<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog HSM</title>
	<atom:link href="http://www.hsm.com.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.hsm.com.br/blog</link>
	<description>Inspiring ideas</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 15:36:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>A perigosa moda da sustentabilidade</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/a-perigosa-moda-da-sustentabilidade/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/a-perigosa-moda-da-sustentabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Domeneghetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=15093</guid>
		<description><![CDATA[Sustentabilidade Corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas. Seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial.
O conceito de Sustentabilidade Corporativa, embasado no chamado “triple bottom line” (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-15165" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/susten-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" />Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. Portanto, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, academia, ONGs e os próprios cidadãos.</p>
<p>Ultimamente, sustentabilidade corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas. Seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial. O conceito de sustentabilidade corporativa, embasado no <span id="more-15093"></span> chamado <strong>“triple bottom line” (ou tripé resultado econômico-financeiro x resultado social e x resultado ambiental) é cada vez mais valorizado por acionistas e clientes, tornando-se um imperativo para o sucesso das corporações</strong>.</p>
<p>Antes de tudo, sustentabilidade corporativa se refere a uma postura, uma forma de conduzir as atividades empresariais. Ser, pensar, decidir e agir de forma sustentável requer um processo de entendimento, negociação e integração construtiva entre todos os agentes de relacionamento de uma empresa ao olhar os princípios e valores da própria organização e de sua ética. A forma como a empresa se relaciona com seus acionistas, clientes, sociedade, fornecedores, Estado, meio-ambiente ou com os seus funcionários deve refletir esses valores e essa postura ética e deve ser questionada e medida sistematicamente, uma vez que todos esses stakeholders (ou seja, sua cadeia de valor e interesses) são co-responsáveis pelo crescimento sustentado e equilibrado do todo.</p>
<p>Mas, como tudo em tendências corporativas, há quem não goste do modismo do tema. E com razão. O americano Milton Friedman, um dos mais destacados economistas do século XX, influente teórico do liberalismo econômico, conselheiro de Nixon, Ford e Reagan, era um crítico da idéia de &#8220;responsabilidade social&#8221; nas empresas. Prêmio Nobel de Economia de 1976 por suas realizações nos campos da análise do consumo, da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, Friedman defendia que “A empresa pertence aos acionistas. Sua missão é gerar a maior quantidade possível de lucros para eles, respeitando as leis de cada país.&#8221; Para ele, o conceito de responsabilidade social era &#8221;fundamentalmente subversivo&#8221;.</p>
<p>O fato é que por muitos anos esse tipo de mentalidade influenciou a visão das empresas americanas. Apenas recentemente, com exemplos vindos dos mais diversos países, empresas e do terceiro setor, é que a maioria das empresas daquele país começou a perceber que as regras do jogo mudaram e caso não incorporassem as práticas de Sustentabilidade seriam boicotadas e preteridas pelos consumidores globais, com poder de atuação em rede, fora possíveis <em>liabilities</em> a que seriam submetidas, principalmente no campo ambiental e social.</p>
<p>De certa forma, é difícil discordar integralmente de Friedman. De certo, as empresas têm como premissa primeira atingir sua missão, gerando o máximo lucro possível aos acionistas. Ou seja, a missão da empresa vem em primeiro lugar e é seu norte central. Portanto, pensar no lucro é premissa de existência de uma empresa; mas não sua finalidade única. O lucro empresarial é imperativo e deve ser exigido das empresas (como forma de mensuração de seu direito de existir como agente econômico de transformação); porém, deve ser entendido como meio, energia, combustível que permite à empresa atingir seus objetivos, sua missão.</p>
<p>Para tal, a organização está sujeita a condicionantes-meio fundamentais, como respeito às leis e regulamentações de cada país, desenvolvimento da sociedade e preservação do meio-ambiente. Ou seja, <strong>a Sustentabilidade é meio – e não fim – para as empresas</strong>. Particularmente, evitar a extinção dos ursos panda ou ajudar aos necessitados do Haiti é prerrogativa primeira das organizações construídas com tal missão, ou seja, ONGs, ou órgãos dos governos e mesmo empresas, mas a partir de seus institutos, fundações e apoios filantrópicas e assistencialistas&#8230; o que difere radicalmente em conceito e convocatória do tema Sustentabilidade.</p>
