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Para quem quer sair ganhando sempre

Quando o assunto é negociação, quem é que não quer estar na vantagem e “sair ganhando”?

As escolas de negócios ensinam isso, os gurus corporativos reforçam isso, as lideranças exigem isso.

Tanto que é comum ouvir as frases quase proverbiais “nunca entro em uma negociação para perder”, “de um bom negócio bastam cem por cento”, “negócio bom é antes de tudo bom para mim”, “primeiro os meus interesses, depois os interesses dos outros”, “amigos, amigos, negócios à parte”. … entre tantas na mesma linha, apesar da voz corrente socialmente responsável em que todos os envolvidos em uma negociação, inclusive a natureza e a comunidade, deveriam ganhar de forma equilibrada no conhecido “ganha, ganha, ganha”. Na prática, será que é assim?

E para você? Quais as suas bases para fazer uma boa troca, uma boa negociação?

Enquanto você reflete e antes de chegar a uma conclusão, compartilho algumas regras sociais de trocas em culturas arcaicas, vinculadas a um complexo circuito de obrigações e interesses que organizam relações sociais e econômicas para a sua inspiração e, quem sabe, revisão de conceitos.

Em diversas tribos, ainda hoje, as trocas desempenham funções sociais, culturais, religiosas, morais, econômicas, e as relações são estabelecidas com base em contratos que preveem a reciprocidade nas iniciativas de dar, receber e retribuir. Receber algo, mais que uma oferta voluntária, é o início de uma negociação e, a partir daí, a circulação de bens se estabelece, considerando não o valor intrínseco de cada objeto, mas valores simbólicos e culturais.

Para nós, por exemplo, o ouro é uma commodity; seu peso tem um lastro, seu valor é estabelecido por um mercado internacional e pode-se adquiri-lo em relações de compra e venda. Para essas sociedades, colares de conchas podem ser mais valiosos que o mais precioso dos metais para nós, dependendo de quem entrega, do ritual que envolve essa troca, dos interesses nesse processo. Não adianta querer ter; você precisa ter prestígio e reputação para poder obter e ser reconhecido por essa posse.

Esse sistema estabelece fortes vínculos entre as pessoas, encurta os processos, facilita a conciliação em conflitos e cria uma cidadania — diferente do que conhecemos por cidadania —, que estrutura os direitos básicos e organiza as regras de trocas primordiais para a subsistência das sociedades. Especialmente porque estas trocas geram afetos, desafetos, obrigações, relacionamento, vínculos, memórias e histórias — a grande teia de intenções, ações e reações da reciprocidade.

Esse sistema é orgânico e interativo, estruturando um universo complexo de relações em permanente movimento, inseridas em contextos tanto coletivos quanto individuais. Confira aqui a visão de cinco dos inúmeros estudiosos do assunto, e veja como muitas vezes, mesmo para pessoas mais bem-intencionadas, os interesses são significativamente distintos destes:

• Goffman chama de tie-signs (laços de reciprocidade) essa geração de vínculos considerando que cada troca, assim como tudo o que tangibiliza essa troca, é intencional e objetiva uma imagem de si e do outro, expressando emoções, interesses, objetivos e, especialmente, afetos. Nas suas relações negociais, o que significa “gerar resultados” para você?

• Para Godbout , o “valor de vínculo” afere valor a objetos, serviços, gestos e outras representações no universo dos relacionamentos para considerar o quanto efetivamente valem no fortalecimento dos laços entre as pessoas. Trata-se de uma dimensão subjetiva, que escapa ao cálculo e gera um complexo sistema envolvendo a retribuição de emoções, sentimentos e gratidão, para além dos objetos. Mais que reações de apreciação ou aceitação, consideram-se os fenômenos químicos e físicos despertados com a troca, que estimulam novas ações: de status aspiracional, quando há o interesse de retribuir para demonstrar o que se sentiu ao receber; de imposição pessoal, quando a pessoa se projeta no objeto da troca; e de lógica do consumo, a retribuição proporciona uma experimentação equivalente. Quais as suas expectativas com uma negociação? Retribuir faz parte deste processo?

• Na visão de Simmel , a gratidão é o suplemento emocional da obrigação de retribuir, proporcionando laços de interação. Não integrar a gratidão na circularidade das relações é interromper um poderoso circuito de construção de valores e distribuição de reconhecimentos, tão em falta nos nossos dias. No dia-a-dia de trabalho, você valoriza e expressa a sensação de gratidão?

• Hobbes , inspirado na obra Leviatã, debate a disparidade ou a desproporcionalidade que pode ser gerada pelas trocas: “os benefícios criam obrigações, e as obrigações são uma servidão, e as obrigações que não podemos quitar são uma servidão perpétua, o que, para um igual, é odioso”. Traduzindo, para aqueles que recebem algo com valor maior do que podem retribuir, a sensação não é de alegria, e sim de obrigação. Uns chamam de “levar vantagem”; e para você como é receber a mais sem contribuir e nem compartilhar?

