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Tennyson Pinheiro
23/02/2012
às 15:56Categorias: Sem categoria, economia criativa, educação, empreendedorismo, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, inovação, livros
Academia em loop infinito
A academia deveria passar os próximos anos a todo vapor tentando responder à pergunta: “como tornar o conteúdo de artigos acadêmicos atraente o suficiente para que as mentes transformadoras da nova sociedade possam consumi-los e, com isso, esses artigos gerem real impacto na construção de um futuro melhor?”Artigos acadêmicos talvez sejam, para o cidadão comum e até para alguns acadêmicos, a mídia mais chata do mundo para se consumir. Doutrinados a gerar textos nada divertidos, contendo quase nenhuma narrativa, autores de artigos acadêmicos explicam as coisas citando somente autores de outros artigos acadêmicos e esses o fazem citando outros autores acadêmicos …. Pois é, a cascata de chatice e monotonia não tem fim.
Esse processo, exigido pela academia para que os artigos tenham validade, gera dois problemas graves. O primeiro é a total amputação da capacidade narrativa do pesquisador acadêmico, que, por ser doutrinado a escrever de maneira monótona, acaba com uma dificuldade tremenda de fazer o seu ponto valer e, mais do que isso, tornar o seu ponto interessante para quem está disposto a, através dele, construir e transformar as coisas.
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Marcelão
03/11/2010
às 11:10Categorias: empresas, estratégia, estudos & pesquisas, gestão, livros, sustentabilidade
A queda dos gigantes e a metáfora do sapo
No mês passado a Blockbuster anunciou seu pedido de concordata nos Estados Unidos (a Blockbuster no Brasil, cujos direitos de exploração da marca pertencem às Lojas Americanas, não foi atingida pelos efeitos da concordata). Um dos motivos que a levaram ao pedido foi o crescimento de empresas de aluguel de filmes com delivery e o surgimento de serviços de streming de vídeo.
Com a tecnologia disponível nos nossos lares, nos dias de hoje é previsível que o negócio de locação de filmes tende a mudar. Quem não se reinventar corre o risco de seguir caminho semelhante ao da Blockbuster americana. O curioso é pensar como uma empresa controlada por gigantes da área de comunicação não se antecipou a essas mudanças.
Sempre que leio sobre casos como esse, em que empresas não percebem as mudanças que surgem no ambiente de negócios, lembro-me da metáfora do sapo. Se você colocar um sapo vivo dentro de uma panela com água fervendo, imediatamente ele saltará em fuga, pois ele percebe a ameaça em sua própria pele. Porém, se você colocar esse mesmo sapo em uma panela com água fria, e for esquentando-a gradativamente, ele morrerá cozido, pois o sapo – assim como alguns empresários – não percebe as mudanças ocorridas em seu ambiente.
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Adriana Salles Gomes
23/09/2010
às 12:57Categorias: livros, trends & insights
O futuro do livro segundo a Ideo
http://www.vimeo.com/15142335Como disse o Ricardo Cavallini, VP da Fischer+Fala que me deu a dica, o futuro do livro não é multimídia (leia-se “brincadeiras de iPad”), mas social (interatividade).
(E dá-lhe Ideo, a empresa de design tão conhecida dos leitores de HSM Management.)
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Jorge Carvalho
12/05/2010
às 13:33Categorias: comunicação, design, educação, estudos & pesquisas, inovação, internet, livros, mídia, tecnologia
Palestra Nick Bilton | I Live In The Future
http://www.vimeo.com/9736326Nick Bilton é designer, especialista em usabilidade e jornalista de tecnologia do The New York Time. Nessa ótima palestra dele no Pop!Tech ele fala sobre seu projeto NYCResistor, suas pesquisas nas áreas de “conteúdos inteligêntes”, multitasking e seu novo livro “I Live In The Future”.
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respindola
15/04/2010
às 12:23Categorias: livros, mobile, mídia, tecnologia, trends & insights
Será mesmo o futuro do livro?
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Jorge Carvalho
23/03/2010
às 11:00Categorias: inovação, livros, tecnologia, trends & insights
Janelas para o mundo

Faz pouco mais de 3 meses que estou usando um Kindle. Muito já se falou sobre esse dispositivo da Amazon. Quem acompanha o mundo da tecnologia sabe que uma verdadeira enxurrada de novos aparelhos como esse estão e estarão pipocando no mercado.
Sempre fui uma pessoa dos livros e revistas. Sempre acreditei que não existia maneira melhor de aprender e conhecer novos mundos do que ler um bom livro. Ainda penso assim mas me permito experimentar. Será que existe uma maneira difente de ler?
