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hsm
29/09/2010
às 14:08Categorias: autodesenvolvimento, eventos, mercado financeiro, palestrantes
Como negociar seu salário?
Quando se fala em negociação, invariavelmente uma questão nos vem à cabeça: a negociação de nosso salário.
Antes de qualquer coisa, Robert Wong, consultor, headhunter e escritor que participou do Fórum HSM de Negociação na última terça-feira, 28, afirma que precisamos compreender que:
- O objetivo final de uma empresa é o lucro. E você é um dos meios para que a empresa atinja o lucro.
- Em contrapartida, o nosso maior objetivo é felicidade, e a empresa é um dos meios para que você possa alcançar a felicidade.
- O salário é apenas uma parte das razões que nos fazem escolher ou continuar em empresa, que passam por:
. Avaliar a posição. O cargo ou a função em que você está é coerente com o que você sabe fazer? Te traz desafios? Você irá crescer? Irá realizar-se nessa posição?
. A Empresa. O ambiente é bom? É próxima da sua casa? Como são as condições de trabalho, os benefícios? E os valores da empresa, são compatíveis com os seus?
. A compensação monetária. -
Marcelão
14/04/2010
às 23:30Categorias: empreendedorismo, empresas, estratégia, mercado financeiro
Banco do Brasil Atuará nos Estados Unidos

Pessoal,
há algum tempo atrás, eu postei um texto sobre as oportunidades de expansão internacional que as empresas brasileiras poderiam aproveitar com a crise financeira que se instalou em 2009. Fiz até uma analogia com o futebol em que times como São Paulo e Flamengo, hexa-campeões brasileiros, no passado não teriam chances de sucesso se disputassem campeonatos como o Espanhol ou Italiano devido ao poder financeiro desses mercados, mas que com a crise essa distância havia se encurtado e as chances de sucesso desses times passaram a ser maiores. (acesse aqui para ler o post)
Pois bem, ontem o Banco do Brasil recebeu autorização do FED, Banco central norte-americano, para atuar como instituição financeira plena nos Estados Unidos nas mesmas condições inerentes aos bancos locais norte-americanos. O pedido havia sido feito há cerca de um ano. Com esse aval, o BB espera concluir as negociações para adquirir um banco na maior economia do mundo, que pode ocorrer até o meio do ano. Atualmente, existem 700 instituições à venda nos Estados Unidos.
O BB está aproveitando a oportunidade gerada pela crise, que abalou a saúde financeira de muitas instituições e, principalmente, reduziu o preço de venda dessas companhias.
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Adriana Salles Gomes
07/03/2010
às 23:50Categorias: ensinamentos, inovação, internet, mercado financeiro
Brasil, o novo lar da inovação financeira?
Nos últimos anos tem-se falado tanto de inovações financeiras internacionalmente, originárias de países e regiões que vão do Reino Unido a Bangladesh, e agora parece que o Brasil finalmente vem ganhando visibilidade nesse front também (anos de jogo de cintura antiinflação têm de servir de algo, certo? rsrs). Vejam aqui o artigo do prestigioso blog TechCrunch sobre o assunto , que focaliza a empresa brasileira de software de análise de crédito Crivo. Outras empresas financeiras inovadoras são mostradas aqui, vale a leitura. -
Jorge Carvalho
24/02/2010
às 18:37Categorias: internet, mercado financeiro
Bolsa de Valores Políticos
(Por Paula Rizzo via UoD)
Um projeto muito bacana da Souza Barros na qual as pessoas, em conjunto, podem ajudar a definir o valor dos políticos. Qualquer um pode comprar e vender ações de valores políticos através de um Home Broker. Opera-se com uma moeda fictícia e contribui-se para a formação de um índice colaborativo da política brasileira. Confiram aqui e no vídeo abaixo.
Não sei quem fez o projeto, não achei ficha técnica. Quem souber, colabore. Mas tem uma cara bem parecida com o que a Webcitizen tem proposto. Pensei logo no Vote na Web, que tem um objetivo semelhante de conscientização da população e também pauta-se na colaboração. É bom ver, especialmente em ano eleitoral, iniciativas como estas.
