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do universo SingularityU

A Internet das Coisas é uma realidade irrefutável. No mundo atual, dificilmente surge algo novo que não esteja conectado ou seja passível de conexão. Contudo, muito dos gadgets são voltados para as pessoas físicas, tais como: smartwatch, smartband, óculos de realidade virtual e sensores domésticos dos mais diversos tipos –  o que movimenta o mercado varejista. Essa onda tecnológica também se faz presente no mercado B2B e tem favorecido muitos dos modelos de negócio.

Do ponto de vista das empresas, a Internet das Coisas é sobre as coisas e não sobre a Internet. Apesar da conectividade ser essencial para viabilizar qualquer solução de IoT, isso é um papel que as operadoras vão suportar naturalmente. Se cada companhia se organiza de uma forma – adota políticas e processos distintos, o que gera desafios e problemas distintos – o ponto chave pela adoção é simples: o diferencial que o IoT pode gerar na gestão do negócio.

Uma solução IoT B2B envolve: sensores, logística, conectividade, plataforma de TI, gestão operacional e a aplicação em si. Essa complexidade é trabalho para os provedores da tecnologia, deixando para o cliente final uma visão de solução única contratada como serviço. O importante é conseguir traduzir os elementos tecnológicos para os elementos de negócio. A palavra mágica é: informação. É a coleta de dados através de sensores que alimenta um modelo de tomada de decisão.

Não adianta olhar para o IoT pelo lado da tecnologia, é preciso enxergá-lo como ferramenta de gestão.

 

Luiz Carlos Faray – Diretor de TI do Corporativo da Oi


A Oi patrocina o SingularityU Brasil Summit 2018

 

2018-04-18