• Tiago Aguiar

    27/02/2012
    às 19:42

    Categorias: empreendedorismo, gestão

    Sexto mandamento do empreendedor: tenha certeza

    Muita gente diz que para dar certo na vida você tem que ter pensamento positivo, não é? Não acredito nisso! Você precisa é ter certeza de que vai dar certo.

    Ter uma boa ideia, fazer um elaborado e minucioso plano de negócio e um excelente plano de ação não vai conferir sucesso ao empreendedor caso ele não tenha a certeza, acima de qualquer dúvida, de que o seu negócio dará certo. Muito antes de um bom business plan, vem a crença de que o seu produto ou serviço realmente lhe trará sucesso.

    Mas, como este mandamento diz: o empreendedor deve ter certeza e não pensar que terá sucesso. Se formos analisar com cuidado, a diferença entre o pensamento positivo e a certeza está no fato de que todo pensamento positivo tem por trás um negativo. A pessoa pensa que não poderá alcançar determinado objetivo, então em cima deste pensamento vem o otimismo e diz para pensar que vai conseguir, sim.

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  • Tiago Aguiar

    14/11/2011
    às 17:13

    Categorias: empreendedorismo, empresas

    Quinto mandamento do empreendedor: cuide dos detalhes

    Uma frase muito conhecida diz que Deus está nos detalhes. Na vida do empreendedor, eu diria que não só Deus está nos detalhes, como o sucesso também. Por outro lado, no mundo dos negócios há o commodity, que significa mercadoria e matérias-primas. São bens uniformes, produzidos em grandes quantidades por um grande número de produtores. Comparando esses dois conceitos, creio que a pergunta que todo empreendedor deve fazer é: meu negócio é uma commodity ou possui algum diferencial competitivo?

    Mesmo naqueles setores em que o produto é realmente uma commodity, como por exemplo açúcar, café, arroz, soja, milho, trigo, aço, cobre, alumínio etc, há diferenciais a serem agregados que farão a diferença. Nos exemplos trazidos como commodities, o diferencial pode estar no serviço, atendimento, prazo de entrega, logística, forma de pagamento e outros que você poderá vislumbrar dentro do seu ramo.

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  • Tiago Aguiar

    01/11/2011
    às 15:26

    Categorias: economia, empreendedorismo, liderança

    Quarto mandamento do empreendedor: não fazer (só) pelo dinheiro

    É comum ouvirmos pessoas vociferando contra seus empregos, chefes e, principalmente, contra sua remuneração. Mais comum ainda é encontrarmos essas mesmas pessoas dizendo algo como: “preciso dar um jeito de ganhar dinheiro, trabalhar só dá pra pagar as contas”. Esse é um dos piores, senão o pior jeito de começar uma empresa. Na minha visão, esse é o quarto mandamento: não faça pelo dinheiro!

    É preciso entender, também, que “não fazer pelo dinheiro” não quer dizer jogar um olhar de romantismo sobre seu negócio, no qual você paga para trabalhar meramente para bater no peito e exclamar que é empresário. O dinheiro precisa estar envolvido, como em qualquer negócio. Mas empreender não deve ser confundido como uma alternativa ao emprego: é algo maior, um estilo de vida.

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  • Tiago Aguiar

    07/07/2011
    às 10:48

    Categorias: autodesenvolvimento, competitividade, empreendedorismo, empresas, ensinamentos, estilo e comportamento, estratégia, gestão

    Nunca aceite não, o terceiro mandamento do empreendedor

    Outro dia li uma pesquisa que apontava que, durante a infância, um indivíduo recebe até 40.000 nãos a mais que sins. Creio que, não nesta mesma proporção, mas algo parecido acontece nos primeiros anos de um negócio. Vencer esse desafio é o terceiro mandamento do empreendedor.

    Quando iniciamos um negócio, começamos empolgados com a oportunidade. Apresentamos o projeto da empresa para algumas pessoas mais próximas, conversamos com familiares e todos dizem ser uma ideia genial. Não é mesmo? Sendo assim, o empreendedor se convence de que o negócio é bom e dá início ao processo de abertura da empresa.

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  • Tiago Aguiar

    20/05/2011
    às 08:24

    Categorias: autodesenvolvimento, estilo e comportamento

    Pensar grande, o segundo mandamento do empreendedor

    Nos negócios, assim como na vida, encontramos diversos obstáculos pela frente. Preocupações e dilemas que nos fazem acordar no meio da noite sem que possamos voltar a dormir. Desafios que nos tomam tempo e muita reflexão para que sejam resolvidos. A solução para estes problemas está neste segundo mandamento: PENSE GRANDE!

    Leia também o post Sonhar, o primeiro mandamento do empreendedor

    O que faz algumas pessoas enxergarem problemas e outras, a solução? O fato é que alguns têm uma visão limitada dos seus objetivos, enquanto outros aprenderam, ao longo das experiências, a enxergar mais adiante, além dos problemas. São pessoas cuja visão do todo é cristalina e que sabem que cada parte é um passo adiante na conquista de um objetivo maior.

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  • Tiago Aguiar

    02/05/2011
    às 05:43

    Categorias: autodesenvolvimento, empreendedorismo

    Sonhar, o primeiro mandamento do empreendedor

    Há diversas definições sobre empreendedorismo. Desde a mais teórica como “criar algo diferente, dedicando tempo e os esforços necessários, assumindo os riscos correspondentes e recebendo as consequentes recompensas” até “empreender é uma questão de atitude”, sendo esta última a definição da qual mais me aproximo.

