• Alessandra Assad

    31/03/2011
    às 11:54

    Categorias: empreendedorismo, empresas, estilo e comportamento, estratégia, estudos & pesquisas, eventos, gestão, palestrantes

    A diferença entre gerenciar e liderar a mudança

    Segundo John Kotter, professor de Liderança da Harvard Business School que estará no próximo Fórum HSM de Gestão e Liderança (entre os dias 4 e 6 de abril), gerenciar a mudança é, basicamente, mantê-la sob controle. Em outras palavras, assegurar-se de que as coisas sejam feitas dentro de determinados prazos, que se cumpram certos compromissos e promessas e evitar que o caos seja tão grande a ponto de se tornar incontrolável.

    Já liderar a mudança consiste em impulsionar o processo de transformação por meio de algum tipo de resultado interno que todos compreendam. Também significa fazer todo o esforço possível para que a mudança ocorra e seja eficaz.

    O professor afirma que a maioria das grandes mudanças é produto de 80% de liderança e 20% de gerenciamento. Para Kotter, o problema principal não é manter a mudança sob controle, mas sim impulsioná-la, de tal forma que quebre as resistências e derrube todas as barreiras que impeçam a adaptação da empresa à nova realidade.

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  • Alessandra Assad

    21/03/2011
    às 16:07

    Categorias: autodesenvolvimento, educação, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, executivos, gestão, humanização do trabalho, liderança

    O que mais importa em um processo de mudança?

    Tenho observado que muitos líderes, prestes a iniciar um processo de mudança, sabem que as pessoas são fundamentais. Obviamente, eles também são tentados a se fixar mais em planos e processos, que não retrucam e não têm reações emocionais, do que enfrentar questões extremamente difíceis e complexas, inerentes aos seres humanos. Contudo, os números não mentem: 5% dos resultados das mudanças vêm das máquinas; 15% dos programas e 80% das pessoas.

    Portanto, é preciso resolver situações de conflito provocados por resistência a mudanças. Como?
    1) Invista grande parte do seu tempo conversando com as pessoas sobre a necessidade de mudar.
    2) Explique o que precisa ser modificado para que entendam a sua participação em todo o processo de mudanças e o que terão de fazer para conservar seus empregos.
    3) Enfatize que a idade cronológica e o tempo de empresa não têm relação direta com as mudanças.
    4) Mostre que o crescimento pessoal e profissional e a sobrevivência estão diretamente relacionados à capacidade do indivíduo de se adaptar ao novo e de, principalmente, ser um agente de mudanças.
    5) Entenda que mudar pode ser fascinante e pode trazer muito mais oportunidades do que você imagina. Mas você só poderá descobrir isso se experimentar!

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  • Alessandra Assad

    11/11/2010
    às 18:33

    Categorias: competitividade, executivos, expoManagement 2010, gestão, liderança

    Líder contra a crise: lições de Carlos Ghosn


    Durante a palestra ministrada ontem na ExpoManagement, Carlos Ghosn (CEO da Renault-Nissan) ressaltou que para se ter sucesso frente a crises é essencial não adiar as decisões duras que têm de ser tomadas em tempos difíceis, porque o adiamento apenas leva à piora dos problemas. Ghosn enfatizou que a liderança precisa se fazer presente nas boas e más épocas. E chama a atenção, que para enfrentar uma crise, o líder precisa ter em mente de forma intensa e obsessiva os seguintes passos:

    1 – Seja objetivo e deixar as emoções de lado. Fique lúcido.

    2 – Construa uma visão clara e que possa ser compreendida. Compartilhe.

    3 – Estabeleça um número pequeno de objetivos. Foque neles e conquiste-os.

    4 – Motive as pessoas e mostre como isso pode ajudá-las a atingir os objetivos.