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Jorge Carvalho
03/05/2009
às 19:33Categorias: economia, executivos, mercado financeiro, mídia
Warren Buffett não quer mais saber dos jornais americanos
Durante a já tradicional reunião anual de acionistas do Berkshire Hathaway, Warren Buffett não colocou muita fé no modelo atual dos jornais americanos. A Berkshire Hathaway possui participação em dois jornais, o Buffalo News e um pedaço da Wahington Post Company mas segundo Buffett, sua companhia não compraria participação em mais nenhum jornal americano por preço nenhum. Ao ser perguntado sobre a que preço as ações dos jornais americanos começariam a ficar interessantes para os investidores, Buffett respondeu:
“O momento atual agrava a situação para os jornais. Eles eram essenciais para as pessoas 20 anos atrás. O poder de barganha era essencial para os consumidores. Eles perderam a natureza essencial. A erosão se acelerou drasticamente. Eles só eram essenciais para os anunciantes enquanto fossem essenciais para o leitor. Ninguém gostava de comprar publicidade em jornais – só que funcionava. Não vejo nada no horizonte que faça a erosão parar.”
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Adriana Salles Gomes
15/03/2009
às 16:24Categorias: economia, mercado financeiro, trends & insights
Bolha dos derivativos: US$ 190 mil per capita
O Peter Senge já avisou na HSM Management: a bolha da economia industrial está prestes a estourar. Agora, vi um post no blog BoingBoing, que me fez pensar se o estouro não começará pela (sub-)bolha dos derivativos. Os números dos derivativos (tipo de investimento que tanto traumatizou Sadia e Votorantim/VCP, entre outras empresas) são de assustar. A exposição é de US$ 190 mil por habitante do planeta, cálculo feito a partir do valor total de US$ 1,144 quadrilhão (contabilizado em dezembro de 2007). Vejam como se divide isso (texto em inglês, vindo do SilliconValleyWatcher):
1. Listed credit derivatives stood at USD 548 trillion;
2. The Over-The-Counter (OTC) derivatives stood in notional or face value at USD 596 trillion and included:
a. Interest Rate Derivatives at about USD 393+ trillion;
b. Credit Default Swaps at about USD 58+ trillion;
c. Foreign Exchange Derivatives at about USD 56+ trillion;
d. Commodity Derivatives at about USD 9 trillion;
e. Equity Linked Derivatives at about USD 8.5 trillion; and
f. Unallocated Derivatives at about USD 71+ trillion.Ai…
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Luiz Alves
06/03/2009
às 18:38Categorias: economia, gestão, mercado financeiro, trends & insights
A reinvenção do Capitalismo
Uma coisa parece ser consenso entre os países capitalistas: o Capitalismo jamais será o mesmo após a grande crise financeira que estamos experimentando. Portanto, é urgente re-inventar o capitalismo de maneira radical, ou seja, o modelo existente está esgotado e por isso precisa ser redefinido. Neste cenário, sem dúvidas os Estados Unidos continuarão a ser o grande protagonista que sempre foi.
Re-inventar o capitalismo significa mudar completamente os paradigmas atuais, e abrir espaço para questões fundamentais para o ser humano, que até agora estiveram fora das agendas daqueles que buscaram o lucro a qualquer preço.
Creio que nem tudo que deve acontecer na economia global já aconteceu, com isso, ainda estão reservadas algumas surpresas desagradáveis para um futuro próximo. Pouco ou nada se falou sobre outro setor que teve crédito abundante, que a meu ver é uma grande ameaça, especialmente nos Estados Unidos. Trata-se do setor de cartões de crédito. Diferentemente do que ocorre em outras geografias, as compras com cartões de crédito nos Estados Unidos as têm forte participação, com isso, é muito provável que exista um forte endividamento, o que poderia levar a uma onda generalizada de calotes.
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Sandro Magaldi
29/10/2008
às 10:33Categorias: economia, estratégia, gestão, história, livros, mercado financeiro, palestrantes, trends & insights
Nossa incapacidade de realizar previsões (e mesmo assim insistimos…)

Muito tem se falado sobre Nassim Taleb (inclusive aqui), autor do livro “A Lógica do Cisne Negro“. Porém, é importante reforçar a atualidade assustadora dessa obra. É espantoso como a tese desse autor é adequada a atual turbulência global. Um dos conselhos de Taleb que mais me chamou a atenção é o de que não devemos mais ler jornais e suas previsões. Isso porque elas tendem a não estar fundamentadas em bases sólidas. Como exemplo, Taleb cita um caso que ocorreu nos Estados Unidos em dezembro de 2003 quando Saddam Husseim foi capturado. Às 13h01 a manchete da Bloomberg News era: “Títulos do Tesouro dos EUA sobem; captura de Husseim pode não conter o terrorismo“. Em seguida os mesmo títulos inverteram o viés de alta. Às 13h31 o mesmo veículo publicou outra manchete: “Títulos do Tesouro dos EUA caem; captura de Husseim aumenta a atração de recursos de risco“. Ou seja, a mesma causa gerou dois efeitos antagônicos. Está evidente que os dois fatos não podem estar relacionados, mas no afã de se encontrar uma razão plausível, a agência de notícias cravou sua visão da realidade. Qualquer semelhança com o que está ocorrendo certamente não é mera coincidência. A leitura desse livro, em minha opinião, é obrigatória. A tempo, Nassim Taleb estará no dia 12 de novembro na ExpoManagement…
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Julio Sergio Cardozo
17/10/2008
às 08:40Categorias: mercado financeiro
Crise: é hora de sair às compras?
