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A era pós-pandêmica do mercado financeiro brasileiro

Na manhã de ontem, o mercado financeiro brasileiro foi surpreendido com a notícia de que a Berkshire Hathaway, gestora de Warren Buffett, é a mais nova acionista do Nubank.

Segundo o Wall Street Journal, a gestora comprou US$ 500 milhões em ações do banco digital brasileiro, o maior investimento individual já recebido pela empresa. Com quase 40 milhões de clientes, o Nubank já se consagra como um dos maiores bancos digitais independentes do mundo.

Ainda no universo das empresas brasileira com reputação internacional e cifras impressionantes, a Hashdex vem ganhando cada vez mais destaque (e cotistas). No último mês, a gestora brasileira de criptoativos estreou seu fundo negociado em bolsa (ETF), o Hashdex Nasdaq Crypto Fundo de Índice (ticker: HASH11), na B3.

Com o lançamento do HASH11, o Brasil se junta a um seleto grupo de jurisdições que possuem produtos de criptoativos listados em bolsa. Países como Suíça, Suécia e Alemanha possuem outros tipos de produtos que, apesar de não serem ETFs estritamente, são listados em bolsa e fornecem exposição a criptoativos. Segundo o CEO da Hashdex, Marcelo Sampaio, antes do Brasil somente o Canadá havia liberado a listagem de ETFs de bitcoin.

O fundo HASH11 já conta com 61,5 mil cotistas, em comparação aos cem mil cotistas da gestora, responsável por R$ 3 bilhões de patrimônio.

“Os números são um indicativo de que os investidores brasileiros buscavam ter mais essa forma de acessar os criptoativos. Em pouco tempo, o HASH11 apresentou para o mercado uma solução segura e simplificada que deve crescer ainda mais nos próximos meses”, explica Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex.

Mas vamos voltar alguns passos. Quanto você sabe sobre o mercado de criptoativos? Em entrevista ao Tech Talks, podcast da Singularity U Brazil (braço da HSM), Sampaio explicou um pouco mais sobre esse universo. E nós trazemos os highlights abaixo.

A origem do bitcoin: Satoshi Nakamoto
Diferentemente do Banksy que, pelo menos, acham que sabem quem é, ninguém é conclusivo sobre a identidade Satoshi Nakamoto – que pode ser uma pessoa, um grupo de pessoas ou um mero pseudônimo que ninguém consegue desvendar. Mas é dele a autoria do paper de nove páginas que transformou a recente história da humanidade. Marcelo Sampaio acredita que ele fez muito bem em não se revelar porque teria tido muitos problemas com inúmeros governos.

“O que ele fez, basicamente, foi inventar um dinheiro que seria desnacionalizado e descentralizado. Um dinheiro que não ficasse à critério de bancos centrais e governos, como uma resposta à crise de 2008, ao abuso dos bancos centrais e toda a ganância do mercado financeiro. O objetivo dele era criar uma maneira para que isso não fosse mais possível e o dinheiro não ficasse mais exclusivamente na mão dessa turma. Acredito que ele não imaginava que tivesse criado algo muito maior”, afirma Sampaio.

O CEO da Hashdex gosta de traçar um comparativo entre blockchain e cripto com o advento da internet. De acordo com o empresário, da mesma maneira que a rede surgiu da simples ideia de se transacionar mensagens, a ideia igualmente simples de se criar um dinheiro acabou criando uma estrutura muito maior, que resolve problemas que vão além das finanças.

Como se dá uma transação de criptoativos?
Segundo Sampaio, isso ainda é muito complicado. “Vocês vão me ver comparar muito a ideia de blockchain com a internet por um bom motivo: são ideias muito parecidas. Além da semelhança, são as duas últimas grandes disrupções da humanidade. Para aqueles que estão na faixa dos 30 anos ou mais, há a lembrança de que o começo da internet foi sofrível e essa complexidade inicial se aplica ao universo cripto”, adverte.

Inicialmente você realiza o download de uma carteira que pode ser atrelada a um serviço ou não (ela pode ser apenas um software). Assumindo que você tenha algum saldo em bitcoin, há ali uma string que é literalmente um código de 40 caracteres. Juntando essa carteira e esse código, você pode pode fazer uma transação, podendo mandar uma fração do seu saldo ou seu saldo completo para uma outra carteira – que, no caso, seria uma outra pessoa.

Marcelo Sampaio assume que fazer isso “na mão” é chato, mas que já começou a melhorar muito com empresas como a Coinbase. Ainda que esse processo permaneça estranho e relativamente complicado, o executivo acredita que o uso do cripto como dinheiro está em evolução para algo mais simples.

Quando se trata de cripto ativos, não espere por atores que exerçam o papel de gerente de banco ou SAC.
Isso não existe nesse mercado e é aí que tá o negócio“, declara Sampaio sem rodeios. Ele explica que não se deve buscar semelhanças com um banco, mas com uma carteira de dinheiro. Se você der dinheiro à pessoa errada ou colocar no bolso e cair no chão, essa quantia foi perdida.

“Nesse mundo, sua carteira digital é muito mais parecida com um cofre. Uma carteira pode ser acessada sem dificuldade, no cripto se você perder a chave do seu ‘cofre’, ele pode nunca mais abrir”, complementa.

E Sampaio adverte que, da mesma maneira que você busca uma corretora ou um banco para investir em um fundo, o ideal é procurar por empresas focadas em gerir aplicações de criptoativos. De acordo com ele, o mundo de investimentos ainda é um mistério pra muita gente mas ,na última década, isso tem evoluído muito no Brasil. “O brasileiro, de maneira geral, adotou nos últimos anos a ideia da importância de poupar e investir. E isso se expressa pelo crescimento expressivo de corretoras como a XP. Criamos produtos de investimento que são muito parecidos senão iguais aos produtos que os investidores já estão habituados. Hoje, se você quiser investir em alguns dos nossos fundos, isso está a um clique. Outra coisa que fazemos é explicar ao cliente final sobre o universo-cripto em entrevistas como essa e em qualquer oportunidade de disseminar a pauta. A educação desmistifica muito as coisas e cria o interesse para que, ao longo do tempo, os investidores estejam seguros sobre o assunto“, afirma.

Bitcoin, Ethereum e suas aplicabilidades.
Pensamos muito em cripto enquanto dinheiro. Mas esse é apenas um dos usos de cripto, e não é sequer o maior deles. Do ponto de vista de tamanho de mercado, bitcoin sem dúvida é o mais consagrado criptoativo. Mas cripto enquanto estrutura é muito maior. Se pegarmos o Ethereum, que é o segundo maior criptoativo, ele não tem absolutamente nada a ver com bitcoin. Não são coisas minimamente parecidas.

“Se tivesse que fazer uma comparação, o bitcoin está mais para um ouro digital e o etherium está mais para uma linguagem de programação. Podemos pensar no C++ para programa de computador e Ethereum para programa de blockchain”, explica Sampaio.

A blockchain tem associada a ela frações de um ativo que acaba sendo o pagamento de quem torna essa rede possível. Segundo Sampaio, a remuneração desse pessoal que torna a rede viável é também uma espécie de ingresso. Aqueles que se interessam pelo uso dessa tecnologia têm que comprar de quem já possui acesso. E aí você cria um mercado secundário, baseado em demanda. Por isso que esse ativo acaba tendo um papel que transcende a ideia de dinheiro.

“Seria como ter que adquirir o ticket da quermesse para poder jogar a bola na boca do palhaço. O cara que está ali ajeitando o palhaço e te dando a bolinha, também está sendo pago. Então, um mercado secundário baseado na demanda é criado. Se muita gente quiser jogar a bolinha na boca do palhaço, acabará tendo escassez de tickets e o valor vai aumentar”, complementa.

A utilização de cripto está começando a querer chegar no cidadão comum. Hoje, ela ainda é relativamente sofisticada. Há diversos casos de uso, mas muito voltados para finanças descentralizadas e blockchain de infraestrutura de internet. Um uso que está capturando o imaginário da maioria das pessoas é o próprio bitcoin como reserva de valor.

Não se fala de criptoativo sem falar de reserva de valor.
Todo mundo tem algum nível de reserva de valor. Para a maioria, a maneira mais mais óbvia é a poupança. Um outra amplamente difundida é a aquisição imobiliária, você compra uma casa pela sua utilidade mas também pelo valor – se algo der errado, basta vender o imóvel.

Sete características definem o que é uma reserva de valor: divisibilidade, transferabilidade, escassez, fungibilidade, durabilidade, portabilidade e reconhecimento. No mundo dos investimentos, a reserva de valor mais comum é o ouro. E o bitcoin, que está virando o ouro digital.

Segundo Sampaio, se observarmos sob uma ótica técnica o criptoativo não é um pouco melhor que o ouro, mas ordens de magnitude melhor que o ouro!

“Se pegarmos o critério da divisibilidade, por exemplo, você pode pegar uma pepita de ouro e dividir pela metade, 1/4, 1/10, 1/1000, se chegar em um milionésimo estaremos falando em nano partículas de ouro. É mais fácil fazer isso com ouro ou dividir um código? Se focarmos na transferabilidade, é mais fácil mover barras de ouro do Fort Knox dos Estados Unidos e mandar para a Europa ou mandar um código pela internet?“, provoca o CEO da Hashdex.

Então, por que o ouro permanece? Porque ele tem 7 mil anos de história como reserva de valor. Mas há quem defenda que, em algum momento, o fundamento prevalecerá; e o melhor será mais utilizado.

Sampaio ressalta que, além de dinheiro, imóvel e ouro, há também muito uso da arte como reserva de valor. Atualmente, esse mercado gira em torno dos US$27 trilhões. “Muitas pessoas realmente expõem peças artísticas adquiridas, mas a maior parte é comprada para guardar valor. Os principais quadros do mundo estão em bancos, não em paredes. Esse é o Admirável Mundo Novo”, afirma.

Como saber se o criptoativo é um hype ou se veio para ficar?
Dando um zoom out, o bitcoin está em um caminho de estabilidade. Sua adoção só cresce e não há perda de usuários. Sampaio defende que, do ponto de vista do investimento, todo mundo deveria ter pelo menos um pouquinho. Mas ressalta que esse é um ambiente de possibilidades, muito mais que de certezas.

“Se você coloca 1% do que tem e perde 1%, é uma perda mais que aceitável e, inclusive, comum. Agora, se esse negócio multiplica por 100, 200, 500 nos próximos 10, 20 anos, aí faz muita diferença você não ter comprado. Meu ponto é que você tem o chamado potencial de retorno assimétrico. E consideramos uma oportunidade geracional. O cavalo alado não passa o tempo todo. Só vamos descobrir se foi realmente um cavalo alado lá na frente, mas ele tem se mostrado real para quem tem paciência e estômago para topar a volatilidade que se mostra tremenda”.

Bancos centrais, moedas digitais soberanas e economias nacionais.
As CBDC (Central Bank Digital Currency) são as moedas digitais dos bancos centrais. Elas são inspiradas no universo blockchain-cripto, apesar de puristas defenderem que, tecnicamente, não possam ser consideradas criptomoedas. Para Marcelo Sampaio há sim uso do cripto, mas enquanto forma, não conteúdo.

Na prática, o governo consegue através dessas wallets digitais controlar muito mais sua população. CBDC nada mais é que um dinheiro fiduciário digital. Se pensarmos na China, o país sempre foi ultra digitalizado e protecionista com seu dinheiro, colocando o mínimo de papel moeda na rua. Lá, até mesmo a esmola para um morador de rua se dá através do celular. É um país muito bem sucedido nesse sentido – mas internamente, e, quando falamos de um cripto Yuan, a lógica se inverte e esse dinheiro viaja.

A China já está em diversas guerras com os EUA e a principal delas é a reserva de valor. Hoje, o dólar é uma reserva de valor e a China quer que, nas próximas décadas, o renminbi vire reserva de valor.

