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No Brasil, as questões ambientais são tratadas com extrema relevância, visto que o país abriga em seu território uma das maiores biodiversidades do mundo. Nos últimos anos, iniciou um processo de consultas para definir algumas políticas públicas capazes de implementar práticas sustentáveis em escala no país.

Por isso, existe grande preocupação nacional para a criação e consolidação de ações com o objetivo de proteger e conservar áreas como a Amazônia. Segundo a Unesco, atualmente, o país conta com pouco mais de 1.600 unidades de conservação (UCs) federais, estaduais e privadas, que protegem 16% do território continental e 0,5% de área marinha, perfazendo 1.479.286 de quilômetros quadrados.



Considerada uma das maiores florestas do mundo e rica em biodiversidade, a Amazônia é um dos pontos de maior atenção e preocupação devido à luta contra seu desmatamento. Nesse caso, a tecnologia também tem tido papel bem importante. São várias as maneiras que institutos e até algumas tribos indígenas têm usado recursos tecnológicos para tentar solucionar esse problema.

A tribo indígena de Tembé, comandada pelo chefe Naldo Tembé, utiliza smartphones antigos e técnicas de machine learning para localizar onde os madeireiros estão usando motosserras. Apesar de ser desafiador utilizar essas tecnologias no meio da floresta, o projeto emprega recursos que já estão no local: as árvores. Os celulares ficam escondidos nelas, em áreas ameaçadas, monitorando os sons da floresta.

Além disso, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil (INPE), em São José dos Campos, utilizam satélites para vigiar as áreas onde há desmatamento na Amazônia. O projeto ainda tem como objetivo lançar satélite próprio com o intuito de melhorar ainda mais essa vigilância.

Neste ano, no SingularityU Brazil Summit, você terá a oportunidade de saber ainda mais sobre como a tecnologia utilizada no Brasil pode ajudar a solucionar questões ambientais no mundo.

2019-03-08