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	<title>Blog HSM &#187; Luiz Alves</title>
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	<description>Inspiring ideas</description>
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		<title>Quem entendia de sustentabilidade era a minha avó</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 12:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Não faz muito tempo que o termo sustentabilidade foi cunhado e surgiu como algo inovador, mas meus avós já praticavam atitudes sustentáveis há muitos anos. Primeiramente não se jogava comida fora. A pequena sobra de arroz do dia anterior se transformava em um saboroso bolinho no dia seguinte, o bife que sobrava virava um apetitoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não faz muito tempo que o termo sustentabilidade foi cunhado e surgiu como algo inovador, mas meus avós já praticavam atitudes sustentáveis há muitos anos. Primeiramente não se jogava comida fora. A pequena sobra de arroz do dia anterior se transformava em um saboroso bolinho no dia seguinte, o bife que sobrava virava um apetitoso picadinho.</p>
<p>Quase todo quintal tinha um galinheiro e uma horta, assim, os alimentos orgânicos – outro modismo inventado em tempos recentes – eram produzidos pela maioria das famílias. Quando faltava “mistura”, bastavam dois ovos caipiras das galinhas do quintal um tomate e um ramo de salsinha da horta, pronto lá estava uma nutritiva omelete. Se o dia fosse especial um frango caipira propiciava um belo assado.</p>
<p>A horta do meu avô, embora de tamanho reduzido, produzia de tudo: alface, almeirão, rabanete, pimentão, couve, berinjela, tomate, dentre outros legumes e verduras. Tudo isto sem utilizar nenhum agrotóxico ou adubo químico. O lixo orgânico (casca de frutas e de ovos) se transformava em adubo. Até os vasos de antúrios recebiam as cascas de ovos.</p>
<p>A água utilizada pela família, em geral, provida por um poço era utilizada com critério e economia. A roupa era lavada no tanque e a água reutilizada para lavar o quintal, portanto, o reuso da água não é novidade como se apregoa atualmente, mas algo que a minha avó também já praticava.</p>
<p><span id="more-11465"></span>A sacola de lona que surgiu como novidade em tempos recentes, ficava sempre pendurada atrás da porta da cozinha e era levada pela minha nona na mercearia ou na feira. Nada de sacolas plásticas descartáveis, aliás, naquela época nada era descartável.</p>
<p>As garrafas PET simplesmente não existiam e não fazia falta porque os vasilhames de bebidas eram de vidro e reutilizados sem nenhuma dificuldade. Todos, incluindo a minha avó, tinham a disciplina de levar o vasilhame à mercearia para comprar refrigerantes, cerveja, leite, etc.</p>
<p>Embora com toda a simplicidade e muito menos oportunidades e opções, meus avós usavam os recursos que dispunham com consciência elevada, evitando o desperdício e reutilizando aquilo que era possível. Desde o papel usado para embrulhar o pão aos vasilhames de vidro e roupas, meus avós sabiam da importância de bem utilizar os parcos recursos que dispunham.</p>
<p>Talvez seja uma boa situação para refletir sobre atitudes simples, mas que podem se tornar grandiosas e que facilmente estão ao nosso alcance. Somente na questão alimentação, é inaceitável o desperdício de alimentos não somente em feiras livres e supermercados, mas dentro de nossas casas, enquanto milhões de pessoas padecem de fome. Parece ser muito mais uma questão de atitude e consciência do que criar planos arrojados e difíceis de serem concretizados. É certo que individualmente podemos fazer muito, basta começar.</p>
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		<title>Antes que o mundo acabe</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 14:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o calendário Maia, o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012. O povo Maia é reconhecido por seu avançado conhecimento de astronomia e pela precisão de seus diferentes tipos de calendários. Foram os eles que criaram o calendário anual solar com 365 dias, chamado Haab. Outro calendário criado pelos Maias foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Peixe.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-11090" style="margin: 5px;" title="Peixe" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Peixe.jpg" alt="" width="287" height="209" /></a>Segundo o calendário Maia, o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012. O povo Maia é reconhecido por seu avançado conhecimento de astronomia e pela precisão de seus diferentes tipos de calendários. Foram os eles que criaram o calendário anual solar com 365 dias, chamado Haab. Outro calendário criado pelos Maias foi o de “Longa Contagem”, que computa extensos períodos de tempo ou ciclos, de 5.125 anos.</p>
