• Waleska Farias

    11/04/2012
    às 15:18

    Categorias: autodesenvolvimento, empresas, estilo e comportamento, estratégia, história, longevidade, recursos humanos

    Carreira e aposentadoria: fim ou recomeço?

    Há dois momentos cruciais na vida: o primeiro é quando nascemos. O segundo é quando descobrimos o motivo pelo qual viemos ao mundo e, a partir daí, enfrentamos o desafio de traçar contínuos objetivos e nos posicionar de modo convergente com quem somos e com o que, realmente, queremos até o fim de nossas empreitadas.
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  • Waleska Farias

    17/02/2012
    às 15:56

    Categorias: autodesenvolvimento, gestão de pessoas, gestão do tempo

    Carreira: a arte de decidir

    “Pela primeira vez, literalmente, pela primeira vez, um número substancial e crescente de pessoas tem a possibilidade de fazer escolhas. Pela primeira vez, as pessoas terão de administrar a si próprias. E é preciso que se diga uma coisa: elas estão totalmente despreparadas para isso”. (Peter Drucker)

    A cada novo dia nos deparamos com uma soma incontável de possibilidades para decidir sobre nossas diretrizes. Mas é cada vez mais difícil fazer escolhas convergentes com o que, realmente, queremos e com quem somos. As opções são exponenciais em contraponto a posições cada vez mais evasivas e distantes da realidade do eu.

    Quanto mais difícil é o processo de escolha, mais procuramos preencher o tempo com novos aprendizados e incumbências sejam elas quais forem. A angústia de pensar em perder tempo e ficar defasado nos leva a não questionar o sentido de convergência e realização. Estamos ocupando as horas e seguindo o fluxo sem tempo para questionamentos. E isso é o que importa…

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  • Waleska Farias

    27/12/2011
    às 11:48

    Categorias: Sem categoria

    Novos tempos. Hora de ser diferente

    Novos tempos, novas perspectivas. É hora de fazer-se novo.

    O tempo só se faz novo se nos dermos a oportunidade de virar a página e fazer diferente. É preciso avaliar posicionamentos e ancorar novos conceitos que acolham novos comportamentos. Fundamental ilustrar a diferença que queremos perceber ao nosso entorno.

    A mensagem é curta, mas contundente na fala de Edith Pierce: “Nós abriremos o livro e suas páginas estarão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se oportunidade e seu primeiro capítulo é o dia de ano novo.”

    Muito se fala de empreendedorismo, inovação, inclusão, sustentabilidade… Mas como sustentar novas configurações sem jogar fora aquilo que nos prende a velhos padrões? Como ser novo por fora sem mudar por dentro? É fácil? Não. É possível? Claro, que sim. E, se não tentarmos agora, os novos tempos serão apenas um medida do tempo.

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  • Waleska Farias

    29/11/2011
    às 19:15

    Categorias: competitividade, recursos humanos

    Descarrilamento: onde os profissionais falham?

    Você é capaz de identificar quais aspectos, hoje, podem comprometer o sucesso da sua trajetória profissional? Se não parou para pensar sobre o assunto, o momento é mais que oportuno. Afinal, quando o assunto é plano de carreira, visualizar os possíveis obstáculos e antecipar as devidas soluções pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua empreitada profissional.

    A competição cada vez mais acirrada, a demanda por resultados cada vez mais arrojados em menor espaço de tempo, as frequentes mudanças organizacionais e a necessidade de atualização constante atuam como catalisadores do stress e têm levado muitos profissionais a saírem dos trilhos e se perderem em meio a tantas variáveis.