• Marcel Mauss descreve que “a própria palavra interesse é recente, de origem técnica contábil: interest, em latim, que se escrevia nos livros de contabilidade referindo-se aos rendimentos a receber. Nas morais antigas mais epicurianas, é o bem e o prazer que se busca, e não a utilidade material.” Nas trocas que você efetiva no e com o mercado, quais os seus “verdadeiros interesses”?

“Só então as pessoas saberão criar e satisfazer interesses mútuos, e, finalmente, defendê-los sem precisar recorrer às armas. Foi assim que o clã, a tribo, os povos souberam — e é assim que amanhã, em nosso mundo dito civilizado, as classes e as nações e também os indivíduos deverão saber — se opor sem se massacrar, dando-se uns aos outros sem se sacrificar. Esse é um dos segredos permanentes de sua sabedoria e de sua solidariedade.”

Finalizando, queiramos ou não, junto tudo com o que se troca em cada pequena negociação segue um lastro invisível, de significado e código específico, gerando valores inestimáveis e ao mesmo tempo muito precisos para a satisfação individual e para a sobrevivência de todos. Estudar essas relações é um laboratório de pesquisas para a formulação de teorias sobre a natureza da vida social e da diversidade cultural, estabelecendo o lastro relacional da humanidade, com sua diversidade de tradições e crenças nas mais variadas civilizações. Especialmente hoje, em que “sair ganhando” não é mais o que costumava ser.

Tem interesse em ganhar? Experimente ganhar em conjunto, pensando nas interdependências de cada ganho de forma sistêmica. #ficaadica para quem não perde um bom negócio!

Marina Pechlivanis é sócia-fundadora da Umbigo do Mundo, empresa de comunicação que atua com metodologias de posicionando e cultura corporativa para marcas e lideranças

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Blog Estratégia & execução

O legado de 2020 (e como se preparar para 2021)

O ano de 2020 foi cheio de desafios e antecipação de diversas tendências tecnológicas para as empresas e para seus colaboradores. Sem dúvida, um dos anos mais atípicos dos últimos tempos que finaliza sem que nos deixe com saudades, mas repleto de aprendizados e mudança de mindset.

Mas, o que aprendemos com todas essas transformações e como se preparar para a chegada de 2021? Posso garantir, que o papel do líder, sempre tão discutido por especialistas em gestão e RH, mudou para sempre. Assim como a importância da comunicação e a empatia, que com certeza foram as habilidades mais postas à prova e que influenciaram o ritmo das equipes.

O próximo ano será o xeque-mate sobre o papel dos líderes dentro das corporações. 2021 cobrará todos esses novos aprendizados e tendências apresentadas em 2020. O trabalho com equipes multidisciplinares, autonomia, gestão transparente e feedbacks, serão palavras de ordem no próximo ano. A partir de agora, as lideranças precisarão estar mais próximas aos seus times, conhecendo e estimulando as principais habilidades e desafios de cada um. Por isso, o conceito accountability deve estar na ponta da língua dos gestores e empresas.

Empatia é outro conceito que deve permear no ano que vem, mas com certeza deve ser um aprendizado para a vida. O ato de se colocar no lugar do outro e demonstrar interesse genuíno nos anseios do próximo, nunca foi tão discutido. E preocupações em entender as reais necessidades, aflições e angústias foi entendido dentro e fora do ambiente corporativo. Finalizamos esse ano mostrando para as companhias que a vida pessoal dos colaboradores é tão importante e um influenciador potente no desenvolvimento profissional de cada um.

A relação dos colaboradores com o digital também sofreu profundas mudanças. Está mais claro do que nunca que só entender as funções básicas não é mais possível. As pessoas foram obrigadas a entender como a tecnologia influencia as relações e como ela pode ser uma ferramenta poderosa no desenvolvimento e crescimento tanto de pessoas como de empresas.

Voltar não será mais possível, e arrisco a dizer que ainda bem que não será. 2020 possibilitou antecipar mudanças que talvez demorariam anos para sair do papel. E, principalmente, nos mostrou que é possível sempre mudar de caminho, seja para frente, para o lado e até mesmo para trás. Talvez esse seja o maior legado deste ano. 2021, ainda é um mistério, mas porque não começar a se preparar agora?

Paulo Lira é coordenador e supervisor acadêmico da HSM University

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Blog Finanças & Cenários

Como problemas de saúde financeira podem impactar na vida dos colaboradores?

Antes de abordarmos esse tema, é importante voltar um passo e explicar o que é saúde financeira. De forma bem objetiva, podemos falar que ter saúde financeira é saber administrar bem seu dinheiro e conseguir evitar dívidas. Pode até ser uma explicação simplista, chegando a parecer óbvia, mas achar esse equilíbrio entre o que você ganha e o que pode gastar não é uma tarefa fácil e, atualmente no Brasil, é algo bem distante da realidade da maioria da população.

