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Os avanços da inteligência artificial lançaram novas dúvidas sobre como a tecnologia afetará o futuro do trabalho. Nesse novo cenário, marcado pela automatização de processos, as soft skills – como são chamadas as habilidades comportamentais mais subjetivas – aparecem como uma importante característica para manter-se relevante no mercado de trabalho.

De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria canadense Futureworx, a tendência pode ser observada no aumento da procura por funcionários que sejam flexíveis e abertos a aprender novos processos. O estudo também destaca a importância do pensamento crítico. A competência de analisar detalhes e fazer julgamentos racionais sobre diferentes cenários será um traço cada vez mais determinante para o desenvolvimento profissional das pessoas.

A consultoria de treinamento global Guthrie-Jensen foi mais incisiva e apontou o pensamento crítico como a principal habilidade dos próximos anos. Ao mesmo tempo, um levantamento realizado pela American Management Association indicou que apenas 40% das empresas têm equipes com essa características. Ou seja: ainda existe uma lacuna entre o presente e o futuro do trabalho.

Enquanto, 75% dos recrutadores afirmam que o pensamento crítico está entre as qualidades mais raras de processos seletivos, 42% das organizações acreditam que profissionais da geração Z (que estão saindo da faculdade agora) não estão emocionalmente preparados para o ambiente de trabalho. Em um mercado cada vez mais orientado pelas conexões tecnológicas, resolver problemas com serenidade e criatividade talvez seja o que garanta o seu futuro profissional.

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