<p>Se até algum tempo atrás a relação do consumidor com as empresas se estabelecia basicamente em torno do produto/serviço fornecido, hoje a sociedade, na figura de suas ONGs, dos órgãos governamentais, da imprensa e na própria figura do indivíduo-cidadão (como eleitor, consumidor e acionista/investidor) passa a exigir das empresas, principalmente das de capital aberto, que adotem a prática da transparência nos seus processos de governança corporativa e distribuição de riquezas, obrigando-as a mostrar a quem de direito que estão devolvendo à sociedade (em diferentes formas) os recursos que utilizam para produzirem essa riqueza. <strong>Mais que intenção, Sustentabilidade, “triple bottom line”, é resultado aparente e transparente.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/a-perigosa-moda-da-sustentabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>6 habilidades dos pensadores estratégicos</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/6-habilidades-dos-pensadores-estrategicos/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/6-habilidades-dos-pensadores-estrategicos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelão</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pensamento estratégico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14763</guid>
		<description><![CDATA[Inspirado em um artigo do professor Paul Schoemaker, apresento seis habilidades que os líderes devem desenvolver se quiserem pensar estrategicamente suas empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="https://marcelao.files.wordpress.com/2012/04/strategic-thinking.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>o cotidiano de um gerente é cheio de tentações que o atraem para lidar apenas  com atividades de curto-prazo ou micro-atividades. Elas  parecem ser mais urgentes e  concretas, no entanto, tal atitude pode acarretar vários riscos a perenidade de  sua empresa. Em uma economia onde o consumidor é quem possui maior poder de  negociação, o acompanhamento da  mudança nas necessidades de seus clientes passa a ser vital para a existência da sua empresa. E, cada vez mais, a velocidade das mudanças é maior.<span id="more-14763"></span></p>
<p>Diante de tal realidade, cresce a importância das  habilidades relacionadas ao pensar estrategicamente. Inspirado em um artigo do professor Paul Schoemaker que li  recentemente, apresento seis habilidades que, na minha opinião, os líderes devem  desenvolver se quiserem pensar estrategicamente suas empresas:</p>
<p>- <strong>Antecipe</strong>: Vale a máxima &#8220;É melhor previnir do que remediar&#8221;. Pensar apenas  no cotidiano pode leva-lo a não enxergar movimentações de seus concorrentes o  que deixa sua empresa vulnerável para perda de mercado. Nesse sentido, é preciso  acompanhar <span style="text-decoration: underline;">a mudança nas necessidades de seus clientes</span> e como eles utilizam os  produtos. Procure olhar de forma conceitual para as necessidades de seus  clientes, pois, como diria Peter Drucker, o que seu cliente precisa não é de uma  furadeira, mas sim de um furo na parede;</p>
<p>- <strong>Pense criticamente</strong>: O chamado senso-comum é na maioria das vezes baseado no  olhar que as pessoas tem sobre o passado, naquilo que deu certo até agora.  Pensar criticamente ajuda você a olhar com mais carinho para dados que são  desprezados pela grande maioria. Esses dados fazem com que você comece a enxergar problemas  ou soluções futuras ainda na fase de concepção, possibilitando a antecipação e uma melhor preparação para a mudança que está por vir. Procure <span style="text-decoration: underline;">desafiar  crenças e mentalidades atuai</span><span style="text-decoration: underline;">s</span>, inclusive as suas e, principalmente, não se deixe  manipular por PRÉ-CONCEITOS;</p>
<p>- <strong>Interprete</strong>: Sempre há uma tentação pela solução rápida. Muitas pessoas  sentem-se angustiadas porque tem a percepção de que nossas vidas estão muito  corridas. Precisamos, desesperadamente, afastarmo-nos um pouco para refletir com  calma sobre nossas próprias experiências. Afinal de contas, ninguém entende o  significado de suas experiências sem reflexão. Explore diversas opções, dê meia  volta e tente outra quando a primeira não funcionar;</p>
<p>- <strong>Decida</strong>: Não se deixe paralisar pela análise. Vivemos em um mundo cada vez  mais complexo e, devido a essa alta complexidade, existem muitas variáveis a  serem consideradas em qualquer processo. Nenhuma decisão considerará todas as variáveis e nenhuma decisão conseguirá  agradar a todos, mas a ausência de <span style="text-decoration: underline;">decisão </span>e <span style="text-decoration: underline;">ação</span> é meio caminho andado para o  fracasso de um projeto ou de uma empresa;</p>