De acordo com os dados de um estudo do SPC Brasil e CVM (Comissão de Valores Imobiliários), apenas 10% dos brasileiros estão preparados para lidar com alguma despesa inesperada, 27% temem que o dinheiro não dure o mês todo e 64% vivem no limite do seu orçamento. Os números são alarmantes e tratar desse assunto é urgente.

O estresse financeiro tem um impacto direto em questões emocionais, pode causar irritabilidade, fadiga, falta de sono, entre outros sintomas. Podemos dizer que a saúde financeira é um pilar importante para o nosso bem estar geral e devemos olhar para ela com o mesmo cuidado que olhamos para a nossa saúde física e mental. Ter problemas em qualquer uma delas, significa afetar diretamente
outra área.

Entrando no âmbito de como a saúde financeira do seu colaborador pode afetar o desempenho dele na organização, a primeira pergunta a se fazer é: o que está acontecendo com ele e como posso ajudá-lo? Ter esse entendimento da situação e saber como orientá-lo é fundamental para que o problema comece a ser resolvido. Um colaborador que vivencia um estresse financeiro apresenta impactos negativos em sua produtividade, pois sua falta de concentração causa maior distração no trabalho e por consequência diminui a sua entrega. O ciclo é ainda maior, pois ele sabe que não está apresentando seu potencial máximo, resultando em baixa autoestima no ambiente de trabalho, ansiedade, irritabilidade, falta de motivação, entre outros.

Um estudo realizado em 2019 pela PWC, mostra que 49% dos colaboradores gastam cerca de 3 horas por semana lidando com questões de finanças pessoais – ou seja, são 20 dias por colaborador a cada ano, dedicados exclusivamente a questões financeiras. Com base nesses números, e na minha experiência, quero reforçar o quanto é necessário criarmos programas de orientação financeira direcionados aos profissionais.

Para fazer tudo isso acontecer, é preciso ter uma gestão próxima e atenta aos sinais que o time está demonstrando, pois oferecer benefícios práticos, acessíveis e transparentes, faz a empresa ajudar o colaborador de forma rápida e eficaz.

Mirian Travain é Diretora de RH, da Xerpa. Psicóloga de formação pela PUC de Campinas, possui Certificate in Business Administration pelo Insper e estuda Neurociência e Comportamento pela PUC-RS. Tem experiência em áreas, como recrutamento, Employer Branding, desenvolvimento organizacional, treinamento e cultura.

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5 propulsores do consumidor no mundo pós-COVID-19

Produzido pela WGSN, consultoria global de tendências de consumo, o relatório Mudança de Valores – Os propulsores do consumidor e as estratégias para driblar a recessão no mundo pós-pandemia aponta cinco movimentos que devem orientar consumidores após o cenário de pandemia.

Os pilares do material são baseados nos impactos de meses de incerteza, insegurança, mudanças e isolamento social – e as respostas de empresas e pessoas a esse contexto. Confira abaixo os principais pontos apontados pelo estudo e as estratégias recomendadas para atender a essas demandas.

1 – Ansiedade financeira
Mesmo com algumas regiões retomando parte do ritmo das atividades econômicas, a desaceleração no consumo e a preocupação com a iminência de uma crise permanecem ao redor do globo. Nesse cenário, formado pelo aumento na escolha de serviços e produtos, é necessário apresentar soluções de valor agregado e multifuncional.

2 – Preocupação com a saúde
Além dos riscos de contaminação e da gravidade dos sintomas da COVID-19, a expansão global da pandemia gerou impactos significativos sobre a saúde mental das pessoas. A preocupação se estende ao bem-estar de amigos, familiares e colegas de trabalho. Para responder a essa demanda, o relatório aponta oportunidades ligadas a tecnologias que atuem sobre a limpeza e esterilização de utensílios e ambientes.

3 – Síndrome de solidão
Os desdobramentos emocionais sobre a digitalização das relações humanas foram alavancados pelo longo período de isolamento social. Neste contexto, o relacionamento com os consumidores demandará estratégias que passem por experiências convergentes entre físico e digital (figital), conexão a redes de comerciantes e fornecedores locais e criação de touchpoints para comunidades.

4 – Busca pela verdade
A crise de desinformação durante a pandemia ressaltou a importância da criação e proteção de fontes de dados e notícias confiáveis. A partir de agora, empresas com políticas transparentes de dados e comunicação devem ganhar cada vez mais espaço entre os consumidores.

5 – Medos e inseguranças
O medo sobre o presente e o futuro ficou enraizado em praticamente todas as camadas da população. Embora estejam retomando alguns hábitos cotidianos, muitas pessoas ainda estão receosas em realizar atividades simples. Investir em experiências ao ar livre, ambientes acolhedores e soluções de assepsia podem ser alguns caminhos para amenizar esse sentimento de insegurança.