“Com isso na agenda chinesa, basta aplicar a lógica utilizada internamente na política externa. Por exemplo, basta eles se direcionarem a uma empresa como a Vale e dizer: para vender minério para cá, não é mais em dólar, é tudo em renminbi; sai até mais barato que transacionar para dólar e depois na nossa moeda. Para a Vale seria ótimo. No entanto, se o governo chinês se visse em desacordo com algum valor ou alguma aliança política por aqui, poderia congelar esse renminbi em reserva. Isso é possível em cripto, em nota e dinheiro digital não”, exemplifica.

Outro exemplo dado por Sampaio é o condicionamento do recebimento de beneficio social à vacinação. “Aos poucos, os governos já começaram a entender que o cripto pode fornecer mais controle e essa pode ser a melhor chance do bitcoin virar uma moeda global. Isso porque a sociedade pode se recusar a utilizar moedas digitais de bancos centrais, como por exemplo um cripto real. E preferir fazer uso do bitcoin por ser algo sem dono, desnacionalizado. Hoje, ainda estamos na era do dólar, dos EUA. Amanhã, quem sabe?”.

A série de podcast da SingularityU Brazil está em sua 2ª temporada e você pode escutar todos os episódios neste link.

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A retomada pós-Covid: força de trabalho rejuvenescida e construção de confiança

A Pesquisa Pulse da PwC de 2021 mostra que a confiança entre os líderes empresariais dos EUA aumentou em meio às expectativas de uma forte recuperação econômica por lá. Mas essa perspectiva positiva é obscurecida por preocupações com fatores sociais. Embora muitas empresas tenham encontrado maneiras de prosperar sem voltar aos padrões anteriores ao COVID-19, elas continuam preocupadas com os efeitos persistentes da pandemia sobre a força de trabalho e suas comunidades. Por exemplo, 29% disseram que retomar as viagens de negócios é muito importante, bem abaixo dos 52% que acreditam que suas perspectivas estão associadas ao ritmo de reabertura de escolas. Menos de um terço dos executivos está otimista de que o país pode fechar as brechas sociais e econômicas que se tornaram mais aparentes no ano passado.

Oitenta e três por cento de todos os líderes empresariais dos EUA esperam aumentar as receitas este ano. Esse é um salto significativo em relação ao outono passado, quando apenas um quarto dos líderes financeiros esperavam crescimento. Parte desse otimismo vem dos US $ 1,9 trilhão em dinheiro de alívio da COVID-19 que está fluindo para a economia – assim como o rápido lançamento de vacinas está diminuindo as restrições às atividades econômicas. Em pesquisas anteriores da Pulse, os líderes empresariais têm consistentemente, e quase unanimemente, buscado uma resposta forte do governo federal à crise do COVID-19. Hoje, 71% por cento expressam satisfação com a resposta dos EUA à pandemia.

Com uma consciência aguda de seu próprio papel em reiniciar o trabalho e a vida em 2021, após um ano devastador, muitos líderes empresariais estão tomando medidas concretas. No topo da agenda de negócios está o apoio e o fortalecimento de uma força de trabalho cansada da pandemia e o aumento da confiança entre todas as partes interessadas. A pesquisa da PwC foi conduzida de 8 a 12 de março, com 732 executivos seniores em funções de diretoria executiva e diretoria corporativa. Os executivos compartilharam o que é mais importante para suas empresas prosperarem em uma economia pós-pandemia e suas estratégias para o sucesso em 2021.

O que os executivos consideram mais importante para impulsionar a recuperação dos negócios pós-pandemia:

  • Mão de obra mais qualificada e rejuvenescida: Mais da metade dos líderes empresariais pesquisados ​​consideram as questões de pessoas, como disponibilidade de talentos com habilidades técnicas (59%) e apoio a funcionários esgotados (55%), como muito importantes para o sucesso neste ano. Quase o mesmo número (52%) atribui grande importância ao que eles não podem controlar, como reabertura de escolas. Em comparação, voltar aos velhos hábitos (por exemplo, viagens de negócios e eventos presenciais) importa muito menos.
  • Agilidade da cadeia de suprimentos para atender aos choques de demanda e políticas: Reduzir interrupções na cadeia de suprimentos à medida que a demanda do consumidor aumenta será muito importante este ano para quase metade desses líderes de negócios (49%). A pandemia acelerou os investimentos em tecnologia nas cadeias de suprimentos, e as empresas agora irão se concentrar em recursos como detecção e previsão de demanda. Mudanças na política, como a recente Ordem Executiva do Presidente Biden sobre as cadeias de suprimentos da América – para revisar as vulnerabilidades nos suprimentos dos EUA de tecnologias, metais e produtos farmacêuticos essenciais – também estão influenciando as estratégias para melhorar a resiliência.
  • Estratégias ESG para aumentar a confiança e a transparência: com o aumento dos gastos do consumidor, 44% dos líderes de negócios estão priorizando a construção da confiança com os clientes, seguidos por 27% que classificam os funcionários como seu principal grupo de interessados ​​neste ano. Manter – e aumentar – a confiança conquistada durante a pandemia tornou-se fundamental. Isso significa melhorar o desempenho dos negócios em fatores ambientais, sociais e de governança (ESG), além do desempenho financeiro, e contar essa história para as partes interessadas. Os líderes empresariais estão aprimorando o treinamento e a geração de relatórios sobre diversidade e inclusão (D&I), além de buscar investimentos relacionados a ESG.
  • Preparando-se para uma legislação potencial de aumento de impostos: Com o American Rescue Plan Act de 2021, o presidente Biden e os democratas demonstraram sua capacidade de promulgar legislação significativa usando procedimentos de reconciliação orçamentária. Provavelmente antecipando uma ação potencial no próximo plano Build Back Better mais amplo de Biden, 56% de todos os entrevistados e 75% dos líderes tributários estão modelando os impactos potenciais de uma mudança na taxa de imposto. Mais da metade dos líderes empresariais e tributários (51% e 55%, respectivamente) também estão intensificando o planejamento tributário para a criação de valor e gestão de riscos.

Modelos híbridos de força de trabalho irão construir bem-estar e flexibilidade para os funcionários

Para as empresas, a oferta de trabalhadores qualificados e saudáveis ​​está em risco no momento em que a demanda do consumidor se recuperou e a economia está pronta para se recuperar. Uma força de trabalho renovada, equipada com habilidades técnicas e comerciais, é crítica para prosperar. Mais da metade dos líderes empresariais estão agindo para garantir talentos com habilidades técnicas. Paralelamente, eles intensificarão o apoio aos funcionários estressados ​​e esgotados que vêm conciliando a insegurança no trabalho com as demandas da família no último ano. Essas ações são muito mais importantes do que retornar às velhas formas de trabalho, como viagens de negócios ou mais apoio governamental.

À medida que as empresas traçam suas trajetórias de crescimento, elas não têm pressa em trazer as pessoas de volta ao escritório. Em vez disso, eles estão criando modelos de trabalho híbridos para atender às necessidades dos funcionários e, ao mesmo tempo, ajudar as empresas a se fortalecerem. Algumas ações temporárias tomadas rapidamente durante a crise vieram para ficar – principalmente, o trabalho remoto está se tornando permanente para funções adequadas e investimentos em ferramentas digitais estão sendo feitos para ajudar a força de trabalho a ter sucesso em ambientes de trabalho virtuais. As empresas também estão repensando suas pegadas imobiliárias para permitir experiências mais colaborativas dos funcionários e, ao mesmo tempo, reduzir custos.

O desafio para os líderes é sustentar essas melhorias e, ao mesmo tempo, abordar as áreas em que as empresas ficaram aquém. Quase 3 milhões de mulheres abandonaram a força de trabalho no ano passado, mas apenas 42% dos líderes empresariais veem sua reentrada como muito importante para sua capacidade de prosperar. A reabertura de escolas por si só não resolverá esta crise de força de trabalho. As pesquisas da PwC sobre a força de trabalho mostram que as mulheres de 35 a 44 anos têm lutado muito mais do que outros segmentos da força de trabalho. A maneira como as empresas lidam com o impacto desproporcional da pandemia sobre as mulheres conforme a economia se recupera afetará não apenas o crescimento da carreira das mulheres, mas também o moral dos funcionários, as metas de D&I e o desempenho dos negócios.

Ações para negócios
1- Conquiste a confiança dos funcionários para envolvê-los na qualificação: A ansiedade dos funcionários quanto à automação e à perda de empregos pode prejudicar a produtividade do local de trabalho e impedir as estratégias de crescimento. É importante agora se comprometer com os investimentos na força de trabalho e comunicar o caso de negócios para a qualificação. Os funcionários desejam aumentar sua produtividade e empregabilidade, e ajudá-los a entender quais habilidades precisam para construir suas carreiras pode tranquilizá-los e capacitá-los. Concentre-se não apenas nas habilidades técnicas, mas na capacidade das pessoas de lidar com a mudança. Uma cultura de flexibilidade e aprendizagem contínua, juntamente com ferramentas personalizáveis ​​para atender às necessidades das pessoas, podem contribuir para aumentar a confiança e a segurança em novas formas de trabalho.

2- Incorpore descanso e recuperação em formas ágeis de trabalhar: Muitas empresas descobriram que pequenos grupos de funcionários que colaboram em equipes virtuais ou híbridas são capazes de inovar em sprints curtos. À medida que essas formas ágeis de trabalhar se tornam mais permanentes, é tão importante construir tempo para descanso e recarga. O conceito de flexibilidade deve evoluir para incluir programação dinâmica e mais opções, incluindo tempo para desligar as telas. Sinta o pulso dos funcionários por meio de pesquisas regulares e ofereça mais benefícios e opções de flexibilidade para que os indivíduos possam fazer escolhas que funcionem para eles. Continue a personalizar os benefícios para atender aos funcionários onde eles estão, conforme os planos de retorno ao trabalho tomam forma, como, por exemplo, fornecer opções de transporte seguras para os funcionários que voltam ao escritório.

A recuperação do crescimento econômico e do progresso social

A pandemia e o movimento de justiça social destacaram as lacunas entre o crescimento econômico e a igualdade e inclusão social. Agora, à medida que a recuperação econômica se firma, os líderes empresariais reconhecem a necessidade de liderar uma recomposição do crescimento com o progresso social. Muitos estão adotando estratégias ESG para alcançar um crescimento mais justo e sustentável enquanto geram lucro para seus negócios.

Nossa pesquisa reforça o que sabemos de nosso trabalho com clientes: as empresas estão em diferentes estágios de vinculação de todos os elementos de ESG a relatórios consolidados e a sua estratégia mais ampla. Cinquenta e seis por cento dos líderes de negócios estão planejando aumentar o treinamento de D&I e quase metade (49%) está aumentando os relatórios de D&I este ano. E 39% também estão considerando negócios e investimentos relacionados a ESG, sinalizando um pivô em direção a modelos de negócios mais resilientes ao clima à medida que aumenta a pressão de consumidores, investidores e do governo Biden.

Ações para negócios

1- Análises mais rigorosas da interconexão dos fatores E, S e G: As empresas que se preparam para sistemas e dados ESG de nível de investidor e digitalmente amigáveis ​​devem ter em mente que as forças de mercado e as políticas continuarão a empurrá-las para análises mais rigorosas do intersecções entre fatores ASG. O governo Biden, por exemplo, está fazendo da justiça ambiental um ponto focal de suas políticas climáticas. Os investidores também estão mais sintonizados com as conexões entre os fatores ambientais e sociais. Considere o crescimento de vínculos de sustentabilidade com objetivos amplos, como financiar operações de baixo carbono e, ao mesmo tempo, apoiar melhores condições de trabalho para a força de trabalho.

2- Incorpore o ESG à estratégia de negócios da empresa: Mais e mais investidores estão avaliando o impacto do ESG nos valores dos ativos. As firmas de PE, por exemplo, estão intensificando seu foco em ESG com estratégias do tipo “compre sujo e barato, venda limpo e caro”. Com o ESG se tornando uma questão importante para os compradores, os vendedores que estão ficando para trás correm o risco de deixar valor na mesa. A devida diligência ESG abrangente tornou-se crítica para negociar os termos certos para um negócio.


