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O mindfulness se tornou um movimento importante no mundo corporativo. Baseada no conceito de “estar presente no momento”, a tendência foi adotada por empresas como Apple e Google. Sessões de terapia, meditação, ioga passaram a ser práticas frequentes em diversos tipos de escritório. O aumento da concentração e da produtividade estão entre os benefícios dos praticantes das atividades, como aponta uma pesquisa feita recentemente pela PUCRS.

É preciso, no entanto, estabelecer critérios claros para analisar os resultados concretos na saúde dos colaboradores. Em matéria publicada no site da Wired, Gail Kinman, professora de psicologia e saúde organizacional da Universidade de Bedfordshire, afirmou que “o bem-estar no trabalho precisa ser visto de uma maneira muito mais sistêmica. Os líderes têm o dever de proteger a saúde de seus funcionários: os empregos não devem ser estressantes, nem exigentes demais.”

Iniciativas isoladas de mindfulness tendem apenas a deixar equipes mais frustradas. Muitas empresas ainda sustentam uma cultura baseada na combinação entre alta performance e excesso de trabalho. Nesses casos, seria melhor dar um passo atrás e repensar os pilares organizacionais. As iniciativas de bem-estar viriam em um segundo momento, como a cereja do bolo de um ambiente harmônico e equilibrado.

Especialistas recomendam: promover um sentimento de reconhecimento entre as equipes – levando em conta a complexidade de cada indivíduo – ainda é o primeiro passo para formar uma equipe consistente e mais produtiva. O resto é fumaça.

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