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No holofote as mais recentes fortalezas do RH: comunicar para inspirar

Com a crise provocada pelo novo coronavírus e a imposição do trabalho remoto de maneira tão radical e repentina em 2020, o RH se tornou a área da empresa mais requisitada para soluções das urgentes e imprevisíveis necessidades geradas pela quarentena, principalmente no que se refere à Comunicação e à Educação Corporativa.

Diante do isolamento social, estamos todos mais expostos a crises de insegurança, de autoconfiança e incerteza sobre a empregabilidade. Por isso, a comunicação e o estreitamento das relações funcionam como um antídoto para suavizar estes sintomas tão específicos. As pessoas querem ser ouvidas, ter as suas ansiedades validadas, e encontrar no RH e em suas lideranças uma mentoria empática. É imprescindível que se comunique com mais frequência permitindo que o colaborador se sinta mais à vontade para expor suas sugestões, reclamações, desafios, questões pessoais e profissionais.

Ou seja, a comunicação ativa se tornou a prerrogativa deste momento. Neste sentido, o RH tem sido valorizado como área estratégica e aplaudido em muitas empresas ao se associar com outros times e levantar a bandeira da comunicação clara, inspiradora e transformadora. Lidar com o Novo Normal, requer de nós inteligência emocional e comunicação assertiva.

Recentemente, uma pesquisa realizada com os CEOs da Fortune 500, mostrou que 75% do sucesso no trabalho a longo prazo depende crucialmente das habilidades comportamentais e apenas 25% do conhecimento técnico.

Isso não é novo. O que é novo é a intensidade e a velocidade em que fomos postos à prova para utilizar estes soft skills em um cenário caótico, com tantos estressores. Trabalhar em um ambiente 100% virtual traz aos líderes, a missão de olhar atentamente para a saúde emocional dos seus colaboradores e oferecer o suporte necessário. Para gerar engajamento, é imprescindível monitorar, dar conforto e apoiar os colaboradores. A inteligência emocional, torna-se então a competência comportamental chave. Vale ressaltar que a IE não é só o controle das emoções como naturalmente alguns pensam, mas sim a nossa capacidade de nos percebermos, gerenciarmos as emoções, termos empatia pelo
outro, e claro, saber nos relacionarmos.

As pessoas não estão só mais vulneráveis, elas também estão mais conectadas. Percebemos uma ressignificação no papel das redes sociais, anteriormente utilizadas como um meio de comunicação com o público externo e uma excelente ferramenta de marketing, passam a ser agora um potente instrumento de engajamento da empresa com o colaborador, seja o grupo de whatsapp organizado pelos times para garantir a comunicação
em tempo real, seja pelo grupo do facebook que passa agora a ser um veículo para compartilhar temas relevantes.

Na prática, o mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) se colocou diante de nós de maneira avassaladora. A agilidade oferecida pelos meios digitais é uma grande aliada na disseminação da informação, auxiliando a oferecer a transparência tão valorizada. Esse é um grande avanço, pois até bem pouco tempo a postura do time do RH era de proteção às informações.

Esse é o momento de não termos vergonha ou medo da vulnerabilidade. As pessoas estão mais abertas a demonstrarem as suas dificuldades. Uma vez que líderes e RHs estão atentos ao cenário e com o mapa das competências e oportunidades de desenvolvimento dos seus times, chegou a hora de comunicar para inspirar: na forma, no conteúdo e no timing.

Como exercício de reflexão, convido você a preencher a Roda do Diagnóstico (na imagem que abre esse artigo). Preencha de 1 a 10 todos os elementos, pensando nos últimos seis meses. Considere o contexto e a cultura da sua empresa e utilize como pano de fundo nesta ferramenta. Ao terminar, faça uma avaliação do todo.

Observe as macro áreas e invista tempo nas notas abaixo de seis, pois são as que merecem um plano de ação. Quando administrada de forma equivocada, a comunicação ineficaz pode aumentar as chances de mal-entendidos, prejudicar os relacionamentos, quebrar a confiança, aumentar a hostilidade, até nuances como a escolha da palavra, o tom da voz e os elementos da fala. Para lidar com estas dificuldades, compartilho algumas práticas úteis:

1) Faça a informação transitar da base para os executivos e também no sentido contrário. O RH é que vai, por meio da comunicação interna, manter a direção e a visão da companhia de forma clara. Ele vai apontar quais são os desafios que a empresa está enfrentando, mas também as medidas tomadas para superar esse momento.

2) Capacite continuamente: foque nas competências-chave para as funções e áreas, e principalmente mapeie as necessidades que surgiram nos últimos meses.

3) Esteja nas redes, engaje, publique conteúdo relevante e esteja próximo, mesmo distante fisicamente.