<p>Com base no calendário de longos ciclos foi estabelecida a profecia Maia do fim dos tempos. Segundo essa profecia, estão previstas para 2012 impactantes atividades cósmicas para o planeta Terra. O Sol deverá sofrer violentas tempestades emitindo poderosas chamas e partículas cuja potência alcançará a terra causando o colapso de campos magnéticos que certamente produzirão grandes catástrofes.</p>
<p>Paro por aqui porque não tenho a pretensão de discutir a teoria Maia para o fim do mundo. Quero apenas refletir sobre esta situação. Imagine que é certo que o mundo vai acabar no dia 21 de dezembro de 2012, então tente pensar em como você viveria os dias que te restam.</p>
<p><span id="more-11086"></span>É provável que alguns não façam nada, apenas permitirão que o tempo passe, no final, passará. Outros vão pirar literalmente e perderão a conexão com o mundo real. Como conviver com a certeza de que seu fim vai chegar em pouco mais de dois anos?</p>
<p>Talvez você resolva viajar e aproveitar o que a vida tem de melhor, sem se preocupar em acumular, ao contrário, apenas desfrutar do que você já tem. Talvez você faça coisas simples como visitar os amigos, reuni-los em sua casa, resgatar uma antiga paixão ou procurar alguém para pedir perdão. Talvez você se motive a escalar uma montanha, fazer uma travessia oceânica, pular de bung-jump, voar de balão, saltar de pára-quedas ou aprender a surfar.</p>
<p>Talvez você possa cruzar a Europa de bicicleta ou caminhando. Talvez você possa aprender a cantar, tocar um instrumento, dançar, jogar pôquer, assobiar, dirigir. Talvez você possa se converter e seguir alguma religião, parar de fumar ou simplesmente ajudar a quem precisa.</p>
<p>Talvez você possa fazer isso tudo.</p>
<p>Reflita: por que esperar pelo fim do mundo para fazer o que te dá prazer? Porque não fazer isso agora e sem culpa?</p>
<p>Somos condicionados a acumular riqueza e desfrutar no fim da vida, mas a realidade é que muitas vezes o fim da vida está no minuto seguinte. O fato de trabalhar não quita a possibilidade de desfrutar dos prazeres da vida, que nem sempre dependem de grandes somas de dinheiro, às vezes independem de qualquer valor. Mesmo o trabalho pode ser algo prazeroso se executado de maneira consciente, livre de preconceitos e sem obsessão. Aliás, nada feito sem bom senso traz felicidade.</p>
<p>Não espere o fim do mundo para desfrutar da vida, pense em viver de maneira intensa cada dia como se fosse o último. Viva suas fantasias e vontades, não deixe de usar aquela roupa nova esperando a “melhor” ocasião, pois a melhor ocasião é agora. Não passe pela vida, mas passeie por ela, de maneira intensa, alegre, sem a pretensão de ser a pessoa mais importante do mundo, a não ser para você mesmo.</p>
<p>Priorize suas vontades, seja sincero e verdadeiro, especialmente contigo mesmo. Exerça o perdão, seja solidário e não tenha medo de demonstrar sentimentos. Lembre-se que a vida é para ser vivida em sua plenitude, portanto cada indivíduo tem a liberdade de fazer escolhas, cabe a você escolher entre surfar sobre a onda da vida, ou ser arrastado por ela.</p>
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		<title>COP10 &#8211; Protocolo de Nagoya</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2010/11/cop10-protocolo-de-nagoya/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 11:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora pouco divulgado no País, após 18 anos de negociações – desde a Eco-92 – finalmente foi assinado o Protocolo de Nagoya, que pode ser considerado um marco no sentido de frear a perda alarmante de biodiversidade e ecossistemas do planeta. Este pacto, firmado por 193 países, estabelece um tratado sobre a biodiversidade, onde as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cop10-logo.png"><img class="size-full wp-image-10439 alignright" style="margin: 5px;" title="cop10-logo" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/cop10-logo.png" alt="" width="200" height="196" /></a></p>
