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Marcelão
12/03/2012
às 16:12Categorias: Movimento Brasil, competitividade, empreendedorismo, marca brasil, tecnologia
O Brasil já deu certo, apesar dos críticos
No último post que publiquei neste espaço, deixei uma pergunta em aberto: “Será que, apesar dos céticos, o Brasil já deu certo?”. Pois este post tem o objetivo de apresentar argumentos que mostram que o Brasil já está dando certo, sim.Terça passada, 6 de março, a presidenta Dilma Rousseff participou da abertura da CeBit 2012, realizada na Alemanha. Este ano, o Brasil é parceiro da feira internacional de TI e telecomunicações, considerado um dos eventos mais importantes do setor em nível mundial. Foi uma oportunidade histórica para a TI brasileira consolidar a sua marca no exterior, acabando com a velha imagem de que somos o país do samba e do futebol. Somos benchmarking em vários campos de desenvolvimento, notadamente, no campo da automação bancária, com nosso sistema de pagamentos que permite a compensação e a intermediação de valores entre bancos praticamente em tempo real. Além disso, temos o exemplo do nosso sistema automatizado de eleições.
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Adriana Salles Gomes
25/03/2011
às 13:59Categorias: Movimento Brasil, estilo e comportamento, inovação, marca brasil, trends & insights
Miguel Nicolelis, o novo Santos Dumont, faz convocação no Twitter para a Copa de 2014
O tweet acima foi o primeiro de uma série (histórica) que o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, eleito um dos 20 cientistas mais importantes do mundo pela revista Scientific American, o número 1 em neurobiologia e cotado para o Prêmio Nobel, postou hoje de manhã no Twitter.
A sequência foi esta (não copiei todos, mas a maioria – o perfil dele é este):
Fazer um adolescente quadriplégico brasileiro andar novamente pela força do seu pensamento que vai controlar uma veste robotica de corpo td!
Adolescente entraria em campo, andando por si mesmo, com a seleção brasileira, vestido em verde e amarelo, e daria o pontapé inicial da Copa para delirio de todo um pais que conquistou o direito de se transformar na esperança da humanidade!
Não mais o Brasil da violência urbana, da corrupção e dos políticos sem compromisso com o povo, mas um Brasil que vai mostrar ao mundo que tem mais que futebol e samba: uma nação que optou em usar a ciência e a tecnologia como agentes de transformação social e felicidade de seu povo!
Esse vai ser, se o governo brasileiro quiser e deixar, o MOONSHOT TROPICAL! Conquistar o impossível na frente de todo o mundo, como um dia Santos Dumont fez para milhares de parisienses atonitos! Mais de um século dos voos históricos de Dumont que mudaram o destino da humanidade o Brasil vai poder assombrar o mundo todo com o seu pensamento! JUST BY THINKING!
@arstorch Essa tecnologia pertence a humanidade meu caro! NO PATENTS ALLOWED, como Santos Dumont
@Kelisson Falta só ousar..nada mais..e gente perder o complexo de inferioridade e e medo de ser cachorro grande!
Para realizar o WALK AGAIN PROJECT, eu volto de vez pro Brasil.
@sulains Sem utopia ñ existe nem ser humano, nem nação. Ñ me motivo pelo ufanismo. Realizar o impossível motiva o suficiente.
Que tal usarmos Crowdsourcing, via a Teia do Twitter para realizarmos, juntos, o WALK AGAIN PROJECT? Que tal mostramos ao mundo que milhões de cidadãos brasileiros comuns podem se organizar pela Teia para transformar o sonho de fazer alguém andar novamente em realidade?
Que tal criarmos um novo model de fazer ciência, mais parecido com o esforço comunitário das escolas de samba, do que as universidades?
Que tal fazer ciência para assombrar o mundo junto com o povo brasileiro? Vamos inovar em todos os domínios durante execução ANDAR DE NOVO!
Moonshot brasileiro! Tá mais do que na hora moçada! Bora mostrar pro mundo que brava gente brasileira é capaz de qualquer coisa qndo quer!
