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Katia Cecotosti
01/11/2010
às 14:16Carro 2.0!

Depois de tantos serviços e produtos com a terminologia 2.0, o primeiro automóvel feito de forma colaborativa foi apresentado ao público no último dia 7 de novembro no Salão Internacional do Automóvel em São Paulo.
O Fiat Mio foi feito pela fábrica brasileira da Fiat em Betim (MG) utilizando ideias dos internautas. Esta história toda, que começou em agosto de 2009, recebeu mais de 2 milhões de visitas entre 160 países, onde 17 mil se cadastraram e mais de 10 mil ideias foram postadas.
Saiba mais sobre o projeto do Fiat Mio
Assista ao Making Of do projeto
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Katia Cecotosti
31/08/2010
às 16:50Categorias: estratégia
Inspirando estratégia
Nos dias 24 e 25 de agosto, a HSM trouxe para o Brasil os principais especialistas em estratégia. Participaram do Fórum HSM de Estratégia grandes nomes como Tom Peters, Renée Mauborgne, Fabio C. Barbosa, Martim Lindstrom e a presença por vídeo conferência do pai da estratégia – Michael Porter. Abaixo você confere alguns trechos que foram destaques durante o evento. Para acessar a cobertura completa do evento clique aqui.“Estratégia não diz respeito a fazer a mesma coisa melhor, mas desenvolver posição estratégica única e competitiva no mercado. O último ponto básico da estratégia é que ela implica decidir o que se vai fazer e focar, mas também sobre o que não será feito, que clientes não serão atendidos.” Michael Porter
“Selecionar, treinar e desenvolver deve ser a competência principal de imenso valor estratégico. Muitos líderes de pequenas e médias empresas se esquecem de gerenciar andando pela empresa, e ainda acreditam que podem fazer muita coisa sentados em suas escrivaninhas. Liderança é alguém que ajuda as pessoas a terem sucesso. Os líderes devem fazer uma lista de três seres humanos sobre os quais teve mais influencia eficaz em termos de desenvolvimento nos últimos 24 meses. O que você fez e como eles mudaram?”. Tom Peters
“Quando existe confiança entre as pessoas, elas se sentem mais seguras quanto às intenções e ações umas das outras. Quando estão comprometidas, mostram-se dispostas a sacrificar seus interesses próprios em favor dos interesses da empresa. Isso cria condições para que as empresas se destaquem na qualidade, velocidade e na consistência da execução da estratégia, de modo a implementar mudanças estratégicas com rapidez e a baixo custo.”
Renné Mauborgne“Não existe mais o mundo ‘on’ e ‘off’. Estamos ‘on’ o tempo todo. Com isso, o problema não está nas partes, está entre as partes. “É de suma importância integrar os aspectos econômicos, ambientais e sociais em todas as atitudes e nos negócios, para que o desenvolvimento seja contínuo”. Fábio C. Barbosa
“O medo é a próxima arma do branding. Nos Estados Unidos no ano passado, as vendas de armas aumentaram 19%, as de alarmes para residências aumentaram 21% e, de camisinhas, 22%. A explicação? Inconscientemente, estamos tentando nos proteger do ambiente. E o medo é importante, porque quanto mais você o sente, mais alerta estará.”
Martin Lindstrom“Todas as rupturas abrem espaços para evoluções econômicas exponenciais. Por isso, temos que olhar as oportunidades e ser inovadores. Mais de 98% das pessoas estão do lado de fora da empresa. E estão conectadas em rede. As empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas e suas relações.”
Silvio Meira -
Katia Cecotosti
06/08/2010
às 06:06Categorias: Sem categoria, inovação, liderança
James Champy em São Paulo
O expert em liderança James Champy, chairman e estrategista-chefe da firma de consultoria dell-Perot Systems e coautor do best-seller reengenharia, estará esta tarde em São Paulo, falando como se obter resultados por meio das pessoas.Para Champy, envolver as pessoas; inspirar os clientes; praticar, de fato, a autenticidade; ser eficiente sem perder a qualidade, são fatores que fazem parte deste processo. Porém é o papel da liderança que determinará o sucesso desta ação, segundo ele.
O Seminário HSM James Champy terá início as 14h e você poderá acompanhar os principais momento via Twitter @hsmonline
Leia mais:
Contagem regressiva com James Champy
(Originalmente publicado em 05/08/2010)
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Katia Cecotosti
16/06/2010
às 10:00Categorias: Sem categoria
Quer saber mais sobre o GPTW?
