Assim como em outras fases da pandemia, as variáveis de distribuição da vacina continuarão a evoluir. Enquanto a equipe de liderança executiva e a diretoria irão aprovar qualquer estratégia de vacina, você precisa de uma equipe de planejamento multifuncional para manter o controle da situação e desenvolver a estratégia conforme necessário.

Certifique-se de incluir as partes interessadas: RH, finanças, líderes jurídicos e de negócios, bem como coordenar com fornecedores de seguros de saúde e funcionários de saúde pública para se manter atualizado sobre os custos da vacina, compras, disponibilidade e dados de segurança.

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5 propulsores do consumidor no mundo pós-COVID-19

Produzido pela WGSN, consultoria global de tendências de consumo, o relatório Mudança de Valores – Os propulsores do consumidor e as estratégias para driblar a recessão no mundo pós-pandemia aponta cinco movimentos que devem orientar consumidores após o cenário de pandemia.

Os pilares do material são baseados nos impactos de meses de incerteza, insegurança, mudanças e isolamento social – e as respostas de empresas e pessoas a esse contexto. Confira abaixo os principais pontos apontados pelo estudo e as estratégias recomendadas para atender a essas demandas.

1 – Ansiedade financeira
Mesmo com algumas regiões retomando parte do ritmo das atividades econômicas, a desaceleração no consumo e a preocupação com a iminência de uma crise permanecem ao redor do globo. Nesse cenário, formado pelo aumento na escolha de serviços e produtos, é necessário apresentar soluções de valor agregado e multifuncional.

2 – Preocupação com a saúde
Além dos riscos de contaminação e da gravidade dos sintomas da COVID-19, a expansão global da pandemia gerou impactos significativos sobre a saúde mental das pessoas. A preocupação se estende ao bem-estar de amigos, familiares e colegas de trabalho. Para responder a essa demanda, o relatório aponta oportunidades ligadas a tecnologias que atuem sobre a limpeza e esterilização de utensílios e ambientes.

3 – Síndrome de solidão
Os desdobramentos emocionais sobre a digitalização das relações humanas foram alavancados pelo longo período de isolamento social. Neste contexto, o relacionamento com os consumidores demandará estratégias que passem por experiências convergentes entre físico e digital (figital), conexão a redes de comerciantes e fornecedores locais e criação de touchpoints para comunidades.

4 – Busca pela verdade
A crise de desinformação durante a pandemia ressaltou a importância da criação e proteção de fontes de dados e notícias confiáveis. A partir de agora, empresas com políticas transparentes de dados e comunicação devem ganhar cada vez mais espaço entre os consumidores.

5 – Medos e inseguranças
O medo sobre o presente e o futuro ficou enraizado em praticamente todas as camadas da população. Embora estejam retomando alguns hábitos cotidianos, muitas pessoas ainda estão receosas em realizar atividades simples. Investir em experiências ao ar livre, ambientes acolhedores e soluções de assepsia podem ser alguns caminhos para amenizar esse sentimento de insegurança.

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Comunicado Oficial – Comitê de Prevenção e Cuidados COVID-19 HSM

Na última quarta-feira, 11 de março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o estado de pandemia do novo Coronavírus.

A HSM está alinhada com as ações do Governo brasileiro para combater o Coronavírus e seguindo as orientações destacadas pelo Ministério da Saúde, assim como as orientações do Centro de Contingência do Coronavírus do Estado de SP.

Nossa posição é de serenidade, prudência e respeito ao bem-estar público.

Com objetivo de preservar a segurança e a saúde de nossa base de clientes, parceiros e colaboradores, estamos redefinindo formatos, cronogramas e rotinas de trabalho de nossas equipes internas e externas.

Publicaremos mais atualizações em breve.