<p>- <strong>Alinhe</strong>: Consenso total é utopia. Também não se deixe levar pela maioria,  afinal de contas, como disse em <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/burrice-das-multidoes-ou-inteligencia-coletiva/">post anterior</a>, se a maioria tivesse razão  sempre, nenhuma eleição poderia ser contestada. Isso não significa que você não  deva promover o diálogo aberto, mas sim que você deve procurar entender os  motivos de cada pessoa que participa do processo do debate de ideias, entender  seus vieses e procurar agir de forma<span style="text-decoration: underline;"> integrar os diversos pontos de vista</span> apresentados;</p>
<p>- <strong>APRENDA</strong>: A mais importante de todas as habilidades. Entenda que o sucesso  e, principalmente, o fracasso são fontes abundantes de aprendizado. Utilize o  erro como instrumento pedagógico e não como instrumento de punição. Não se trata  de tentar para errar e depois aprender, mas sim de tentar e, se errar, aprender  com o erro.  <span style="text-decoration: underline;">Não existe inovação sem assumir riscos e assumir riscos é saber que  erros podem acontecer</span>, a diferença está em como aprendemos com nossos erros.  Nesse sentido, o papel do líder é de criar ambiente propício para que as pessoas  sintam-se confiantes para arriscar e orientar os membros da equipe a aprender  com os erros cometidos.</p>
<p>Pensar estrategicamente é como se enxergássemos nossas empresas como uma  tapeçaria tecida a partir dos fios da reflexão, análise, visão de mundo,  colaboração e proatividade, todos unidos pelo fio da integridade social. Afinal  de contas, empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas  dentro delas. Empresas são redes interativas, não hierarquias verticais.  Empresas são redes sociais tecidas e integradas pelos fios do conhecimento.</p>
<p>@blogdomarcelao</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/6-habilidades-dos-pensadores-estrategicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Zuckerberg, o Musical</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/zuckerberg-o-musical/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/zuckerberg-o-musical/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Salles Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=15116</guid>
		<description><![CDATA[Comunicação contemporânea. Esse &#8220;musical&#8221; não foi encomendado pelo criador do Facebook, mas vale para semear ideias. Como lembra a professora Martha Gabriel, da HSM Educação, em seu artigo da HSM Management maio-junho, as marcas precisam ter humor nesta nova era sociodigital. (Humor produzido por elas mesmas ou inspirado em terceiros.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/zuckerberg-o-musical/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Comunicação contemporânea. Esse &#8220;musical&#8221; não foi encomendado pelo criador do Facebook, mas vale para semear ideias. Como lembra a professora Martha Gabriel, da HSM Educação, em seu artigo da HSM Management maio-junho, as marcas precisam ter humor nesta nova era sociodigital. (Humor produzido por elas mesmas ou inspirado em terceiros.)</p>
<p> <img src='http://www.hsm.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/zuckerberg-o-musical/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preview da edição 92 de HSM Management</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/o-que-vem-por-ai-preview-da-edicao-92-de-hsm-management/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/o-que-vem-por-ai-preview-da-edicao-92-de-hsm-management/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hsm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Movimento Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[executivos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[hsm management]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Kawasaki]]></category>
		<category><![CDATA[HSM Management]]></category>
		<category><![CDATA[HSM Management 92]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Scorsese]]></category>
		<category><![CDATA[Ozires Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=15064</guid>
		<description><![CDATA[A revista HSM Management de maio/junho está saindo do forno. Este preview bem podia ser chamado avant-première, já que a matéria de capa traz ninguém menos que Martin Scorcese, diretor de Taxi Driver, Touro Indomável e, recentemente, A Invenção de Hugo Cabret. Marty, como gosta de ser chamado, fala sobre seus 45 anos de carreira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-15067" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/menor_ed92_.jpg" alt="" width="200" height="251" /></p>
<p>A revista HSM Management de maio/junho está saindo do forno.</p>
<p>Este preview bem podia ser chamado avant-première, já que a matéria de capa traz ninguém menos que Martin Scorcese, diretor de <em>Taxi Driver</em>, <em>Touro Indomável</em> e, recentemente, <em>A Invenção de Hugo Cabret</em>. Marty, como gosta de ser chamado, fala sobre seus 45 anos de carreira em Hollywood e destaca aspectos como referências, equipe, processo criativo, que devidamente adaptados, podem servir ao mundo dos negócios. Em suma, uma reportagem de uma das grandes personagens da indústria cinematográfica mundial.</p>
