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No lugar de motores, algoritmos. Assim como o petróleo abasteceram os motores da era industrial, os dados despontam para se consolidar como o principal combustível da era digital. Mas, assim como os combustíveis fósseis, o Big Data precisa de uma cadeia de processamento, refinamento e distribuição para gerar valor para empresas e consumidores.

Trata-se de um cenário extremamente favoráveis para as plataformas e os profissionais especializados em soluções de análise de dados. Basta olhar para os modelos dos principais players de inovação do mundo. Tanto no grupo das BAT (Baidu, Alibaba e Tencent), como na turma das FAANG (Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google). Todas orientadas por estratégias de dados.

Com cerca de 137 milhões de usuários, a Netflix é um exemplo bastante ilustrativo de como a ciência de dados pode melhorar resultados. Ao coletar as informações de seus assinantes e traçar o perfil comportamental de cada um – como quantos episódios fora assistidos na sequência ou quais séries foram abandonadas – a empresa mapeia comportamentos que servem como base de inspiração para novos conteúdos. Entre os resultados dessa estratégia, está a série Stranger Things, um dos maiores sucessos de seu catálogo.

Com o avanço das tecnologias de coleta e processamento de dados, a indústria de Big Data devem crescer exponencialmente nos próximos anos, O potencial para resolver desafios globais. Para isso, é preciso superar os desafios de privacidade dos usuários e concentração de poder em grandes conglomerados de tecnologia. Expansão de nossas capacidades ou controle social? Talvez esse seja a principal pergunta sobre qual é o futuro que a economia dos dados reserva para a humanidade.

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