-
Tennyson Pinheiro
21/03/2012
às 10:30Categorias: atendimento, design, economia criativa, empresas, estratégia, humanização do trabalho, inovação, ética
Disney: Uma perspectiva de dentro para fora

Na semana passada, vivi uma das experiências mais intensas e emocionantes da minha vida. Passei uma semana mergulhado nos processos, práticas, cultura e backstage da maior empresa de entretenimento do mundo: A Walt Disney Company.
-
Tennyson Pinheiro
23/02/2012
às 15:56Categorias: Sem categoria, economia criativa, educação, empreendedorismo, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, inovação, livros
Academia em loop infinito
A academia deveria passar os próximos anos a todo vapor tentando responder à pergunta: “como tornar o conteúdo de artigos acadêmicos atraente o suficiente para que as mentes transformadoras da nova sociedade possam consumi-los e, com isso, esses artigos gerem real impacto na construção de um futuro melhor?”Artigos acadêmicos talvez sejam, para o cidadão comum e até para alguns acadêmicos, a mídia mais chata do mundo para se consumir. Doutrinados a gerar textos nada divertidos, contendo quase nenhuma narrativa, autores de artigos acadêmicos explicam as coisas citando somente autores de outros artigos acadêmicos e esses o fazem citando outros autores acadêmicos …. Pois é, a cascata de chatice e monotonia não tem fim.
Esse processo, exigido pela academia para que os artigos tenham validade, gera dois problemas graves. O primeiro é a total amputação da capacidade narrativa do pesquisador acadêmico, que, por ser doutrinado a escrever de maneira monótona, acaba com uma dificuldade tremenda de fazer o seu ponto valer e, mais do que isso, tornar o seu ponto interessante para quem está disposto a, através dele, construir e transformar as coisas.
-
Tennyson Pinheiro
23/11/2011
às 14:48Categorias: Sem categoria, autodesenvolvimento, ciências, design, economia criativa, executivos, inovação, tendências
Vivendo e espelhando…
“The doctor should be opaque to his patients and, like a mirror, should show them nothing but what is shown to him”Sigmund Freud
Você assiste a um filme de suspense e automaticamente sua respiração se torna ofegante e sua musculatura do rosto tensa. Mergulha em um filme de drama, para em pouco tempo “sentir na pele” o sofrimento da protagonista e se pegar enxugando algumas poucas lágrimas do rosto. Só de ouvir um amigo te contar sobre ter presenciado um acidente no qual alguém machucou feio o joelho, você se pega passando levemente a mão em seu joelho. Ou pelo menos com vontade de fazer.
Já parou para pensar sobre isso? Vamos pensar juntos agora… Que tal?
-
Tennyson Pinheiro
29/08/2011
às 16:58Categorias: design, economia criativa, empresas, estratégia, humanização do trabalho, inovação
Seu melhor índice de inovação: a curva de abandono
Estamos dançando em tempos estranhos. E, para piorar, em compasso descoordenado.
Exterminamos os artesãos, mas sobrevivemos à revolução das máquinas de fumaça das linhas de produção. Esprememo-nos por entre altos e baixos na era dos MBAs e tivemos a sorte de adentrarmos o que muitos chamam de “era da experiência”, basicamente se referindo à constante busca das pessoas por muito mais do que suprir suas necessidades: a busca por significado e propósito. E cá estamos nós.
Mas não estamos sozinhos. Em meio a essa escalada em esteroides ao topo da pirâmide motivacional de Maslow, ainda temos que encarar a sopa de complexidade que quatro gerações, muitas vezes vivendo dentro da mesma casa ou da mesma empresa, criam diariamente. Some a isso a explosão dos canais digitais e das praças sociais, além da incrível e óbvia constatação de que o planeta está sucumbindo (e que a culpa é nossa)… Ufa. Dava para ir embora nessa lista.
-
Tennyson Pinheiro
10/05/2011
às 06:10Categorias: gestão, inovação, tendências
Três radinhos de pilha que vão mudar a sua vida

Quantas vezes nas últimas duas semanas você ouviu frases como: “Nossa estratégia está focada na classe C”? Ou “temos que pensar uma forma de conquistar o público da classe C”?
É fato que estamos navegando em mares complexos, com uma classe emergente que virou de cabeça para baixo a numerologia do varejo brasileiro e vem afetando, positivamente, o consumo nas mais diversas áreas da economia nacional.
É fato também que enfrentamos tempos estranhos, desconhecidos, temperados pelo convívio de quatro gerações sob o mesmo teto. Mas eu não vou dedicar esse post (que é o meu primeiro nesse blog) a falar sobre como se comporta ou quem é esse público. Para dizer a verdade, eu vou propor outra coisa: que tal entendermos bem o que o termo “classe C” significa? Você irá se surpreender.