Se você quer saber mais sobre a instituição Great Place to Work® ou como fazer para estar entre as melhores empresas para se trabalhar, não perca o Video Chat com Ruy Shiozawa, presidente da GPTW, que acontece nesta quinta-feira, 17, às 11h30.Shiozawa irá responder ao vivo as perguntas dos internautas. Acompanhe pelo Twitter do Portal HSM. Envie suas perguntas antes ou durante o videochat.
A instituição é pioneira no país na avaliação do nível de confiança dos colaboradores nas organizações. Há mais de uma década, a instituição realiza a pesquisa “Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil”, que somente no ano passado recebeu mais de 450 inscrições.
Ruy Shiozawa é engenheiro de produção e mestre pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com especializações nas escolas de negócios Wharton (Filadélfia, EUA), AOTS (Japão) e IESE (Espanha).
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Katia Cecotosti
15/06/2010
às 08:36Categorias: Sem categoria
Videochat com Ruy Shiozawa
Nesta quinta-feira, dia 17, às 11h30, o Portal HSM realiza mais um videochat. Nesta edição, o convidado é Ruy Shiozawa, presidente do Great Place to Work®, empresa pioneira no país na avaliação do nível de confiança dos colaboradores nas organizações. Há mais de uma década, a instituição realiza a pesquisa “Melhores Empresas para Trabalhar – Brasil”.Shiozawa irá responder ao vivo as perguntas dos internautas. Acompanhe pelo Twitter do Portal HSM. Envie suas perguntas antes ou durante o videochat.
Ruy Shiozawa é engenheiro de produção e mestre pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com especializações nas escolas de negócios Wharton (Filadélfia, EUA), AOTS (Japão) e IESE (Espanha).
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Katia Cecotosti
09/06/2010
às 09:36Categorias: Sem categoria
Contra o morno, aplique Kevin Roberts
Ele gosta de extremos e refuta o tédio. Diz que é o amor que torna possível uma ligação verdadeira entre marcas e pessoas, ligação que passa por uma responsabilidade sincera sobre o mundo. Este é Kevin Roberts, que conduzirá o Seminário HSM sobre marketing e inovação que acontece nesta quarta-feira, dia 9, em São Paulo.Para Roberts, uma Lovemark inspira muito respeito, como qualquer marca de boa reputação… Leia mais.
Acompanhe a cobertura do evento no Portal HSM, aqui no Blog e também no Twitter.
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Katia Cecotosti
08/06/2010
às 10:12Categorias: Sem categoria
A metamorfose da Gestão

Marcelo de Souza Bastos, mais conhecido aqui neste blog como “Marcelão”, concedeu uma *entrevista recentemente para a área de Comunicação interna do Banco do Brasil, instituição onde atua com gestão de projetos de TI. Marcelão fala sobre as tendências no padrão de gestão das empresas e a influência da nova geração neste contexto. Confira.
BB – Como você vê a gestão nos dias atuais?
Marcelo Bastos - Acredito que vivenciamos uma época de fortes mudanças. Tão forte quanto a primeira Revolução Industrial. Em 2007, na palestra que o Walter Longo fez em nossa Jornada de Tecnologia, ele lembrou que, durante a Revolução Industrial, nenhum veículo de comunicação noticiava o fenômeno pelo qual passava o planeta. Entendo que a principal diferença entre aquela época e hoje é que, atualmente, temos teóricos que abordam a revolução que estamos vivendo.BB – E como é vista a revolução atual por esses teóricos?