<p>Embora pouco divulgado no País, após 18 anos de negociações – desde a Eco-92 – finalmente foi assinado o Protocolo de Nagoya, que pode ser considerado um marco no sentido de frear a perda alarmante de biodiversidade e ecossistemas do planeta.</p>
<p>Este pacto, firmado por 193 países, estabelece um tratado sobre a biodiversidade, onde as nações passam a reconhecer o direito dos países sobre a sua biodiversidade. Na prática, isto significa que se alguma nação desejar explorar os recursos naturais de outra, como: plantas, animais ou micro-organismos, esta deverá pedir autorização para o detentor do recurso.</p>
<p>Se a exploração resultar em algum produto, como remédios ou cosméticos, os lucros obtidos deverão ser compartilhados entre o país desenvolvedor e o de origem do recurso natural. Ficou estabelecido um sistema de divisão de ganhos por exploração de recursos naturais que, particularmente, beneficia países como o Brasil que possui a maior biodiversidade do planeta.</p>
<p><span id="more-10416"></span>O acordo prevê que, em casos onde exista histórico de conhecimento tradicional associado ao uso medicinal de plantas, os lucros deverão ser compartilhados com os detentores desse conhecimento; é o caso de algumas tribos indígenas. Prevê também ampliar a proteção de ecossistemas terrestres e de água doce dos atuais 12% para 17%, e de 1% para 10% para os ecossistemas marinhos e costeiros até 2020. Além de criar um novo mecanismo financeiro projetado para apoiar o cumprimento dessas metas.</p>
<p>Se por um lado a soberania sobre a biodiversidade é positiva para o Brasil, por outro impõe a necessidade de um estrito controle sobre ela. O Brasil, que ocupou papel central nestas discussões, precisa rapidamente criar mecanismos de controle de uso de seus recursos, especialmente da flora, que tem sido fortemente explorada pela indústria farmacêutica.</p>
<p>O texto aprovado não é perfeito, especialmente porque não tem força de lei, mas é realista do ponto de vista da sua viabilidade política e financeira. O acordo cria uma obrigação política por parte dos governos no sentido de obedecer às regras, e fornece uma referência compartilhada para a elaboração de políticas nacionais sobre o assunto.</p>
<p>As metas deveriam ser mais ambiciosas. Mas, levando-se em conta a complexidade do assunto e a diversidade de interesses dos 193 países participantes, foi uma grande vitória, pois possibilitará estabelecer medidas concretas para frear o crescente ritmo de destruição da biodiversidade do planeta.</p>
<p>Por se tratar de um acordo político, a obrigatoriedade de colocá-lo em prática cabe a cada país. Agora governos e cidadãos devem trabalhar para garantir que as metas de 2020 sejam cumpridas.</p>
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		<title>Dia Mundial da Alimentação</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 11:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um mês, li uma manchete em um jornal que me chamou a atenção: “Fome global cai pela 1ª vez em 15 anos”. O primeiro ímpeto foi: “que bom!”, mas depois vinha o subtítulo da noticia: “Relatório da agência da ONU diz que, em 2010, menos de 1 bilhão de pessoas sofre de subnutrição no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/16Outubro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10314" title="16Outubro" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/16Outubro.jpg" alt="" width="495" height="90" /></a></p>
<p>Há um mês, li uma manchete em um jornal que me chamou a atenção: “Fome global cai pela 1ª vez em 15 anos”. O primeiro ímpeto foi: “que bom!”, mas depois vinha o subtítulo da noticia: “Relatório da agência da ONU diz que, em 2010, menos de 1 bilhão de pessoas sofre de subnutrição no mundo”. Isto mesmo, você leu certo. Existe quase um bilhão – cifra correta 925 milhões, segundo a <a href="http://www.fao.org.br/" target="_blank">FAO</a> (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) – de pessoas passando fome crônica no planeta.</p>
<p>No último dia 16, se comemorou o Dia Mundial da Alimentação. Comemorar? Dá para aceitar que 16% da população mundial sofra de privação alimentar grave no século XXI?</p>