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Deloitte: Inovação e transformação empresarial com 5G e Wi-Fi 6

Com a pandemia interrompendo o trabalho e acelerando a demanda por inovação, os líderes estão rapidamente aumentando o interesse em 5G, Wi-Fi 6 e outras tecnologias sem fio avançadas. O estudo da Deloitte sobre a adoção de redes sem fio avançadas, em edição global, ilustra a rápida mudança. E nós trazemos os principais pontos para você.

Introdução
Em nossa era hiperconectada, o número de dispositivos em rede pode chegar a 29,3 bilhões em 2023 – mais de três dispositivos para cada ser humano no planeta. Tecnologias sem fio de próxima geração, como 5G e Wi-Fi 6, estão prestes a se tornar uma parte crucial das redes que ligam máquinas e pessoas. Ao oferecer melhorias significativas de desempenho, como velocidades mais rápidas, maior capacidade de dados, menor latência, maior densidade de dispositivo e detecção de localização precisa, essas novas tecnologias sem fio já estão possibilitando novas soluções, incluindo veículos autônomos, automação de precisão e robótica, telemedicina e telecirurgia, experiências envolventes de varejo e entretenimento e colaborações de realidade aumentada no local de trabalho.

Soluções inovadoras como essas são o motivo pelo qual os líderes de todos os setores veem as redes sem fio avançadas como cada vez mais essenciais para suas estratégias. E a urgência crescente está acelerando uma mudança de foco para 5G e Wi-Fi 6, muito mais rápido do que os executivos previam há menos de um ano.

No início de 2020, a Deloitte entrevistou executivos de rede nos Estados Unidos para entender como as empresas americanas estão abordando tecnologias sem fio avançadas e como esperam se beneficiar dos novos recursos. Pouco depois de encerrada a pesquisa, a pandemia COVID-19 mergulhou o mundo em um tempo de interrupção extraordinária, estimulando uma recessão global com força de trabalho substancial e implicações de TI. Para obter uma perspectiva global sobre a adoção sem fio avançada e avaliar as atitudes durante a crise, a pesquisa foi estendida no quarto trimestre de 2020 para 437 executivos de rede de nove países adicionais, representando organizações com planos de adotar 5G e / ou Wi-Fi 6.
Aqui estão os principais insights sobre como e por que as organizações em todo o mundo planejam adotar a tecnologia sem fio avançada:

A pandemia acelerou a mudança de foco para o wireless avançado
A pandemia COVID-19 catalisou uma mudança nas prioridades: surpreendentemente, metade dos executivos de redes globais entrevistados relataram que a crise estimulou sua organização a acelerar o investimento em redes sem fio. Eles estão se concentrando em tecnologias mais recentes, como 5G e Wi-Fi 6, que veem como uma forma de reforçar sua capacidade de lidar com interrupções atuais e futuras, bem como uma oportunidade de criar novas soluções. A pesquisa anterior indicou que os executivos planejavam levar até três anos para mudar sua atenção para 5G e Wi-Fi 6 de tecnologias sem fio mais antigas, mas as prioridades mudaram muito mais rápido do que o previsto.

Wireless avançado é fundamental para inovação e transformação Como a mais recente evolução em décadas de tecnologias sem fio, o 5G e Wi-Fi 6 prometem desempenho e melhorias operacionais em relação às gerações anteriores. Mais significativamente, eles permitem cenários de uso inovadores que não são apenas avanços incrementais. Na verdade, os executivos de rede esperam que a tecnologia sem fio de última geração seja parte integrante do sucesso de seus negócios e transformacional para suas empresas e indústrias, representando uma oportunidade de mudar a forma como operam, inovam e vendem. Os líderes veem as tecnologias sem fio avançadas como fundamentais para seus esforços em implementar tecnologias inovadoras no centro de seus esforços de transformação digital, incluindo análise de big data, inteligência artificial (IA), Internet das coisas (IoT), nuvem e computação de ponta. Mais do que nunca, essas tecnologias estão convergindo em iniciativas de inovação empresarial, com tecnologia sem fio avançada no centro.

O ecossistema é complexo e está em evolução
Os adotantes se envolvem com uma miríade de fornecedores de telecomunicações e tecnologia (por exemplo, provedores de aplicativos, empresas de nuvem, operadoras sem fio, provedores de equipamentos de rede, fornecedores de componentes e empresas de consultoria/integradores) e muitas vezes com vários fornecedores de cada tipo. Dois terços dos usuários preferem comprar os melhores componentes e muitos procuram ajuda com a integração. Com sete em cada dez adotantes indicando que estão abertos para explorar novos relacionamentos, será cada vez mais importante para os fornecedores definir e solidificar sua posição.

Executivos de rede mudaram rapidamente seu foco para wireless avançado
O estudo da Deloitte no início de 2020 descobriu que os executivos de rede dos EUA ainda viam 4G/Long Term Evolution (LTE) e as versões atuais (ou anteriores) de Wi-Fi como as tecnologias sem fio mais críticas para seus negócios. A maioria considerou 5G e Wi-Fi 6 em ascensão nos próximos anos.

As atitudes mudaram rapidamente: nove meses depois, os tomadores de decisão de rede global consideram 5G e Wi-Fi 6 como as tecnologias sem fio mais críticas para suas iniciativas de negócios (figura 1). E nos próximos três anos, conforme a infraestrutura física 5G é construída e os dispositivos 5G se tornam mais disponíveis, os líderes esperam que as novas tecnologias se tornem ainda mais significativas. É importante notar que os executivos agora veem 5G e Wi-Fi 6 como prioridades mais altas do que 4G, LTE e Wi-Fi 5 (e versões mais antigas) em quase todos os países.

Cerca de dois em cada cinco executivos classificaram a Narrowband IoT (NB-IoT) uma de suas três tecnologias sem fio mais importantes, embora o entusiasmo varie consideravelmente por país – na China e na Índia, três em cada cinco executivos de rede a colocaram entre as três primeiras, refletindo uma maior aceitação nesses países. Como parte da próxima especificação 3GPP Release-17 5G, a NB-IoT pode desempenhar um papel na estratégia de evolução da IoT 5G das organizações.

A pandemia COVID-19 está acelerando o investimento sem fio
Por que o foco dos líderes mudou para tecnologias de rede avançadas muito mais rápido do que o estudo de 2020 da Deloitte sugeriu? Por vários motivos que o mundo viu se desenrolar em tempo real ao longo dos nove meses que separaram as duas pesquisas. A pandemia COVID-19 causou uma demanda crescente por melhor conectividade para dar suporte ao trabalho remoto, aprendizado online e automação. A crise enfatizou vividamente a necessidade das organizações de conectividade onipresente, segura e de alta qualidade para reduzir o pessoal no local, manter as operações de negócios e apoiar a interação virtual dos funcionários e o envolvimento do cliente. E destacou o valor dos recursos de virtualização e automação que permitem um gerenciamento remoto mais flexível das operações corporativas.

Outros notaram até que ponto a pandemia catalisou mudanças na indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações, comprimindo o que se esperava que fossem anos de mudança gradual em vários meses intensos. Os resultados do nosso estudo corroboram isso: Metade dos executivos de rede que pesquisamos esperam aumentar seu investimento em redes sem fio devido à pandemia (15% relatam que vão investir significativamente mais), enquanto menos de um quarto relatam retrocessos (figura 2).

O principal motivo declarado para o aumento do investimento sem fio é a resiliência – aumentando a capacidade de uma organização de lidar com interrupções de negócios atuais e futuras (figura 3). Afinal, a pandemia certamente não será a última crise que as empresas enfrentarão nos próximos anos. Considere o exemplo de uma grande empresa de telecomunicações que implantou uma rede 5G privada em um chão de fábrica para enfrentar os desafios relacionados à pandemia: Os líderes foram capazes de implantar rapidamente casos de uso de segurança, como escanear funcionários em busca de máscaras faciais e monitorar crachás inteligentes para garantir que os trabalhadores não estavam próximos por muito tempo. E, em vez de buscarem por especialistas para consertarem robôs, os gerentes equiparam os funcionários locais com fones de ouvido de “realidade mista” para que os técnicos remotos pudessem orientá-los. Várias empresas têm lançado novos aplicativos e serviços sem fio projetados para manter o pessoal seguro no local de trabalho, incluindo soluções que usam Wi-Fi para detectar quando os dispositivos entram em áreas de construção e análises em tempo real para sinalizar problemas de ocupação.

A pandemia pode estar acelerando a demanda por novos produtos e serviços que dependem de uma infraestrutura de rede mais robusta e poderosa. Na verdade, a razão número dois citada para aumentar o investimento sem fio é criar ou aprimorar soluções que atendam a novos casos de uso. Como um caso em questão, as empresas na China utilizaram 5G em uma variedade de soluções relacionadas a crises destinadas a limitar as interações pessoais, incluindo robôs hospitalares que realizavam desinfecção e entregas de medicamentos e veículos sem motorista que entregavam alimentos e suprimentos médicos para indivíduos em quarentena. As empresas também alavancaram a extensão de banda e a baixa latência das redes 5G para telessaúde, incluindo consulta médica remota, diagnóstico de COVID-19 e ultrassons remotos controlados por robô.

O motivador número três para o aumento de gastos está relacionado ao desejo de melhor segurança de rede e privacidade de dados. À medida que a pandemia empurrava mais trabalhadores e seus dispositivos para fora do local, os líderes podem ter percebido que precisavam investir mais na proteção de dispositivos e dados.

Importância estratégica e adoção estão em alta
Os executivos de rede reconhecem a importância da tecnologia sem fio avançada para o sucesso de seus negócios hoje e acreditam que ela será essencial para o sucesso na era pós-pandêmica. Quatro em cada cinco atualmente veem as tecnologias sem fio avançadas como muito ou criticamente importantes para seus negócios – e o mesmo número espera manter essa visão em três anos. A adoção está definida para assumir mais urgência: um quinto dos executivos de rede vê as tecnologias como extremamente importantes para sua empresa hoje; um terço afirma que será extremamente importante em três anos.

Apoiando a visão estratégica, esses executivos estão planejando investimentos significativos em redes sem fio nos próximos três anos. Considerando todas as tecnologias sem fio (como 4G, 5G, vários tipos de Wi-Fi) que eles esperam usar durante este período e o custo dos dispositivos (como smartphones 5G), hardware/equipamento, software, instalação e serviços operacionais (mas não incluindo custos de espectro), as organizações entrevistadas estimam seus gastos de três anos em US $ 149,7 milhões em média. No estudo anterior, os executivos de rede dos EUA relataram que gastariam em média US $ 115,7 milhões em seus investimentos sem fio em um período de três anos. A estimativa de gastos mais altos fora dos EUA provavelmente reflete a passagem de nove meses entre as pesquisas, bem como os efeitos catalisadores da pandemia.

As organizações pesquisadas estão indo all-in quando se trata de adotar tecnologias sem fio avançadas. Por definição, a pesquisa incluiu entrevistados de organizações que estão em processo de adoção de 5G e / ou Wi-Fi 6 ou planejam adotar qualquer uma das tecnologias nos próximos três anos. Na prática, a adoção já passou do estágio de planejamento: dois terços das organizações dos entrevistados estão executando pilotos ou implantando soluções Wi-Fi 6, enquanto 58% estão fazendo o mesmo com 5G (figura 4). Aproximadamente outro quarto está em processo de “preparação para usar” ativamente cada tecnologia – por exemplo, adquirindo dispositivos / infraestrutura ou identificando provedores e parceiros em potencial.

