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hsm
09/04/2012
às 10:15Categorias: autodesenvolvimento, comunicação, economia, economia criativa, esportes, estratégia, gestão, tecnologia, tendências, trends & insights
Do desenho animado para a vida real: tecnologias interativas
Às 7 horas você acorda e vê o sol brilhando no céu. O termômetro marca 25 graus. Você tira do armário uma roupa fresca – afinal, vai enfrentar um dia quente – e sai para “viver a vida”.Mesmo sabendo que só vai voltar depois das 21h (quando o clima já pode ser outro), você não se pega pensando “será que vou passar frio?”. Ainda que à noite dê uma esfriada, até lá sua roupa já vai ter se adaptado à temperatura e feito com que você se sentisse ambientado. (mais…)
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Gil Giardelli
21/02/2011
às 14:03Categorias: comunicação, conteúdo, economia, educação, empreendedorismo, esportes, estilo e comportamento, estratégia, estudos & pesquisas, gestão 2.0, história, humanização do trabalho, inovação, internet, liderança, mobile, mídia, redes sociais, social network, sustentabilidade, tecnologia, trends & insights, ética
O Exército do bem – o poder transformador das mídias sociais
Você sonhou hoje?
Vivemos a era da colisão ou da convergência?
“Um dia revoluções morais e filosóficas vão eclodir em todos os pontos do mundo e marcará uma nova era da Humanidade.”
Será que o Filósofo Grego Sócrates profetizou estes tempos em que vivemos?
Olhe em volta, em tempo real assistimos a Revolução dos Geeks no sul da África derrubando ditaduras em efeito domino.
“Eles podem desligar nossos computadores e celulares, mas não desligaram nossas mentes” disse o manifestante egípcio Tamer Nabi, em dias calmos um professor primário e Geek.
Sim, vivemos o inicio da era da generosidade e da economia coletiva.
Ainda no Egito: “Policiais passaram o dia em uma violenta batalha contra os manifestantes, lançando bombas de gás e distribuindo pancadas com cassetes. Esgotados, no início da noite, eles recuaram e cruzaram os braços. Alguns começaram a apertar timidamente as mãos dos manifestantes, a maioria estudantes que ofereceram águas aos policiais.” Escreveu o Jornal OESP.
Nem o melhor cineasta pensaria em tão sublime cena. Concorda?
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Daniel DAmelio
14/02/2011
às 18:13Ronaldo: mais um novo recomeço
Não se pode dizer que o agora ex-jogador Ronaldo Nazário chegou ao fim. Ronaldo deixou de ser apenas um atleta ainda em 1996, quando se transferiu do PSV da Holanda para o milionário Barcelona da Espanha.Devido a alta qualidade de seu futebol, um talento que, não por acaso, lhe rendeu o apelido de Fenômeno, acompanhado de uma boa estratégia de marketing, seu nome se tornou uma marca, uma empresa, uma instituição forte e consolidada no competitivo e rigoroso mercado mundial.
Deixar os campos não significa que irá deixar de atuar. No futebol, como em outros esportes que exigem condicionamento físico impecável, a vida profissional de um atleta muitas vezes é abreviada devido a uma série de fatores que fazem seu corpo não render o quanto se exige dele.
No caso de Ronaldo, as contusões e as oito cirurgias que sofreu, que, somadas, o afastaram dos campos por 34 meses, não fizeram com que ele deixasse o futebol mais cedo (34 anos é, ainda hoje, considerada uma idade avançada para jogadores profissionais). Foram várias as voltas por cima que esse espetacular jogador, três vezes eleito o melhor do mundo, deu.
Ronaldo é o maior artilheiro de Copas do Mundo, foram 15 gols marcados com a camisa 9 em três Mundiais em que atuou como titular. Ainda foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 1996, 1997 e 2002.
A marca “Fenômeno” é perpétua. Mesmo parando de jogar, suas atividades profissionais o incumbirão de mantê-lo ativo. Seja na criação de uma empresa especializada em futebol, na parceria com o Corinthians ou, até, na sociedade para construção do “Itaquerão”. Além, é claro, de suas atividades sociais na Unicef e no instituto “Criando Fenômenos” (que ainda será inaugurado).
