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Gil Giardelli
01/05/2012
às 10:06Categorias: comunicação, conteúdo, inovação, mídia, redes sociais, tecnologia, tendências, trends & insights
Antropologia nas redes sociais: o fator humano
Até agora, o estudo do social e da cultura resultava em dois tipos de dados: “superficiais” sobre muitos (estatísticas, sociologia) e “profundos” sobre poucos (psicologia, psicanálise, antropologia, história da arte). Com o crescimento das mídias sociais, juntamente com as ferramentas que dão acesso e processam uma quantidade gigantesca de dados, se tornou possível uma nova abordagem para o estudo dos seres humanos e da sociedade. Não precisamos mais escolher entre quantidade de dados ou profundidade de dados. Para que generalizar, confiar demais na intuição ou usar o “chutômetro” quando se pode estudar padrões culturais exatos formados por milhões de conteúdos culturais entrelaçados em fluxos infinitos e constantes? Através das redes sociais e ferramentas com funções de monitorar, medir, filtrar e cruzar dados, pode-se obter informações mais exatas e segmentadas, além de acompanhar a imaginação de milhões de pessoas; as imagens e vídeos que elas criam ou comentam; as conversas em que estão envolvidas; as opiniões, ideias e sentimentos que expressam. (mais…) -
Gil Giardelli
11/10/2011
às 16:01Humanidade digitalizada: sete projetos que democratizaram nossa história
Apesar do gigantesco progresso tecnológico e do crescimento da cultura digital na última década, uma grande parte dos mais ricos patrimônios culturais da humanidade permanece enterrada em arquivos analógicos. Porém, alguns projetos em prol da digitalização da humanidade estão trazendo materiais históricos para a web, utilizando tecnologias como realidade aumentada, geolocalização e reconhecimento óptico de caracteres para enriquecer essas informações e fazer novas descobertas. Hoje vemos uma mudança radical se compararmos a abertura de conhecimento em que vivemos a uma época em que a cultura estava confinada a uma elite privilegiada.
Abaixo, sete fantásticos projetos que estão democratizando o acesso e a compreensão de alguns dos mais valiosos bens culturais da humanidade:
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Gil Giardelli
30/08/2011
às 16:01Categorias: internet, redes sociais, tecnologia, tendências
O perfil do jovem brasileiro nas redes sociais
O Núcleo Jovem da Editora Abril investigou a fundo os jovens brasileiros de 15 a 24 anos que utilizam redes sociais, o que resultou em um estudo bem interessante e atualizado.
Abaixo, separamos alguns dos principais pontos e conclusões da pesquisa:
Comportamento de acesso
As redes sociais fazem parte da vida do jovem de uma forma tão intensa que 10% ou mais deles não conseguiriam ficar sem acessar as redes e cerca de 10% só conseguiriam ficar desconectado por um dia. Esses ambientes são importantes para os jovens porque é neles que os jovens se atualizam e interagem com os amigos.
(clique para aumentar)
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Gil Giardelli
04/08/2011
às 14:59Categorias: economia criativa, empreendedorismo, inovação, social network, tendências, trends & insights, vendas
Como o consumo colaborativo está transformando os negócios
Um movimento está ganhando forma e força para transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. O consumo colaborativo que víamos em coisas usuais como compartilhamento, escambo, empréstimo, troca e aluguel entre pessoas, está sendo turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e geolocalização, tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos e serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo. De uma rede de empréstimos de roupas, por compartilhamento de automóveis e até de aluguel de uma cama vaga em um apartamento, a filosofia do consumo colaborativo é capaz de nos ajudar a economizar dinheiro e passar de consumidores passivos a colaboradores ativos.