4) Cuide com o excesso de comunicados por email, que muitas vezes não são lidos.

5) Priorize suas comunicações, pense sempre em seu pessoal interno primeiro. Seus funcionários não devem se surpreender com uma reportagem da mídia, devem ouvi-la primeiro da organização.

6) Seja sistemático e estratégico. Crie um calendário com datas regulares. Avalie a eficácia.

7) Estabeleça metas claras e o resultado chave que pretende alcançar com cada comunicação e treinamento. E busque formas para medir o cumprimento da meta estabelecida.

8) Combine ações com palavras. Faça o que você diz que vai fazer. Caso contrário, você prejudica sua credibilidade e os colaboradores têm menos probabilidade de acreditar ou levar a sério as comunicações futuras.

9) Treine os gerentes sobre como se comunicar e forneça as ferramentas necessárias para que todos tenham sucesso.

O fato é que todos crescemos e aprendemos ao enfrentar adversidades. Nossa consultoria levou conhecimento, compartilhou ferramentas, customizou treinamentos, voltados para as competências do novo normal. Se antes enfrentávamos algum tipo de resistência sobre a eficiência da educação à distância, conseguimos apoiar parceiros e clientes, quebrando barreiras geográficas e utilizando a tecnologia ao nosso favor. Estamos muito contentes por poder fazer a diferença e ver o RH ganhar força e protagonismo.

Shana Wajntraub, Psicóloga, especialista em Neurociências e em Soft Skills. CEO da Eleve Consulting e Professora da HSM

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Como a gamificação pode ajudar nas finanças pessoais?

“Como fazer a declaração de imposto de renda?”, “O que é melhor, investir na poupança ou no tesouro direto?”, “Meu Deus, onde foi parar meu dinheiro?”. Essas são algumas das questões levantadas quando falamos de organização financeira. Segundo um levantamento realizado em abril pelo Ibope Inteligência, apenas 21% dos brasileiros das classes A, B e C tiveram algum tipo de educação financeira durante a infância. Deste grupo, cerca de 15% só aprendeu sobre finanças pessoais depois de adulto.

Mas, ao contrário do que parece, compreender e ter uma relação melhor com o seu dinheiro não precisa ser algo complicado. Neste contexto, a gamificação pode ser uma boa alternativa para compreender de forma rápida, simples e divertida como gerenciar seus recursos.

Do inglês gamification, o método consiste no uso de mecânicas e características de jogos para engajar, motivar comportamentos e facilitar o entendimento de pessoas em situações do dia a dia. Em suma, a gamificação é a utilização de elementos de jogos em diversas situações de nossas vidas.

Com uma linguagem mais lúdica, a técnica consegue tornar diversos assuntos muito mais interessantes, incluindo aprendizados sobre finanças. Hoje é possível encontrar diversas plataformas online que disponibilizam seus conteúdos de forma gratuita utilizando essa metodologia, e que acabam atingindo uma parcela maior de público do que uma universidade ou cursos pagos, por exemplo.

Outro benefício se encontra no aprimoramento do aprendizado, uma vez que a utilização da gamificação torna o assunto mais persuasivo e lúdico. Por utilizar recursos visuais e uma linguagem mais simples, o mecanismo facilita a introdução da educação financeira até mesmo na infância. Assim, a criançada aprende desde cedo a importância de cuidar do próprio dinheiro, evitando problemas futuros.

Além de auxiliar no controle de despesas, alguns jogos também dão a base necessária para realizar pequenos investimentos e, quem sabe, dar o pontapé que precisava para abrir o tão sonhado negócio próprio. Neles, é possível ter noções básicas de micro e macroeconomia, planejamento e execução de vendas e até mesmo técnicas de liderança e gestão.

Outra vantagem é a utilização dos simuladores. Um bom exemplo é o jogo The Sims, que é capaz de simular, de forma mais lúdica, a sua vida criando personagens que vão ao trabalho e precisam cuidar de suas próprias despesas. Já para aqueles que desejam ver algo mais operacional e com grau de complexidade maior, também é possível encontrar na internet simuladores de ações como as da Bolsa de Valores, por exemplo.

A lista de benefícios que a gamificação pode trazer para o dia a dia é enorme e ela tem sido uma ferramenta muitas vezes indispensável em vários âmbitos da vida, fornecendo informações de forma divertida e acessível para diferentes idades, sendo um dos métodos de aprendizado mais democráticos atualmente. Assim, todos têm a oportunidade de assumir o controle da própria vida e não ficar mais refém das próprias dificuldades.

Samir Iásbeck é CEO e Fundador do Qranio, plataforma mobile de aprendizagem que usa a gamificação para estimular os usuários a se envolverem com conteúdos educacionais em todos os momentos.

