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Você poderia imaginar que amanhã pela manhã seu banco faria um "ciberdepósito" em seu cartão inteligente em vez de sua conta, que você receberia o comprovante através do telefone celular e que poderia sacá-lo de uma "carteira de dinheiro eletrônica"? Este artigo explica como, por meio das novas tecnologias e da information superhighway, a virtualização oferecerá novas oportunidades, permitindo aos bancos montar um serviço global adaptado às necessidades de cada cliente e independente do tempo e da localização geográfica.
Isso trará benefícios tanto para os clientes quanto para as instituições financeiras. Aos primeiros, porque receberão um valor agregado mais personalizado, maior eficiência na administração de seus interesses e, provavelmente, com menores custos. Para os bancos também é indubitável a conveniência. Além de reduzir custos, é possível que eles consigam aumentar a fidelidade de seus clientes, diferenciar-se mais facilmente da concorrência e, com um banco de dados enriquecido, atuar nos mercados de consumo.
Bem além de qualquer argumento a favor ou contra, o autor deste artigo -que contou com a colaboração de Robert Baldock, da Andersen Consulting de Londres- mostra qua há uma razão contundente para que os bancos adotem serviços virtualizados: se as instituições financeiras não aproveitarem as novas oportunidades que surgem, seguramente empresas de fora do setor o farão.
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