MB - O pilar dessa revolução é a inovação. O grande diferencial neste novo mundo que se apresenta é a capacidade de inovar. Veja que os serviços bancários, por exemplo, são cada vez mais iguais. Todos os bancos oferecem crédito, seguros, serviços de previdência, títulos de capitalização. Assim, o que vai diferenciar uma instituição financeira da outra é a capacidade de inovar, de se antecipar, de oferecer primeiro ao cliente algo que ele ainda não tem e até mesmo se humanizar, principalmente no que diz respeito ao atendimento. E inovação não é somente a criação de novos produtos. Olha que caso interessante que Adriana Salles Gomes, editora da revista HSM Management nos contou na última jornada de tecnologia do BB: “A escola de informática “Happy Computers” precisava encontrar uma maneira de enfrentar os novos desafios em seu mercado de treinamentos em curso de informática. Sabe o que ela fez? Inovou em seu modelo de gestão, valorizando mais do que nenhuma outra empresa os seus funcionários. Os gestores passaram a ser escolhidos pela equipe. Ou seja, o processo seletivo foi conduzido pelos próprios funcionários. Hoje, essa empresa cobra o dobro do preço da concorrência. Mesmo assim, tem o maior faturamento no segmento na Inglaterra, com uma receita 100% maior do que a da segunda colocada, apesar de o mercado, como um todo, ter perdido em média 30% do faturamento. Além disso, ela ganhou no Reino Unido todos os prêmios na sua área.”
Sabe por que a “Happy Computers” fez isso? Porque há um deslocamento do centro de poder dentro das empresas. Cada vez mais o poder está migrando do centro para as bordas, pois é esse segmento que tem contato e conhece a realidade do cliente. E não podemos nos esquecer que o cliente sempre foi, é e será a verdadeira razão da existência das empresas, e que as pessoas são o ponto de partida e de chegada de qualquer corporação.BB – Dentro desse contexto, como fica a Tecnologia da Informação nas grandes corporações? Muito se fala na TI como parte do negócio…
MB - Acho que já nem é mais uma questão da TI ser parte do negócio. Na verdade, TI e Negócios praticamente precisam ser uma coisa só. É necessário um modelo de negócio que utilize a TI como instrumento. O Google, por exemplo, é uma empresa de software ou uma empresa de mídia? Na verdade, ele é as duas coisas. O Google é uma instituição que utiliza as novas potencialidades da TI para realizar negócios em que a publicidade é o foco. Fez isso tão bem e tão rapidamente que será muito difícil uma outra corporação ocupar o espaço que o Google ocupa atualmente.BB – O Google é uma empresa que vem quebrando uma série de paradigmas, tanto no relacionamento com seus funcionários como no relacionamento com seus usuários. Como você vê a geração atual, conhecida como geração Y? Você entende que as empresas estão prontas para trabalhar com essas pessoas?
MB – A geração Y cresceu com a Internet. Para eles, a rede mundial é como se fosse o sistema operacional da vida deles. Então, eles chegam nas empresas com um conhecimento tecnológico muito grande. A tecnologia que eles conhecem lá fora é maior do que o estágio tecnológico que as empresas podem oferecer a eles. E isso é muito diferente do que acontecia nas gerações anteriores. Eu, por exemplo, fui ter contato com telefone fixo aos 14 anos, em 1986, quando entrei no Banco. Hoje, esse pessoal está trazendo a tecnologia para dentro das empresas. E isso vai mudar o ambiente do trabalho.BB – Mas as empresas estão prontas para essa nova realidade?
MB - A maior parte das empresas não está preparada nem para trabalhar com os funcionários atuais. Os funcionários, hoje, têm uma formação muito maior do que havia nas gerações passadas. Para motivá-los as empresas precisam confiar mais neles. Dar mais poder. E entender que já não têm mais controle sobre a informação. O gestor precisa atuar mais no sentido de direcionar e ser um agente social da mudança. Não querer centralizar e controlar tudo. Quer um bom exemplo? O jogo da final do campeonato paulista. Quando o técnico do Santos quis tirar o craque do time, Paulo Henrique Ganso, o jogador reagiu e disse que não deveria ser ele a sair. Mas ele não fez isso por insubordinação e sim por espírito de equipe, pois dentro do campo percebia que, no momento, sua importância para o time era muito grande. O gestor, no caso o técnico, teve a grandeza de ouvi-lo e alterar a substituição. O jogador substituído também entendeu que naquelas circunstâncias o melhor era ele ser substituído. Todos ganharam com isso. Agora… você enxerga algo parecido nas empresas hoje em dia? Não. As pessoas querem ser ouvidas, mas como isso não acontece, a tendência é elas ficarem desmotivadas.BB – E isso algum dia vai mudar?