Ronaldo, Fenômeno, artilheiro, ídolo, craque… Ele segue, com certeza, em frente para mais um recomeço glorioso.
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hsm
08/12/2010
às 14:18Retorno garantido – Patrocinador levanta sua taça
Com o final do Campeonato Brasileiro, o futebol abre a temporada de especulações sobre novas contratações, nomes de peso que farão parte do elenco para o próximo ano. Essa é uma das armas dos clubes para atrair novos, ou manter antigos, contratos de patrocínio.
Segundo levantamento feito pela Trevisan Gestão do Esporte, o futebol gerou este ano mais de R$ 374 milhões somente em patrocínios. No topo da lista dos clubes que mais arrecadaram está o Corinthians, com R$ 59,5 milhões. A camiseta do clube paulista foi loteada em seis cotas de patrocínios em 2010, e o nome do jogador Ronaldo é o principal responsável por essa “goleada”.
No futebol, como em outros esportes, existem três formas de patrocínio; o máster, que dá direito de estampar a marca no peito e nas costas do uniforme; patrocínios complementares, que envolve outras partes do uniforme e propriedades do time; e o de fornecedores de material esportivo. O levantamento feito pelo estudo Patrocinadores do Futebol Brasileiro, realizado pela Trevisan, contabiliza essas três formas.
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Marcelão
13/10/2010
às 15:02Gestão, Zico e o Flamengo
Recentemente, falei sobre a volta do Zico para o Flamengo na condição de Diretor Executivo Profissional. Por tudo o que o Zico representou dentro e, principalmente, fora do campo, escrevi que seu nome dentro do time é indiscutível devido a sua postura sempre profissional enquanto jogador e também por ter mantido distância de administrações anteriores. Ele poderia representar uma conexão entre todas as correntes políticas existentes dentro do Clube.Primeiramente, gostaria de deixar claro que o que vou escrever trata da visão de uma pessoa que apenas acompanhou o noticiário sobre o assunto, mas que não vive o cotidiano do Clube e, portanto, não tem como vivenciar e fazer juízo de valor. Apenas quero fazer uma análise dos acontecimentos com uma visão de gestão empresarial.
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Marcelão
16/09/2010
às 12:51Humildade: diferença entre arrogância e auto-confiança
Em posts anteriores, já escrevi que existe uma linha tênue entre: arrogância e auto-confiança. A diferença entre os dois, em minha opinião, está na humildade e no comportamento que as pessoas apresentam diante de uma mesma situação.
Em outro post, lembro-me também de ter exaltado a “rebeldia” saudável que o jogador do Santos Paulo Henrique Ganso teve ao desobedecer o técnico Dorival Júnior quando quis substituí-lo na final do campeonato paulista desse ano, pois, naquele momento, ele entendia que estava sendo muito importante para o time na retenção de bola.
Ontem tivemos uma situação semelhante de rebeldia, mas de forma negativa. A situação envolveu o jogador Neymar do Santos, da mesma geração de talentos que vem o Paulo Henrique Ganso, e que vem sendo alvo de diversas polêmicas nos últimos tempos.
No último domingo, ele já havia se desentendido com o jogador de meio-campo João Marcos, do Ceará. Ontem (15/9), durante jogo contra o Atlético-GO, na Vila Belmiro, a confusão foi com seus próprios companheiros. Rebelde, se recusou a cumprir ordens. Passou a rebolar em campo, negando-se a trocar passes com o restante da equipe. Ele discutiu com o zagueiro Edu Dracena e com o técnico Dorival Júnior. Chegou até a xingar o chefe.
Qual a diferença entre essas duas situações?
Apenas uma palavra: humildade. E você, o que acha?
Twitter: @blogdomarcelao
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Bruno Mello
31/07/2010
às 18:34O antimarketing da Ferrari
A atitude da Ferrari em dar ordens para que seus pilotos troquem de posição durante o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1 se provou um desserviço ao esporte e um grande erro de Marketing. Pela segunda vez, a equipe italiana dá combustível para a ira de torcedores, que se voltam contra a sua marca, as de seus patrocinadores e da própria Fórmula 1.Em 2002, no Grande Prêmio da Áustria, a equipe e os seus pilotos saíram do autódromo debaixo de vaias. Desta vez, a plateia ecoou no mundo inteiro com as redes sociais. A própria organizadora da competição fez questão de mostrar a enganação que esses ditos profissionais promoveram. Escancarado ou por trás das cortinas, é certo que ninguém gosta de ser enganado. E foi isso que a Ferrari fez mais uma vez.