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4 estratégias para promover a segurança em modelos de trabalho presenciais

Em meio às previsões sobre a disponibilização de vacinas e a duração da pandemia, muitas empresas já começam a desenhar planejamentos mais consistentes para modelos de trabalho híbridos e presenciais.

Para apoiar organizações de diversos setores neste momento, a HSM e o Hospital Sírio-Libanês criaram o Diretrizes para a Retomada, uma série de conteúdos que tem como objetivo ajudar escolas, escritórios e consultórios a retomarem atividades presenciais com segurança para parceiros, clientes e colaboradores. Conheça abaixo algumas das principais estratégias apresentadas pela iniciativa. 

Padronize os procedimentos

Além das políticas e protocolos estabelecidos por órgãos públicos, é preciso criar rotinas específicas para diferentes tipos de atividades e operações. Esses processos devem ser descritos de forma clara e didática, em materiais de divulgação e manuais de fácil acesso a qualquer colaborador. 

Invista em relações de confiança

Estabelecer laços de confiança entre gestores, colaboradores, clientes e parceiros é o primeiro passo para consolidar planos de procedimento relacionados à modelos de trabalho híbridos ou presenciais. Para isso, é necessário estabelecer canais de comunicação transparentes, que gerem visibilidade e conscientização sobre medidas de proteção e responsabilidades individuais relacionadas à preservação da saúde coletiva.    

Administre os conflitos

O retorno às atividades presenciais pode despertar diversos tipos de sentimentos entre os colaboradores. As incertezas sobre o período que estamos vivendo pode deixar equipes ainda mais sensíveis a esse processo. Por isso, é importante abrir canais de escuta e comunicação para acolher e administrar os diferentes graus de expectativa e ansiedade em que cada pessoa se encontra. 

Incentive a responsabilidade individual

Com os laços de confiança estabelecidos e os conflitos equilibrados, o próximo passo é despertar o senso de responsabilidade e comprometimento individual a favor do bem coletivo. Esse processo pode começar por medidas simples, como a conscientização da necessidade de isolamento em caso da identificação de sintomas como cansaço, febre e perda de olfato.

Prepare a sua empresa para a retomada do trabalho presencial. Faça o planejamento com as orientações do Diretrizes para a Retomada, conteúdo desenvolvido pela HSM e pelo Hospital Sírio-Libanês. Adquira agora

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5 dicas para organizar o seu orçamento emocional no final do ano

Enquanto ainda lidamos com os impactos de uma das mais graves crises das últimas décadas, nos vemos às voltas com a ascensão de outra pandemia silenciosa: os problemas de saúde mental. A falta de respostas concretas sobre temas como evolução de curvas de contágio, ondas de transmissão e disponibilização de vacinas deve continuar a acirrar sentimentos de ansiedade e preocupação nos últimos meses do ano. 

Uma das principais referências em inteligência emocional do país, Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, recomenda a criação um orçamento emocional para ajudar a atravessar o período de incerteza que deve continuar a nos acompanhar nos próximos meses. Em apresentação realizada durante a HSM Expo Now!, ele compartilhou cinco dicas simples para deixar essa conta no azul. Veja abaixo 

Cuide de seu sono 

Precisamos de pelo menos sete horas de sono para limpar as toxinas que o nosso corpo e o nosso cérebro acumulam durante o dia. Trata-se de uma questão neurológica. Por essa razão, é importante criar hábitos e rotinas que incentivem a qualidade de sono. 

Invista em relacionamentos positivos

Somos seres sociais. Essa é uma característica biológica que nos acompanha durante milhares de anos de evolução. Mesmo com as regras de distanciamento social, é importante buscar maneiras de se conectar com pessoas que despertem reações e emoções construtivas.  

Busque o seu propósito 

Tente identificar e se conectar ao seu sentido dominante de significado na vida. Trata-se de um passo fundamental para tomar decisões no curto prazo e se planejar para o médio e longo prazo (por mais difícil que isso pareça agora). 

Agradeça

É preciso calcular o capital emocional que acumulamos em nossas vidas. Por isso, é fundamental agradecer pelos acontecimentos que nos impactam positivamente. Tente imaginar cada três fatos positivos para cada fato negativo que marcou os últimos meses. . 

Perdoe

Pratique o perdão e o entendimento. Não deixe que a lembrança de uma pessoa que te prejudicou no passado continue a fazer retiradas emocionais da sua vida. 

Quer aprender como gerenciar suas emoções e desenvolver sua Inteligência Emocional? Faça sua inscrição para o curso Inteligência Emocional powered by HSM e Kronberg. Clique aqui

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Quem Coopera amigo é!

Em 17 anos de carreira como escritor e biógrafo dos principais empreendedores brasileiros, tive a honra de escrever livros e conhecer empresários dos mais diversos segmentos: varejo, indústria, prestação de serviços, terceiro setor.