<p><span id="more-10301"></span>Do ponto de vista humano, isto é inaceitável, especialmente quando se verifica que o maior volume de pessoas atingidas por esta peste mundial são crianças. Enquanto você lê este artigo, mais de dez crianças morrem de fome. Isto se você lê rápido, já que a estatística é que a cada seis segundos uma criança morre de fome devido à desnutrição em algum lugar do mundo. Isto é impensável, inaceitável, imoral.</p>
<p>Mais da metade dos desnutridos, segundo a FAO, estão na Ásia. O que faz todo sentido, já que quase a metade da população mundial também está ali concentrada, especialmente entre China e Índia. Mas a África não fica atrás, pois também possui um enorme contingente de desnutridos. Da mesma maneira a América Latina, em especial o Brasil, contribui com um número elevado de famintos.</p>
<p>Embora seja questionável, são duas as maneiras utilizadas pelas entidades oficiais para medir a fome: (a) pela insuficiência de alimentos que as pessoas consomem e (b) pela renda que as pessoas recebem. O Brasil apresentou avanços na erradicação da fome, mas ainda tem população de 11,9 milhões de subnutridos, de acordo com estatísticas da FAO. O país tem muito a desenvolver no campo social, especialmente em distribuição de renda e na posse da terra.</p>
<p>Especulando ainda sobre as causas da desnutrição, o que se pode constatar é um problema que igualmente tem dimensões globais. As causas principais são o preço dos alimentos e os problemas gerados pela seca, que na verdade se traduzem em uma questão única: menor oferta de alimentos. É simples de entender: o problema da seca ou das enchentes leva a produzir menos, e com isso ocorre o aumento de preços, assim como a forte demanda por bicombustíveis que também reduz a oferta e provoca o aumento do seu custo.</p>
<p>O peso da desigualdade mundial é de 10 milhões de pessoas morrendo de fome e doenças associadas todos os anos. A escalada nos preços dos alimentos pode empurrar mais 100 milhões de pessoas para o flagelo absoluto. Mais que isso, um grande contingente de pessoas, apesar de não passarem fome, vivem uma insegurança alimentar muito grande. Portanto, as ações contra a fome devem garantir o acesso à alimentação de forma consistente.</p>
<p>O mundo não pode passivamente assistir este imoral espetáculo. É necessária uma cruzada global pró-vida, que envolva a sociedade de todas as partes do mundo. Talvez o caminho mais curto para mitigar os efeitos da fome seja desenvolver técnicas para reduzir o custo dos insumos e melhorar a produtividade, mas acima de tudo são necessárias ações concretas que reduzam a ganância de produtores e das grandes indústrias de alimento. Este assunto deve estar na agenda de todos e não somente dos governantes. Pense em como dar a sua contribuição. Acredite você pode fazer muito mais do que pensa.</p>
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		<title>Inovar não é opção</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2010/10/inovar-nao-e-opcao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você perguntar para dez executivos o que é inovação, certamente ouvirá dez respostas diferentes. No entanto, quando a mesma pergunta for feita ao consumidor, seja ele de produto ou serviços, as respostas serão muito parecidas. Isto significa que uma empresa, ao pensar em inovar, deve se examinar de fora para dentro, ouvindo sempre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Queimada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10212" title="Queimada" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Queimada.jpg" alt="" width="475" height="171" /></a></p>
<p>Se você perguntar para dez executivos o que é inovação, certamente ouvirá dez respostas diferentes. No entanto, quando a mesma pergunta for feita ao consumidor, seja ele de produto ou serviços, as respostas serão muito parecidas. Isto significa que uma empresa, ao pensar em inovar, deve se examinar de fora para dentro, ouvindo sempre o que os clientes têm a dizer.</p>
<p>Parece simples, não é mesmo? Mas nem sempre isto se passa.</p>