Chamou seus consumidores de palhaços em rede mundial. Consumidores porque, além dos que pagaram para ver a corrida ao vivo, há milhões de pessoas que assistem pela TV. São essas pessoas que dão audiência. E é audiência, exposição e associação de marca que os patrocinadores compram, entre outros. Nenhuma marca gostaria de estar ligada a uma situação destas, gostaria? (mais…)
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Marcelão
31/07/2010
às 17:48Categorias: esportes, sustentabilidade, ética
Resultados Não Sustentáveis

Pessoal,
toda empresa deve buscar apresentar excelentes resultados financeiros, até porque é cobrada por isso pelos seus acionistas, mas deve-se ter cuidado com a sustentabilidade dos resultados obtidos, ou seja, qual o custo que a empresa pagará no futuro para obter os resultados obtidos no presente.
Querem um exemplo disso? Ontem, terça-feira, o novo diretor de futebol do Flamengo, o Sr. Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como ZICO, deu uma entrevista coletiva onde ele comentava sobre a situação atual do Flamengo em meio a todos os encandalos em que o nome do Flamengo vem sendo envolvido nos últimos meses. Zico deu a seguinte declaração:
- “Não é porque o Flamengo teve um título que poderia se fazer o que quisesse no Flamengo. Esse título acabou sendo ruim, porque as coisas que estão acontecendo e que vem acontecendo só denegriram a imagem do clube. É preferível não ganhar um título e ter um clube intacto, um clube limpo, do que ganhar um título e acontecer o que nós estamos vendo aí.” (mais…)
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Marcelão
03/06/2010
às 21:37Imperador Deposto e o Retorno do Rei

Pessoal,
aproveitando o momento atual de Copa do Mundo e pegando onda no dossiê “Gestão no Futebol” publicado na última edição da HSM Management, excelente por sinal, o post de hoje é uma comparação de lideranças e, é claro, a comemoração de um retorno do rei de volta a sua nação. A comparação de lideranças no campo do futebol envolve a liderança exercida pelo imperador Adriano e a liderança exercida no passado e no futuro pelo retorno do eterno rei da nação Rubro-Negra – Zico – ao Flamengo como diretor executivo de futebol do Flamengo.
Adriano, conhecida pela alcunha de Imperador obtida em campos italianos junto a torcida da Internazionale de Milão, voltou ao Flamengo em meados de 2009. Voltou após um pequeno período em que pensou desistir do futebol. Retornou em meio a muita festa e badalação e, principalmente, contando com muitos privilégios dentro do grupo como faltar a treinamentos e a escolha de não participar de jogos, notadamente, os jogos da Sul-Americana em 2009.
No entanto, apesar dos privilégios, o pacote comprado pelo Flamengo estava dando resultados, pois o Flamengo saiu da décima-quarta posição do campeonato brasileiro para ser hexa-campeão brasileiro, apesar de dar uma escorregada no final do campeonato quando apareceu com uma bolha inexplicada que o tirou do penúltimo jogo do campeonato. Os resultados compensavam a parte negativa do pacote que Adriano trazia para o Flamengo. Durante esse período, ele era adorado e defendido por todos no grupo de jogadores, aumentando ainda mais sua fama de imperador. Adriano exercia uma liderança dentro do grupo.
Veio o ano de 2010 e começaram a aparecer mais o lado negativo do pacote com a frequência maior de faltas aos treinos no Flamengo, ausência em jogos de menor importância do campeonato carioca e em jogos importantes da Copa Libertadores, que era a principal competição do clube no ano. Aparentemente, Adriano começou a deixar de se considerar como um Imperador e começou a adotar a postura de um Semi-Deus. Resultado : eliminação precoce na taça guanabara (primeiro turno do campeonato carioca), perda do segundo turno do campeonato carioca dando o título ao Botafogo e uma classificação na bacia das almas na fase de grupos da taça Libertadores da América.