Claro que, para que eu possa escrever as biografias com realismo e identificar os perfis pessoais e profissionais, eu necessito pesquisar bastante e conversar com o biografado por mais de 100 horas e entrevistar mais 150 pessoas que participaram ou participam da trajetória do protagonista.

Mas há ainda um fato de primordial importância: quanto mais empresários de diferentes setores eu biografo, mais eu conheço pessoas e suas histórias de vida; quanto mais empresários de diferentes setores eu biografo, mais eu aprendo sobre suas áreas de atuação.

Pois quero aqui trazer o case de um dos meus biografados que acredito ser extremamente enriquecedor e importante nesses tempos difíceis de pandemia: falo do fundador da COAMO, José Aroldo Gallassini, engenheiro agrônomo que em 1970 criou aquela que já há alguns anos representa a maior e principal cooperativa agrícola da América Latina.

Aprendi muito sobre um setor que tem se destacado continuamente na economia brasileira: o agronegócio! Em 2020, a COAMO baterá todos os seus recordes: faturamento, produção lucratividade.

O segmento há anos vem se profissionalizando e alcançando resultados expressivos. As regiões de cultivo agrícola são prósperas e possuem comércios bem estruturados. Claro, o dinheiro gira nos municípios. Nesses locais, a “moeda” se chama… saca! É comuns os agricultores e cooperados que vendem suas produções para a COAMO dizerem: “Comprei um carro e paguei X sacas”… “Comprei um imóvel e investi X sacas”… e por aí vai!

Dentro desta riqueza de conhecimentos que adquiri ao escrever esta biografia, há uma importante “pérola” dentro desta “concha”: conhecer a fundo o Cooperativismo! Aqui está um importante ganho de conceitos empreendedores, pois, o cooperativismo tem tudo aquilo que uma empresa sólida necessita para vencer e alcançar sucesso: logística, produção, estrutura, saúde financeira, departamento comercial agressivo e que saiba falar com o mundo.

Existe ainda um dueto componente que acredito ser o verdadeiro DNA do cooperativismo: a credibilidade e a ética! Você pode pensar que a credibilidade e a ética são importantes em tudo que se faz. Isso realmente é a pura verdade. Mas, no cooperativismo, representam a base, a essência, o “oxigênio” que o mantém “respirando”.

Você se lembra da história “Os Três Mosquiteiros”, escrita pelo famoso escritor francês Alexandre Dumas? Pois bem, o “grito de guerra” deles era: Um por todos, todos por um!

O modelo deste negócio é representado pela Cooperativa, que compra, vende, estoca, financia produtos e máquinas e coloca engenheiros agrônomos à disposição dos cooperados, assim como toda a segurança que o agricultor necessita para exercer sua verdadeira vocação: plantar e colher.

Em contrapartida, há milhares de cooperados que trabalham de sol a sol para abastecer a Cooperativa, que buscam pagar seus financiamentos para não afetar a saúde daquela “mãe” de tantos “filhos”. A COAMO tem mais de 28.000 cooperados!

O que mais me chamou atenção neste mundo tão coeso e ajustado é que justamente a união faz a força! As Cooperativas que fazem valer essa escrita, têm sucesso! As Cooperativas que não fazem valer essa escrita, fracassam!

De nada adianta ter uma Cooperativa forte e cooperados fracos. E também é impossível que os cooperados estejam fortalecidos se a Cooperativa padece. Acredito que deste modelo vencedor possamos tirar muitas lições. Ninguém vence sozinho! Um país não pode ser grande se o povo não se empenhar para isso. O comércio não pode ser forte se a indústria está fraca, e vice versa. O sistema financeiro não triunfa num mercado de economia doente e de correntistas inadimplentes.

Então, vamos passar a considerar o Brasil como uma Cooperativa, e cada um de nós como cooperados. Feito isso, só nos resta encher o peito, soltar a voz e dizer todos juntos: Pelo bem do Brasil: um por todos, todos por um!

Elias Awad
Escritor, Biógrafo e Palestrante
eliasawad@eliasawad.com.br
www.youtube.com/eliasawad

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Sucessão: Sua hora vai chegar!

Em minha trajetória de biógrafo, escrevo agora meu 32º livro, convivi com alguns dos principais empresário brasileiros e conheci de perto os processos sucessórios de suas empresas.

Dentre os livros que escrevi, relato alguns dos meus biografados que viveram o processo de sucessão. Começo pelo empresário Julio Simões, que destinou ao filho mais novo, Fernando, a missão de comandar a então empresa Julio Simões, hoje conhecida por Grupo JSL e que está sob o “guarda-chuva” da Holding Simpar. Há anos, Fernando, vem fazendo um trabalho exemplar e multiplicou por várias vezes o tamanho da empresa e do faturamento, antevendo uma situação de mercado: “Se ficarmos só como transportadora, não vamos longe. Precisamos ampliar nosso leque de serviços” – o que realmente veio a acontecer, transformando a empresa numa companhia de ampla atuação e solução de “problemas” dos seus clientes. Aliás, a JSL tem um slogan que eu gosto muito: “Entender para atender”!

