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No Brasil, o agronegócio é um dos maiores motores que move a economia. Para este ano estima-se que a produção agropecuária bata o recorde de 2017, contabilizando 560 bilhões de reais em renda.

Um dos fatores que pode atrapalhar o crescimento do setor agrícola é algo que ninguém pode controlar, o tempo. Afinal, as alterações climáticas estão acontecendo de forma cada vez mais intensa no mundo e, sem aviso prévio, pegam muita gente desprevenida.

Esse foi o caso do furacão Harvey, em 2017, que entrou para a lista das cinco tempestades mais devastadoras que já chegaram aos Estados Unidos. Com danos estimados em 42 bilhões de dólares, o setor agrícola do país foi bastante afetado, atingindo em cheio a economia.

Diante de catástrofes como essa, é de se perguntar se as tecnologias exponenciais – que já impactam o agronegócio – podem evitar que as mudanças climáticas afetem negativamente a produção agropecuária.

Se formos analisar com otimismo o futuro e as transformações digitais que aconteceram ao longo desses últimos anos, fica um pouco mais fácil imaginar uma saída para isso. Na verdade, já existem alguns pesquisadores usando dados e tecnologia de ponta para fazer alguns testes na criação de laboratórios com o intuito de controlar o tempo dentro de um ambiente fechado, permitindo o cultivo agrícola sem intervenções externas.

Historicamente, o Brasil tem um clima favorável à agricultura, e isso faz do País uma potência mundial no agronegócio. Mas como as tecnologias poderão afetar esse setor daqui alguns anos? De que maneira as transformações digitais vão atingir nossa agricultura e economia?

Muita gente ainda acha que todas essas mudanças só chegarão por aqui num futuro bem distante, porém elas já estão acontecendo. Mariana Vasconcelos, fundadora e CEO da Agrosmart, é uma das personalidades mais influentes do seguimento de AgroTech.

Mariana usou a tecnologia a favor do agronegócio e inovou ao criar uma plataforma de agricultura digital, que auxilia produtores rurais a tomar melhores decisões no campo, tornando-se mais resilientes às mudanças climáticas.

A empresa usa um sistema de sensores e imagens de satélite que permitem o monitoramento da lavoura em tempo real, oferecendo informações e recomendações sobre as necessidades da planta em relação a seu cultivo, reduzindo assim custos, além de ajudar a economizar água e energia.

Seu negócio começou de fazenda em fazenda e agora já está expandindo para a América Latina.

Fora do Brasil, vários outros problemas agrícolas andam sendo solucionados graças a inovação e tecnologia. Entretanto, é preciso atenção principalmente nesse seguimento, para que se criem soluções inovadoras e também sustentáveis.

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