Esse movimento sinaliza o surgimento de uma nova economia, baseada em informação, criatividade, transparência e colaboração. O vídeo abaixo, da Collaborative Consumption, conta a história do consumo colaborativo e explora dados bem interessantes sobre o comportamento do consumidor e as mudanças que teremos no mundo:
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Gil Giardelli
06/07/2011
às 09:42Categorias: ciências, comunicação, estudos & pesquisas, humanização do trabalho, internet, tecnologia, tendências, trends & insights
Antropologia digital: nasce uma nova versão do homo sapiens
A tecnologia está mudando radicalmente o modo como interagimos, mais rápido que qualquer outro momento da história. Tradicionalmente, como análise central da antropologia, a etnografia oferece um olhar de como funciona uma cultura como um todo. Já a Antropologia Digital – melhor denominada como Cyborg Anthropology – observa nessa cultura as mudanças ao longo do tempo e usa essa análise para entender as ramificações de nossa condição cibernética.Por que é tão importante:
Esse estudo intenso da sociologia e dos hábitos dos usuários da várias subculturas online (como os jogadores de CS ou os membros dos vários movimentos de open source), é aplicado para tornar a experiência online do usuário e seus hábitos de trabalho mais eficientes. A partir deste estudo, você pode ter uma perspectiva original e uma nova abordagem para resolver os problemas de eficiência e de comunicação da sua empresa.
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Gil Giardelli
03/06/2011
às 11:35Categorias: comunicação, economia, economia criativa, inovação, internet
Economia criativa: o poder do conhecimento e da colaboração
Vendem-se sonhos, ideias e sentimentos positivos: os produtos finais de um novo ramo econômico, que se alimenta da criatividade como matéria-prima. Uma economia que depende do cérebro humano, da informação e do conhecimento. Ideias que geram lucro em uma indústria capaz de induzir e estimular o crescimento de outras áreas da economia. Essa é a economia criativa.
Com uma movimentação financeira mundial de mais de US$ 3 trilhões, esse setor é primordial para o desenvolvimento socioeconômico, tendo um crescimento de 6,3% ao ano e já sendo responsável por 10% da economia mundial. Segundo estudo da Firjan, a cadeia da indústria criativa já representa 17,8% do PIB do Estado do Rio (cerca de R$ 54,6 bilhões) e emprega 82 mil pessoas.
Segundo a especialista em economia criativa e desenvolvimento sustentável Lala Deheinzelin, a diferença da economia criativa em relação às outras é que ela promove o desenvolvimento sustentável e humano. Quando trabalhamos com criatividade e cultura, atuamos simultaneamente em quatro dimensões: econômica, social, simbólica e ambiental. -
Gil Giardelli
26/04/2011
às 08:28Categorias: estratégia, estudos & pesquisas, gestão, inovação, internet, redes sociais
Gestão do conhecimento como fonte de inovação – Crowdsourcing, crises e métricas nas redes sociais
O poder está na mão dos usuários, que não são mais uma audiência, mas veículos que produzem e transmitem conteúdo pela web. Monitorar o que falam nas redes sociais, transformar estes dados em informações e aplicá-las em seus negócios, transformando-os através da visão dessas pessoas, é o que chamamos hoje de inovação aberta. Ter conhecimento do que eles falam nas redes e usar isso a favor é essencial.
Porém, o sucesso dessas estratégias gera um ponto de atenção para as empresas que trabalham suas marcas na internet: a gestão do conhecimento. Como transformar todos os dados a que temos acesso em informações de qualidade, que deem uma direção aos esforços de marketing? Como aplicar, de fato, as informações e opiniões dos usuários de forma inovadora nos negócios? E, sabendo do potencial “megafônico” da web, como gerenciar possíveis crises em redes sociais?Realizadas pelos grupos de estudos do Núcleo de Inovação & Redes Sociais do Inovadores ESPM, as 3 apresentações abaixo nos ajudam a entender por onde começar e para onde estamos caminhando:
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Gil Giardelli
04/04/2011
às 07:51Categorias: atendimento, competitividade, economia, empreendedorismo, internet, tecnologia, tendências
A era da transparência: mobilizações de uma geração conectada
A sociedade está passando por fortes transformações no campo da transparência, da privacidade e da cidadania e os jovens têm liderado esse movimento com a ajuda da internet, um ambiente livre em que informações das mais diversas fontes circulam. É documental, assim como diz a expressão “uma vez na rede, sempre na rede”.Nesta era de dados que trafegam na velocidade da luz ainda estamos tentando compreender o que se faz com tanta informação, principalmente quando ela é capaz de derrubar regimes e sistemas complexos estabelecidos há anos. Este tema esteve bastante presente no TED 2011, evento em que Wadah Khanfar, diretor da Al-Jazeera, falou sobre a revolução na Tunísia e como a transparência dos acontecimentos via disseminação da mensagem pela televisão e outros meios ajudou a dar força ao movimento.