Na última quarta-feira, dia 14, a notícia de que o ex-banqueiro André Esteves comprara a operação e os ativos no Brasil do Lehman Brothers pegou o mercado inteiro de surpresa. Ninguém esperava que, em meio a um panorama de pânico provocado pela crise financeira – comparada ao “crash” de 1929, alguém pudesse mergulhar em transações arriscadas e até mesmo sair às compras.Muito embora, no mundo dos negócios, seja antiga a teoria de que é exatamente nos momentos de turbulência a hora de enxergar oportunidades. É comum as pessoas terem medo, sentirem-se acuadas. Mas, a história tem nos mostrado que os maiores conglomerados e impérios nasceram em períodos de crise econômica. E sabem por quê? Porque em vez de se recolherem ante a um cenário ameaçador, seus líderes foram visionários.
Tomaram atitudes arrojadas e corajosas. Ousaram e não olharam para trás. Souberam, acima de tudo, usar a criatividade para ocupar os espaços deixados pelos que bateram em retirada. Apostaram nos ganhos futuros e nas chances de conquistar uma posição mais estratégica frente aos concorrentes. Foram espertos e inteligentes o suficiente ao vislumbrar que todo furacão é passageiro. E mais, entendem que ondas vêm e vão.
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hsm
20/06/2008
às 20:54Categorias: empresas, estilo e comportamento, mercado financeiro, sustentabilidade, trends & insights
Não dá para abrir os ouvidos apenas para música!
Quem aqui lê revista Cult? Pode ser preconceito mas achei que era um número baixo de internautas, daí resolvi aprofundar a discussão dessa canadense de 38 anos. Naomi Klein conseguiu aparecer para o mundo com seu livro NoLogo, agora lança um novo livro questionando partes do sistema. Vale ler? Esqueça que ela se mostra simpática ao Chaves. Para mim nenhum dos dois Chaves que você consegue imaginar merecem respeito. Um terceiro que me veio a mente, o Juca, respeito por ser são-paulino, mas não estou aqui para falar de futebol. Queria deixar claro que se já fui socialista na juventude, assumi o capitalismo, reticente, mas assumi por não ver nada melhor, reticente por duvidar da capacidade dos homens, e portanto das empresas, de parar num nível adequado, quase sempre se continua querendo mais, indo além do limite do decente, mas isso é outra questão.A entrevista de Naomi vale pelo conceito do “Capitalismo do desastre” que quer dizer que existem sim muitas empresas se beneficiando, torcendo e até fazendo lobby pela desgraça. Aí entra desgraça num sentido amplo, natural ou causada pela incompetência ou omissão dos homens. Parece papo de esquerdista? Pode até parecer, mas não é. É vida real. Acontecendo no Iraque, até mesmo em New Orleans depois do Katrina. O Estado vai privatizando funções, deixando espaço para empresas assumirem serviços e lucrarem com a volta “à normalidade” depois de guerras, tragédias. Para não irmos muito longe, pense na indústria da segurança privada. Quanto você gasta a mais com isso? E no seu condomínio? Carro blindado? Como se comporta o presidente da sua empresa? Alguém sente-se mais seguro com isso? Claro que não, é só parar para pensar e ver que os símbolos escolhidos para mostrar o sucesso são os mesmos que atraem os excluídos. Como fechar essa equação? Também não sei, só sei que não é nada fácil, menos ainda se sequer pararmos para ouvir a tal canadense.
Parte da entrevista está aberta no link abaixo. Mas deixo a sugestão da compra da revista. Como não tem nenhuma celebridade na banheira, os anúncios são poucos. Se comprar, aproveite para ler o dossiê sobre o Lacan. É provável que não entenda muito, mas quem disse que se entender é algo simples, mas vale começar.