    É preciso ter compreensão de quais aspectos configuram os gaps profissionais sob o ponto de vista das empresas e procurar desenvolver algumas habilidades demandadas enquanto perfil sociopsicológico das novas lideranças. Aliás, já não é de hoje, tem-se conhecimento de que os fatores que mais respondem pelas demissões nas empresas estão pautados em determinados padrões comportamentais. E como reza o ditado: “em terra de cegos, quem tem um só olho é rei”. É uma questão de prioridade. E o tempo urge…

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  • Waleska Farias

    04/10/2011
    às 10:20

    Categorias: gestão de pessoas, humanização do trabalho, recursos humanos

    Gestão de mudança: o desafio de adaptar-se ao novo

    Gerenciar mudanças é hoje um dos maiores desafios que todos temos de enfrentar. Às vezes, as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam sem norte, desorientados. Fusões, aquisições, mudanças de gestão, mudanças estratégicas, sistêmicas, tecnológicas, científicas e comportamentais. Uma avalanche contínua de novas vertentes que dificulta o posicionamento entre o que é e o que deverá ser. Em meio a essas indefinições, muitas vezes não conseguimos identificar o que queremos em convergência com o que, em essência, nos tornamos.

    As trajetórias profissionais oferecem caminhos tão sinuosos que nos levam a reavaliar repetidas vezes a legitimidade e a viabilidade dos nossos propósitos para chegarmos a um denominador comum. Como mudar se na maioria das vezes nem ao menos conseguimos visualizar o que deve ser repaginado? Por isso muitas vezes nos sentimos desconfortados, estressados, desestimulados e sem a energia que responde pela determinação que nos mobiliza. Já não é possível identificar o que acontece e, então, é necessário parar e reavaliar nossas configurações pessoais e profissionais.

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  • Waleska Farias

    05/09/2011
    às 14:28

    Categorias: competitividade, estilo e comportamento, gestão de pessoas, gestão do tempo, humanização do trabalho, recursos humanos

    Estresse, maus hábitos e a degradação das relações de trabalho

    “A maior arma contra o estresse é a habilidade de escolher um pensamento ao invés de outro.” William James

    O estresse é um dos principais responsáveis pela deterioração das relações de trabalho e, hoje, configura um grave problema que as empresas estão tendo que enfrentar. Pela incidência com que os sintomas do estresse se apresentam no ambiente de trabalho, a condição já foi convencionada como uma epidemia do século XXI. Segundo estudo realizado pela Regus, 58% das empresas tiveram um aumento significativo de estresse ocupacional nos últimos dois anos.

    Os quadros de estresse manifestam-se de modo muito particular nos profissionais que vivenciam momentos de grande pressão para produzir cada vez mais em menor espaço de tempo. Nesse contexto, é crucial que cada um tenha consciência do seu limite físico e mental, com base no conhecimento que deve ter de si mesmo, e que saiba estabelecer suas prioridades, revendo sempre o ritmo de trabalho para que a saúde e o desempenho não sejam comprometidos.

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  • Waleska Farias

    29/07/2011
    às 20:12

    Categorias: autodesenvolvimento, competitividade, estilo e comportamento, executivos

    Soft skills – As competências que abrem portas

    A expressão soft skills tem dado o que falar nas esferas corporativas. Na verdade, trata-se de um termo sociológico em referência às pessoas que possuem um bom nível de inteligência emocional (QE = Quociente de Inteligência Emocional), sustentado por habilidades que têm impacto direto na qualidade das relações interpessoais e que configuram a excelência na interface com o outro. São atrativos do perfil profissional que respondem pelo sucesso ou fracasso do processo de socialização e interação entre os grupos nas células de trabalho.

    Resiliência, jogo de cintura, comunicação acessível, empatia e otimismo são traços que sinalizam a capacidade que o profissional tem de contornar situações e conquistar a simpatia e o apoio das pessoas pela maestria com que lida com elas.

    Não é raro, após reuniões mais acaloradas nas empresas, ouvir comentários a respeito daquele profissional que consegue fugir de posturas ostensivas, posicionando-se com maturidade e oferecendo colocações razoáveis e oportunas. Pensam com isenção, sem melindres, pois não tomam como pessoais as posições contrárias às suas. Esse padrão comportamental converge à estrutura das competências sociais e é muito significativo quando avaliado pelo valor agregado que proporciona às organizações.