<p><span id="more-10206"></span>Vejamos um caso de uma rede de hotéis que está no topo do mercado há vinte anos. Pois bem, o negócio deste hotel em nada mudou neste tempo e continua sendo oferecer serviços de hospedagem e de alimentação. Mas, ao examinar como estes serviços eram prestados há vinte anos, certamente a diferença será brutal. Desde o cardápio do restaurante ao atendimento de check-in, por exemplo, foram introduzidas importantes mudanças no sentido de dinamizar as demandas e oferecer ao cliente uma experiência de hospedagem muito melhor. Por isto, defendo que inovar é sinônimo de não se conformar.</p>
<p>No caso de produtos, até mesmo pela característica do tangível, as mudanças são percebidas, vistas e sentidas de maneira muito mais contundente. Basta olhar para trás, mas não muito, e comparar os primeiros modelos de celulares com os mais modernos do mercado atual. Vale lembrar o caso da Nokia, por exemplo, que em 1998 assumiu a liderança como o maior fabricante mundial de celulares. A empresa vendeu o seu bilionésimo aparelho em 2005, está em queda livre nos últimos três anos, mas ainda mantém uma importante fatia do mercado mundial.</p>
<p>De fato, a Nokia passou de um caso de sucesso para um exemplo de estagnação e perda de mercado. Desde o lançamento do iPhone, em 2007, a companhia despencou em termos de <em>market share. S</em>ua marca perdeu espaço no mercado e caiu do 13º para o 43º lugar em termos de importância, segundo uma lista elaborada recentemente pela Millward Brown Optimor. Mas qual foi o erro estratégico cometido pela Nokia?</p>
<p>Provavelmente o mesmo erro cometido por outros grandes grupos que já foram líderes de segmento e perderam a liderança por se focar em manter a participação no mercado ao invés de continuar a criar produtos inovadores. Ou seja, se acomodar ao atingir a liderança. Ao mesmo tempo, a Apple e outros fabricantes, especialmente os coreanos, não param de introduzir novos produtos no mercado. Vale salientar que o setor de celulares depende muito de alavancagens advindas de empresas de internet, produtos eletrônicos e fabricantes de software, fato que talvez a Nokia tenha ignorado.</p>
<p>Embora o celular de hoje tenha como cerne o serviço de comunicação de anos atrás, os usuários querem ver incorporadas novas facilidades de comunicação que vão além de falar e transmitir mensagens e imagens. Na verdade, os aparelhos de hoje são muito mais que telefones móveis que foram em passado recente: hoje o celular é um dispositivo de comunicação interativa multiuso, com elevada capacidade de processamento e armazenamento.</p>
<p>Além disso, inovar vai muito além de produzir algo diferente. A sociedade está atenta para os impactos ambientais, por isto cobra das empresas uma postura ambientalmente responsável, através do uso de processos de produção mais limpos. Sendo assim, é fundamental estabelecer ações para mitigar o uso de recursos do planeta, além de reutilizar e reciclar materiais usados. No caso dos celulares, além de produzir um aparelho com design moderno  e com novas funções, é indispensável reduzir a quantidade de energia, água e outros materiais na sua produção. Além disso, usar embalagens recicladas, otimizar transporte, não explorar mão de obra infantil e escrava, recolher aparelhos e baterias para reaproveitá-los, entre outras medidas, estão sendo cobradas pelos consumidores. É importante observar que isto tudo vale para todas as empresas de produtos e serviços de tintas a automóveis, de hospitais a restaurantes, entre outros.</p>
<p>Dada a exaustão de uso de recursos do planeta, existe muito espaço a ser explorado na economia verde que deve ser o mercado mais inovador das próximas décadas. Não se trata apenas de reciclar ou reaproveitar, mas de usar os recursos de maneira mais inteligente.</p>
<p>Como se vê, inovar é algo muito abrangente e complexo, portanto as empresas que tiverem maior capacidade de antecipar-se neste critério terão grandes chances de ocupar maior espaço na preferência de seus consumidores, seja ela do setor de serviço, produtos ou ambos. A inovação vai a níveis tão profundos que o tratamento de resíduos, por exemplo, deixou de ser um problema e se transformou em um negócio. Inovar não é uma questão de opção, mas de pura necessidade de sobrevivência. Lembre-se do que aconteceu com os dinossauros.</p>
