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Daniel Domeneghetti
18/05/2012
às 12:33Categorias: sustentabilidade
A perigosa moda da sustentabilidade
Após analisarmos os fatores que nortearão a competitividade das empresas nos próximos anos, percebemos que sobreviver corporativamente hoje e no futuro passa por entender que qualquer organização empresarial faz parte de um todo, que deve ser sustentável. Portanto, para que as empresas consigam ter sucesso, seu ambiente, seu todo, formado pelo conjunto de seus stakeholders diretos e indiretos, deve ter sucesso e deve prosperar, o que torna a empresa co-responsável por este processo, juntamente com governos, academia, ONGs e os próprios cidadãos.Ultimamente, sustentabilidade corporativa passou a ser mais que um conceito importante. De fato, passou a ser um vetor determinante no sucesso das empresas. Seja por estimular sua capacidade de interagir com seus stakeholders gerando ganhos para ambas as partes, seja por sua preponderância de construção de reputação e credibilidade a partir de questões como transparência, ética, cidadania corporativa e responsabilidade social empresarial. O conceito de sustentabilidade corporativa, embasado no (mais…)
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Daniel Domeneghetti
09/04/2012
às 09:38Categorias: atendimento, competitividade, comunicação, gestão, gestão de pessoas, redes sociais, social network, tecnologia, trends & insights
A evolução dos call centers: clientes atendendo a clientes
Apesar de indiscutivelmente importantes, para muitas empresas os processos de interação e relacionamento com consumidores ainda são tidos como caros e complexos, além do enorme conjunto de insatisfações que alguns canais, como o SAC, trazem ao cliente/consumidor.Isso é melhor observado naquelas companhias com um volume muito grande de transações para uma base pujante de clientes.
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Daniel Domeneghetti
27/02/2012
às 09:34Categorias: empreendedorismo, gestão
Emprego: do casulo à borboleta
A empregabilidade é tema relevante quando se trata das tendências do trabalho e seu relacionamento com as organizações empresariais. O próprio termo, por si só, trouxe uma mudança no enfoque convencional do emprego.Empregabilidade relaciona-se à capacidade de um indivíduo manter-se empregável ao longo do tempo (mesmo que potencialmente) e não de estar empregado, ou de simplesmente conseguir um emprego.
Isso requer, dentre outros, atualização contínua, curiosidade focada, abertura ao novo, disciplina, autonomia, diferenciação real percebida em alguma habilidade ou conhecimento e boa dose de empreendedorismo. (mais…)
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Daniel Domeneghetti
22/02/2012
às 20:03Categorias: empresas, executivos, marketing, sustentabilidade
Marcas, reputação, imagem e intangíveis: um fim na confusão
Apesar de alguns publicitários, marqueteiros e analistas desavisados defenderem que a marca das empresas corresponde ao seu ativo intangível, fica claro, pelo menos aos mais responsáveis, que isso é uma inverdade fundamental. Marca é um intangível extremamente relevante, de uma miríade potencial de 163 intangíveis de que as empresas, em média, podem dispor (ref. estudo da DOM Strategy Partners chamado Gestão sistêmica de ativos intangíveis).
Foi-se o tempo em que estoques, vendas e maquinários eram os únicos ativos de uma empresa. Hoje, valores como sustentabilidade, inovação, governança corporativa e relacionamento com clientes e consumidores são alguns dos intangíveis que realmente diferenciam uma companhia de seus concorrentes. E a marca é outro desses ativos que influencia, e bastante, a competitividade e os resultados das empresas. (mais…)
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Daniel Domeneghetti
16/02/2012
às 15:59Categorias: executivos, gestão, gestão 2.0, gestão de pessoas, gestão do tempo, podcast
Como o CEO enxerga o planejamento estratégico?
Qual papel do CEO no planejamento estratégico? Quais suas angústias? O que funciona para ele?
Segue entrevista que fiz para um podcast da HSM sobre estratégia abordando essas e outras questões, tendo como base os resultados do estudo “Os desafios do CEO moderno”, realizado no final de 2011.
