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Adriana Gomes
06/12/2011
às 18:00Categorias: empreendedorismo, gestão, gestão de pessoas, liderança
Pequenas empresas e políticas de incentivo – compatíveis e atraentes
Pequenas empresas podem ser um grande negócio quando os gestores entendem que precisam aprender algo muito importante: gerir pessoas. Muitas empresas são concebidas levando-se em conta as questões técnicas e processuais e as pessoas aparecem como variável necessária, mas não estão no primeiro plano.Quando os colaboradores se sentem parte do negócio, envolvidos e acreditando no valor que seu trabalho tem, o reconhecimento e a valorização poderiam ser suficientes acompanhados de remuneração justa e compatível.
Políticas de incentivo ajudam nesse processo e podem causar a fidelização dos seus colaboradores. O prêmio por si não é o mais importante, mas, sim, o que ele significa diante da comunidade em que a pessoa está inserida.
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Adriana Gomes
26/10/2011
às 15:42Categorias: gestão, gestão de pessoas, liderança, recursos humanos
“O RH nunca dá resultado”
A percepção de que a área de RH é centro de custos e não de resultado ainda permeia boa parte das empresas brasileiras. Difícil quebrar esse paradigma, principalmente comparando o RH com áreas de resultados tangíveis monitorados por diversos indicadores.Sem dúvida que os indicadores de performance ajudam, mas não revelam o essencial: a qualidade das relações e a satisfação do profissional com a atividade que desempenha. Recentemente, uma executiva de uma multinacional americana que atua na área comercial me disse o seguinte: “o dinheiro realmente não traz felicidade.” Isso porque, apesar de vir atingindo suas metas muito antes do prazo e recebendo bônus expressivos, ela afirma não sentir nenhum prazer nisso. Não vê sentido em fazer o que faz, apesar de performar.
Por que, mesmo performando, muitos profissionais se sentem insatisfeitos? O clima organizacional não é bom, as pessoas se queixam da política e da falta de reconhecimento.
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Adriana Gomes
03/10/2011
às 08:56Categorias: autodesenvolvimento, educação, executivos, gestão de pessoas, liderança, recursos humanos
Muito além da competência técnica
As pessoas crescem acreditando que, para ser alguém na vida, precisam ter uma profissão e dominar algum conhecimento técnico e prático aplicável. A percepção não parece clara quanto ao fato de que, na verdade, muito além da técnica, a vida profissional é uma vida de relações e isso implica no desenvolvimento de competências tais como:• Perceber o outro, suas emoções, interesses e necessidades;
• Sensibilidade;
• Escutar o outro;
• Saber se comunicar com clareza e objetividade;
• Lidar com as diferenças;
• Saber negociar. -
Adriana Gomes
01/08/2011
às 05:47Categorias: autodesenvolvimento, comunicação, executivos, inovação, internet, redes sociais, tecnologia, tendências, trends & insights
Solidão coletiva, aplacada pelas relações virtuais das redes sociais
A telefonia celular e suas facilidades, mobilidade, conectividade, acessibilidade e outras “dades” está mudando a maneira das pessoas se relacionarem.Cena 1 Comum no restaurante. Um casal sentado, um na frente do outro, cada um com seu smartphone, enviando e recebendo mensagens compulsivamente. Um sorriso ou outro brota no rosto de cada um ao receber uma mensagem.
A refeição chega, a fisionomia de alguma alegria desaparece. Enquanto observadora, fiquei com a impressão de que as trocas de mensagens eram mais interessantes do que a companhia ali na sua frente. A refeição termina, sem que o casal tenha trocado não mais que duas ou três frases. Pedem a conta, sem demonstrarem qualquer alegria pelo encontro, pela refeição, pela companhia e vão embora como se a obrigação tivesse terminado.
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Adriana Gomes
11/07/2011
às 08:22Categorias: autodesenvolvimento, ciências, internet, tecnologia, tendências, trends & insights
Todo mundo quer ser Geração Y
Já percebeu quanta gente se autoclassifica Geração Y?Com todo respeito, outro dia, em uma reunião com executivos, um senhor quase sexagenário se autointitulava Geração Y. Está na moda e a gente sabe que a moda consome, devora o conceito e regurgita o pouco que sobra, a aparência.
Parece que ninguém quer ficar de fora. Ser Y virou uma espécie de desejo de consumo de muita gente. Mais do que uma geração, estamos falando de um estilo de vida, de um conjunto de atitudes.
Há tentativas de definir a geração Y. Entre elas, o artigo da Wikipédia que diz o seguinte:
“A Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da internet, é um conceito em sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década 1990, sendo sucedida pela geração Z.
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Adriana Gomes
04/07/2011
às 12:40Categorias: autodesenvolvimento, estudos & pesquisas, health care, humanização do trabalho, longevidade, recursos humanos, tendências, trends & insights
Ansiedade. Você já convive com ela.