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		<title>Simplicidade, um assunto complexo</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2010/09/simplicidade-um-assunto-complexo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Simplicidade é assunto complexo, pelo menos quando inserido no contexto social. O fato de usar uma roupa surrada, sandálias e não possuir bens não tem relação direta com a simplicidade, ou seja, estabelecer um padrão de vida simples não gera necessariamente simplicidade. Uma pessoa pode ser simples na forma de se vestir, mas complexa na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-9785" style="margin: 5px;" title="Pajarito" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Pajarito.jpg" alt="" width="147" height="198" />Simplicidade é assunto complexo, pelo menos quando inserido no contexto social. O fato de usar uma roupa surrada, sandálias e não possuir bens não tem relação direta com a simplicidade, ou seja, estabelecer um padrão de vida simples não gera necessariamente simplicidade.</p>
<p>Uma pessoa pode ser simples na forma de se vestir, mas complexa na forma de se portar. Talvez seja por isso que Leonardo da Vinci teria dito: “A simplicidade é o último grau de sofisticação.”</p>
<p>Porque quando pensamos em simplicidade, logo vem a imagem de uma criança brincando?</p>
<p><span id="more-9711"></span></p>
<p class="MsoNormal"> Talvez seja porque a criança tenha visão menos racional do mundo, julga menos as pessoas, olha para frente, mas não deixa de ter foco no momento que está vivendo. Talvez a resposta esteja no paradoxo da contínua distorção da percepção do tempo. O aumento da complexidade em nossas vidas se dá na medida em que envelhecemos, por outro lado torna o nosso tempo de vida mais curto.</p>
<p>Sob a ótica do estilo de vida parece impossível viver com simplicidade em um mundo tão complexo, mas não o é, embora exija disciplina. A simplicidade se manifesta de dentro para fora. Portanto, exige uma mudança importante de paradigmas que nem sempre as pessoas estão dispostas a encarar.</p>
<p>Existem pessoas que cultivam hábitos simples, embora sejam pessoas sofisticadas, com elevado nível intelectual, que realizam atividades complexas e que vivem a vida plenamente. Por outro lado, existem pessoas que se posicionam como simples, mas que na realidade são pessoas pouco profundas, que realizam trabalhos que exige pouca ou nenhuma criatividade, são desprovidas de ambição e levam uma vida repleta de receios e insegurança. As pessoas do primeiro grupo podem ser classificadas como simples, já as do segundo grupo podem ser classificadas como simplórias. Desta forma, existem os que encaram a complexidade de frente e a resolve, e as que a evitam.</p>
<p>A obra de Miró é um exemplo fabuloso de simplicidade. Pautado unicamente pelo visual, seus quadros parecem simplórios e sem graça, mas ao abstrair o expectador poderá enxergar algo absolutamente criativo, complexo e de apurada técnica, mas sem perder a essência da simplicidade. Uma obra de Miró é inconfundível e possui aspectos lúdicos e únicos.</p>
<p>Ser simples propicia viver a vida na plenitude, sem ter que abrir mão de nada. Trata-se de assumir o controle pessoal sobre a vida, mas sem radicalismos, focado naquilo que interessa sem se preocupar em mostrar nada para os outros. A razão dominante é viver bem, sem conflitos, priorizando o conjunto de valores do individuo, que mudam ao longo da vida. Não se trata de mudar o estilo de vida unicamente, reduzir o consumo ou mudar a aparência porque, como dito anteriormente, a simplicidade se dá de dentro para fora. A simplicidade ajuda a tornar a sua vida menos complicada.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://blog.luizalves.net/" target="_blank">Blog: Falando Sério, de Luiz Alves.</a></p>
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		<title>Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal</title>
		<link>http://www.hsm.com.br/blog/2010/08/equilibrio-entre-trabalho-e-vida-pessoal/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 01:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[humanização do trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Um discurso recorrente em rodas de conversas informais, restaurantes e mesas de bares é o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Mas a realidade é que estes setores nunca deixarão de estar em conflito e o equilíbrio entre elas é questão de interpretação. O que para uma pessoa significa equilíbrio pleno para outra não necessariamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-9088" src="http://hsm.updateordie.com/files/2010/08/ampulheta.jpg" alt="ampulheta" width="166" height="196" />Um discurso recorrente em rodas de conversas informais, restaurantes e mesas de bares é o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Mas a realidade é que estes setores nunca deixarão de estar em conflito e o equilíbrio entre elas é questão de interpretação. O que para uma pessoa significa equilíbrio pleno para outra não necessariamente terá a mesma interpretação.</p>