<p>A nova edição destaca, ainda, o ranking Great Place to Work das 100 melhores empresas para se trabalhar na América Latina e o Dossiê Especial que comemora os dois anos do Movimento Brasil: Presença na gestão que dá certo. Além disso, fique por dentro de uma proposta para uma nova estrutura para a área de marketing e conheça seis importantes princípios para a gestão de pessoas. Para completar, entre outros nomes importantes do management mundial, Martin Lindstrom e John Davis engrandecem a edição.</p>
<p>Para conferir esses e outros assuntos na íntegra, <a href="http://hsm.com.br/revistahsm/">assine </a>agora e receba em casa a próxima edição de HSM Management: informação e conhecimento para gestão empresarial.</p>
<p>Relembre as matérias que fizeram parte da <a href="http://www.hsm.com.br/revistahsm/">edição 91</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/o-que-vem-por-ai-preview-da-edicao-92-de-hsm-management/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Blueseed, a incubadora dos piratas do Vale do Silício</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/blueseed-a-incubadora-dos-piratas-do-vale-do-silicio/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/blueseed-a-incubadora-dos-piratas-do-vale-do-silicio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Salles Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=15079</guid>
		<description><![CDATA[Vejam que interessante: Blueseed é um projeto de incubadora de startups offshore, ao longo do litoral norte da Califórnia, para que os investidores e empreendedores possam empreender sem ter de se submeter às leis dos Estados Unidos. Espera-se que seja concluído no terceiro trimestre fiscal de 2013. Parece que 133 startups de diferentes países (atenção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://venturebeat.files.wordpress.com/2012/05/blueseed-typee1.jpg?w=558&amp;h=9999&amp;crop=0" class="aligncenter" width="558" height="419" /></p>
<p>Vejam que interessante: <a href="http://www.blueseed.co/">Blueseed</a> é um projeto de incubadora de startups offshore, ao longo do litoral norte da Califórnia, para que os investidores e empreendedores possam empreender sem ter de se submeter às leis dos Estados Unidos. Espera-se que seja concluído no terceiro trimestre fiscal de 2013. Parece que 133 startups de diferentes países (atenção, empreendedores brasileiros) já demonstraram interesse no barco, sendo 20% dos EUA e 10% da Índia, por exemplo. </p>
<p>Alguns diriam que, se um recurso assim é necessário nos Estados Unidos, imaginem no Brasil – cairia como um luva aqui?</p>
<p>via <a href="http://venturebeat.com/2012/05/06/blueseed-startup-ship/">Venture Beat</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/blueseed-a-incubadora-dos-piratas-do-vale-do-silicio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 habilidades comuns entre pessoas inovadoras</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/5-habilidades-comuns-entre-pessoas-inovadoras/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/5-habilidades-comuns-entre-pessoas-inovadoras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelão</dc:creator>
				<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social network]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>
		<category><![CDATA[Clayton Christensen]]></category>
		<category><![CDATA[habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[negócios inovadores]]></category>
		<category><![CDATA[produtos e serviços inovadores]]></category>
		<category><![CDATA[produtos inovadores]]></category>
		<category><![CDATA[serviços inovadores]]></category>
		<category><![CDATA[The Innovator's DNA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14653</guid>
		<description><![CDATA[Em seu novo livro: "The Innovator's DNA", Clayton Christensen apresenta um estudo colaborativo de oito anos no qual buscou descobrir as origens de negócios inovadores e muitas vezes disruptivos. Como resultado dessa pesquisa, foram identificadas 5 habilidades que distinguiram empresários e executivos inovadores de gerentes comuns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://marcelao.files.wordpress.com/2012/04/intersecc3a7c3a3o1.jpg" alt="" width="269" height="174" /></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>no final do ano passado foi lançado o novo livro do professor Clayton  Christensen, cujo nome é &#8220;The Innovator&#8217;s DNA&#8221;, onde ele apresenta um estudo  colaborativo de oito anos no qual buscou-se descobrir as origens de negócios  inovadores e muitas vezes disruptivos.</p>
<p>Foram entrevistados mais de uma centena de inventores de produtos e serviços  inovadores , assim como fundadores e CEOs de empresas construídas sobre ideias  de negócio inovadoras. Como resultado dessa pesquisa, foram identificadas 5  habilidades  que distinguiram empresários e executivos inovadores  de gerentes comuns.<span id="more-14653"></span> Abaixo, relaciono  as habilidades e meus comentários:</p>