    Entre teorias, ciência e estudos, acredito ser o ato de empreender a mais significante e melhor oportunidade que se tem para realizarmos nossos sonhos de maneira eficaz. Entendo que empreender seja a sublime oportunidade para “fazermos aquilo que verdadeiramente gostamos e sonhamos”.

    Assim, partindo da definição acima sobre o que considero ser o empreendedorismo, subtraio o primeiro mandamento no qual todo empreendedor deve basear o seu caminho: “Sonhe”.

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  • Tiago Aguiar

    23/03/2011
    às 14:25

    Categorias: empreendedorismo, empresas

    Formal ou informal?

    Afirmo, sem nenhuma base científica, apenas baseado na minha impressão pessoal, que muitas boas ideias de empreendimento e inovação já foram engavetadas antes de sair do papel por um único motivo: a burocracia necessária para se abrir um novo negócio. São certidões, papéis, registros… Se passar por todas essas etapas é difícil, creio que mais difícil ainda seja não desanimar diante de tantas taxas, pendências, atrasos…

    Ninguém gosta de pagar impostos, lidar com funcionários, contadores, no entanto, são etapas necessárias. Afinal, não existe país desenvolvido na informalidade. No Brasil, por exemplo, segundo dados do Sebrae, existem quase 6 milhões de micro e pequenas empresas, que respondem por mais de 50% da mão de obra com carteira assinada e 20% do PIB. Na informalidade calcula-se que existam mais de 10 milhões de empresas e 13 milhões de profissionais.

    A formalização, os benefícios e os impostos fazem parte de um movimento de engrenagem, no qual uma ação depende da outra e todas juntas geram o resultado final. Quem estiver na informalidade dificilmente conseguirá tirar proveito do crescimento e desenvolvimento empresarial que acontecem no país.

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  • Tiago Aguiar

    28/02/2011
    às 14:10

    Categorias: competitividade, estratégia

    Visão além do alcance

    Uma das coisas que diferencia o empreendedor nato é a capacidade de enxergar além: olhar para um problema e enxergar a solução. Ou você acredita que as oportunidades de negócio voam por aí, soltas pelo ar?

    Uma forma muito importante de detectar essas chances é por meio do relacionamento com o cliente que você já tem. É o caso de Kazuo Matsui, da empresa AutoShine. A empresa foi fundada em 1984, mas no mercado de cera automotiva. Junto com o irmão, desenvolveram a marca e, aos poucos, foram entrando de forma diferente no mercado.

    Nesse caso, o desenvolvimento da embalagem e do design, aliado à paixão do brasileiro por carro, fez com quem a famosa latinha arredondada de cera tradicional perdesse espaço, trazendo uma nova oportunidade: a terceirização: vender os produtos AutoShine com uma embalagem personalizada para cada cliente. Hoje, o mix de produtos inclui ceras e polidores, ceras coloridas, limpa vidros e panos de microfibra.

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  • Tiago Aguiar

    19/01/2011
    às 07:34

    Categorias: empreendedorismo, humanização do trabalho, sustentabilidade, ética

    Quem é o empreendedor sustentável?

    Nestes tempos onde a terra reclama cada vez mais sua parte nos negócios e a sociedade cobra uma postura participativa das empresas na construção de um mundo melhor, um ambiente saudável e uma economia que se perpetue no tempo, é imprescindível que os empreendedores atuais e do futuro pensem em seus negócios além do portão de suas empresas. Proponho um novo tipo de empreendedor: o Empreendedor Sustentável!

    Quem seria então esse tal Empreendedor Sustentável? É aquele que estabelece seus negócios em cima de três pilares, ou 3 P’s: People, Planet e Profit (Pessoas, Planeta e Lucro).

    O primeiro pilar de sustentação são as pessoas; este empreendedor possui a exata noção de que negócios são feitos por pessoas. Por trás de cada software ou carro vendido existe uma centena de pessoas que o programaram, fabricaram, e outras milhares que o comprarão. Este empreendedor toma decisões pensando nestas pessoas.

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  • Tiago Aguiar

    15/12/2010
    às 08:50

    Categorias: competitividade, empreendedorismo, empresas, estratégia, inovação

    Das ideias à atitude

    Você já percebeu que o símbolo mais usado para representar uma ideia é uma lâmpada acesa? Basta apertar o botão e lá está a luz. No entanto, por trás disso, há um emaranhado de fios e ligações para tornar isso possível. Exatamente como as ideias! Para que elas surjam, é necessário que haja uma série de informações e conexões.

    O empreendedor não deixa a ideia ficar apenas na famosa “conversa de bar”. Ele faz, seguindo seus impulsos. Tiago Teixeira e Tullio Dalpiaz, por exemplo, eram apaixonados por esportes radicais e cultura urbana. Acabaram por montar uma loja online para venda de skates. Hoje, a Urban Store é líder no segmento. Mas… Qual foi o pulo do gato? Ambos tinham uma informação valiosa: a modalidade é a segunda que mais movimenta dinheiro no comércio brasileiro, perdendo apenas para o futebol.

    Outro ótimo exemplo é a Crivo, desenvolvedora de software de análise de crédito e risco. Daniel Turine iniciou, ao lado de seus dois sócios, partindo de uma ótima percepção: era complicado, para diversos clientes, analisar informação de vários bureaus e de várias fontes diferentes para tomar uma decisão. Daí até a ideia de desenvolver um software simples que agregue várias informações necessárias para decisão de crédito (de fontes confiáveis, inclusive da Receita Federal) foi um pulo.

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