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  • Waleska Farias

    24/04/2011
    às 20:01

    Categorias: comunicação, gestão, liderança

    A Comunicação nas Lideranças: Eu Falo, Tu Interpretas…

    Comunicar-se bem demanda antes de tudo aprender a ouvir e compreender a intenção do outro, inclusive pelo o que não é falado. Aliás, as palavras representam apenas o que está na superfície. O corpo ilustra aquilo que desconforta e não consegue ser expressado; que não é dito, mas fala muito mais. Esse processo requer conhecimento no qual nem todo líder é versado.

    A comunicação se torna fluida somente quando o ponto de vista do outro é compreendido e acolhido, independente do quão diferente possa ser das convenções em pauta. Quando a realidade do outro consegue ser entendida, a linguagem é usada com muita precisão e promove resultados bastante positivos no processo de entendimento entre o líder e seus colaboradores.

    Quando um líder acredita que as pessoas ao seu entorno têm a obrigação de saber interpretar o que ele quer dizer, está na verdade contribuindo para que ocorram os ruídos e bloqueios no processo de comunicação. Afinal, se a boa comunicação é privilégio de poucos, o que dizer da leitura de mente?

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  • Waleska Farias

    11/03/2011
    às 12:24

    Categorias: gestão, humanização do trabalho, liderança, tendências

    A gestão na esfera da “pessoalidade”

    As empresas a cada dia se tornam mais conscientes da necessidade de rever seus modelos de gestão de pessoas, dada a disposição em investir na qualificação de seus líderes no que tange à melhoria das relações interpessoais no ambiente de trabalho, visando diminuir os impactos de determinadas “ações gerenciais” no processo de capacitação e retenção de seus profissionais.

    Espera-se dos novos gestores uma proposta de liderança compartilhada, em que as ações sejam colaborativas e estimulem o desenvolvimento por um consenso do grupo. Mudam as tendências, é imperativo que mudem também os posicionamentos. Falta um “algo mais” no jeito de ser para que as relações entre líderes e equipes tornem-se mais justas e, por consequência, produtivas.

    É preciso ter consciência de que as pessoas não são compartimentadas e de que suas respostas sofrem influência direta das suas diversas percepções, pois todos têm carência de insumos emocionais e sempre esperam por um gesto empático que legitime suas necessidades e expectativas.

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  • Waleska Farias

    10/02/2011
    às 13:53

    Categorias: gestão, humanização do trabalho, liderança

    O perfil humano das novas lideranças

    “Se tratamos as pessoas como elas devem ser, nós as ajudamos a se tornarem o que elas são capazes de ser”. Goethe.

    As empresas estão certas de que no âmbito da gestão de pessoas tornou-se crucial a adoção de um novo perfil que sugira, também, um novo modo de pensar e agir quanto ao incentivo das práticas da nova liderança. Mas, a despeito da maioria dos líderes considerarem o trabalho em equipe importante e investir na formação de um time de alto desempenho, ainda é notória a dificuldade quanto à adoção dos conceitos da nova liderança nas células de trabalho.

    É fundamental que o novo líder seja flexível e consiga inteirar-se das necessidades e expectativas do grupo, despertando em todos o desejo de cooperar por disposição própria e não por imposição. “Pessoas precisam ser tratadas cada vez mais como parceiras e não mais como empregadas”, Peter Drucker. Esse é o estímulo e o caminho para a configuração da liderança essencial.

    Entende-se que o próprio ritmo imposto pelas demandas inerentes à função do líder, somado ao compromisso com a entrega dos resultados, traz dificuldades à proposição do trabalho colaborativo. Afinal, muitas vezes é mais rápido fazer por si mesmo do que dispor de tempo para formar pessoas até que tenham condição de contribuir de forma autônoma. Mas, esse é o principal papel do líder: desenvolver àqueles que estão sob a sua responsabilidade.

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