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Com a democratização da internet, o mundo mudou. As pessoas se adaptaram, as relações foram alteradas, a sociedade se transformou. Quem nasceu nos últimos 20 anos provavelmente cresceu imerso nas inovações proporcionadas pela revolução digital, mas não se limita aí. Até gerações que antecederam esse movimento já se acostumaram com as interações nas redes sociais e a “perguntar pro Google” sobre qualquer coisa.

Hoje, quase todos têm acesso ilimitado à informação. Os smartphones potencializam esse efeito. O impacto é maravilhoso. O aprendizado na palma da mão abre portas, descortina possibilidades, facilita o acesso ao conhecimento e traz uma nova forma de aprender. Agora é viável buscar um assunto específico, sanar uma dúvida urgente, desvendar uma curiosidade específica etc.

No entanto, com nossas horas livres se tornando cada vez mais escassas e com tantos gargalos de tempo disponíveis, o período para realizar essas pesquisas se limitam a pequenas doses entre um compromisso e outro. O trânsito, enquanto aguardamos um compromisso que atrasou ou na fila do banco. Foi assim que nasceu o microlearning, pequenas doses de aprendizado no dia a dia, direto ao ponto, entre uma tarefa e outra.

Por outro lado, ao mesmo tempo que trouxe esses benefícios, a internet impulsionou a propagação das chamadas fake news e criou um novo problema. Muitas vezes, o excesso de informação sobre qualquer tema pode sobrecarregar e até mesmo desestimular quem está buscando se aprofundar. Além de dificultar a filtragem do que poderia se considerar dados falsos ou errados.

Nesta nova era, a do microlearning, o grande desafio é ter plena consciência do que se quer aprender e como realizar a curadoria para o melhor aproveitamento disso. O que se deve priorizar nesse processo de estudos, como priorizar e selecionar as melhores fontes, qual direcionamento levar em conta para criar uma trilha de aprendizado e quais caminhos seguir para não se perder ou acabar perdendo tempo atoa.

Não é novidade que, com tantas tecnologias surgindo a todo momento, o aprendizado estaria se transformando. O caminho é sem volta e a sociedade terá de se adaptar para não ser engolida pelas mudanças. Neste cenário, o microlearning se apresenta como uma metodologia produtiva e solução imediata para quem, no meio de tantas demandas cotidianas, precisa se aperfeiçoar e reforçar seus conhecimentos. O segredo está em saber onde se quer chegar e na transformação do microlearning em um hábito diário.

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