Observação: A cabeça e a coragem de Nicolelis é tudo de que precisamos para um novo projeto de país. Não é? Depois do jump incluo mais informações sobre Nicolelis e o projeto WALK AGAIN. (mais…)
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Adriana Salles Gomes
24/02/2011
às 10:34Categorias: marca brasil, marketing
Embratur vende o sol brasileiro no exterior (e a marca Brasil)
Andamos discutindo muito a marca Brasil, dentro do projeto “Brasil: Presença na Gestão que Dá Certo”, e essa publicidade recente da Embratur na Europa cai como uma luva como exemplo de branding inteligente (ainda não temos os resultados, mas que a proposta, da Artplan, é ótima, não há dúvida). Vende o “sol brasileiro” em pontos de ônibus aquecidos da Europa – em pleno inverno do público-alvo.Dica da Renata Bokel no Update or Die
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Adriana Salles Gomes
13/04/2010
às 20:21Categorias: competitividade, ensinamentos, estratégia, gestão 2.0, inovação, marca brasil, sustentabilidade, tecnologia, trends & insights
Toulose dá o exemplo de gestão (para o Brasil)
Sabem aquele piso em módulos que a companhia holandesa Sustainable Dance Club (SDC) lançou para converter o movimento das pessoas nas pistas de dança dos clubes noturnos em energia, e abastecer o clube com ela? A cidade de Toulouse, da França, na busca por ser pioneira no front verde, vai testar esses mesmos módulos por duas semanas em suas calçadas – para reverter para a iluminação pública. Imaginaram o que pode acontecer se a coisa funcionar? Vejam a lógica do gerador, que produz energia quando comprimido, no esquema abaixo; o LED é opcional.
Toulouse traçou a estratégia do test drive do “piso de festa” para ser pioneira na sustentabilidade urbanística mundial, diferenciar-se e capitalizar isso para sua marca-cidade. É o que o Brasil poderia (ou deveria) fazer, tornando-se o primeiro país sustentável, dando o exemplo e puxando o cordão. Depois que todos fizerem, porque não haverá outro jeito, fazê-lo não vai representar vantagem competitiva ou liderança alguma. Enfim… Vi no Greenbiz. -
Adriana Salles Gomes
26/11/2009
às 10:26Categorias: competitividade, gestão 2.0, inovação, longevidade, marca brasil, sustentabilidade, trends & insights
Sobre fazer upload antes de fazer download

Ontem à noite eu fiquei mal.
Onde eu estava tinha tanta gente que faz diferença no mundo, para valer e não por slogan, que baixou um daqueles momentos “e o que eu ando fazendo da minha vida”.Depois fiquei bem. Muito bem.
Porque percebi no palco do Auditório Ibirapuera a concretização do que o Henry Mintzberg, um dos meus gurus de gestão favoritos, costuma dizer: “O Brasil pode não se destacar nas inovações tecnológicas, mas é um celeiro de inovações sociais. E é disso que o planeta vai precisar cada vez mais”.Ontem foi a entrega do Prêmio Trip Transformadores, inventado em 2007 pela revista Trip. Foram 12 premiados, todos legítimos entregadores do que a frase do título acima promete: todos ajudam as pessoas a fazer upload antes de fazer download. A frase é do Claudio Prado, fundador da ONG Laboratório Brasileiro de Cultura Digital e, lógico, um dos transformadores.
Vou dar uma palinha do que rolou. Na minha frente estava sentada, por exemplo, dona Vanete Almeida, que criou uma ONG multinacional rural, a Rede LAC, de Mulheres Rurais da América Latina e Caribe. É mais ou menos assim: tem mulher vítima, tem mulher pobre vítima e tem mulher pobre rural vítima. Ela cuida dessas últimas!!! E não só no Brasil. Vocês conseguem imaginar o grau de dificuldade da missão? Eu tenho uma parca ideia. Dei um abraço tão forte nela que fiquei com medo de tê-la esmagado.
Com o arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, meus olhos lacrimejaram. Ele recebeu dois prêmios: o “Transformadores” e o “Vida Transformadora”. Já tinha ouvido falar um tanto do Lelé, mas acho que nunca lhe prestando a atenção devida. Nesse caso, Henry Mintzberg errou: o Hospital Sarah que ele criou (na foto, o de Brasília) é inovação tecnológica TAMBÉM: econômico, de baixo impacto ambiental, tudo de que o século 21 precisa. Os detalhes do que ele faz são geniais, como a cama-maca. Lembrou-me de como design pode ser algo profundamente transformador. E o Lelé definiu que é conservador, não transformador, porque ele conserva as coisas como na natureza. Biomimética pura, Janine Benyus feelings.
