• hsm

    26/04/2012
    às 19:35

    Categorias: Sem categoria

    Empreendedorismo de berço

    Quem nasce em uma família que já tem uma empresa consolidada normalmente é visto como alguém que tem seu futuro profissional garantido. Mas, isso não costuma ser verdade absoluta.

    Em alguns casos, essa pessoa tem a necessidade de conhecer seus próprios caminhos, se autoconhecer e traçar uma trajetória particular, mesmo que depois de um período retome os negócios da família.

    Um exemplo que mostra bem este tipo de trajetória é o da empresária Ana Maria Diniz, membro do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, que participou recentemente do Fórum HSM Family Business 2012. (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    14/03/2012
    às 12:32

    Categorias: Sem categoria, ensinamentos

    Executivo sênior se demite e ataca, no NYT, a (suposta) decadência moral do Goldman Sachs

    Eu sempre quis virar uma mosquinha (por tempo determinado) para saber o que acontece nas salas de reuniões das empresas. Hoje, com a carta de despedida publicada no “The New York Times” por Greg Smith, executivo demissionário do banco Goldman Sachs, senti que matei um pouco dessa vontade. Na sala do Goldman Sachs em que discutem as operações com derivativos, pelo menos, ninguém fica se perguntando como é que os clientes podem ser ajudados; a conversa é sobre como tirar deles o máximo dinheiro possível.

    Smith, até agora diretor executivo do Goldman Sachs sediado em Londres e responsável pelo negócio de derivativos na Europa, Oriente Médio e África com quase 12 anos de casa, diz que o banco vive um declínio de sua fibra moral, por conta da alteração nos caminhos para chegar à liderança. “O quociente da [confiável] cultura Goldman Sachs nos líderes atuais é zero por cento”, escreve. Greg Smith não mede palavras já no primeiro parágrafo: “Sinceramente, posso dizer que, hoje, o ambiente é tão tóxico e destrutivo como nunca vi”.

    Segundo Smith, a cultura que permitiu que o Goldman Sachs conquistasse a confiança dos clientes durante 143 anos se evaporou por completo, e isso se nota nos emails internos em que diretores tratam os clientes jocosamente como “muppets”, sem humildade ou integridade, porque a forma como o banco funciona (como busca fazer dinheiro) não está alinhada com os interesses dos clientes. Que forma é essa? Convencer os clientes a comprar os ativos de que o banco “tenta se livrar” ou fazer com que os clientes negociem aquilo que vai trazer maior lucro para o GS.

    Smith mostra-se assustado também ao perceber que os analistas juniores dos derivativos têm apenas uma pergunta em suas mentes: “Quanto dinheiro vou conseguir com este cliente?” Ele termina dizendo esperar que seu texto “seja um alerta para o conselho de administração do Goldman Sachs”, para que perceba que tem de afastar as “pessoas em falência moral”, “não importando quanto dinheiro geram para a empresa”.

    Depois do jump, copiei a carta do “The New York Times”, em inglês, na íntegra. Minha preocupação? Que essa história passe para a história apenas como um exemplo de fracasso em prevenção e gestão de crises do Goldman Sachs.

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  • Tennyson Pinheiro

    23/02/2012
    às 15:56

    Categorias: Sem categoria, economia criativa, educação, empreendedorismo, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, inovação, livros

    Academia em loop infinito

    A academia deveria passar os próximos anos a todo vapor tentando responder à pergunta: “como tornar o conteúdo de artigos acadêmicos atraente o suficiente para que as mentes transformadoras da nova sociedade possam consumi-los e, com isso, esses artigos gerem real impacto na construção de um futuro melhor?”

    Artigos acadêmicos talvez sejam, para o cidadão comum e até para alguns acadêmicos, a mídia mais chata do mundo para se consumir. Doutrinados a gerar textos nada divertidos, contendo quase nenhuma narrativa, autores de artigos acadêmicos explicam as coisas citando somente autores de outros artigos acadêmicos e esses o fazem citando outros autores acadêmicos …. Pois é, a cascata de chatice e monotonia não tem fim.

    Esse processo, exigido pela academia para que os artigos tenham validade, gera dois problemas graves. O primeiro é a total amputação da capacidade narrativa do pesquisador acadêmico, que, por ser doutrinado a escrever de maneira monótona, acaba com uma dificuldade tremenda de fazer o seu ponto valer e, mais do que isso, tornar o seu ponto interessante para quem está disposto a, através dele, construir e transformar as coisas.

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  • Adriana Salles Gomes

    15/02/2012
    às 14:40

    Categorias: Sem categoria, hsm management

    Highlights HSM Management: Steve Jobs por seu mentor, Regis McKenna (exclusivo)

    Oi, pessoal, estava com saudades deste espaço. Sei que muita gente está lendo a HSM Management janeiro-fevereiro, não assinantes inclusive, por conta do depoimento exclusivo (furo mundial nosso, oba!!) do Regis McKenna, principal mentor do Steve Jobs, sobre o fundador da Apple. Fico particularmente feliz com isso, porque, nos feedbacks que venho recebendo, quem tinha medo da profundidade da revista está descobrindo que ela não deixa de ser acessível por conta dessa profundidade, porque os recursos de edição e de design facilitam a leitura.