As empresas buscam uma variedade de cenários de uso
Para aproveitar os recursos de wireless avançado, os adotantes tendem a visar uma combinação de cenários de uso interno e externo e uma combinação de redes fixas e móveis (figura 5). As organizações usam redes sem fio avançadas para conectar funcionários, máquinas e clientes. Quando se trata de conectividade de funcionários – tanto dentro quanto fora do escritório – os dois principais casos de uso envolvem o aprimoramento da comunicação e colaboração no local de trabalho (figura 6). Por exemplo, as organizações podem usar Wi-Fi 6 para aumentar a velocidade de voz e vídeo, desligando funcionários de telefones de mesa e conexões com fio. E com tantos profissionais trabalhando remotamente durante a pandemia, o 5G pode permitir novas maneiras de melhorar a colaboração e a produtividade, como alta resolução, videoconferência com várias pessoas, lousas digitais interativas e experiências de colaboração imersiva enriquecidas por tecnologias de realidade virtual (VR) / realidade aumentada (AR).

O terceiro caso de uso mais citado para conectividade de funcionários está relacionado à administração de TI e solução de problemas remotos. Por exemplo, o 5G está preparado para desempenhar um papel no gerenciamento remoto de dispositivos móveis dos funcionários, permitindo que os profissionais de TI enviem rapidamente atualizações intensivas de dados para um grande número de dispositivos. As empresas já estão usando a tecnologia 5G para conectar designers 3D remotos e vídeo editores para suas estações de trabalho de última geração no escritório, fornecendo streaming de qualidade 4K e permitindo que executem tarefas com uso intensivo de CPU à distância. Uma empresa de água do Reino Unido tem usado uma rede 5G privada para permitir um caso de uso de “conhecimento remoto”: À medida que os técnicos recém-contratados encontram problemas com o equipamento no campo, os fones de ouvido AR retransmitem a situação para colegas experientes que orientam a solução de problemas remotamente.

A rede avançada também permite muitos novos aplicativos para conectividade de máquina – dentro de instalações, em campo e em áreas mais amplas, como portos de embarque e aeroportos internacionais. Por exemplo, a vigilância por vídeo em fábricas pode permitir que operadores humanos (ou sistemas de IA) supervisionem remotamente o equipamento em tempo real, e o 5G pode fornecer a comunicação ultra confiável e de baixa latência necessária para conduzir a manutenção por meio de robôs. Aumentar um chão de fábrica inteligente com sensores IoT conectados sem fio permite fluxos massivos de dados sobre o desempenho e a integridade do equipamento, e a análise pode prever problemas antes que eles ocorram. As empresas também estão usando tecnologias sem fio para conectar máquinas diretamente a outras máquinas – por exemplo , em sistemas de segurança veículo-a-veículo.

As tecnologias sem fio também estão proporcionando experiências aprimoradas ao cliente. Os municípios já estão empregando uma combinação de Wi-Fi 6 e 5G para impulsionar soluções de cidade inteligente que melhoram os serviços públicos, incluindo monitoramento / otimização de tráfego em tempo real e aplicativos de delimitação geográfica que podem fornecer alertas personalizados para qualquer pessoa dentro de uma área geográfica predeterminada. Em assistência à saúde, iniciativas sem fio de última geração permitem o monitoramento remoto de pacientes em tempo real, consultas por vídeo de alta definição e até procedimentos médicos remotos usando robôs – cuja necessidade tornou-se mais urgente durante a pandemia. Organizações esportivas estão usando 5G e Wi- Fi 6 para oferecer experiências de estádio mais envolventes. E as empresas de varejo estão combinando tecnologias sem fio avançadas com sensores e análises IoT para oferecer suporte a sistemas de inventário inteligentes, otimizar preços de produtos e personalizar experiências de compra.

As empresas adotam Wi-Fi 6 e 5G em paralelo
A enorme atenção que anunciantes e editores de notícias dedicaram ao 5G inegavelmente ofuscou o Wi-Fi 6. Mas ambos terão um papel significativo a desempenhar no futuro do wireless. Ao contrário das gerações anteriores de redes sem fio, as redes 5G celulares e Wi-Fi 6 serão capazes de interoperar perfeitamente umas com as outras e são amplamente consideradas como tecnologias complementares no ecossistema sem fio. Organismos de padrões e alianças sem fio continuam a propor soluções para os desafios técnicos restantes em torno da interoperabilidade perfeita.

Os executivos de rede relatam que suas empresas estão adotando ambas as tecnologias para suas iniciativas sem fio, indicando que preferem Wi-Fi 6 para ambientes de rede interna, externa e fixa e 5G para ambientes externos e de rede móvel. Adotar as tecnologias em paralelo faz sentido. No total, 45% já estão implantando Wi-Fi 6 e 5G em seus negócios ou testando / experimentando com eles, com outros 35% se preparando ativamente para usar ambos – por exemplo, adquirindo dispositivos / infraestrutura e identificando provedores (figura 7). Quase todos esperam que sua organização use 5G e Wi-Fi 6 nos próximos dois a três anos. O investimento projetado também reflete a co-adoção: nos próximos três anos, essas organizações esperam dividir seus gastos sem fio de maneira bastante uniforme entre Wi-Fi (48%) e tecnologias de celular (52%).

A adoção paralela de 5G e Wi-Fi 6 também fica aparente quando olhamos mais detalhadamente por país (figura 8). Em todas as geografias estudadas, mais da metade dos executivos de rede relatam que sua organização implanta ou usa o Wi-Fi 6 e, na Alemanha, Brasil, Reino Unido, China e Austrália, o percentual de adoção chega a 70% ou mais. Esses países também relatam os níveis mais altos de implantações / pilotos 5G.

O Wi-Fi 6 tem uma vantagem de adoção sobre o 5G em todos os países estudados, mas lacunas de dois dígitos são aparentes na Índia, Holanda, Brasil e Reino Unido. A disponibilidade de espectro é provavelmente um contribuinte para o ritmo comparativamente mais lento de adoção de 5G: enquanto o Wi-Fi 6 usa espectro não licenciado (e, portanto, tem um caminho de entrada de custo mais baixo), as iniciativas 5G geralmente exigem que reguladores governamentais leiloem ou aloquem espectro adequado para 5G serviços e alguns leilões enfrentaram atrasos. A Holanda não concluiu seu primeiro leilão de espectro 5G até meados de 2020. Tanto a Índia quanto o Brasil tinham como meta os leilões de 2020, mas a pandemia adiou esses planos. Não é surpresa que os três países com os níveis mais altos de adoção de 5G – Alemanha, China, Austrália – todos tiveram leilões de espectro 5G em 2018 ou 2019, dando a seus lançamentos comerciais de 5G uma vantagem antes do COVID-19.

Wireless avançado é fundamental para a inovação e transformação
A esmagadora maioria dos executivos de rede espera que tecnologias sem fio avançadas transformem suas empresas e setores no curto prazo – especialmente considerando que 5G e Wi-Fi 6 são as últimas gerações de tecnologias que vêm evoluindo há décadas. Quatro em cada cinco acreditam que a tecnologia sem fio avançada transformará substancialmente sua organização dentro de três anos, e quase o mesmo diz o mesmo sobre o efeito em sua indústria (figura 9). Como seus pares do setor estarão se transformando quase tão rapidamente quanto suas próprias organizações, muitos desses executivos provavelmente estão sentindo uma enorme pressão competitiva para obter benefícios rapidamente.

Alimentando a inovação
A rede avançada está se tornando uma parte essencial da arquitetura de inovação das organizações. Em vez de apenas representar as maiores e mais recentes melhorias em tecnologias sem fio, a conectividade de última geração está se tornando parte integrante de como as empresas estão inovando e se transformando – mudando a forma como operam, desenvolvem novos produtos e modelos de negócios e se envolvem com os clientes. De fato, três quartos dos tomadores de decisão de rede acreditam que sua organização pode criar uma vantagem competitiva significativa ao alavancar tecnologias de rede avançadas e quatro em cada cinco acreditam que a conectividade avançada será extremamente importante para aprimorar as interações com o cliente em três anos.

A maioria dos entrevistados (56%) vê a infraestrutura de rede atual de sua empresa como um impedimento para abordar os casos de uso inovadores que desejam atingir – e esse impulso para inovar os motiva a adotar redes de última geração. Na verdade, o desejo de tirar proveito de novas tecnologias, como IA, análise de big data e computação de ponta é um dos principais motivadores para a adoção sem fio avançada, associada à melhoria da eficiência (figura 10). Aprimorar as interações com o cliente completa os três benefícios mais procurados. É importante notar que, no estudo do início de 2020, melhorar a eficiência estava solidamente no primeiro lugar, enquanto aproveitava as novas tecnologias em terceiro lugar. Este último agora subiu para o primeiro lugar. Outra atividade de inovação – a criação de novos modelos de negócios – também subiu vários degraus. Os líderes citaram o desempenho aprimorado e as características operacionais do wireless avançado – como velocidades de dados mais rápidas, cobertura aprimorada, latência mais baixa, segurança aprimorada, melhor confiabilidade e interoperabilidade – como atributos importantes para alcançar os benefícios do wireless avançado.

Olhando mais de perto os países, os três principais motivadores gerais são: tirar proveito das novas tecnologias, melhorar a eficiência e melhorar as interações com o cliente – ressoando na maioria das regiões (figura 11). No entanto, alguns países colocam grande ênfase em certos objetivos fora desses três – por exemplo, novos modelos de negócios (Japão, Holanda, Portugal), melhores produtos/serviços (Alemanha, Portugal), criação de novos produtos/serviços (China, Austrália), e redução de custos (Brasil).

Rede avançada no núcleo
Os executivos de rede veem a tecnologia sem fio avançada como parte integrante de seus esforços para implantar tecnologias inovadoras no centro de seus esforços de transformação digital, incluindo análise de big data, computação em nuvem, computação de ponta, IA e IoT. Notavelmente, 99% dos entrevistados disseram que suas empresas estão buscando cada uma dessas tecnologias no próximo ano, apesar de não ser um requisito para a participação na pesquisa. Quatro em cada cinco executivos de rede consideram o wireless avançado muito / extremamente importante para a capacidade de sua organização de implementar IoT, análise de big data, IA e computação de ponta – e ainda mais dizem o mesmo para a computação em nuvem (figura 12).

Mais do que nunca, essas tecnologias estão interligadas e convergindo em iniciativas de inovação empresarial. Com a rede avançada se tornando intrínseca, como as organizações adotam e arquitetam suas soluções sem fio avançadas não é mais uma decisão separada de como elas implementam outras tecnologias inovadoras: os líderes devem cada vez mais considerar a rede avançada um componente-chave da arquitetura empresarial ponta a ponta de uma organização.

Como a adoção de wireless avançado está se desenvolvendo
As organizações estão abordando a adoção sem fio avançada como uma iniciativa de tecnologia estratégica, liderada por tecnólogos dentro e fora da empresa. A função de TI – executivos e profissionais de nível C – lidera o processo de adoção, seguida pelos executivos de negócios de nível C (figura 13).

Quando se trata de influenciar as decisões de uma organização em relação à tecnologia sem fio avançada, a equipe de TI e os fornecedores de tecnologia são os que mais influenciam, seguidos pelas operadoras sem fio e os executivos da empresa (figura 14).

Ecossistema complexo e em evolução
Cumprir a promessa de iniciativas sem fio avançadas, particularmente aquelas envolvendo 5G, envolve um complexo ecossistema de participantes, incluindo aplicativos e provedores de nuvem, operadoras sem fio, consultores e integradores, fabricantes de equipamentos e provedores de infraestrutura. Cerca de um terço dos executivos de rede pesquisados preferem comprar soluções sem fio avançadas de ponta a ponta, mas os outros dois terços preferem adquirir os melhores componentes ou uma mistura de componentes e soluções completas, oferecendo mais de uma oportunidade de personalizar e controlar (figura 15).