<p>Alguns dizem: “estou trabalhando duro agora porque quero adquirir uma condição de tranqüilidade que me permitirá relaxar e assim trabalhar menos, ou me dedicar a algo que me traga prazer, no futuro”. O fato é que sem trabalhar exaustivamente dificilmente se alcança o sucesso profissional e o consequente retorno financeiro que permite acumular dinheiro suficiente para trabalhar menos. Por outro lado, acumular riqueza pode provocar outro fenômeno comportamental: a compulsão por poder e a conseqüente necessidade de possuir mais e mais. Novamente emerge a questão do equilíbrio.<span id="more-9620"></span></p>
<p>No entanto, a nova geração que está entrando no mercado de trabalho, para o desconforto dos workaholics tem uma visão totalmente diferente, pois estão exercendo o direito de escolha desde o inicio da carreira profissional e não no final da carreira como as gerações anteriores. Muitos destes jovens preferem ganhar menos, mas ter mais tempo para fazer coisas que traga prazer. Outro fator importante é que parecem saber discernir entre o urgente e o importante.</p>
<p><a href="http://blog.luizalves.net/2010/08/04/equilibrio-entre-trabalho-e-vida-pessoal/" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo completo</a></p>
<p><em>(Originalmente publicado em 04/08/2010)</em></p>
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		<title>Sobre a transgressão</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos criados sob o hedge de que transgredir é crime, pecado ou proibido. Mas o que seria o ato de inovar? Não seria transgredir? Sou da opinião que a transgressão seja algo absolutamente necessário para o desenvolvimento humano, caso contrário não evoluímos como sociedade e como indivíduos. Inovar nada mais é do que transgredir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-9013" src="http://hsm.updateordie.com/files/2010/07/jubarte.jpg" alt="jubarte" width="354" height="225" />Somos criados sob o hedge de que transgredir é crime, pecado ou proibido. Mas o que seria o ato de inovar? Não seria transgredir?</p>
<p>Sou da opinião que a transgressão seja algo absolutamente necessário para o desenvolvimento humano, caso contrário não evoluímos como sociedade e como indivíduos. Inovar nada mais é do que transgredir o que está estabelecido, em alguns casos, há séculos. A arte, em seus diversos tipos de manifestação, está constantemente transgredindo, provocando, tirando as pessoas da zona de conforto e muitas vezes trazendo para realidades diferentes.</p>
<p>Maquiar fotografias de ídolos com pó de cocaina, como fez Oiticica em 1973 pode conter em si alguma mensagem de rebeldia, mas são legítimos gestos de liberdade individual que provocam, transgridem, embora o efeito seja momentâneo e limitado. Defendo que nem sempre transgredir é fazer apologia a desordem, ao contrário, considero a transgressão algo absolutamente necessário, mesmo que isto signifique ficar nu em um museu.</p>
<p><a href="http://blog.luizalves.net/2010/07/26/sobre-a-transgressao/" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo completo.</a></p>
<p><em>(Originalmente publicado em 26/07/2010)</em></p>
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		<title>Será o iPad o papel do século XXI?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 12:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

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		<description><![CDATA[O lançamento do iPad, ocorrido a semanas atrás, nos Estados Unidos, foi marcado por grande expectativa e converteu-se em um sucesso absoluto de vendas. O iPad é um computador ultrafino e portátil fabricado pela Apple e tem como característica principal ser um e-reader, ou seja, é um dispositivo que serve para ler jornais, revistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-8190" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/ipad.jpg" alt="ipad" width="256" height="194" />O lançamento do iPad, ocorrido a semanas atrás, nos Estados Unidos, foi marcado por grande expectativa e converteu-se em um sucesso absoluto de vendas. O iPad é um computador ultrafino e portátil fabricado pela Apple e tem como característica principal ser um e-reader, ou seja, é um dispositivo que serve para ler jornais, revistas e livros que permite explorar vários recursos além do texto, como imagens e vídeos, adicionalmente traz vários outros aplicativos.</p>