Destaco também o educador Richard Hugh Fisk, o Mr. Fisk, das Escolas de Idiomas Fisk e PBF. Sem herdeiros diretos, ou mesmo parentes que se interessassem, atuassem ou tivessem capacidade de tocar o negócio, Mr. Fisk, na busca de preservar franqueados e colaboradores, transformou a empresa na Fundação Richard Hugh Fisk. Igualmente, o escolhido para comandar a empresa, Bruno Caravati, deu “musculatura” à Fundação e aos seus negócios, tornando-a uma das líderes do segmento.

Algumas sucessões das empresas dos meus biografados foram naturais e recaíram sobre os filhos mais velhos, que demonstraram capacidade para tal. Cito O empresário Samuel Klein, da Casas Bahia, sucedido por Michael Klein, e Vicencio Paulo, fundador do Grupo Vipal, que teve em Arlindo Paludo seu novo comandante para a empresa.

No caso do Grupo CRM, presidido pelo empresário Celso Ricardo de Moraes e detentor das marcas Kopenhagen, Chocolates Brasil Cacau, Kop Koffee e da joint venture com a Lindt, para a operação da empresa suíça no Brasil, digamos que o “tiro” foi certeiro! Celso tem apenas uma filha, Renata Moraes Vicchi, executiva que desde os 16 anos iniciou na empresa e que há alguns anos por meritocracia é a CEO e a responsável pelo comando executivo do Grupo.

Também entre os meus biografados, o empresário Armindo Dias, que por décadas foi proprietário da Biscoitos Triunfo e em 1996 vendeu a empresa e migrou para a área de hotelaria, não teve dificuldades em definir o filho Antonio, executivo moderno e bem preparado, como seu sucessor no Grupo Arcel, que detém uma rede de Hotéis e Resorts, entre eles, os da bandeira Royal Palm Plaza.

Ainda entre os meus biografados, há quem preferiu negociar a empresa a promover o processo de sucessão, motivado também por conflito familiar. É o caso do doutor João Uchôa Cavalcanti Netto, fundador da Universidade Estácio de Sá e que chegou a liderar o segmento nos anos 2000. Nas mãos dele a empresa saiu da filantropia, se transformou em uma S.A., teve parte (20%) negociada com uma empresa de private equity, promoveu IPO (Initial Public Offering ouOferta Pública Inicial)e, com alta valorização na bolsa, o doutor João vendeu o restante das suas ações por um excelente valor!

Destaco ainda o doutor Affonso Brandão Hennel, fundador da Semp Toshiba e da Semp TCL. Em 1996, o doutor Affonso concretizou a sucessão para um dos seus filhos, Afonso Antonio, executivo de grande valor que havia comandado a fábrica de Manaus, apostou num marketing agressivo e fez jus à oportunidade de presidir a empresa. Pois assim aconteceu até 2013, quando, após alguns anos da economia do país em crise e de resultados insatisfatórios, aos 84 anos o doutor Affonso reassumiu o comando da companhia. Os resultados voltaram a ser satisfatórios e, como a Toshiba apresentava dificuldades internas e desinteresse pelo core business da companhia, televisores, ele encerrou a joint venture com a japonesa Toshiba e iniciou com a Chinesa TCL, que está entre as primeiras no ranking mundial na produção e comercialização de eletroeletrônicos e eletroportáteis. Depois de tudo estar em ordem, o doutor Affonso Brandão Hennel fez nova composição acionária na companhia, ficando com 20% das ações e a TCL com 80%, e hoje, aos 91 anos, é presidente do Conselho de Administração da companhia e tem seu neto, Felipe Hennel Fay, entre os principais executivos da organização.

Existem muitos outros casos interessantes entre os cases de sucessão nos livros que escrevi, mas entendo que a decisão tomada pelo empresário Mário Gazin, assim como seus irmãos e sócios, foi a mais difícil. Primeiro, por não ter ninguém da família pronto e preparado para assumir a presidência executiva da empresa, o que levou à escolha de um profissional com anos de casa, Osmar Della Valentina, e com resultados expressivos apresentados em sua trajetória na companhia. E depois, pela maturidade de saber se desapegar do cargo e do negócio, mantendo-se na presidência do Conselho de Administração e dando ao seu sucessor, Osmar Della Valentina, carta branca para comandar, agir, mudar, transformar e ser aprovado pelos resultados positivos alcançados.

Então, para finalizar, se você é fundador ou possível sucessor de uma empresa, saiba que “sua hora vai chegar”, a da sucessão. E se você está entre os herdeiros, torça para que o processo seja feito no timing certo e que seja literalmente bem sucedido!

Elias Awad
Escritor, Biógrafo e Palestrante
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