Tenho, no meu iPhone, uma verdadeira janela móvel para o mundo, com todos os meus contatos nas pontas dos dedos e qualquer website disponível. Posso atualizar meu blog e ler meus emails, de qualquer lugar e a qualquer hora. Existe um aplicativo para tudo. Um dos limitadores dos smartphones são suas pequenas telas e teclados. O iPad, ou iPhonão como alguns estão chamando esse novo produto da Apple, parece ser um produto que chega para acabar com essa limitação. A proposta dele é ser móvel, sempre pronto para usar, sempre conectado, facilitador do consumo de mídia e uma ferramenta para criação de conteúdo. Acima de tudo, ele é mais uma janela para o mundo. O melhor texto que eu li sobre o iPad foi escrito por Steven Levy na Wired de Abril onde ele enfatiza: “o iPad representa um ambicioso redesenho de como usamos o computador”. O computador que conhecemos hoje, foi desenhado nos anos 70. Quando o Windows e o GUI (Graphic User Interface) foram criados, não existia nem internet.
Voltando ao Kindle, fiquei perplexo quando, em poucos segundos, já havia escolhido um livro, pago um valor menor do que o mesmo livro em papel e o download já havia se completado. Comecei a ler no mesmo minuto e a primeira impressão foi “já me acostumei, deveria ser assim desde sempre!”. Assinei a Business Week, não por amar a revista, mas para experimentar. O que seria receber uma revista na tela a cada quinze dias? Acordar no domingo, ligar meu Kindle e ler a nova Business Week na cama já virou rotina. O produto ainda é “limitado”, comparado com alguns outros do mercado, faltam funcionalidades. Pra começar, ele não é touch-screen, não tem cor, o teclado não é nada amigável, etc. De maneira geral, o aparelho funciona mas peca na usabilidade. Sou exigente, não?
O mundo mudou, hoje somos bombardeados de informação por todos os lados. Quando um terremoto acontece na India, ficamos sabendo no mesmo minuto. Assim que o iPad foi lançado, o meu amado Kindle virou uma peça de museu. Assim é a realidade frenética que a tecnologia vive. Me percebo cada vez mais ansioso. Se o vídeo no You Tube não roda naquele segundo no meu iPhone, já fico frustrado. Precisamos, acima de tudo, saber criar nossos próprios filtros e nos disciplinar para conseguir viver produtivamente. Desligar tudo e conseguir refletir é uma “habilidade” cada vez mais importante. As novas possibilidades de colaboração e conectividade podem facilmente se tornar Notworking. Nunca foi tão importante saber terminar o dia com o planejamento realizado. Temos que tomar cuidado para não viver dentro de uma tela e não ter nada pra contar na vida real.
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Jorge Carvalho
27/01/2010
às 10:30Linchpin, novo livro do Seth Godin
Seth Godin acaba de lançar seu novo livro chamado Linchpin. Como estratégia de lançamento, além de dar alguns formatos grátis, ele fez uma série de entrevistas com personalidades para discutir os conceitos do livro. Abaixo a entrevista de David Meerman Scott, autor de “As novas regras do marketing e RP”.
http://www.vimeo.com/8779866Baixe o manifesto de 8 páginas: aqui
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Julio Sergio Cardozo
07/12/2009
às 09:46Categorias: livros, longevidade
Acreditem, o melhor vem depois

É surpreendente como as pessoas me cercaram após palestra da ExpoManagement 09, ávidas por saber como se preparar para o pós-carreira. Acho que a ficha está caindo, principalmente entre os que estão na faixa dos 40. Talvez porque a realidade seja dura para aqueles que chegaram no meio do caminho, quando a empregabilidade passa a ser um ponto crítico.
Fato que acontece em países mais jovens, como o nosso. Parte das empresas adota uma espécie de carimbo do tempo para quem atingiu a idade de 45 anos. Pior, começa com o seguinte discurso “pode se preparar para a aposentadoria porque você não serve mais”. Um grande equívoco em minha opinião. Desde quando ter 40 anos é ser velho?
Descartar talentos só porque alcançaram uma certa idade representa uma perda de herança, da memória e do conhecimento acumulado que pode fazer diferença para as companhias. Quanto maior for a experiência do profissional, mais valioso ele se torna. O problema é que as empresas não enxergam isso e é para essa questão que venho alertando as pessoas.
No meu livro “O Melhor Vem Depois”, escrito em coautoria com a jornalista Andrea Giardino e lançado na semana passada durante a Expo, pela editora Saraiva, tento despertar as pessoas para o aspecto de cada um se tornar o CEO da sua própria carreira. Mostro que existe vida após a vida profissional. Mas para isso é preciso se planejar desde cedo, já no início da vida profissional. Posso repetir? Começar a planejar no início da carreira.
Engana-se quem pensa que o momento de dar um novo rumo na carreira nunca vai chegar. É inevitável. Todos nós vamos enfrentar essa transição, mais cedo ou mais tarde. O que não podemos é deixar para nos preocupar aos 47 do segundo tempo, quando talvez não haja mais saída.