Para montar soluções completas, as organizações geralmente reúnem recursos e tecnologias de uma variedade de participantes (figura 16). Em média, os usuários se envolvem com cerca de oito dos nove tipos de fornecedores listados. Além disso, quando se trata de provedores de nuvem, provedores de aplicativos, provedores de componentes, firmas de consultoria/integradores e provedores de equipamentos de rede, cerca de metade das empresas se envolve com dois ou mais fornecedores de cada tipo. Os relacionamentos estão evoluindo: para cada tipo de fornecedor no ecossistema, no máximo três em cada dez adotantes preferem continuar se envolvendo com seus fornecedores atuais; o restante está aberto para explorar novos.

As empresas que escolhem as melhores soluções enfrentam uma grande complexidade e precisam coordenar os esforços de várias partes. Ao lado de suas próprias equipes internas, eles procuram provedores de nuvem (como os hiperscaladores), fornecedores de tecnologia de rede, integradores de sistemas e operadoras sem fio para ajudá-los a se unir e orquestrar as peças. Mesmo quando os adotantes escolhem soluções integradas, o fornecedor lida com uma grande quantidade de complexidade nos bastidores. A realidade de hoje é que nenhum fornecedor sozinho pode oferecer soluções completas e ponta a ponta. Embora alguns já tenham a grande maioria dos componentes e recursos necessários, eles ainda precisam fazer parceria com outros para adquirir e integrar peças adicionais para criar soluções completas.

Espera-se que a arquitetura das redes 5G se torne mais virtualizada, aberta e programável, permitindo a proliferação dos melhores componentes. O papel dos orquestradores que montam todas as peças tende a se tornar cada vez mais importante, seja esse papel assumido por provedores de telecomunicações, provedores de tecnologia ou integradores de sistema.

Desafios para adoção
Uma forma de os fornecedores melhorarem o jogo é ajudando os clientes a enfrentarem seus desafios de rede. Com a tecnologia sem fio avançada permitindo um mundo hiperconectado, os líderes reconhecem que há muito mais pontos de entrada de rede em potencial que precisam ser protegidos, e a segurança está no topo de sua lista de preocupações (figura 17). Ao mesmo tempo, as tecnologias sem fio de última geração prometem maior segurança. O Wi-Fi 6 melhora a proteção de dados, garantindo que todos os dispositivos certificados suportem a última geração de segurança (WPA3), que oferece criptografia e gerenciamento de chaves mais robustos. E o fatiamento 5G oferece suporte a políticas de segurança exclusivas por fatia – um aumento de segurança, desde as fatias são configuradas e gerenciadas adequadamente.

Outra grande preocupação dos adotantes é a compatibilidade com sistemas e dispositivos existentes. Os fornecedores têm a oportunidade de mostrar como seus componentes podem funcionar bem com outros e ir além, oferecendo serviços de integração. Quando olhamos para o nível do país (figura 18), fica claro que alguns adotantes ainda estão lutando para sair do ponto de partida, fortemente investidos em tecnologias mais antigas (um dos três principais desafios na Alemanha), inseguros quanto ao valor de negócios da tecnologia avançada rede (um dos três principais desafios na China, Alemanha, Japão, Holanda e Portugal) ou dificuldade em identificar os casos de uso certos para atingir (um dos três principais desafios na Austrália e no Japão). Mais uma vez, essas dificuldades representam uma oportunidade para os fornecedores demonstrarem o valor comercial de suas soluções e os cenários de uso que elas possibilitam – talvez envolvendo clientes em programas piloto.

Nuvem no centro das atenções
Sete em cada 10 executivos de rede revelaram que esperam implantar e gerenciar principalmente seus aplicativos e serviços de rede sem fio em nuvens públicas ou privadas nos próximos dois a três anos (figura 19). Notavelmente, aqueles que esperam usar principalmente nuvens privadas têm duas vezes mais probabilidade de confiar mais em empresas de tecnologia de nuvem tradicionais para gerenciar seus dados nas nuvens privadas (56%) do que olhar primeiro para seu próprio departamento de TI (28%).

Além disso, os executivos relataram depender de empresas de tecnologia – ou seja, provedores de aplicativos e provedores de nuvem – para ajudar a projetar suas arquiteturas de rede sem fio avançadas. E as empresas estão bem cientes de que suas redes não podem apenas conectar seus dispositivos, mas também devem se conectar a nuvens, coletando dados de máquinas e sensores e combinando-os com os dados operacionais baseados em nuvem da empresa.

Outra área que merece atenção é a proporção de adotantes (16%) que esperam implantar e gerenciar seus aplicativos e serviços de rede sem fio no perímetro em um futuro próximo. Isso representa um salto de 9% dos executivos do estudo nos EUA e aponta para uma consciência crescente da importância e da utilidade da computação de ponta. Considere que, com 5G, o tempo para os dados do dispositivo ou sensor chegarem a uma torre de celular pode ser apenas 2-3 milissegundos, mas o tempo para viajar até um data center distante para processamento (por exemplo, por serviços de análise baseados em nuvem) ainda pode levar centenas de milissegundos, apresentando um problema para aplicativos para os quais a baixa latência é crítica. Mover processamento de dados, armazenamento e análises orientadas por IA para o limite – mais perto de onde os dados são coletados – pode permitir aplicativos que exigem tempos de resposta rápidos, como drones que inspecionam visualmente linhas ferroviárias ou pontes para detectar possíveis problemas, sistemas de telesaúde que capturam e analisam vídeo para monitorar a saúde do paciente em tempo real, robôs coreografados no chão de fábrica ou sistemas automatizados de gerenciamento de tráfego.

À medida que os fornecedores de produtos e serviços de rede de próxima geração disputam uma posição competitiva e correm para oferecer soluções completas, o espaço de rede corporativa está vendo a formação de muitas colaborações e alianças inovadoras entre empresas de tecnologia e fornecedores de telecomunicações – mesmo entre partes antes consideradas concorrentes. A computação de ponta é uma área especialmente dinâmica para parcerias emergentes, e os grandes provedores de nuvem pública estão todos lançando recursos de computação de ponta. A Amazon, por exemplo, tem feito parceria com telcos (como a Telstra na Austrália) para incorporar serviços de computação e armazenamento da Amazon no limite – em estações base ou nos data centers das operadoras de rede – e os clientes podem continuar a usar as APIs da nuvem e as funcionalidades com as quais já estão familiarizados, sem se preocupar com a complexidade de estabelecer uma presença de extremidade eles próprios. O Google Cloud é parceria com a AT&T nos Estados Unidos para trazer serviços de computação de ponta (como inteligência artificial baseada em nuvem e aprendizado de máquina) para a ponta da rede. Na Índia, a Bharti Airtel fez parceria com a IBM em uma iniciativa para trazer 5G, nuvem híbrida e recursos de ponta para seus clientes.

Considerações para tomadores de decisão de rede
De acordo com o relatório da Deloitte, embora ainda seja o início do lançamento da conectividade avançada, os líderes já reconhecem os benefícios potenciais. Os adotantes acreditam fortemente na capacidade das tecnologias de rede sem fio de próxima geração de oferecer vantagem competitiva, desbloquear o poder de outras tecnologias emergentes e transformar rapidamente sua organização e indústria. As decisões estratégicas que os adotantes sem fio tomam hoje podem afetar suas posições futuras, e as organizações podem levar em consideração as seguintes considerações:

Objetivo final em mente. Os adotantes devem considerar os cenários de uso que desejam alcançar e determinar qual tecnologia (ou tecnologias) sem fio seria a melhor escolha em diferentes situações. Os adotantes mais bem-sucedidos provavelmente são aqueles com as habilidades para implantar várias tecnologias e fazer com que diversas redes interoperem conforme necessário.

Estratégias de dados. Quando grandes volumes de dados fluem de máquinas e sensores conectados, as organizações precisam de estratégias e políticas ponderadas sobre como armazená-los, protegê-los e analisá-los. Dependendo dos requisitos de vários cenários de uso, alguns dados podem precisar ser armazenados e analisados ​​em nuvens, com outros dados processados ​​na borda inteligente.

Infraestrutura de inovação. Dado que os líderes veem as tecnologias sem fio de próxima geração como um habilitador significativo de outras tecnologias essenciais, como IA, IoT e borda, a tecnologia sem fio provavelmente se tornará intrínseca a todas as iniciativas de inovação. As empresas devem considerar a tecnologia sem fio de última geração como parte central de sua infraestrutura e estratégia de inovação, não como uma consideração discreta ou posterior. Imagine como a tecnologia sem fio avançada pode permitir novos produtos, serviços e modelos de negócios – e uma interação aprimorada com clientes e funcionários.

Integração e gerenciamento de rede. Os adotantes estão interagindo com um ecossistema complexo e uma infinidade de fornecedores. Com a propensão de adquirir os melhores componentes da categoria, as organizações devem decidir se enfrentam a complexidade da integração ou procuram parceiros. Eles devem avaliar a capacidade de sua organização de gerenciar, autenticar e proteger redes com milhares de dispositivos. Considerando que a segurança é a preocupação número um de adoção, os líderes deveriam ser sábios em não subestimar o nível de risco, custo e esforço ao assumir essas responsabilidades, e podem querer envolver parceiros para obter ajuda.

O ecossistema sem fio avançado é complexo e competitivo, com a grande maioria dos adotantes disposta a reconsiderar seus fornecedores para implementação e gerenciamento sem fio. Os fornecedores de produtos e serviços de rede de última geração podem considerar o seguinte:

Desafios como oportunidades. Os adotantes citaram a segurança e a compatibilidade com versões anteriores como os principais desafios para a adoção. E, dependendo do país, existem dificuldades em entender o valor do negócio ou identificar os casos de uso certos. Todas essas são áreas de oportunidade para fornecedores experientes demonstrarem sua experiência e valor.

Posicionamento do ecossistema. Avalie onde você pode agregar mais valor e definir sua posição. Considere se você pode oferecer experiência em soluções de arquitetura e integração de componentes – áreas onde os adotantes de wireless avançado provavelmente buscarão ajuda. Pense em se associar a outros fornecedores para oferecer soluções mais completas e uma proposta de valor mais atraente para os adotantes.

Parcerias de inovação. Os fornecedores que veem a conectividade de última geração como acréscimo de valor meramente incremental podem perder oportunidades. Os fornecedores experientes devem ir além da oferta de produtos e serviços de conectividade e buscar se tornar parceiros confiáveis para inovação e transformação.

Tanto os adotantes quanto os provedores podem desbloquear enormes oportunidades à medida que as redes sem fio avançadas se espalharem nos próximos anos.

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Relatório Gartner aponta que os executivos estão divididos sobre o retorno ao normal

Poucos executivos veem o retorno ao normal em no curto prazo, uma vez que as estratégias de vacinação COVID-19 levam tempo para avançar. É o que afirma o último relatório da Gartner.

A pesquisa com executivos globais no final de janeiro mostrou que 52% disseram que sua organização voltaria ao “normal” no terceiro ou quarto trimestre de 2021, mas essa porcentagem estava em 62% apenas seis semanas antes.

A realidade é que muitos líderes empresariais ainda não têm certeza de como será o futuro. Pesquisas da Gartner com executivos globais em dezembro de 2020 e janeiro de 2021 mostram que:

Houve uma queda de 10 pontos percentuais nos líderes prevendo que o “normal” começaria no primeiro semestre de 2021 – com uma queda adicional de 10 pontos percentuais daqueles que anteciparam o segundo semestre.

Houve um aumento de 16 pontos percentuais naqueles que previam que o “normal” retornará em algum momento de 2022, com um aumento de 4 pontos percentuais daqueles que disseram que será daqui a alguns anos (ou nunca).

Entre 130 líderes empresariais globais pesquisados, apenas 30% disseram que sua organização está definitivamente incluindo questões de vacinas em seu planejamento estratégico geral, e outros 30% responderam que é provável que a vacina seja levada em consideração.

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3 Diretrizes de Reabertura do local de trabalho para líderes de RH

Os líderes de RH estão se preparando simultaneamente para uma força de trabalho cada vez mais híbrida, enquanto também planejam e operacionalizam a saúde e o bem-estar de suas equipes à medida que as vacinas COVID-19 são distribuídas e a perspectiva de reabertura dos locais de trabalho está à vista.

