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do universo SingularityU

Criar, destruir, recriar: eis os verbos mais interessantes da grande aventura humana no planeta. A impressão 3D ou manufatura aditiva tem uma estrada longa de desenvolvimento. Nos últimos 30 anos, muita coisa foi criada, mas essa tecnologia estava disponível apenas para as grandes corporações. Uma vez que a curva exponencial fez com que os preços caíssem e os softwares melhorassem, o último dos 6 Ds de Peter Diamandis aconteceu: a democratização do acesso a essa tecnologia. O que podemos fazer com isso? Estamos limitados por nossa própria criatividade. Como a criatividade do ser humano é infinita, eis aí a resposta do que podemos criar. Desde impressoras que estão na Estação Espacial Internacional até nanorrobôs investigando a saúde e características do corpo humano. Mas não é só! Carros estão sendo feitos com partes impressas em 3D, até mesmo na Formula 1!

 

E falando de carros, alguns carros autônomos foram construídos com peças 3D. Discute-se atualmente que boa parte das mortes será evitada com a adoção em massa desse tipo de transporte, porém uma das consequências inesperadas é que sofreremos escassez de doadores de órgãos para transplantes! É muito simples ver as consequências, mas a impressão 3D visa, também, a remover essas limitações… com a impressão de órgãos!! O desafio é imprimir as pequenas veias e capilares, o que já está sendo feito atualmente em pequena escala.

 

Muito em breve veremos impressoras 3D em quartos de hospital imprimindo stents cardíacos por uma fração do custo atual, recheadas de células-tronco do paciente, de tal modo que não existirá rejeição. Com elementos nanotecnológicos, a impressão 3D ganhará cada vez mais novas iniciativas incríveis, como objetos 3D que não precisam de partes elétricas para se comunicar por Wi-Fi! Definitivamente, é um admirável mundo novo!

2018-04-09