MB - Uma das características das revoluções é que, primeiro, o velho acabe para então o novo ocupar o seu lugar. Hoje, temos as perguntas, mas ainda não temos as respostas. Temos é que construir o novo e não nos deixar levar pela inércia. Os modelos fordista e taylorista também não foram implantados com facilidade. Foi preciso convencer o ser humano de que ele não tinha inteligência o suficiente e por isso teria que se comportar como extensão de uma máquina. A realidade mudou e está na hora de revertermos esse modelo, revendo os conceitos que estão por trás de nossas ações e identificando o porquê deles, para saber o que devemos ou não mudar. Não tenha dúvida de que isso vai acontecer. E como diz um ditado antigo: quem chegar na frente, beberá a melhor água.BB – Em meio a tantas mudanças, como fica o papel do profissional de TI?
MB - Cada vez mais as linguagens e as técnicas de programação vão ficar acessíveis e exigir menos especialização. Para o profissional de TI restará seguir um dos dois caminhos: ou trabalhar na indústria de software, em empresas como IBM ou Microsoft, ou trabalhar na área de TI de uma grande corporação, como o Banco do Brasil. Porém, no segundo caso, ele vai precisar desenvolver muito mais o talento negocial do que o técnico. Vai ser indispensável para esse profissional conhecimentos de disciplinas como marketing, design e estratégia.BB – Um dos seus prazeres é escrever. Como tem sido sua experiência de blogueiro?
MB - Sabe que começam a acontecer algumas coisas interessantes. Um dia desses, estava em um evento em São Paulo e conheci uma pessoa. Depois de algum tempo de conversa ela exclamou: – Você é o Marcelão! Ela já me conhecia do blog. E não é a primeira vez que isso acontece. É essa nova realidade do universo virtual que está encurtando distâncias. Você passa a ter contato com pessoas que você nunca havia imaginado que teria oportunidade. Escrever no blog da HSM era algo que eu considerava distante e, no entanto, hoje é uma realidade.BB – Como você enxerga essa nova realidade em que todos podemos ser emissores no processo de comunicação?
MB - Acredito que os meios de comunicação terão que se reinventar. Não vejo mais motivos para as pessoas comprarem jornais por causa das notícias. Entendo que sobrará para esses veículos a opção de oferecer opinião, com perspectivas diferentes, e análises sobre os assuntos e não mais notícias. Por outro lado, com as novas ferramentas que a internet nos dá, todos iremos produzir conteúdo, o que será uma revolução que irá democratizar o processo de comunicação. Hoje a comunicação não é mais unidirecional (uma pessoa para N pessoas), ela é multidirecional (N pessoas gerando conteúdo para N pessoas) e esse conceito também se aplica à gestão nas empresas. Escrever em um blog é uma experiência fascinante.*Esta entrevista foi realizada pela comunicação interna do Banco do Brasil.
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Katia Cecotosti
20/05/2010
às 10:23Categorias: Sem categoria
Os profissionais da Hermès
Membros da família Hermès afirmam que seu maior orgulho são seus oito mil colaboradores, e que o ser humano é o âmago de seu negócio, mas demonstram um reconhecimento especial a um profissional específico – o artesão. Em qualquer palestra, o tempo é precioso, por isso as falas e quaisquer mídias utilizadas são muito bem pensadas antes de se tornarem públicas. Durante o Fórum HSM: Gestão de Empresas Familiares 2010, realizado em 18 e 19 de maio, em São Paulo, membros da quinta, sexta e sétima geração da família Hermès, maior detentora da Hermès International, a segunda grife de luxo mais valiosa do mundo, apresentaram dois vídeos. Ambas sobre o mesmo tema: os artesãos da empresa.“A singularidade da Hermès vem do artesão, pois somos uma empresa de artesãos”, enfatiza Laurent Mommejá, diretor da empresa e membro da sexta geração. “A Hermès não é uma casa de luxo, mas de arte e de criação, e o objeto é um encontro entre o criador e o artesão, um não é nada sem o outro e vice-versa.”
No primeiro vídeo, as câmeras se concentram nas mãos e ferramentas, capturando os movimentos delicados do manuseio das matérias-primas. No segundo, depoimentos mostram que, na mesma medida em que a família valoriza esses funcionários, estes parecem incorporar dela o carinho pelos produtos, o amor pela qualidade e a transmissão de conhecimento, geração após geração.
Um dos artesãos diz, orgulhoso, que “a sensação é que o objeto está ganhando vida através de mim”. Outro afirma que “na Hermès temos coleções de ferramentas antigas que são passadas de geração para geração, assim como as habilidades”, mostrando alguns utensílios com o cuidado de um pai. Por fim, declarou outro: “Compartilhamos e repassamos tudo que aprendemos.”