    Mas voltando ao assunto deste post, queria dar um aperitivo do que foi esse depoimento do McKenna, que esteve com o Jobs (e com o Wozniak, mas o Jobs gostou dele e o Woz, não – ah, o ego…) desde o momento zero da Apple, praticamente, e ficou lá nas horas difíceis também, fazendo a ponte entre o Jobs fora e a empresa. Um detalhe de bastidores que talvez vocês não saibam é que o McKenna não curtiu muito o biógrafo do Jobs e acabou falando bem pouco com ele –McKenna também não gostou de ele esperar o Jobs morrer para lançar o livro; achou “deselegante”, para não dizer “desleal”. (Não que o McKenna não tenha palavras duras sobre o Jobs, vejam bem; mas são as mesmas que ele disse para o Jobs. )

    Enfim, separei depois do break, como highlights, frases em que McKenna sintetiza Jobs de alguma maneira. Mas estão descontextualizadas e recomendo a leitura do depoimento dele na íntegra; foi o que mais me ajudou a entender o sucesso da Apple (e acredito que ajudará a quem quer fazer algo similar em seu negócio). (mais…)

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  • Waleska Farias

    27/12/2011
    às 11:48

    Categorias: Sem categoria

    Novos tempos. Hora de ser diferente

    Novos tempos, novas perspectivas. É hora de fazer-se novo.

    O tempo só se faz novo se nos dermos a oportunidade de virar a página e fazer diferente. É preciso avaliar posicionamentos e ancorar novos conceitos que acolham novos comportamentos. Fundamental ilustrar a diferença que queremos perceber ao nosso entorno.

    A mensagem é curta, mas contundente na fala de Edith Pierce: “Nós abriremos o livro e suas páginas estarão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se oportunidade e seu primeiro capítulo é o dia de ano novo.”

    Muito se fala de empreendedorismo, inovação, inclusão, sustentabilidade… Mas como sustentar novas configurações sem jogar fora aquilo que nos prende a velhos padrões? Como ser novo por fora sem mudar por dentro? É fácil? Não. É possível? Claro, que sim. E, se não tentarmos agora, os novos tempos serão apenas um medida do tempo.

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  • Tennyson Pinheiro

    23/11/2011
    às 14:48

    Categorias: Sem categoria, autodesenvolvimento, ciências, design, economia criativa, executivos, inovação, tendências

    Vivendo e espelhando…

    “The doctor should be opaque to his patients and, like a mirror, should show them nothing but what is shown to him”

    Sigmund Freud

    Você assiste a um filme de suspense e automaticamente sua respiração se torna ofegante e sua musculatura do rosto tensa. Mergulha em um filme de drama, para em pouco tempo “sentir na pele”  o sofrimento da protagonista e se pegar enxugando algumas poucas lágrimas do rosto. Só de ouvir um amigo te contar sobre ter presenciado um acidente no qual alguém machucou feio o joelho, você se pega passando levemente a mão em seu joelho. Ou pelo menos com vontade de fazer.

    Já parou para pensar sobre isso? Vamos pensar juntos agora… Que tal?

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  • Adriana Salles Gomes

    05/09/2011
    às 13:23

    Categorias: Sem categoria, comunicação, ensinamentos, estilo e comportamento, gestão 2.0, gestão de pessoas, hsm management, liderança

    Highlights HSM Management: os 6 princípios da persuasão – que fala ao coração

    Para começar esta semana truncada, trago para vocês uma matéria de 2005 de HSM Management (revista nº 52), tão atual que vale a pena repassá-la aqui – até porque o psicólogo Robert Cialdini, fonte primordial das informações, anda mais venerado do que nunca no meio empresarial. Para quem não o conhece, Cialdini é o autor do best-seller O Poder da Persuasão, entre outros, e pode ser ouvido no Portal HSM e visto na ManagemenTV.

    Cialdini e Juliet Erickson, coach de comunicação, revelaram em nossa revista os seis princípios universais da persuasão, uma das habilidades essenciais de um gestor e que, apesar de poder ser aprendida por qualquer pessoa, costuma ser subestimada nas escolas de administração.

    Segundo eles, há uma tendência em subestimar as razões emocionais – ou químicas – que mobilizam as pessoas; prefere-se supor que a capacidade de convencer é uma virtude inata, um dom. Segundo Cialdini, “cinco décadas de pesquisas sobre esse assunto já demonstraram que isso ocorre em resposta a um conjunto específico de necessidades ou impulsionadores da conduta humana. São princípios universais, que regem as transações de qualquer natureza”.