<p>- <strong>Estabelecer conexões</strong>: Identificar conexões entre campos de conhecimento  diferentes e independentes para geração de novas ideias e resolução de problemas  e questões empresariais. É entender que diferentes culturas, domínios e  disciplinas podem fluir para um ponto em comum. É permitir que conceitos  estabelecidos se esbarrem e se combinem, criando uma multiplicidade de ideias  extraordinárias. Descobertas revolucionárias ocorrem quando identificamos  interseções entre campos independentes;<img src="http://marcelao.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>-<strong> Questionamento constante</strong>: Como prega a propaganda do canal Futura: &#8220;O que  move o mundo para frente são as perguntas e não as respostas&#8221;. Inovadores estão  sempre do lado de cá das perguntas. Estão sempre questionando o senso comum,  afinal de contas, ideias disruptivas não nascem a partir de ideias medianas;</p>
<p>- <strong>Poder de observação</strong>: Henry Ford uma vez afirmou: &#8220;Se eu tivesse perguntado  aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam dito que queriam um cavalo  mais veloz&#8221;. Clientes só conseguem apresentar necessidades a partir daquilo que  eles conseguem enxergar, baseado constantemente no referencial que eles já têm. Inovadores enxergam  necessidades não articuladas, conseguem enxergar as necessidades e  comportamentos de seus clientes de forma conceitual, sem se prender a  objetos;</p>
<p>- <strong>Networking</strong>: Conheça pessoas diferentes e com perspectivas diferentes. Tal  atitude ajuda a potencializar a habilidade de conectar campos de conhecimento  diferentes e independentes. Lembre-se que para isso você precisará exercitar sua  humildade e sua capacidade de escutar sem pré-conceitos;</p>
<p>- <strong>Experimentação</strong>: Vale aqui a máxima do Google: &#8220;Erre o mais rápido  possível&#8221;. É criar um ambiente de experimentação onde os erros possam ser  controlados e, principalmente, possam ser utilizados como instrumento pedagógico  na busca por novas respostas. Cada experimento gera uma nova resposta ou um novo  comportamento do sistema que deve ser constantemente avaliado. É o método Dr.  House aplicado na prática.</p>
<p>É importante ressaltar que essas são características identificadas de forma  individual, mas que só funcionam quando sabemos explorar a coletividade de  ideias e quando entendemos que empresas, na verdade, são redes sociais que se  formam para atingir uma missão e visão de negócios definidos.</p>
<p>Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, no qual conceitos que não  parecem estar relacionados, na verdade estão. Essa não é a primeira vez que  vemos uma convergência desse tipo. Na Renascença, Leonardo da Vinci foi o exemplar mais ilustre de quando artistas, cientistas e comerciantes entraram  juntos na interseção e produziram uma das mais criativas explosões de arte,  cultura e ciência da Europa.</p>
<p>O motor do progresso humano tem sido o encontro de idéias para criar novas  idéias. Essa é a diferença entre a inteligência coletiva e a burrice das  multidões.</p>
<p>@blogdomarcelao</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/5-habilidades-comuns-entre-pessoas-inovadoras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como treinar funcionários antigos</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/como-treinar-funcionarios-antigos/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/como-treinar-funcionarios-antigos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 May 2012 22:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abraham Shapiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14170</guid>
		<description><![CDATA[O obstáculo, sim, é o negativismo que já habita a mente de cada um. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/654057_327687361.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15051" title="654057_32768736" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/654057_327687361-300x271.jpg" alt="" width="300" height="271" /></a>Como se faz para treinar uma equipe de vendas antiga e que ainda não atingiu o desempenho esperado?</div>
<div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">Esta é uma pergunta ampla e própria dos dias de hoje, já que trocar todo o quadro não é uma possibilidade em tempos de mão de obra escassa.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">É claro que uma boa reciclagem nas técnicas de vendas e no conhecimento dos produtos  será salutar.  Atributos, vantagens e benefícios sempre ampliam a visão de valor de cada item do mix de vendas. <span id="more-14170"></span>O gestor deverá também fazer as considerações sobre as forças e fraquezas de clientes efetivos e potenciais.  Isso tudo é muito claro, e não foge do bom e velho modelo “canja de galinha e prudência só fazem bem”.