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  • Alessandra Assad

    10/11/2010
    às 13:04

    Categorias: competitividade, empreendedorismo, empresas, eventos, expoManagement 2010, gestão

    Miopia na Gestão

    Considerando o poder que tem a inovação em gestão de gerar um desempenho superior ao de empresas da mesma categoria, é estranho que tão poucas possuam um processo bem aprimorado para inovação contínua. Gary Hamel afirmou em sua palestra hoje de manhã na ExpoManagement que atualmente, todo CEO afirma que é um campeão de inovações. E em seguida questionou: “Então por que o grande ponto cego quando se trata de inovação em gestão?”.
    Hamel acredita que há três explicações possíveis:
    - A maior parte dos gestores não se vê como inventores. À diferença de tecnólogos, profissionais de marketing, e mais recentemente, estrategistas, a inovação não é fundamental na definição de gerente comum. Na maioria das empresas, os gerentes são selecionados, treinados e recompensados por sua capacidade de produzir mais das mesmas atividades, e com maior eficiência. Ninguém espera que os gerentes sejam inovadores. Ao contrário, espera-se que eles transformem as idéias de outros profissionais em crescimento e lucro.

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  • Alessandra Assad

    10/11/2010
    às 12:25

    Categorias: empresas, expoManagement 2010, gestão

    Por que você deveria assumir o desafio de reinventar a gestão?

    Gary Hamel respondeu hoje em sua palestra na ExpoManagement defendendo que a inovação em gestão compensa. “Quando comparada a outros tipos de inovação, ela tem um poder inigualável de produzir mudanças radicais e duradouras em vantagem competitiva”. Embora a inovação operacional contemple os processos de negócios de uma empresa, a inovação em gestão visa aos processos de gestão de uma empresa: as fórmulas e rotinas que determinam como o trabalho de gestão é realizado diariamente. Simplificando: os processos de gestão são as “engrenagens” que transformam os princípios de gestão na prática diária. Mesmo em uma organização de tamanho médio, é impossível mudar o quê e o como da gestão sem mudar os processos que governam este trabalho.
    A conclusão é que os avanços importantes na prática de gestão normalmente provocam mudanças significativas na posição competitiva e geralmente conferem uma vantagem duradoura para as empresas pioneiras. Isso destaca o papel decisivo que a inovação em gestão não raro desempenha para ajudar empresas a construir vantagens permanentes. Aliás, segundo Gary Hamel nenhum outro fator parece ter sido mais fundamental para manter o sucesso competitivo de longo prazo.

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  • Alessandra Assad

    08/11/2010
    às 19:52

    Categorias: Sem categoria

    O Varejo e a Sustentabilidade

    Sir Terry Leahy, CEO da Tesco, destacou em sua palestra hoje, na ExpoManagement, o quanto os consumidores pedem mais informações sobre os produtos para que possam tomar melhores decisões de compras. Ao ser questionado sobre como prever este crescimento para o consumidor sem que isso comprometa o resultado nas vendas, o CEO afirmou que não temos escolha. “O aquecimento global foi causado pelos seres humanos. No século XX houve um grande consumo de produtos e agora precisamos ver se desconectamos o crescimento do consumo sem precisar do combustível fóssil”. Ele contou que a Tesco abriu a primeira loja de zero carbono neste ano, e que em 2020 quer que todas as lojas sejam assim. Para ele, uma nova forma de gestão esta aí: ensinando a crescer conservando e pensando em reduzir desperdícios. “Antes recuperávamos 3% do material de construção para uma loja construída, hoje conseguimos aumentar para 70%”, declarou, ressaltando o quanto isso ajuda a aumentar a lucratividade. “Não é a questão de ser verde e crescer. Se você não for verde, você não vai crescer”, concluiu.

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  • Alessandra Assad

    08/11/2010
    às 19:35

    Categorias: competitividade, empresas, ensinamentos, estratégia, expoManagement 2010

    Impulsionadores de crescimento

    Sir Terry Leahy, CEO da rede britânica de supermercados Tesco, falou hoje sobre o poder da Obsessão pelos Clientes como vantagem competitiva de crescimento no varejo. Durante a palestra, destacou a confiança, informação, saúde, conveniência, simplicidade e mudança de clima como impulsionadores de crescimento. “Veremos um branding maior nas economias”, destacou, afirmando que um dos mais importantes impulsionadores de crescimento no futuro será a confiança. “Os clientes escolhem instituição, produtos e serviços nos quais confiam, e estes podem ser marcas globais e regionais”.