Arquivo de áudio: -
Daniel Domeneghetti
02/02/2012
às 15:42Da web 1.0 à web N.0
A internet permite o acesso aos mais diferentes sites, ambientes e comunidades online e, com isso, o perfil das pessoas que acessam e usam a internet varia do mais alto executivo de uma multinacional a um aluno de uma escola estadual. Compreendendo isso e as diferentes necessidades de cada usuário, nasceu o conceito – e, por decorrência, as plataformas – de personalização da comunicação digital e também da navegação nos sites e ambientes digitais.Atualmente, a quantidade, qualidade, origem, variedade e formato da informação disponibilizada nos diferentes ambientes digitais (sites, lojas virtuais, intranets, blogs, comunidades etc) é muito grande e, obviamente, boa parte dessas informações passa a ser inútil para a maioria de pessoas.
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Daniel Domeneghetti
24/01/2012
às 16:59Categorias: competitividade, estratégia, gestão
Os dez trabalhos do CEO moderno
1. PRIORIZE O ACIONISTA ACIMA DE TUDO
• persiga resultados superiores e divida com ele a estratégia, as oportunidades e os riscos;
• imponha excelência em governança cultive a confiança e a transparência;
• mantenha uma comunicação contínua e eficaz.2. PRIORIZE O CLIENTE TANTO QUANTO O ACIONISTA
• conheça, defenda e valorize os clientes, agregue valor real percebido e alinhe seu marketing a ele;
• relacione-se pessoalmente com os clientes mais rentáveis ou potencialmente rentáveis;
• identifique os novos mercados e público-alvo e se posicione antecipadamente.3. TRATE O COLABORADOR COMO SE FOSSE UM CLIENTE
• cerque-se dos melhores talentos nas melhores posições;
• contrate pessoalmente os novos líderes;
• cobre resultados;
• premie os sucessos e puna os fracassos. (mais…) -
Daniel Domeneghetti
19/01/2012
às 15:32Categorias: gestão, gestão 2.0
Os 15 desafios do CEO moderno
Para começar bem o ano, segue um breve petisco do último estudo que publicamos em dezembro de 2011. Espero que gostem e meditem. Que venha 2012 com mais sucesso ainda para todos vocês.15 questões que tiram o sono do CEO Moderno
1 - Otimizar, junto aos colaboradores, o valor entre acionistas e clientes;
2 - Desdobrar-se para atender a múltiplos stakeholders, interesses, influências, poder e legitimidade diferentes;
3 - Garantir governança e transparência nos níveis adequados, balanceando compliance e melhores práticas desejáveis, com a abertura de informações estratégicas e/ou sigilosas;
4 - Equilibrar o curto e o longo prazo, tornando-os um ciclo de resultados e valor;
5 - Valorizar e medir os ativos intangíveis, adequando prioridades e orçamentos em função de seu poder de diferenciação e vantagem competitiva;
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Daniel Domeneghetti
14/12/2011
às 18:40Categorias: internet, tecnologia
Empresas, não digam que não avisamos… Os cortes abusivos em TI e internet pesarão na retomada do crescimento
Em função da atual conjuntura de crise econômica, as empresas, mais do que nunca, precisam realizar poupanças imediatas e readequações em seus fluxos de pagamentos para assegurarem as suas margens. Mas, além da gestão financeira correta, as iniciativas de redução e gestão de custos são um imperativo para o sucesso de muitas organizações.
E isso é verdade para empresa (o todo) e para suas partes componentes, como as áreas de negócios e operações (TI, por exemplo), independentemente do mercado, natureza e tamanho. (mais…)
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Daniel Domeneghetti
08/12/2011
às 17:37Categorias: estratégia, gestão, gestão 2.0, gestão do tempo
A arte de agir em ambientes em mudança
As pressões sobre o administrador moderno nunca foram tão grandes.
A concorrência está acirrada e universalizada, os elevados níveis de qualidade requeridos aos bens e serviços não representam sequer vantagem competitiva devido à padronização, clientes satisfeitos não são mais garantia de fidelidade e os consumidores esperam que as empresas atendam efetivamente às suas crescentes exigências.
Este modus operandi dos negócios reduziu a possibilidade de margem de erro do tomador de decisão e aumentou a importância das atividades relacionadas à administração estratégica. E se isto é verdade para o CEO, para o CMO e para o CFO, é igualmente para o CIO, que respira uma indústria em constante transformação.
O papel da administração estratégica é captar e transformar a vasta quantidade de informações disponíveis em conhecimento competitivo e comunicá-lo de forma a produzir ações na corporação.