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">Mas, as chances são imensas deste ser mais um daqueles  treinamentos que queimam dinheiro, e a “aca” das vendas medíocres continua nos próximos meses.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">Se a equipe já atua há algum tempo com baixa <em>performance</em>, o problema não é superar a falta de conhecimentos técnicos.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">O obstáculo, sim, é o negativismo que já habita a mente de cada um. Refiro-me às “amarras” que cada um já se impôs e que está determinando sua derrota no processo de venda. Falo daquele “vírus” que já se instalou no modelo mental destes vendedores: as desculpas porque o cliente não compra, os “nãos” que receberam – e com os quais não sabem lidar –, a falta de capacidade analítica de novas possibilidades e de novas abordagens etc.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">Simples de entender, mas difícil atuar sobre isso.</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;">É que é preciso fazer? Mudar a cabeça de cada um deles. Hoje eles estão estagnados, monótonos e paralisados. O treinamento deverá abordar o que eles já não conseguem mais ver:  julgamentos positivos reais, motivações e inspirações que produzam atitudes de exploração. Há de ser algo poderoso. Se não, será inócuo. É mostrar que a laranja ainda não foi espremida e tem muito caldo a dar.</div>
<p>Muito mais que um treinamento clássico, este terá de ser eficaz em mudar o ponto de vista de cada um – coisa que só otimismo não faz, mas uma análise real de tudo o que eles ainda não veem e&#8230; de levá-los a tomar uma atitude. É claro!<span style="color: #cc0000;"><br />
</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/como-treinar-funcionarios-antigos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Antropologia nas redes sociais: o fator humano</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/antropologia-nas-redes-sociais-o-fator-humano/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/antropologia-nas-redes-sociais-o-fator-humano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 13:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gil Giardelli</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia nas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de tendências]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas métricas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[métricas redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento redes sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14884</guid>
		<description><![CDATA[As tecnologias da informação estão passando por um importante processo de mudança. Estamos em transição das máquinas para a informação categorizada,  classificada, inteligente, indexável. Até agora, o estudo do social e da cultura resultava em dois tipos de dados: “superficiais” sobre muitos (estatísticas, sociologia) e “profundos” sobre poucos (psicologia, psicanálise, antropologia, história da arte). Com o crescimento das mídias sociais, juntamente com as ferramentas que dão acesso e processam uma quantidade gigantesca de dados, se tornou possível uma nova abordagem para o estudo dos seres humanos e da sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-15037" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/5886083378_74835440f7_z-193x300.jpg" alt="" width="193" height="300" />Até agora, o estudo do social e da cultura resultava em dois tipos de dados: “superficiais” sobre muitos (estatísticas, sociologia) e “profundos” sobre poucos (psicologia, psicanálise, antropologia, história da arte). Com o crescimento das mídias sociais, juntamente com as ferramentas que dão acesso e processam uma quantidade gigantesca de dados, se tornou possível uma nova abordagem para o estudo dos seres humanos e da sociedade. Não precisamos mais escolher entre quantidade de dados ou profundidade de dados. Para que generalizar, confiar demais na intuição ou usar o &#8220;chutômetro&#8221; quando se pode estudar padrões culturais exatos formados por milhões de conteúdos culturais entrelaçados em fluxos infinitos e constantes? Através das redes sociais e ferramentas com funções de monitorar, medir, filtrar e cruzar dados, pode-se obter informações mais exatas e segmentadas, além de acompanhar  a imaginação de milhões de pessoas; as imagens e vídeos que elas criam ou comentam; as conversas em que estão envolvidas; as opiniões, ideias e sentimentos que expressam.<span id="more-14884"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As tecnologias da informação estão passando por um importante processo de mudança. Estamos em transição das máquinas para a informação categorizada,  classificada, inteligente, indexável.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(&#8230;) poderia dizer que há duas maneiras básicas pelas quais os computadores modelam a realidade – por meio de estruturas de dados e algoritmos – também podem ser aplicadas às mídias assim que são representadas digitalmente. Em outras palavras, uma vez que as novas mídias são dados digitais controlados pelo software &#8220;cultural&#8221; específico, faz sentido pensar em qualquer objeto de nova mídia em função de estruturas de dados específicas e/ou algoritmos específicos que ele incorpora.