Paralelo a isso, Adriano começou também a frequentar mais as páginas policiais dos jornais com envolvimento em confusões nas comunidades onde ele nasceu, relacionamento com traficantes, briga com a noiva e outras coisas mais, sendo que algumas ele estava em companhia de alguns de seus colegas do Flamengo. Além disso, foi vaiado em alguns jogos pela torcida e resolveu não comemorar seus gols junto a torcida. Vale lembrar que muitos presidentes do Flamengo sempre afirmaram que a torcida do Flamengo é o maior ativo do clube.
Após a desclassificação do Flamengo na libertadores, decidiu não treinar e não jogar mais pelo Flamengo, mesmo tendo contrato em vigor. Negociou sua volta a Itália sendo contratado pela Roma.
Uma pausa deve ser feita no texto agora para elogiar a postura da Presidente do Flamengo que descontou os dias não trabalhados pelo jogador com a falta a treinos e jogos após a eliminação na taça libertadores.
Após todos esses acontecimentos, a torcida do Flamengo começou a se preocupar com o futuro do time no Brasileiro em meio a notícias de desmonte. Eis que no dia 30.05, vem a notícia via Twitter: @ziconarede: “Zico: “Sou o novo executivo do futebol do Flamengo. Conversei hj cerca de 3 horas com a Patrícia e acertamos tudo” Em breve detalhes no ZNR”
Essa simples mensagem foi o suficiente para criar um verdadeiro alvoroço no Twitter com várias manifestações de flamenguistas e até de não-flamenguistas felizes com a volta de seu ídolo maior ao clube no qual construiu a maior parte de sua história como jogador profissional. História que envolve uma liderança positiva ao grupo de jogadores do Flamengo com quem trabalhou, nunca exigindo privilégios mesmo sabendo de sua condição de ídolo maior, sendo que quase sempre era o último a deixar o treino na gávea após treinar várias cobranças de falta mirando uma camisa que era colocada na junção da trave.
Trajetória que envolve, no primeiro período de profissional no Flamengo, além de títulos do campeonato carioca, três títulos de campeonato brasileiro (80, 82 e 83) sendo que a decisão de 1980, ele não jogou o primeiro jogo da final contra o Atlético Mineiro, mas mesmo contundido jogou a partida decisiva no Maracanã, pois sabia da sua importância para o time naquele momento decisivo, sendo autor de um dos gols e do passe para o primeiro gol do Flamengo. Em 1983, na decisão do campeonato contra o Santos, já estava vendido para a Udinese da Itália, mesmo assim jogou as partidas finais sem tirar o pé das divididas. (mais…)
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Marcelão
02/05/2010
às 18:30Simplesmente TALENTO

Pessoal,
talento é o que faz a diferença. Talento é o que surpreende e inverte a lógica dos fatos. Talento torna possível o que para muitos é impossível. Talento, acima de tudo tem PERSONALIDADE.
Em vários espaços da sociedade, como na seleção brasileira, temos uma predominância da mesmice e da mediocridade, vemos o talento e as pessoas que se destacam serem desqualificadas pela mediocridade de pessoas que tentam, de todas as formas, manter o status quo para manter seus silos de poder.
Talento sabe ter PERSONALIDADE nos momentos certos sem passar nenhum traço de arrogância. Talento arrisca e cria a diferença.
Gestores, que sabem lidar com o talento, sabem que o segredo está em não competir com o talento, mas sim em ter humildade, reconhecer e dar espaço para o talento surgir. Sabe dar mais valor aos pontos fortes das pessoas talentosas ao invés de tentar melhorar os pontos fracos.
TALENTO TRANSFORMA A COMPLEXIDADE EM SIMPLICIDADE.
Parabéns ao time do Santos, Campeão Paulista de 2010. Parabéns ao técnico Dorival Júnior pela gestão desse time. E, por último e mais importante, Parabéns ao talento de Neymar e, principalmente, Paulo Henrique – O Ganso – por mostrar que é possível conciliar a arte com a disciplina. O talento sabe trabalhar com os dois, arte e disciplina, em perfeita harmonia, enquanto que o medíocre opta pelo mais fácil e coloca a disciplina acima do talento.
Um abraço.
“Keep the Faith”
(Twitter : @blogdomarcelao)



