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Ricardo Almeida
28/03/2011
às 09:00Categorias: ciências, economia, estudos & pesquisas, história, inovação, longevidade, tendências, trends & insights
200 anos em 200 países (mostrados em 4 minutos)
Nas últimas décadas – e principalmente nos últimos anos – o mundo acelerou o seu ritmo de desenvolvimento sob absolutamente todos os aspectos. A era pós-revolução industrial viu a tecnologia surgindo como uma mescla de ciência e arte, envolvendo pessoas e criando uma espécie de senso comum pautado pela colaboração e pelo crowdsourcing.
Politicamente, isso tem proporcionado revoluções atrás de revoluções, fazendo regimes ditatoriais que duravam décadas entrar em súbito colapso; tecnologicamente, o tempo parece ter se acelerado de tal forma que a década passada mais parece o século passado; demograficamente, o planeta explodiu em uma superpopulação sem limites; economicamente, o mapa dá claros sinais de mudanças puxados por países em desenvolvimento e ávidos por mais e mais riqueza.
Mas, na prática, o que exatamente mudou? Um estudo da BBC que tem circulado pelo Youtube apresenta uma análise diferente de todas essas mudanças combinadas. Feita com base em 120 mil dados de 200 países, o vídeo dá uma noção clara dos rumos que todos nós estamos tomando.
Além de brilhantemente produzido, ele traz um sopro de ânimo em meio a tantas notícias negativas que todos temos testemunhado.
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Ricardo Almeida
01/02/2011
às 11:22Categorias: comunicação, conteúdo, estratégia, internet, social network, trends & insights
O Wikileaks e a informação transparente para todos: isso é bom?
Sob a ótica do público, o Wikileaks é considerado hoje um dos maiores símbolos de um mundo clamando por mudança e de transparência de informações. Com base em exposição completa, espera-se que os segredos das superpotências venham à tona trazendo consigo planos que beiram o macabro para fortalecer os seus poderios em detrimento da desgraça alheia.
Com esse discurso recheado de maniqueísmos, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, praticamente atingiu o status de herói internacional. Mas isso procede?
Quando se prega a informação 100% livre e transparente a todos, há que se considerar também que não são apenas os cidadãos “de bem”, por assim dizer, que terão acesso a ela. A mesma informação que pode eclodir movimentos populares legítimos pelo planeta pode também auxiliar terroristas em estratégias muito pouco heróicas. Como?
Em dezembro do ano passado, o Wikileaks divulgou um documento secreto da CIA listando dúzias de localidades consideradas mais vulneráveis a ataques terroristas, tanto pela alta concentração de pessoas quanto pela carência de esforços de defesa. Um prato inegavelmente cheio para organizações como a Al Qaeda, citando apenas a mais famosa.
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Ricardo Almeida
24/01/2011
às 14:04Categorias: conteúdo, estilo e comportamento, estratégia, gestão 2.0, inovação, tecnologia, trends & insights
As 5 tendências para crowdsourcing
De todos os efeitos relacionados à era em que vivemos, talvez o mais “empolgante” seja o crowdsourcing: de certa forma, a organização da massa de informações baseada, essencialmente, na soma de opiniões individuais.
Por conta do que podemos chamar de singular opinião da coletividade, impérios nasceram pelas mãos de empreendedores que melhor conseguiram captar as vozes das massas e transformá-las em produtos e serviços.
Mas as massas, como em qualquer época do mundo, sempre foram conhecidas pela turbulência que corre em suas veias coletivas. As massas derrubaram a monarquia francesa juntamente com cabeças de todos que ousaram erguer as suas vozes em tons “altos demais”; as massas geraram duas grandes guerras mundiais no século XX; as massas, canalizadas por vozes de líderes natos ou por redes sociais imperativas, continuam demandando mudanças radicais em tudo o que puder ser considerado como status quo.