</em> (MANOVICH, 2005)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ferramentas de métricas, monitoramento e análise de tendências </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Usar uma ferramenta para coletar dados das redes sociais não é sinônimo de estudo. É necessário uma equipe especializada para monitorar e analisar o conteúdo. A cada dia surgem atualizações e mudanças, o que faz com que tudo seja substituível. As ferramentas fornecem os dados quantitativos, mas a qualidade vem do trabalho da análise desses dados:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coleta de dados -&gt; Filtragem de dados -&gt; Qualificação de dados -&gt; Análise de dados -&gt; Insights</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a pesquisa, existem diversas ferramentas online que possibilitam enxergar dados específicos e vê-los em forma de gráficos para análises e insights. Abaixo, uma lista com algumas essenciais:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://trendistic.com/"><strong>1. Trendistic</strong></a><strong>: </strong>poderosa ferramenta que analisa e apresenta as comparações de tendências e volume entre palavras-chave e tags no Twitter.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.54.57.png"><img src="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.54.57.png" alt="" width="536" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.icerocket.com/"><strong>2. IceRocket:</strong></a><strong> </strong>permite aos usuários monitorar em blogs as últimas tendências da palavra dentro de uma escala de um a três meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.55.14.png"><img src="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.55.14.png" alt="" width="536" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogpulse.com/"><strong>3. </strong></a><strong><a href="http://www.reuters.com/social">Social Pulse</a></strong>: uma rede que filtra top notícias e top influenciadores ao redor do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.56.49.png"><img src="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.56.49.png" alt="" width="530" height="628" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.google.com/trends"><strong>4. Google Trends</strong></a><strong>:</strong> mostra os mais populares termos buscados em um passado recente. A ferramenta apresenta gráficos com a freqüência em que um termo particular é procurado em várias regiões do mundo, e em vários idiomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.57.04.png"><img src="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.57.04.png" alt="" width="536" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.trendrr.com/"><strong>5. Trendrr</strong></a><strong>: </strong>se parece muito com o Google Trends porém possibilita fazer análises mais completas e dinâmicas. Além das análises, é possível compartilhar seus gráficos para que outros usuários analisem também as informações.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.57.19.png"><img src="http://www.inovadoresespm.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Captura-de-tela-2012-02-07-%C3%A0s-15.57.19.png" alt="" width="536" height="248" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nós somos as máquinas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mídia social tem levado a uma proliferação do controle do indivíduo. Estamos, mesmo sem perceber, nos transformando em motores de busca especializados em indivíduos. Estamos nos tornando adeptos a coletar conteúdos, a partir de uma variedade de fontes, incluindo as nossas comunidades, conversas, assinaturas de RSS e o Google. O que fazemos depois é absorver todas essas informações, analisá-las e, então, decidir o que vale a pena compartilhar com nossos círculos sociais. Os motores de busca já não detêm o melhor conteúdo. Nós é que detemos. E essa é a razão pela qual o futuro da pesquisa, monitoramento, análise de tendência e métricas reside no ser humano, e não na máquina. Nós podemos determinar o que pode ser interessante e importante para nossos seguidores. Não há algoritmo que pode levar em conta a autoridade e gosto subjetivo de um tema, contexto, relevância, espontaneidade e interesse pessoal em troca do melhor conteúdo. Isso é um trabalho que nós já assumimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por <a href="http://twitter.com/gilgiardelli">Gil Giardelli</a> com colaboração de <a href="http://twitter.com/samantagf">Samanta Fluture</a></p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://www.simplyzesty.com/">SimplyZesty</a> e <a href="http://www.thecreatorsproject.com/">Creators Project</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/05/antropologia-nas-redes-sociais-o-fator-humano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empreendedorismo de berço</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/empreendedorismo-de-berco/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/empreendedorismo-de-berco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 22:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hsm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14988</guid>
