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Do latim Innovatio.onis, a palavra inovação pode ser resumida como “aquilo que é novo”. Apesar de parecer um conceito muito simples, não podemos ser simplistas: seja para vender um produto ou um serviço, pensar em soluções diferentes, rápidas e atraentes para o público é sempre um grande desafio para as marcas. Isso porque não basta pensar fora da caixa, é preciso entender o que o seu target de fato quer.

Além disso, hoje, mais do que nunca, é necessário se antecipar e estar um passo à frente da concorrência, oferecendo algo que seu público ainda nem imaginava que queria ou que precisaria. Por isso, gigantes de diversos setores sempre apostaram departamentos de inovação para criarem essas tais soluções disruptivas e saírem a frente de seus concorrentes.

Porém, não muito tempo atrás, em meados dos anos 2010, um novo fenômeno começou a surgir no mercado mundial: as startups, que nada mais são do que modelos de negócios focados em criar um ecossistema de inovação que seja repetível e escalável. Para se ter uma ideia, de acordo com a Abstartups (Associação Brasileira de Startups), em 2015 o Brasil possuía mais de 4 mil iniciativas inovadoras. Hoje, o número já deu um salto de 217% e ultrapassa 13 mil iniciativas cadastradas.

Contudo, ao contrário que muitos pensaram na época, as startups não vieram para disputar espaços com as grandes companhias e gerar concorrência, mas para caminhar de mãos dadas em direção à geração de valor. Com isso, muitos empresários perceberam a sinergia entre ambos e começaram o flerte com esse modelo de negócios, o que tem trazido bons resultados tanto para empreendedores quanto para essas corporações.

Um bom exemplo disso são os programas de aporte e aceleração, em que as marcas buscam soluções disruptivas, e em troca injetam capital nessas iniciativas. E o resultado não poderia ser diferente: um casamento longo e muito feliz, cujos pilares da relação são a confiança e aumento de receita para ambas as partes.

Veja, enquanto as iniciativas de inovação consolidam seus nomes e recebem os investimentos necessários para tirarem seus projetos do papel, as empresas – que também estão atuando como investidores-anjo – colhem as novidades, participam dos lucros das startups como acionistas e, de quebra, ainda conseguem reduzir os custos com a resolução de problemas dentro de suas próprias empresas.

Por isso, caro colega empreendedor, às vezes nada melhor do que dar uma olhada à sua volta e se permitir conhecer novos mundos. É como diz o ditado: “sempre tem uma startup nova para uma grande empresa inovar”. Aposte nessa ideia!

Samir Iásbeck é CEO e Fundador do Qranio, plataforma mobile de aprendizagem que usa a gamificação para estimular os usuários a se envolverem com conteúdos educacionais em todos os momentos

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