Quando me perguntam como devemos fazer, sempre explico que é preciso atentar para alguns pilares. Primeiro, formar uma boa poupança. Segundo, ter cuidados com a saúde e enfrentar o desafio da longevidade. Terceiro, cultivar o relacionamento saudável com a família. Por último, dividir as atenções entre a vida corporativa, cuidando da carreira, sempre de olho no pós-carreira.
Não esqueçam que nunca vamos nos aposentar, só quando morrermos. Porque sempre teremos o que fazer. Por isso, o nome do nosso livro “O Melhor Vem Depois”.
Quer aproveitar a longevidade? Planeje agora e tenha um futuro de sucesso. Palavra de quem experimentou e gostou!
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hsm
01/12/2009
às 21:44Verdadeiro poder e a filosofia: Falconi, Platão e Aristóteles
Vicente Falconi era a grande atração de hoje depois que Rudolph Giuliani foi embora. Além de ocupar o espaço Pensamento Nacional, iria lançar seu novo livro. Nome de autoajuda ou de livro religioso, O verdadeiro poder apresenta o que muitos líderes de grandes empresas consideram as ferramentas para uma gestão adequada. Não vi o livro, pretendo sim faze-lo, afinal, no mínimo quero descobrir o que Marcel Telles, Pedro Moreira Salles, Nizan Guanaes, Jorge Gerdau e tantos outros adoram nas teorias do Falconi.Ele fala manso e de forma simpática, mas fiquei pensando no que o outro, que anteriormente gritou, tanto quanto ontem, o professor Clóvis de Barros Filho, disse sobre as concepções de amor e o link com os resultados. Se Barros Filho assistiu a conversa de Falconi com Carlos Julio poderá comentar que o guru brasileiro é totalmente platônico e não deixa o mínimo espaço para Aristóteles, apesar de defender em alguns momentos a importância da manutenção das coisas. Ou seja, Vicente Falconi engrossa o couro de que as metas tem que ser claras, desafiadoras e individuais, unidas ao coletivo. É daí que nasce o crescimento e o orgulho. Exatamente o que Clóvis havia apresentado como a concepção de Platão de amor. Desejamos o que não temos.
No final de sua palestra Clóvis de Barros Filho sugeriu aos líderes que sim, imponham metas, desafiem e cobrem suas equipes, mas também encontrem formas de aceitar a outra concepção de amor, a que amamos o que temos, o que está próximo. Para ele, é importante que as pessoas não fiquem desanimadas todas as segundas-feiras do ano, para apenas ter alguns momentos de prazer no churrasco de final de ano, ou então no dia de receber o contracheque com os bônus. Admito que o trabalho do Falconi é importante e poder produzir impacto nas empresas, mas eu não sei se gostaria de trabalhar nessas empresas, às vezes me parecem pouco humanas, daquelas que obrigam as pessoas a serem uma coisa no trabalho, outra na vida pessoal.
Questão de estilo? Os resultados são fundamentais nas empresas. A felicidade é fundamental nas casas. Compatíveis?
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Daniel Domeneghetti
04/11/2009
às 09:39Categorias: competitividade, livros
Intangíveis, o Verdadeiro Oásis de Valor das Empresas

As empresas hoje vivem no deserto da competitividade extrema, da regulamentação abusiva, dos clientes impositivos, da concorrência predatória, da imitação, da globalização. Sua melhor aposta de valor está na diferenciação relevante, aquela que faz sentido para o cliente e para o mercado. Se isso é verdade, então os ativos intangíveis são os oásis de valor para as empresas, pois apenas eles entregam a diferenciação relevante de que as companhias precisam para crescer, evoluir e se perpetuar.
A evolução nos trouxe até um ponto em que as estratégias empresariais só terão sobrevida saudável se levarem em conta o valor de elementos intangíveis como Marca, Reputação, Imagem, Cultura Corporativa,Talentos, Capital Intelectual, Patentes, Tecnologia da Informação, Relacionamento com Clientes e Consumidores, Inovação, Sustentabilidade e Governança Corporativa, dentre outros; atributos não-materiais, porém fundamentais, de toda organização que visa o lucro.
Esses ativos são os verdadeiros diferenciais competitivos que cada agente econômico deve saber fazer acúmulo, uso e transação para sobreviver e prosperar, criando desertos para seus concorrentes e construindo oásis exclusivos de valor em seus mercados.
Em Outubro do ano passado, lancei, em conjunto com meu amigo Roberto Meir, o livro “Ativos Intangíveis: O Real Valor das Empresas”, pela Ed. Campus Elsevier. Estamos indo para a 4a. Edição, em 1 ano. Que baita surpresa. E eu, que achei que ia escrever um livro para os amigos…Semana passada estive na Semana de Negócios da Ed. Campus Elsevier na Livraria Cultura, fazendo uma palestra sobre o conteúdo e principais análises e recomendações do livro. Veja o vídeo consolidado abaixo e comente sua opinião. Desde já obrigado!