		<description><![CDATA[Quem nasce em uma família que já tem uma empresa consolidada normalmente é visto como alguém que tem seu futuro profissional garantido. Mas, isso não costuma ser verdade absoluta. Em alguns casos, essa pessoa tem a necessidade de conhecer seus próprios caminhos, se autoconhecer e traçar uma trajetória particular, mesmo que depois de um período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-14991" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/destaque-ana-sonia.jpg" alt="" width="300" height="292" />Quem nasce em uma família que já tem uma empresa consolidada normalmente é visto como alguém que tem seu futuro profissional garantido. Mas, isso não costuma ser verdade absoluta.</p>
<p>Em alguns casos, essa pessoa tem a necessidade de conhecer seus próprios caminhos, se autoconhecer e traçar uma trajetória particular, mesmo que depois de um período retome os negócios da família.</p>
<p>Um exemplo que mostra bem este tipo de trajetória é o da empresária <strong>Ana Maria Diniz, membro do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, </strong>que participou recentemente do <a href="http://www.hsm.com.br/artigos/conhecer-se-para-escolher">Fórum HSM Family Business 2012</a>.<span id="more-14988"></span></p>
<p>Ela começou sua carreira profissional como trainee e assistente de compras na empresa da família. Ficou fora do Grupo por um período e retornou justamente em um tempo de crise. Junto ao pai participou da reconstrução da empresa, buscou por crédito e veio dela a sugestão para  a abertura de capital da empresa.</p>
<p>Ana Maria, que já pensava em se aposentar como executiva do Grupo, teve de mudar de planos quando veio a profissionalização da empresa. Como já tinha experiência em liderança, viu aí a oportunidade de um novo empreendimento e abriu uma consultoria de desenvolvimento em lideranças.</p>
<p>Em seguida veio uma empresa de energia renovável e mais tarde uma escola de dança. De todas as experiências, a empresária tirou várias lições e uma das dicas destaca a importância do autoconhecimento sempre. Ver com clareza onde se é bom e onde não é, faz toda a diferença para as boas escolhas.</p>
<p>Outro exemplo interessante é o de <strong>Sônia Hess de Souza</strong>, que comanda a<strong> Dudalina S.A,</strong> empresa do setor têxtil. Sônia também iniciou a carreira na empresa da família, mas quis experimentar novas oportunidades. Estudou fora do Brasil, se especializou, trabalhou em outras empresas e só mais tarde voltou para expandir os negócios familiares. Toda a experiência que teve fora a ajudou a ter uma visão mais inovadora. Daí vem uma dica importante: às vezes, para enxergar deficiências e possibilidades de mudança, é preciso não estar envolvido na rotina.</p>
<p>Nesses dois casos podemos perceber que algumas pessoas já trazem consigo um DNA empreendedor, mas isso não depende só de vir de uma família de empreendedores. Tanto que alguns só descobrem isso justamente estando fora desse círculo.  Grandes empreendedores precisam ter uma visão ampla e saber que não se mede o sucesso apenas pelos lucros.</p>
<p>Talvez por isso mesmo muitos deixem a zona de conforto do negócio familiar. Treinamento, disciplina e percepção devem fazer parte desse novo caminho. Os exemplos mostram. Pode dar certo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/empreendedorismo-de-berco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 Anos que Mudaram Tudo</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/5-anos-que-mudaram-tudo/</link>
		<comments>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/5-anos-que-mudaram-tudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 22:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelão</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social network]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hsm.com.br/blog/?p=14585</guid>
		<description><![CDATA[Pessoal, Segue vídeo-documentário &#8220;O que mudou nos últimos 5 anos&#8221; foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução. @blogdomarcelao]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,</p>
<p>Segue vídeo-documentário  &#8220;O que mudou nos últimos 5 anos&#8221; foi realizado pela  HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado  da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim  uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa  revolução.</p>
<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/5-anos-que-mudaram-tudo/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>@blogdomarcelao</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hsm.com.br/blog/2012/04/5-anos-que-mudaram-tudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