Há alguns meses, notei um leve tremor nas mãos, acompanhado da sensação de estar perdendo coisas importantes das quais eu não conseguia dar conta. Estava em um estado de ansiedade permanente e até sentia alguma irritabilidade. Verifiquei que esses sintomas e sensações costumavam surgir depois de algumas horas diante do meu computador, quando estava com o TweetDeck, o LinkedIn, o Facebook, o Outlook e meu navegador acionados durante o trabalho. Isso começou a me incomodar profundamente e me levou a considerar que não estava produzindo tanto quanto poderia.Foi a partir daí que me deparei com uma pesquisa realizada com 194 mil funcionários de 200 empresas brasileiras, sendo atualizada ao longo dos últimos dez anos pela empresa do segmento de saúde corporativa CPH Health, e que revela dados sobre o mapa da saúde no ambiente de trabalho no Brasil. É o caso de se pensar o quão doentes podem ser alguns ambientes de trabalho. A pesquisa demonstra que:
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Adriana Gomes
13/05/2011
às 10:01Categorias: autodesenvolvimento, gestão, liderança, tendências
Valorização, reconhecimento e treinamento: os melhores investimentos em qualquer tempo
Uma vez que o discurso esteja coerente com a realidade, ou seja, “as pessoas são nosso maior patrimônio”, os gestores das empresas não devem se esquecer que valorização, reconhecimento e treinamento são os melhores investimentos em qualquer época.As percepções de reconhecimento e de valorização impactam no funcionamento psíquico do trabalhador e refletem na produtividade e no clima organizacional. São fortes fontes de satisfação quando existem na relação de trabalho ou de profundo sofrimento e desapontamento quando não existem.
Sentir-se valorizado implica em perceber sentido e significado pelo que faz, tanto para a organização ou socialmente, assim como o reconhecimento implica em ser aceito e admirado no trabalho, respeitado pelas suas ideias, dedicação e contribuições. Todos conseguem identificar quando isso acontece em qualquer nível hierárquico.
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Adriana Gomes
20/04/2011
às 12:11Categorias: competitividade, educação, executivos, gestão, liderança
No limite da incompetência – contrata esse mesmo!
“Se não encontramos ninguém melhor do que ele, então contrata esse mesmo.” Infelizmente esta decisão vem sendo tomada com mais frequência do que poderíamos aceitar.
As notícias parecem promissoras. A capa da revista Exame de abril anuncia em letras garrafais: “Procuram-se 8 milhões de profissionais”. Fala-se do pleno emprego, definido na matéria como o “estágio em que a taxa de desemprego cai a níveis muito baixos e praticamente todas as pessoas qualificadas estão empregadas.”Parece ótimo! Profissionais sendo disputados, muito trabalho para os RHs, tanto para selecionar quanto para reter seus quadros. Porém, meu desconforto vem do discurso que ouço de empresários e profissionais de recursos humanos sobre a enorme dificuldade de encontrar profissionais qualificados.
Abaixo apresento alguns dados que não devem ser esquecidos para contrapor a noção de pleno emprego:
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Adriana Gomes
22/03/2011
às 15:03Categorias: autodesenvolvimento, economia criativa, educação, estudos & pesquisas, longevidade, tendências
Ninguém nos ensina a envelhecer
Talvez por isso o medo da senioridade. As sociedades pré-capitalistas se orientavam essencialmente para o passado e essa orientação, de certa forma, garantia uma relativa estabilidade dos usos e costumes assimilados e que mantinham de geração para geração. Agnes Heller*, afirma que: “os filhos imitavam os pais, os netos imitavam os avós. Os velhos eram os que melhor conheciam as experiências do passado e os mais capazes de resumi-los de modo útil.”Entretanto nossa sociedade, orientada para o futuro, traz a possibilidade de produção indefinida e produz no homem a necessidade de modificar-se permanentemente, de renovar-se e transformar-se. Essa necessidade de novidade, a necessidade de transformarmos constantemente tanto a sociedade quanto a nós mesmos, é uma das maiores conquistas da história humana. Porém, com a crescente alienação, também essa conquista converte-se em seu contrário. A orientação para o futuro termina por transformar-se em moda e consequentemente o velho perde seu valor de referência.
A vida nos consome com a constante necessidade de atualização e os diários “deliverys” e, não raro, as pessoas são pegas de surpresa quando são solicitadas a fazer as contas sobre quanto tempo estão na mesma empresa, em um determinado relacionamento ou mesmo quando contabilizam o tempo de formadas.
São surpreendidas quando, num dia qualquer, sem nenhum aviso ou até negando os pequenos sinais do tempo, começam a notar alguma dificuldade para fazer a sua leitura semanal. A visão dando os primeiros sinais de cansaço – geralmente negados, desculpe o trocadilho, à primeira vista.
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Adriana Gomes
28/02/2011
às 15:58Categorias: comunicação, internet, mídia, redes sociais
A revolução silenciosa e o impacto na sociedade das redes sociais
Considero-me antenada e up to date com as novas tecnologias, mas um descuido, percebo que mesmo “blogando, twittando, facebookiando” e dando aula para jovens da pós-graduação ainda estou quase no fim da fila. Assisti a uma palestra sobre Inovação e Educação na Era das Mídias Sociais com um colega da ESPM o Prof. Gil Giardelli e saí de lá com sentimentos misturados: euforia, entusiasmo, insegurança e angústia.Certamente muitos dos meus colegas também, diante da agilidade, criatividade e das inúmeras possibilidades que o mundo digital, através das redes sociais, pode promover. É a constatação da modernidade líquida a que se refere Zygmunt Bauman (Zahar 2001), que afirma que tudo é volátil, as relações humanas não são mais tangíveis e que a modernidade é caracterizada pela inconstância e pela mobilidade.
Os tempos são de contrastes e mudanças cada vez mais rápidas e mesmo achando que estou acompanhando o movimento, me dou conta que o movimento é muito mais veloz do que poderia perceber e a tomada de consciência assusta e até deixa a sensação de desconforto.