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Adriana Salles Gomes
23/09/2009
às 19:17Categorias: competitividade, esportes, marca brasil
Olimpíada 2016 e a marca Brasil
Post de Daniel Chagas Martins, via UoD
A cidade sede da Olímpiada de 2016 será anunciada no próximo dia 2 de outubro. Bom, resolvi analisar friamente as candidatas (e já que sou paulista, isso se aplica ao Rio também) para escolher a minha favorita. Imaginando que tudo dê certo, que cumpram realmente o que o projeto prevê, e presumindo que o dinheiro será bem aplicado, meu voto vai pro Rio.
Tirando o logo da cidade, que na minha opinião só ganha do logo de Chicago, o vídeo da candidatura carioca é o mais bem feito e editado. Do meio pro final ele até chega a emocionar um pouquinho mostrando o Maracanã, Copacabana e o golpe de misericórdia com a imagem do Redentor no final. Uma aula de apresentação. Fizeram até a mágica de não mostrar nenhuma favela nos morros (uma aula de efeitos especiais).

Minha observação: Um pequeno passo para o homem, um grande passo para o Rio de Janeiro (o vídeo), um passo enorme para a marca Rio e a marca Brasil (se a Olimpíada vier para cá). Lembrem-se de Barcelona. E façam figas. Apesar dos eventuais pesares.
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Jorge Carvalho
06/08/2009
às 11:59Categorias: empreendedorismo, ensinamentos, marca brasil
Espírito Empreendedor Brasileiro

Post com trilha [audio:http://sneakmove.com/audio/brazil2/sneakmove-airto-furado.mp3]
Essa semana tive a oportunidade de conhecer a história de dois empreendedores brasileiros. Vieram do nada, um era mecânico e o outro filho de costureira. Não importam os nomes, nem o tamanho do império que construíram. O que mais me tocou foi o fogo nos olhos, o espírito empreendedor que eles exalavam. Acabamos pensando que o que precisamos para “chegar lá” é oportunidade ou mais conhecimento ou sorte. O que descobri com a história dessas pessoas extraordinárias é que o importante é botar a cara, acreditar. Nenhum tinha ideia do que iria virar aquele pulo inicial. Pularam pensando no peixe que buscava ar na superfície e descobriram um mar profundo.
Nada é fácil na vida, passamos por obstáculos e no final vamos todos para debaixo da terra. Acredito que devemos buscar trabalhar para causas grandiosas, que nos desafie. É importante ganhar o pão mas talvez o pulo do gato seja querer vender o pão ou quem sabe querer transformá-lo em vinho. Fico realmente fascinado por essas pessoas que escolhem dar emprego em vez de pedir. A linha é tênue mas transformadora.
Se você possui alguma história sobre os empreendedores desse nosso país lindo, coloque ai do lado nos comentários.
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Adriana Salles Gomes
14/05/2009
às 14:47Categorias: competitividade, estilo e comportamento, estudos & pesquisas, hsm management, marca brasil, sustentabilidade, trends & insights
Índice Verde 2009: consumidores brasileiros são vice-campeões de consciência ambiental

Tenho uma boa e uma má notícia. Qual vocês querem ler primeiro? Em geral, prefiro começar pela má (vício de final feliz do cinema?), mas desta vez vou começar pela boa – já explico por quê. Os brasileiros estão em segundo lugar no ranking Greendex 2009 (Índice Verde 2009), que avalia a consciência ambiental e os hábitos de consumidores em 17 países e é feito pela National Geographic Society e pela empresa de pesquisas Globe Scan. Yesss! São avaliados o comportamento dos consumidores no que diz respeito a moradia, transporte, alimentação e compra de mercadorias vis-à-vis atitudes e consciência em relação ao meio ambiente.Legal, né?! A gente sempre fica pensando que o brasileiro podia ter um pouquinho mais de alemão (como cantou a banda Skank)… Taí. Nosso lado alemão devidamente mensurado e por avaliadores acima de qualquer suspeita. Como informa a BBC Brasil, a “boa posição do país no ranking deve-se aos hábitos de moradia dos brasileiros, considerados os melhores entre os 17 países avaliados. Oitenta e nove por cento das pessoas que responderam ao questionário no Brasil moram em residências com menos de cinco quartos. Os brasileiros também estão usando mais fontes limpas de eletricidade e, graças ao clima tropical, não utilizam sistemas de aquecimento nas suas casas com a mesma frequência que consumidores dos outros países”.