“Uma nova geração conectada e inspirada por valores comuns criou uma nova realidade para nós. Estamos testemunhando história, o nascimento de uma nova era”, declarou Khanfar.
Wael Ghonim, gestor de marketing e gestor regional de produtos do Google, também esteve no TED. Ghonim teve papel-chave na mobilização via redes sociais que acelerou a queda do ditador egípcio e é um exemplo marcante do nascimento desta nova era.”Não houve um herói, porque todos foram heróis”, disse. “O poder das pessoas é muito mais forte do que as pessoas no poder”.
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Gil Giardelli
03/03/2011
às 14:45Categorias: blogs, inovação, internet, liderança, tecnologia, tendências
Inovação e Tendências no Meio Digital – Debate HSM
O debate marca o lançamento do hotsite Mosaico de Tendências, do Portal HSM, que visa promover a colaboração e interação entre os usuários da Internet com a seguinte reflexão: o que deve inspirar o futuro?
Motivados a tentar entender o que vem pela frente, Gil Giardelli e Ricardo Almeida, especialistas em mídias digitais, discutem sobre temas como o panorama atual das tendências digitais, liderança aberta na era digital e o que, de fato, esperar do futuro.
O debate discute três temas que levam em conta a grandeza do universo digital em que vivemos, onde 2 bilhões de pessoas acessam a Internet.Panorama das tendências digitaisRicardo inicia o debate lembrando que esses 2 bilhões de pessoas, são, na verdade, 2 bilhões de veículos, que produzem e transmitem conteúdo pela web. Em sua visão, a web acaba sendo um ambiente muito mais anárquico do que democrático, porque as regras são feitas através da massa, que está online.
Gil acredita que vivemos uma “Nuvem de Inovação”, onde são os valores morais que estão ditando uma revolução, um momento de mudança da cultura, da política e das empresas. Assim, ele levanta a questão: como acabaremos com o hiato entre pessoas do século XXI e estruturas do século XVII?
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Gil Giardelli
24/02/2011
às 15:40Categorias: blogs, ciências, estudos & pesquisas, internet, redes sociais
O cérebro pós-moderno: como as redes sociais nos transformam
A internet não mudou somente a forma como as pessoas produzem, criam, se comunicam e se divertem. De acordo com o neurocientista Gary Small, diretor do Centro de Pesquisa em Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia (UCLA), ela altera o funcionamento do cérebro.“Sob certo aspecto, essa revolução digital nos mergulhou em um estado contínuo de atenção parcial. Estamos permanentemente ocupados, acompanhando tudo. Não nos focamos em nada. (…) As pessoas passam a existir num ritmo de crise constante, em alerta permanente, sedentas de um novo contato ou um novo bit de informação”. Gary Small.
Essa sede por novidades, por consumir toda a informação disponível, é o que ocorre com as redes de relacionamento, segundo a pesquisa do Doutor Small. Ao nos acostumarmos à essa excitação, procuramos estar constantemente conectados. “As redes sociais são particularmente sedutoras. Elas nos permitem constantemente satisfazer nosso desejo humano por companhia e interação social”.