    “Como ‘agente de influência’, você pode adotar comportamentos ‘enganadores’, ‘fraudadores’ ou ‘de detetive’. Somente o de detetive é ético: reconhece esses princípios universais, busca aquele que se aplica melhor à situação, o faz de forma explícita diante da outra parte e lhe oferece toda a informação necessária para que esta decida. O enganador não reconhece tais princípios e simplesmente ‘manipula’ as opções até conseguir que o outro faça o que ele deseja. O fraudador, por sua vez, ‘usa mal’ os princípios em seu exclusivo benefício e acaba lucrando com isso”. A manipulação do enganador e do fraudador se sente no estômago e é ineficaz no longo prazo; a persuasão do detetive fala ao coração e pavimenta o caminho da liderança.

    E quais são esses princípios universais tão potentes? De acordo com Cialdini, são seis: reciprocidade, coerência, validação social, autoridade, afinidade e escassez. Eles são detalhados depois do jump. (mais…)

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  • Thiago Cassini

    26/08/2011
    às 15:25

    Categorias: Sem categoria, comunicação, empresas, internet, marketing, tecnologia, vendas

    Preserve o planeta: use o e-mail marketing

    Você deve estar acostumado a receber milhares de malas diretas de empresas que querem, a todo custo lhe vender um serviço, certo? Será que essas empresas estão divulgando sua marca ou serviço de maneira correta? De uma coisa temos certeza: elas não estão preocupadas com o planeta.

    Muitas pessoas perguntam se existe alguma receita para o sucesso de uma empresa, mas, como todos sabem, o mundo está em constante transformação e a exigência do mercado está beirando a perfeição. Pensando nisso, cheguei à seguinte conclusão: se existe uma fórmula para atingir a excelência, o grande descobridor guarda essa relíquia a sete chaves.

    Reflexões à parte, hoje alguns itens podem ajudar a sua empresa a buscar e, muitas vezes, conquistar objetivos ousados e inesperados. Uma dessas soluções é o e-mail marketing, um recurso completo e bem simples para realizar uma ação dirigida de alto impacto e de baixo custo, se comparado com as tradicionais malas diretas que recebemos todos os dias em nossos escritórios e casas.

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  • Adriana Salles Gomes

    09/08/2011
    às 14:27

    Categorias: Sem categoria, ensinamentos, estratégia, gestão 2.0, gestão de pessoas, trends & insights

    Highlights HSM Management: “Pessoas (imperfeitas) são cruciais para a boa execução”, diz Tom Peters

    Pode-se dizer que um dos primeiros registros de execução benfeita de uma estratégia de que se tem notícia na história da humanidade aparece no livro “As mil e uma noites”. Nele, a bela Sherazade consegue evitar –e, por fim, reverter– a própria pena de morte e a das mulheres de seu reino em geral, contando uma história atrás da outra para o rei, criando suspense em relação ao final de cada uma e passando lições subliminares. Para fazer isso, reúne os elementos de execução que, no Dossiê da HSM Management nº 83, os maiores especialistas da área listaram: liderança, disciplina, cultura organizacional e processo.

    Porém tinha algo mais na execução da Sherazade. Vocês já perceberam o que era? Pessoas. Ou melhor, uma pessoa, preparada e comprometida. No caso, a irmã da contadora de histórias, Duniazade, encarregada de pedir as histórias, ouvi-las como destinatária original, querer sua continuidade e aplaudi-las.

    Entrevistei o especialista Tom Peters sobre o peso das pessoas na execução. A gestão de pessoas é utilizada como curinga para tudo nas empresas –toda hora se fala nisso, ainda que frequentemente de forma vazia–, mas é curioso que em execução fale-se tão pouco de pessoas. Como diz Peters, 99% da execução tem a ver com a gestão de pessoas. Separei alguns dos melhores momentos da entrevista depois do jump. Prestem atenção à ligação que ele faz entre a excelência nos negócios e a imperfeição humana.
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  • Adriana Salles Gomes

    21/06/2011
    às 10:32

    Categorias: Sem categoria, autodesenvolvimento, comunicação

    Troque seu powerpoint básico por uma superapresentação

    Não sei se todos vocês já conhecem, mas existe, no mercado brasileiro, uma empresa especializada em fazer apresentações de comunicação corporativa de alto impacto. Chama-se SOAP. Na verdade, existe mais de uma empresa fazendo isso, mas a SOAP é a líder desse segmento. Pois os sócios da SOAP, Joni Galvão e Eduardo Adas, acabam de lançar o livro “SuperApresentações” com algumas de (suponho que não TODAS rsrs) suas estratégias, táticas e técnicas, para que a gente mesmo possa produzir apresentações que impressionem chefes, colegas e stakeholders em geral e para que, assim, vendam realmente nossas ideias.

    O livro promete entregar a seus leitores, entre outras coisas:

    • Estratégias para elaboração de apresentações fora de série
    • A arte de contar histórias nas apresentações
    • Orientações para criação de roteiros coerentes e bem estruturados
    • Dicas para elevar a atenção da audiência
    • Como fazer o treinamento do apresentador
    • Linguagem visual – como usar o PowerPoint a seu favor

    Eu, Adriana, separei aqui três das muitas dicas que achei valiosas:

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