<p>As grandes corporações editoriais olham para o iPad como uma oportunidade de sobrevivência, por isso, estão criando versões de produtos especialmente voltados para este dispositivo, com um detalhe a proposta é de cobrar por este conteúdo. O fato é que foram os próprios editores que criaram a armadilha de distribuição de conteúdo gratuitamente pela Internet que reduziu a venda de publicações físicas, por isso, querem alavancar a venda de conteúdo através do iPad.</p>
<p>Muito antes do lançamento do iPad também emergiram uma série de discussões sobre a substituição das publicações em papel por dispositivos eletrônicos. Sinceramente não creio. Isto é mais ou menos a mesma coisa que aconteceu com tecnologias anteriores como o CD-ROM, ou mesmo radio e televisão, televisão e jornal, etc. Mesmo os leitores de livros como Kindle, Nook, Sony Reader, dentre outros, já parecem indicar que a mudança não será tão drástica como se prognostica.</p>
<p>Em países como o Brasil a dúvida sobre a efetividade dos leitores eletrônicos é ainda maior, dado que existem poucos títulos em português e o preço dos dispositivos eletrônicos é elevado.</p>
<p><a href="http://blog.luizalves.net/2010/04/27/sera-o-ipad-o-papel-do-seculo-xxi/" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo completo</a>.</p>
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		<title>A Hora do Planeta 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 12:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[estilo e comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

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		<description><![CDATA[Por iniciativa do WWF, a Hora do Planeta começou em 2007, em Sidney, na Austrália onde 2.2 milhões de lares e pessoas desligaram as luzes para marcar sua posição contra as alterações climáticas. Em 2008, a iniciativa se expandiu para outras cidades e 371 delas aderiram. No ano passado, o Brasil se engajou no movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-7675" src="http://www.hsm.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/hora_logo.jpg" alt="hora_logo" width="166" height="218" />Por iniciativa do WWF, a Hora do Planeta começou em 2007, em Sidney, na Austrália onde 2.2 milhões de lares e pessoas desligaram as luzes para marcar sua posição contra as alterações climáticas. Em 2008, a iniciativa se expandiu para outras cidades e 371 delas aderiram. No ano passado, o Brasil se engajou no movimento pela primeira vez. No mundo, centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades em 88 países apagaram as luzes por uma hora.</p>
<p>Por se encontrar no primeiro fuso horário, as Ilhas Chatham, que está cerca de 800 km da cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, será o primeiro território do mundo a apagar as luzes. Nas horas seguintes, milhares de outras cidades que tomarão parte do movimento, apagarão as luzes, como que em sequencia, e que assim permanecerão por 24 horas ininterruptas.</p>
<p>Como no ano passado o Brasil participa oficialmente na Hora do Planeta, portanto no sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30 (hora de Brasília), as luzes serão apagadas por todos os que aderirem ao movimento. O movimento é simbólico, e tem como objetivo mostrar nossa preocupação com o aquecimento global.</p>
<p>A adesão mundial à Hora do Planeta 2010 já conta com a adesão de mais de 1.300 cidades em 100 países, dos quais 23 participam pela primeira vez do movimento. Já estão confirmados que mais de 200 monumentos ao redor do mundo terão suas luzes desligadas no dia 27 de março, entre eles, a Torre de Tóquio, o Portão de Brandenburgo, a Torre Eiffel, o Empire State, o Obelisco em Buenos Aires e o Coliseu em Roma.</p>
<p><a href="http://blog.luizalves.net/2010/03/19/a-hora-do-planeta-2010/" target="_blank">Clique aqui e leia o artigo completo</a>.</p>
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