HSM Online
19/05/2010Leia mais:
Hermès: Amor gera qualidade -
Katia Cecotosti
19/05/2010
às 16:43Categorias: Sem categoria
Jon Martínez: “Empresas familiares brasileiras vão crescer nos próximos 10 anos”

Ao final da palestra que abriu o segundo dia do Fórum HSM: Gestão de Empresas Familiares, realizado nos dias 18 e 19 de maio, o professor chileno Jon Martínez participou de um bate-papo com John Davis no qual respondeu perguntas de seu amigo e também da plateia. Confira abaixo os melhores momentos.
Como você define uma empresa familiar?
“São aquelas em que o controle da propriedade pertence a mais de uma pessoa da mesma família. Não são necessariamente proprietários, fazem parte do conselho diretivo e, principalmente, trabalham no dia-a-dia do negócio.”Quais as principais peculiaridades das empresas familiares brasileiras em relações às de fora?
“A principal delas é que conseguem se defender melhor quando estão na Bolsa e têm um conselho diretivo. Por outro lado, as empresas por aqui precisam aprender a usar melhor planos estratégicos e a usar membros independentes no comando diretivo. Isso se nota quando comparamos as empresas familiares às grandes corporações privadas que se internacionalizaram.”Quão preparadas estão as empresas brasileiras para sobreviver à globalização e à competição das multinacionais em atividade no mercado interno?
“O Brasil está bem preparado. Até agora, 80% das empresas daqui resistiram bem à competição externa, mas isso promete se acirrar. Principalmente no que diz respeito à entrada de países em desenvolvimento, como Índia e China. Estou bastante otimista e acredito que, nos próximos 10 anos, veremos muito mais empresas daqui em posição de destaque dentro e fora do país.”HSM Online
19/05/2010Leia mais:
Jon Martínez: “Dá para competir no mundo globalizado”Jon Martínez: “Empresas familiares brasileiras respondem bem à globalização”
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Katia Cecotosti
19/05/2010
às 12:57Categorias: Sem categoria
Agregados: sim ou não?
Grupo Algar diz “sim” aos agregados na família, mas “não” dentro da empresa, colocando em prática a recomendação de especialistas de evitar a entrada de genros e noras nas empresas, sem destruir o sentimento de pertença. Outro tema tão delicado quanto a sucessão em empresas familiares é a aceitação ou não de genros e noras como funcionários. O conselho de Luiz Alberto Garcia, presidente do Conselho Administrativo do Grupo Algar, sobre o primeiro tema é categórico: “Primeiramente, tem que haver competência, seja parente ou não”, afirmou durante o Fórum HSM: Gestão de Empresas Familiares 2010, realizado nos dias 18 e 19 de maio. Mas, apesar de aceitar a possibilidade de um não-membro da família assumir o negócio, desde que tenha competência para tanto, a regra na empresa é clara: agregados, não.
“Agregado não pode atuar no grupo, mas nos trabalhos de integração, por exemplo, pode participar. Como está sempre ao lado da pessoa que participa, se ele não sentir que pertence à família, pode incomodar”, declara Eleusa Garcia Melgaço, presidente do Conselho de Família da Algar, provocando risos no público com a sinceridade. “Quando falamos em empresa, o agregado está fora. Em termos de família está sempre dentro.”
Para Eduardo Najjar, especialista em gestão familiar, a questão dos casamentos deve ser esclarecida desde cedo. “Casar e descasar hoje é muito mais comum. Por isso, vale a pena se discutir como devem ser as uniões, para que o patrimônio da família fique sempre protegido”, afirmou durante outro evento promovido pela HSM, o ExpoManagement 2009.
Em artigo publicado no Portal da HSM, o advogado Eduardo Gentil também aconselha muita prudência. Segundo ele, é melhor evitar a participação de genros e noras na estrutura voltada para a sucessão. “Mas devem, preferencialmente, participar do processo”, complementa. “Eles devem perceber que são bem-vindos e que devem contribuir com tudo o que for possível. É um prazer ver agregados na família, da mesma forma que é triste ver os ‘desagregados’, ou pior, os desagregadores!”
HSM Online
18/05/2010