OK, eu não diria que a boa performance se deve a hábitos dos brasileiros, e sim, principalmente, a nossas circunstâncias (modelo de geração hidrelétrica, clima quente, pouco dinheiro para ter casa grande). Mas ‘tá valendo. (mais…)
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Adriana Salles Gomes
27/11/2008
às 09:10Categorias: estilo e comportamento, marca brasil, marketing
SP vai virar Lyon com luzes e holografia
Bom, já mergulhei no espírito natalino, montamos a árvore ontem em casa e neste fim de semana começo o tour dos presentes. Mas inspirada por outro tour, o do post da Paula Rizzo no UoD, descobri que São Paulo vai virar Lyon este ano e teremos um Natal holográfico! É a marca SÃO PAULO que está em jogo! O turismo! Os negócios! Vejam só esta informação do site da Prefeitura (mais detalhes lá):
A inovação em 2008 fica por conta do circuito Luzes de São Paulo. O projeto consiste em transformar importantes edificações paulistanas em telões, onde serão projetadas imagens em alta definição, mesclando temas paulistanos com propostas natalinas. Espetáculos noturnos com holografias e intervenções artísticas também serão possíveis de ver pela Cidade, graças ao uso de equipamentos de ponta, disponíveis pela primeira vez no Brasil.
As projeções ocorrerão no Masp, na sede da Prefeitura (Edifício Matarazzo) e no Teatro Municipal, de 12 a 28 de dezembro, das 20h às 0h – exceção feita ao Masp, cuja programação se estende até o Ano Novo e cujas apresentações seguem até às 3h. O Luzes de São Paulo é inspirado na Festa da Luz de Lyon, na França, que atrai cerca de 4 milhões de turistas todo ano.
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hsm
15/08/2008
às 16:55Categorias: ensinamentos, estilo e comportamento, marca brasil
Corrupção x Transparência. Quanto custa? Quem paga?
Meu filho Marcelo decidiu mudar para Alaska recentemente e eu fui visitá-lo. Tem 23 anos, é o caçula e eu sou pai coruja e morro de curiosidade… Por isso enfrentei uma viajem super longa e cansativa e fui. Mas acabei descobrindo uma terra abençoada pela natureza (pelo menos em julho, o pico do verão). As pessoas são ótimas e generosas. O hotel onde Marcelo trabalha me deu uma semana de hospitalidade sem cobrar um tostão. É claro que eu fiquei encantado!Alaska tem um equilíbrio invejável, é o 50º estado norte-americano, com território enorme e população pequena, incluindo ursos e alces nas ruas. A segurança publica é do primeiro mundo. Tem contrastes, como muitos lugares. Porém … a corrupção política em Alaska é enorme! A corrupção ocupa paginas inteiras dos principais jornais e os principais políticos caem em três categorias:
(1) sentenciados e cumprindo penas federais,
(2) indiciados aguardando sentenças
(3) formalmente investigados pelo FBI, e perto do indiciamento.Idem para muitos executivos ou sócios de empresas da região.
Durante a recente visita ao Alaska, minhas comparações com o Brasil eram freqüentes, para não dizer que não saiam da minha cabeça.
Conclui que a tolerância da população com a corrupção leva a valores tortos na cidadania. Ou seja, valores condenam ou incentivam a própria corrupção. O Alaska só escapa da pobreza por três razões: tem vasta riqueza natural, tem população muito pequena (menos de 700 mil habitantes no estado, que ocupa território igual a um terço do Brasil). Porem, é o 51º estado dos EUA, e tem fiscalização do FBI. Se Alaska fosse uma nação independente, seria pobre, como é Porto Rico que por referendo popular, decidiu não ser o 52º estado norte-americano.
O “Estado” brasileiro é nosso. Nos pagamos a conta da por sua eficiência ou inaptidão.