Em uma pesquisa recente da Gartner com 258 líderes de RH, 45% dos entrevistados afirmaram esperar que sua força de trabalho reabra no terceiro trimestre de 2021, enquanto um quarto (24%) está planejando a reabertura de seus escritórios no quarto trimestre.

No entanto, quase metade (48%) das grandes organizações globais não rastreará o status de vacinação de seus funcionários. Quando questionados sobre a exigência de comprovante de vacinação dos funcionários, apenas 8% dos entrevistados relataram que irão exigir.

“Dada a incerteza que existe em relação ao status de vacinação, a maioria das organizações que reabrirão o farão com distanciamento social e usando máscaras”, disse Brian Kropp, chefe de pesquisa na prática de RH da Gartner.

Uma mudança permanente para um modelo híbrido de força de trabalho
“Uma das descobertas mais interessantes desta pesquisa é que, independentemente dos planos de reabertura, apenas 1% dos líderes de RH pesquisados ​​esperam que todos os seus funcionários trabalhem em tempo integral no escritório. Quando os escritórios forem reabertos, muitas pessoas estarão trabalhando em casa por quase dois anos ou mais, e novas formas de trabalhar serão enraizadas ”, acrescenta Kropp. “À medida que as organizações começam a trazer funcionários de volta, será fundamental que os empregadores se concentrem na construção de conexões sociais e emocionais com e entre seus funcionários novamente.”

Cinquenta e nove por cento dos líderes de RH disseram que sua organização permitirá que os funcionários trabalhem remotamente ocasionalmente com a aprovação de seu gerente – um aumento de 21 pontos percentuais desde novembro de 2020.

Além disso, entre 241 líderes de RH, quase metade (49%) relatou que permitirá que os funcionários trabalhem remotamente em determinados dias e quase um terço (32%) permitirá que os funcionários trabalhem remotamente o tempo todo. Essa mudança crescente para uma força de trabalho híbrida terá um impacto significativo na estratégia de retorno ao local de trabalho.

Re-onboarding
Os líderes de RH devem usar essa transição dos funcionários de volta ao local de trabalho como uma oportunidade para integrá-los novamente como se estivessem ingressando em uma nova organização.

Para fazer isso com sucesso, o Gartner identificou três áreas de foco principais para os líderes de RH:

1- Desenvolva uma filosofia de flexibilidade. Em vez de criar uma política de trabalho flexível genérica, os principais departamentos de RH estão determinando a filosofia de flexibilidade de sua organização e compartilhando isso com sua força de trabalho.
2- Comunique o propósito do escritório. Antes da pandemia, as organizações simplesmente descreviam seu escritório como o local onde seus funcionários trabalham. Agora, os líderes devem determinar a função de seu local de trabalho físico – um local de reunião de equipe ou empresa, um espaço de trabalho seguro, um espaço de reunião social para apoiar a comunidade – e comunicá-lo aos funcionários.
3- Treine gerentes no apoio aos funcionários. Com uma força de trabalho mais dispersa, o RH deve trabalhar com os gerentes sobre como gerenciar os funcionários que estão trabalhando em locais diferentes e em horários diferentes.

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Relatório PwC: Como o ESG conduzirá a próxima onda de transformação

Mesmo antes de a COVID-19 derrubar as empresas e a sociedade, o movimento ambiental, social e de governança (ESG) estava ganhando força. Desafios de longo alcance, como mudança climática e inclusão econômica, concentraram as mentes dos investidores e executivos na importância das prioridades de longo prazo e dos relatórios não financeiros; cerca de 200 CEOs assinaram a declaração da Business Roundtable 2019 de que os interesses de todas as partes interessadas, não apenas os acionistas, exigiam a atenção da alta administração. Em seguida, a pandemia global aumentou a consciência de como todos nós estamos interconectados, a rapidez com que choques externos podem afetar a economia global e como a confiança e a transparência são fundamentais para a operação da economia.

Essas correntes cruzadas estão se unindo para impulsionar a próxima onda de transformação corporativa: a transformação ESG. Pensando nisso, os executivos Peter Gassmann e Colm Kelly escreveram esse artigo para a PwC. E nós trazemos os pontos principais.

Como o digital, o ESG tem o potencial de renovar o modo como as organizações planejam, implementam e operam com sucesso. Também como o digital, o ESG é um tópico extenso, tornando um desafio para as organizações saber por onde começar. No caso do digital, essa incerteza levou muitas organizações a começarem pequenas: elas se esforçaram, lançando piloto após piloto – aprendendo no processo, mas também correndo o risco de serem ultrapassadas por concorrentes mais ambiciosos que foram mais rápidos em agarrar a oportunidade para reimaginar seus negócios digitalmente.

Hoje, a maioria das equipes de gerenciamento percebe que capturar o verdadeiro potencial do digital exige uma abordagem completa – um programa abrangente no qual o digital atinge todos os aspectos da empresa, cada unidade de negócios e função. O digital não apenas permite que você faça a mesma coisa mais rápido, mas muda o que você faz.

O mesmo é verdade para ESG: vai ao cerne de por que você está no negócio, quem você é como empresa, qual é o seu impacto no mundo, como você alinha seu modelo de negócios com as necessidades da sociedade, o que você relata, e como você envolve seu pessoal e as partes interessadas em geral. Com a transformação digital ainda um trabalho em andamento para a maioria das empresas, a ideia de enfrentar outra grande transição pode parecer assustadora.

“Sugerimos, no entanto, que adiar a transformação ESG cria o risco de que, à medida que reconectar sua empresa, você conecte antigos modelos de criação de valor que não podem atender às preocupações de suas partes interessadas e às necessidades de longo prazo de sua o negócio. Também se torna cada vez mais provável que você deixe de administrar riscos muito reais e materiais e se descubra em descompasso com seus acionistas”, advertem os autores do artigo.

Para entender como é iniciar tal transformação, considere a experiência recente de uma empresa industrial, que começou a dar passos de longo alcance para se colocar em uma trajetória mais sustentável em termos de clima e preocupações dos stakeholders. ESG cobre uma ampla gama de tópicos, com diferentes áreas de foco em diferentes setores. Neste exemplo, os aspectos relacionados ao clima são os mais proeminentes, pois têm o maior impacto no modelo de negócios da empresa. Embora ainda seja cedo para os esforços desta empresa, os movimentos que a empresa já fez – que estão influenciando sua abordagem de estratégia, finanças e incentivos, tecnologia e governança e relatórios – fornecem a outras organizações um vislumbre do que provavelmente está por vir.

Estratégia
A empresa começou definindo uma ambição clara centrada em metas ousadas, inicialmente visando metas de redução de emissões operacionais de curto prazo e se tornar uma empresa líquida zero até 2050 com base em uma combinação de metas absolutas e de redução de intensidade. Para atingir esses objetivos, a organização elevou a sustentabilidade a uma prioridade estratégica e identificou um conjunto de intervenções de apoio à gestão, a partir de um processo de planejamento reformulado com a sustentabilidade em seu núcleo. Para informar suas prioridades estratégicas, a empresa estudou novas tecnologias de energia, em áreas como eólica, solar, baterias e hidrogênio, além de tecnologias de redução de emissões, como a captura de carbono. Com base nos insights dessas descobertas, a empresa desenvolveu uma estratégia de portfólio até 2050, mostrando a taxa em que seria necessário desinvestir negócios tradicionais e fontes de energia e com que rapidez seria necessário substituí-los por opções mais verdes. Para criar opções antecipadas, a empresa criou um fundo de risco que poderia identificar e investir em tecnologias promissoras, por meio de investimentos diretos em alguns casos e joint ventures em outros.

Finanças e incentivos
A empresa também aplicou uma lente de sustentabilidade para futuros investimentos de capital. Por exemplo, antes de construir uma nova instalação, a organização já havia conduzido análises financeiras tradicionais, como o valor presente líquido, para que pudesse determinar se aquela instalação representava o melhor uso de capital. Nessa análise, o componente de carbono foi relegado a uma reflexão tardia (um mecanismo interno de precificação de carbono). Mas a empresa percebeu que essa abordagem não era mais suficiente. Ao fatorar o carbono de uma forma mais explícita, a empresa realmente mudou os métodos de projeto e construção de novos sites, para reduzir as emissões e apoiar as metas de sustentabilidade. Para cimentar essas metas na mente dos executivos, a empresa reservou milhões de dólares em incentivos de gestão vinculados ao desempenho da sustentabilidade. Agora está criando uma estrutura de incentivos semelhante para toda a força de trabalho.

Tecnologia
A transformação digital não é apenas uma analogia para a jornada ESG à frente; é também um facilitador de práticas de negócios sustentáveis. Uma das unidades de negócios da empresa recentemente colocou toda a sua cadeia de suprimentos em um sistema ERP baseado em nuvem – uma primeira etapa crítica para ajudar os fornecedores a rastrear, relatar e reduzir seu impacto de carbono. A empresa está buscando formas de estabelecer parcerias mais estreitas com todos os fornecedores, para que possa impulsionar a agenda da rede zero em toda a sua rede. Esta etapa é crítica porque para esta empresa industrial, como para muitas organizações de grande porte, a maior parte de sua pegada de carbono está na cadeia de suprimentos, não dentro dos limites da própria empresa.

Governança e relatórios
Para reiniciar a conversa do conselho, o CEO pediu aos consultores de sustentabilidade que orquestrassem um conjunto de exercícios de dramatização sobre o ambiente de sustentabilidade em 2050. Especialistas técnicos também mantiveram conversas individuais com diretores individuais, para responder às suas perguntas e esclarecer questões técnicas subjacentes investimentos propostos. E a empresa mudou sua abordagem para a modelagem futura do conselho, não mais olhando apenas para o desempenho financeiro, mas adicionando um componente de carbono. Essa abordagem de medição mais holística também está influenciando os relatórios da empresa, que se tornaram significativamente mais transparentes, com uma definição clara das metas de sustentabilidade e atualizações regulares sobre o progresso para alcançá-las. A dimensão dos relatórios não financeiros representa uma diferença importante das transformações digitais: nas transformações ESG, as partes interessadas, como investidores, reguladores, organizações não governamentais, clientes e funcionários, exigirão muito mais transparência das empresas.

A empresa já tem uma boa notícia para relatar: está um ano adiantado no cumprimento de suas metas de emissões operacionais de curto prazo. Esses sucessos animaram executivos, funcionários e outras partes interessadas, direcionando suas energias para a próxima onda de progresso e metas mais ambiciosas.

Este exemplo é focado na sustentabilidade climática, e ESG abrange questões sociais da mesma maneira e pelos mesmos motivos. Muitas empresas já estão trabalhando com igual sucesso para responder a essas questões usando a mesma abordagem. A jornada de transformação ESG se concentrará em ambos.

Tal como acontece com a jornada digital, o impulso ESG cresce com pilotos de sucesso e vitórias rápidas que estão conectadas a um todo maior. No entanto, os paralelos com o digital vão mais longe. O cenário de negócios está repleto de empresas mortas e moribundas que tentaram implementar transformações digitais sem pensar nas implicações, levando à perda de valor, clientes insatisfeitos e executivos expostos. Prevemos o mesmo para aqueles que não adotam uma abordagem proativa e abrangente para a transformação ESG.

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Você pode criar conexões de funcionários sem mais reuniões

Artigo publicado pela Gartner sugere que, para reunir funcionários remotos, os gestores e suas organizações devem tornar as reuniões significativas, escolher o canal certo e conectar melhor os encontros corporativos aos seus objetivos.

Dados da empresa mostram que os funcionários que trabalham remotamente participam, em média, de uma reunião a mais por dia do que quando estavam no escritório. Mais reuniões e mais fadiga de reuniões claramente não podem ser a solução.