    O CEO explicou que cada vez mais as empresas vão querer exprimir suas marcas e seus valores para que o cliente consuma isso, e disse que é natural que se tente controlar a própria distribuição. “Eu não acho que haverá uma tendência muito grande por conta da especialização na distribuição. Mas, cada vez mais teremos que trabalhar de maneira estratégica junto aos donos das marcas, para que o marketing seja mais eficaz junto ao cliente”. Ele acredita que o desenvolvimento de marcas será um elemento importante para a economia moderna.
    Para ele, duas coisas acontecem por causa das marcas globais: elas estão ficando muito boas com a inovação. “As marcas próprias vão precisar subir para competir com marcas globais”. Outra característica do desenvolvimento das marcas globais destacadas por ele é que houve um racionamento quando umas empresas grandes se concentram em menos marcas e maiores, o que faz com que haja mais espaço para as marcas regionais também.

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  • Alessandra Assad

    04/10/2010
    às 13:13

    Categorias: Sem categoria, comunicação, design, estilo e comportamento, executivos, inovação, internet, mobile, mídia, tecnologia, trends & insights

    PlayBook promete mais do que trabalho

    A Blackberry acaba de lançar seu primeiro tablet eletrônico com funções superiores ao do Ipad. O novo dispositivo, chamado de PlayBook, que tem sete polegadas, apresenta um novo sistema operacional, tem entradas USB integradas, duas câmeras de alta definição (para videoconferências) e entrada HDMI para assistir TVs em alta definição.

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  • Alessandra Assad

    29/09/2010
    às 18:48

    Categorias: competitividade, comunicação, empresas, ensinamentos, estilo e comportamento, estratégia, gestão, liderança, palestrantes

    Qualidades pessoais como fonte de poder

    Entre as qualidades pessoais que atraem o poder, destacadas hoje (29) por Jeffrey Pfeffer, professor de management da Stanford Graduate School of Business e considerado um dos maiores nomes mundiais em gestão de pessoas, durante o Fórum HSM de Negociação, estão:
    - Ambição e dinamismo – não se consegue nada se não quisermos aquilo.
    - Energia, persistência e resistência – o melhor projetor de desempenho em qualquer campo de desempenho é a prática, o tempo e o esforço. Quanto mais energia você tiver, maior a possibilidade de se desenvolver. “As emoções são contagiosas e a sua energia vai influenciar as pessoas”.
    - Foco – concentração dos esforços numa gama limitada de objetivos, funções e cenários. Se você olhar a grama num dia de sol, você vai ter o foco dos raios de sol ali e pode fazer com que a grama “pegue fogo”.
    - Autoconhecimento – como você pode melhorar as suas habilidades se não conhecer a si mesmo? Arrume algum tipo de coaching, alguém que possa lhe dizer as verdades que você não quer ouvir.
    - Confiança – as pessoas dão poder para aqueles que sabem o que estão fazendo e passam confiança aos outros. Quem vai seguir você?

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  • Alessandra Assad

    29/09/2010
    às 12:41

    Categorias: Sem categoria, empresas, estilo e comportamento, estratégia, eventos, executivos, gestão

    Diálogo do medo e da insegurança

    “Quando é seguro, podemos dizer qualquer coisa”, afirmou Joseph Grenny na última terça-feira, 28, durante o Fórum HSM de Negociação. Aqui é o motivo de os comunicadores ficarem de olho na segurança. Para ele, o diálogo exige o fluxo livre de informações relevantes e ponto final. E nada o destrói mais do que o medo. “Quando tememos que os outros não estejam apoiando nossas idéias, começamos a impô-las”. Grenny afirma que quando tememos ser prejudicados de alguma forma, começamos a nos omitir e esconder. Ambas as reações, lutar e fugir, são motivadas pela mesma emoção: o medo. Por outro lado, se temos segurança suficiente, podemos falar sobre todos os assuntos, e seremos ouvidos. Se não tememos ser atacados ou humilhados, podemos ouvir qualquer coisa sem nos tornarmos defensivos.

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