Quando o mundo começou a trabalhar remotamente em meio à pandemia, muitos líderes empresariais, gerentes e funcionários temeram que os funcionários fossem incapazes de criar e manter conexões com seus colegas. Em particular, estão os funcionários que foram contratados imediatamente antes ou durante a pandemia.

“Os líderes em toda a organização devem descobrir como criar os processos e mecanismos de suporte necessários para construir e manter as conexões dos funcionários, independentemente de onde seus funcionários trabalham”, disse Emily Rose McRae, diretora do Gartner.

O conselho tradicional pré-pandêmico sobre a construção de conexões de funcionários para aqueles que trabalham remotamente era realizar mais reuniões, principalmente reuniões de equipe, para garantir que os membros remotos da equipe se sentissem informados e conectados com seus colegas. Mas agora, depois de quase um ano de modelos de força de trabalho remotos e híbridos, os funcionários estão cansados ​​de reuniões.

A publicação propõe que, em vez de aumentar as reuniões, os gestores devem seguir três princípios-chave para construir conexões e redes de funcionários:

  1. Faça as reuniões que você tem significativas.
  2. Combine o meio com a mensagem.
  3. Adapte as estratégias de construção de conexão aos objetivos da organização ou da equipe.

Torne as reuniões que você tem significativas
Com mais funcionários trabalhando remotamente, muitas organizações aumentaram não apenas o número de reuniões, mas também o número de participantes nas reuniões. O objetivo era tornar as decisões e o planejamento mais visíveis para mais funcionários, mas os funcionários muitas vezes se encontram em reuniões das quais não precisam comparecer. Considere mover as pessoas para uma lista de distribuição para conclusões importantes e resumos de reuniões, em vez de adicioná-los ao convite da reunião.

Também incorpore práticas recomendadas simples e estruturadas à cultura de reuniões de sua organização. Comece cada reunião delineando as metas e os resultados desejados da reunião. Use os últimos cinco minutos para confirmar e compartilhar decisões, compromissos e próximos passos.

“Não se esqueça de otimizar problemas de áudio, vídeo e espaço de trabalho. Trabalhe com a TI para garantir que os funcionários tenham soluções de tecnologia disponíveis que suportem como eles preferem ingressar e participar das reuniões ”, diz Adam Preset, analista de diretor sênior da Gartner.

Vincule a mídia à mensagem
As conexões dos funcionários não são necessariamente construídas melhor com um meio em relação a outro. Em vez disso, escolha o canal mais apropriado para a meta. Por exemplo, canais de equipe em plataformas de colaboração de fluxo de trabalho como Microsoft Teams ou Slack geralmente funcionam melhor para threads de discussão, brainstorming e compartilhamento de ideias ou artigos, enquanto mensagens instantâneas ou bate-papo são ideais para questões urgentes ou discussões informais.

Mudar as conexões para o canal apropriado para a meta significa que os funcionários podem salvar suas videochamadas para tópicos que precisam ter espaço para nuances, tom e linguagem corporal. Isso inclui discussões ou conversas delicadas em que o tom pode ser mal interpretado quando colocado na forma escrita, como conversas de gerenciamento de desempenho e conversas de mentoria ou coaching.

Adapte as estratégias aos objetivos
Por que você deseja aumentar as conexões de funcionários em face do trabalho remoto e híbrido? Existem muitas respostas possíveis para esta pergunta – troca de ideias, envolvimento dos funcionários, desenvolvimento profissional e muito mais. Nenhuma solução de conectividade atenderá a todos esses objetivos de uma vez. Priorize as soluções potenciais que você está considerando com base em seus objetivos para construir conexões com os funcionários.

Quando a troca de ideias é uma prioridade, por exemplo, você provavelmente precisa de uma plataforma de compartilhamento de conteúdo virtual ou ferramentas como lousas digitais, que permitem o trabalho assíncrono e síncrono dentro da equipe e facilitam o feedback dentro dos fluxos de trabalho quando necessário.

Para criar uma rede de funcionários e oportunidades de desenvolvimento profissional, crie caminhos para conexões de funcionários laterais e verticais dentro da organização. Isso pode incluir plataformas de conexão de mentoria virtual, onde os funcionários podem oferecer ou solicitar treinamento em uma ampla gama de habilidades profissionais ou grupos de interesse especial opcionais sobre tópicos populares ou interesses de desenvolvimento.

Você também pode incentivar os líderes empresariais a agendar reuniões informais com pequenos grupos de funcionários que não trabalham juntos, o que oferece aos funcionários a oportunidade de conhecer um líder sênior, bem como uns aos outros.

Quando o engajamento dos funcionários for uma prioridade, garanta o reconhecimento explícito e intencional das realizações tanto das equipes quanto dos indivíduos, por meio de vários canais. A pesquisa do Gartner revela que durante períodos de interrupção, o desejo dos funcionários de serem reconhecidos por um bom trabalho aumenta em 30%.

Os empregadores também podem organizar atividades voluntárias remotas, como mentoria, corridas virtuais de caridade, redação de cartas e contato com membros idosos isolados da comunidade. Essas atividades dão aos funcionários a oportunidade de se sentirem positivamente sobre sua organização e sobre si mesmos, independentemente de sua localização.

As ferramentas de trabalho remoto das quais as organizações passaram a depender no ano passado permanecerão parte do ambiente de trabalho no futuro próximo. Os novos comportamentos digitais que se desenvolvem no ambiente remoto serão transportados na transição de volta para os escritórios físicos, especialmente quando alguns funcionários continuarem a trabalhar remotamente.

As organizações que encontrarem soluções para esses desafios mais cedo ou mais tarde estarão mais bem posicionadas para gerenciar funcionários no local de trabalho digital em rápido crescimento e evolução.

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Perspectiva da indústria a partir das tendências de marketing global de 2021

Durante a pandemia, os líderes de tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT) conseguiram responder com uma abordagem ágil para atender melhor às necessidades de seus clientes, que mudam rapidamente. A Deloitte fez um levantamento acerca do movimento e levantou as perspectivas para esse ano. Aqui estão os pontos mais relevantes.

Uma resposta ágil à pandemia global
Quer sejam consultas médicas, pedidos de comida para viagem em um restaurante ou assistindo ao mais recente sucesso de bilheteria, empresas de quase todos os setores transferiram muitas de suas experiências e interações físicas para o mundo digital. No entanto, nenhum grupo de executivos incorporou essa mentalidade digital mais do que aqueles associados à indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT).

Mais de 400 executivos foram entrevistados para o relatório de Tendências de Marketing Global de 2021 da Deloitte, e foram encontrados muitos executivos focados em melhorar a produtividade, eficiência e os processos de gerenciamento de risco. Ainda assim, os executivos de TMT responderam de forma diferente da maioria de seus pares em todos os setores. Especificamente, eles priorizaram rotineiramente a aceleração de sua mudança para plataformas digitais (47%) e o aprimoramento do engajamento do cliente (45%) em relação às jogadas mais comuns de eficiência e gerenciamento de risco.

Quando perguntaram aos executivos de TMT por que eles estão mudando para soluções mais orientadas para o digital, o principal motivo citado foi para reagir mais rapidamente às necessidades do cliente (49%), seguido pelo fornecimento de mais produtos e serviços diretamente nas casas das pessoas (44%). Mais uma vez, as duas razões motivaram todas as respostas entre os setores.

Isso se manifestou de inúmeras maneiras no ano passado. Quando os shows ao vivo em todo o mundo foram cancelados, várias marcas surgiram na ocasião para transmitir música ao vivo diretamente por meio de suas plataformas digitais. Isso inclui a série musical “Stay Home #WithMe” do YouTube, o programa de concertos virtuais “At Home with Tidal” do Tidal e o Fortnite da Epic Games apresentando o show virtual gratuito de Travis Scott para 12 milhões de espectadores, para citar apenas alguns exemplos.

Da mesma forma, quando os cinemas fecharam, muitos estúdios rapidamente mudaram seus modelos de distribuição para promover lançamentos digitais direto para casa. E, em muitos casos, esses novos modelos tiveram um sucesso incrível. Veja o lançamento do Trolls World Tour da Universal. Por meio de suas receitas de aluguel digital, a Universal ganhou mais em três semanas do que o filme original dos Trolls, feito nos cinco meses em que foi exibido nos cinemas nacionais.

Subjacente a essas histórias de sucesso, há uma advertência importante: os consumidores tomarão conhecimento de soluções bem projetadas. Além da pesquisa executiva, a Deloitte também pesquisou 2.447 consumidores globais. Desses consumidores, 66% disseram que a pandemia aumentou sua apreciação por tecnologias bem projetadas e 63% indicaram que depois que a pandemia diminuir, eles continuarão a usar tecnologias digitais com mais frequência do que antes do surto.

O caminho para o digital é uma jornada
Embora muitas empresas de TMT estejam liderando o caminho na transformação de suas ofertas e experiências digitais, percebemos que nem todas as empresas estão tão bem posicionadas para mudar de posição e “entrar na era digital”. Na verdade, se executadas de maneira precipitada ou deselegante, essas novas “soluções” podem causar mais dores de cabeça para clientes e funcionários.

Nestes ambientes em ritmo acelerado e em constante evolução, é útil reconhecer que o design de soluções digitais elegantes costuma ser mais bem visto como uma jornada. Nesse espírito, A Deloitte sugere que se inicie a jornada com três questões:

  • Onde você está mais suscetível a perder clientes (ou criar novos)? Com os muitos caminhos possíveis para a construção de soluções digitais, é importante começar com o cliente – e entender onde ele pode se beneficiar mais de uma oferta digital. Considere o impacto da pandemia na experiência de visualização do filme. Em resposta, durante todo o ano de 2021, a Warner Bros. Entertainment se comprometeu a lançar novos filmes simultaneamente nos cinemas e por 30 dias na plataforma de streaming HBO Max.4
  • Como suas soluções digitais podem elevar a experiência humana? As soluções digitais devem ser vistas como mais do que simples substituições de ofertas físicas e, em vez disso, como um meio de elevar a experiência. A seguradora residencial e de automóveis Lemonade implanta análises avançadas para processar rapidamente uma reclamação (geralmente em minutos) por meio do uso de seu aplicativo do cliente – economizando tempo para o cliente e proporcionando tranquilidade de que suas necessidades são atendidas.
  • Quem está a bordo? As empresas podem se posicionar melhor para o sucesso adotando uma visão prospectiva que integre os vários processos e sistemas que inevitavelmente interagirão com a experiência digital – e provavelmente economizarão tempo e recursos a longo prazo. Isso significa fazer um inventário das tecnologias e processos operacionais necessários para concluir a transformação, juntamente com a garantia de adesão e colaboração com as várias equipes afetadas.
    Ao responder a essas perguntas fundamentais, as marcas podem começar de uma posição de força, que atenda de forma mais holística às necessidades do cliente – tanto no mundo digital quanto físico.
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O futuro da análise de vendas promete mais impacto comercial

O futuro da análise de vendas alavanca aplicativos inteligentes e novas fontes de dados para gerar mais impacto comercial. O artigo da Gartner apresenta o que vem pela frente e nós trazemos os principais pontos da pesquisa.

Embora o futuro da análise de vendas traga consigo uma imagem mais precisa, ela é também dinâmica, trazendo o comportamento e as necessidades do comprador, o que gerará um impacto comercial significativamente maior para as equipes de vendas da linha de frente e liderança comercial.

As funções de análise de vendas que não entendem totalmente as necessidades de informação da organização maior estão perdendo a oportunidade de compartilhar insights entre as funções comerciais para conduzir uma tomada de decisão mais coesa”, disse Steve Rietberg, analista diretor sênior do Gartner.

Alinhe as partes interessadas em uma visão, priorize os casos de uso para análise de vendas e, em seguida, estabeleça a governança, eleve a alfabetização em dados e priorize tecnologias de análise
Saber o que caracterizará análises de vendas valiosas no futuro oferece aos líderes de operações de vendas um conjunto de objetivos pelos quais se empenhar, para que possam prometer mais valor às partes interessadas.

Onde a análise de vendas é insuficiente hoje
Para aumentar a receita, as equipes de vendas precisam de insights precisos sobre os compradores e seus comportamentos e intenções, mas a análise de vendas de hoje está cada vez mais inadequada para a tarefa devido às mudanças nas condições, como:

  • Maior preferência dos compradores por canais digitais, de modo que os dados do pipeline fornecidos pelo vendedor são menos valiosos como uma entrada para análises de vendas
  • A complexidade dos negócios e a proliferação de fontes de dados, o que obscurece o insight da análise de vendas
  • A incerteza dos líderes de operações de vendas sobre a melhor forma de investir em tecnologias como inteligência artificial (IA), que poderia gerar análises mais preditivas e prescritivas e esclarecer o cenário

Mais análises aumentadas e menos painéis
Um grupo de recursos de aplicativos inteligentes, conhecidos coletivamente como análises aumentadas, pode automatizar a preparação de dados; estruture e marque essas informações de maneira inteligente para análise posterior; e use o aprendizado de máquina para descobrir e fornecer insights diretamente para vendedores e gerentes – sob demanda, bem a tempo ou mesmo antes que os usuários façam uma pergunta.

As soluções de análise aumentada melhoram muito a precisão dos dados porque o software de automação da força de vendas (SFA) pode executar muitas das tarefas ineficientes e sujeitas a erros que historicamente ficavam entre os dados brutos e o acesso universal aos insights de vendas. Essas análises aumentadas fornecem liderança comercial e de linha de frente com acesso contínuo aos insights de que precisam para ter sucesso.

Inúmeras novas entradas de dados desbloqueados por “X analytics”
Uma classe emergente de tecnologia inteligente – o que o Gartner chama de “análise X” – pode capturar muitas das informações de processos de negócios não estruturados que resistiam à medição no passado. O X analytics pode detectar, avaliar, extrair e organizar dados de texto escrito, palavras faladas e gravações de vídeo.

As entradas que se prestam a essa tecnologia incluem novas fontes, como dados da Internet das Coisas (IoT). Por exemplo, dados de sensores de equipamentos de fabricação podem mostrar que um componente está operando de maneira ineficiente, indicando uma oportunidade para o fornecedor vender ao cliente uma unidade mais moderna e econômica.

Inteligência contínua sobre os compradores em tempo real
Poucas organizações de vendas têm uma visão suficientemente integrada das interações digitais e não digitais de um comprador. Menos ainda têm a tecnologia para interpretar esses sinais, avaliar o andamento de uma decisão de compra e recomendar as próximas etapas.

A tecnologia de inteligência contínua resolve esse problema integrando o suporte à decisão analítica diretamente nas atividades de negócios do dia-a-dia do público – em tempo real. A inteligência contínua baseia-se em várias tecnologias, incluindo X analytics. Sinais de rastreamento ao vivo extraídos dos dados de atividade de vendas são combinados com dados atuais e históricos para derivar insights de suporte à decisão. Eles são enviados aos usuários apenas quando eles precisam deles.

Construir o ecossistema necessário para um modelo de inteligência contínua funcional é um esforço de vários anos, mas a recompensa é uma visão mais clara do processo de decisão de compra em todos os canais.

Ciência de dados democratizada e IA
As organizações de análise de vendas atualmente precisam de especialistas em ciência de dados para visualizar, desenvolver e aproveitar o potencial da análise aumentada, inteligência contínua e inovações semelhantes vinculadas à IA.

Mas a inteligência nativa dentro dessas tecnologias em breve estenderá o acesso à análise de vendas de forma mais ampla em toda a organização no dia a dia. Com essa democratização, os consumidores finais de análise de vendas (dentro de vendas e além) dependerão menos de especialistas em análise de vendas para entender, modelar e responder a muitas perguntas ad hoc.

A importância da coordenação próxima entre a análise de vendas e os tecnólogos corporativos (líderes corporativos de TI e inteligência de negócios) se tornará ainda mais importante à medida que essas tendências se consolidarem. A governança de dados será crítica para garantir grades de proteção e pontos de controle bem projetados, uma vez que o acesso se estende além dos silos de funções de negócios.

Personalização substitui análises de tamanho único
A expansão da tecnologia de IA trará um foco mais nítido às diferenças nas necessidades analíticas de múltiplos públicos. Para usuários estratégicos e centralizados de análises de vendas (CSOs, colegas executivos e EVPs das principais divisões, por exemplo), a IA aprimorará a tomada de decisões sinalizando padrões e prevendo resultados amplos melhor do que os humanos.

Para os próprios vendedores, a funcionalidade de análise aumentada melhorará a tomada de decisões de curto e longo prazo. Exceto para as configurações transacionais mais padronizadas (por exemplo, um call center de alto volume), o valor que os vendedores recebem virá na forma de suporte de decisão baseado em dados no nível de portfólio, conta e oportunidade.

Por fim, a tecnologia de IA aprenderá a fornecer análises de vendas sob medida para vendedores, clientes e produtos específicos. À medida que essas análises de vendas just-in-time se tornam comuns, a abordagem tradicional de tamanho único – personalizar painéis para funções – se tornará menos onipresente. Em seu lugar, surgirá a chance de criar novos insights analíticos, aprimorados por um foco mais estreito em públicos e casos de uso específicos.

Comece agora: crie um roteiro para migrar para análises de vendas adequadas ao futuro
Compreender essas tendências de análise de vendas ajudará os líderes de operações de vendas a determinar como priorizar o caminho de melhoria para sua própria organização. O roteiro de análise de vendas do Gartner prevê conjuntos de iniciativas que se complementam ao longo do tempo, com base em uma avaliação sincera do estado atual, objetivos claros do estado futuro e cronogramas para atingir marcos e objetivos importantes.

“Os líderes de operações de vendas devem alinhar as partes interessadas em uma visão, priorizar casos de uso para análise de vendas e, em seguida, estabelecer governança, elevar a alfabetização de dados e priorizar tecnologias de análise”, diz Rietberg. “Esses objetivos levarão tempo, mas podem ser reduzidos a marcos tangíveis e atingíveis.”

Os líderes de operações de vendas podem personalizar e priorizar o plano de acordo com os estados atuais e futuros de sua própria operação de análise de vendas, mas a evolução para a maioria será a seguinte:

  • Tarefas de curto prazo fornecem benefícios imediatos e criam uma base para o sucesso, concentrando-se na definição e comunicação de uma visão para o futuro da análise de vendas.
  • As tarefas de médio prazo aumentam o alcance da governança de dados, melhoram ainda mais a alfabetização em dados e expandem a tecnologia para oferecer suporte à venda multiexperiência.
  • Tarefas de longo prazo sustentam os benefícios de análises de vendas aprimoradas por meio de educação, métricas e comunicação contínuas.
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Passar confiança sempre será um hype para as marcas

A Deloitte trouxe um report sobre as promessas que as marcas mantêm – ou deveriam manter. A pesquisa reforça que quando as empresas podem combinar entrega com suas mensagens, a confiança floresce.

Para construir confiança nestes tempos turbulentos, as marcas devem olhar além da demografia para o que as pessoas valorizam – e garantir que suas promessas estejam em sincronia com sua capacidade de cumpri-las.

A confiança pode significar muitas coisas dentro das organizações. Mas, para os consumidores, é basicamente se as marcas cumprem suas promessas. O trabalho do profissional de marketing? Garantir que as mensagens correspondam ao momento – e ao que seus clientes valorizam.

Obviamente, a COVID-19 – como qualquer outra crise – destacou a relação entre marca e confiança. E algumas marcas tiveram dificuldade em gerenciar sua reputação. Em pesquisa da Deloitte com 2.447 pessoas em oito países, 66% dos entrevistados conseguiram se lembrar de quando as marcas agiam em interesse próprio – como aumentar os preços de itens essenciais. Mais de um em cada quatro entrevistados concordou fortemente que tais ações os estimularam a se afastar da marca em questão – um golpe para os resultados financeiros também.

Em retrospectiva, é fácil ver como as marcas podem ter errado o alvo ao aprimorar suas mensagens e cumprir as promessas. Mas as marcas que buscam ganhar confiança devem começar avaliando se suas promessas estão de acordo com os valores de seus funcionários e clientes.

A proposição de valor
Historicamente, o marketing leva em consideração dados demográficos, como localização, idade, sexo, etc., enquanto elabora mensagens que (com sorte) ressoam com o cliente. Mas os dados demográficos são realmente uma espécie de “melhor palpite” de atender às necessidades das pessoas e prever suas ações futuras. Em vez disso, quando os profissionais de marketing falam diretamente sobre o que as pessoas valorizam, eles podem criar um vínculo mais forte com o comportamento do cliente. Por quê? Os valores informam os sentimentos, que por sua vez tendem a influenciar as ações.

No contexto do COVID-19, trata-se de descobrir o que é importante para as pessoas hoje em dia – e falar diretamente a esses valores. Por exemplo, com o aumento da pandemia, o controle, como um valor central, aumentou em importância em 31% para os entrevistados. Marcas de sucesso pareciam dar aos consumidores mais controle sobre como eles eram capazes de usar um produto ou serviço.

Estudos de caso:

  • A nova Divisão de Limpeza Global da Delta Air Lines dentro de sua organização de experiência do cliente reinventa seus padrões de limpeza
  • Na WW International (antiga Weight Watchers), o diretor de pessoal é responsável por fornecer todas as partes da experiência do funcionário
  • Patagonia, uma marca internacional de roupas para atividades ao ar livre, vincula de forma transparente sua promessa de cadeias de suprimentos éticas – e condições de trabalho – com a entrega de seus produtos finais.

Cuidado com o vão
A confiança é um elo fundamental entre o comportamento da marca e o comportamento do consumidor. Em nossa pesquisa com 3.000 clientes e 4.500 funcionários baseados nos Estados Unidos, a Deloitte identificou quatro atributos – humanidade, transparência, capacidade e confiabilidade – que medem a confiança na marca e, mais importante, influenciam o comportamento futuro. A humanidade e a transparência refletem as intenções de uma marca, enquanto a capacidade e a confiabilidade demonstram sua competência em cumprir essas intenções.

Para ilustrar, se uma marca diz que o bem-estar do funcionário é uma prioridade, mas faz as pessoas trabalharem em um ambiente inseguro, há uma lacuna clara entre suas intenções e competência. A pesquisa confirma a importância de fechar essa lacuna. Os clientes têm duas vezes mais probabilidade de ser compradores recorrentes quando acham que uma marca é capaz de cumprir as promessas.

Fazer com que a confiança seja importante para todos
Garantir o alinhamento entre as intenções e a competência de sua marca geralmente exige mais do que apenas uma boa estratégia criativa. Normalmente requer uma estratégia de confiança que eleve consistentemente a experiência humana para os clientes, funcionários e parceiros de negócios da marca. Lembra do propósito da empresa? Sua proposta de confiança deve refletir a mesma escala.

Embora algumas empresas estejam estabelecendo novas funções para supervisionar os diferentes aspectos de sua estratégia de confiança, isso requer coordenação de nível executivo para tornar a confiança um imperativo em toda a organização.

A confiança é a lacuna entre a mensagem e a entrega. A boa notícia: as organizações agora têm as ferramentas para preencher essa lacuna e criar algo em que as pessoas possam confiar para satisfazer suas necessidades.

Traga confiança para a vida
Imagine maneiras de gerar confiança em sua organização:

Identificar
Examine sua mensagem: ela se alinha à humanidade e à transparência? A sua marca é capaz de cumprir essas intenções? Você identificou áreas em que pode aumentar a confiança?

Amplificar
Como você abordará a importância da confiança na organização de marketing e na empresa como um todo? Você conseguiu o apoio do C-suite?

Meça e evolua
Você está medindo e refinando suas mensagens à medida que os valores de seus clientes mudam? Como você pode medir a confiança?