• Adriana Salles Gomes

    15/05/2012
    às 16:43

    Categorias: comunicação, estilo e comportamento, internet

    Zuckerberg, o Musical

    Imagem de Amostra do You Tube

    Comunicação contemporânea. Esse “musical” não foi encomendado pelo criador do Facebook, mas vale para semear ideias. Como lembra a professora Martha Gabriel, da HSM Educação, em seu artigo da HSM Management maio-junho, as marcas precisam ter humor nesta nova era sociodigital. (Humor produzido por elas mesmas ou inspirado em terceiros.)

    ;)

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  • Adriana Salles Gomes

    08/05/2012
    às 18:29

    Categorias: empreendedorismo

    Blueseed, a incubadora dos piratas do Vale do Silício

    Vejam que interessante: Blueseed é um projeto de incubadora de startups offshore, ao longo do litoral norte da Califórnia, para que os investidores e empreendedores possam empreender sem ter de se submeter às leis dos Estados Unidos. Espera-se que seja concluído no terceiro trimestre fiscal de 2013. Parece que 133 startups de diferentes países (atenção, empreendedores brasileiros) já demonstraram interesse no barco, sendo 20% dos EUA e 10% da Índia, por exemplo.

    Alguns diriam que, se um recurso assim é necessário nos Estados Unidos, imaginem no Brasil – cairia como um luva aqui?

    via Venture Beat

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  • Adriana Salles Gomes

    14/03/2012
    às 12:32

    Categorias: Sem categoria, ensinamentos

    Executivo sênior se demite e ataca, no NYT, a (suposta) decadência moral do Goldman Sachs

    Eu sempre quis virar uma mosquinha (por tempo determinado) para saber o que acontece nas salas de reuniões das empresas. Hoje, com a carta de despedida publicada no “The New York Times” por Greg Smith, executivo demissionário do banco Goldman Sachs, senti que matei um pouco dessa vontade. Na sala do Goldman Sachs em que discutem as operações com derivativos, pelo menos, ninguém fica se perguntando como é que os clientes podem ser ajudados; a conversa é sobre como tirar deles o máximo dinheiro possível.

    Smith, até agora diretor executivo do Goldman Sachs sediado em Londres e responsável pelo negócio de derivativos na Europa, Oriente Médio e África com quase 12 anos de casa, diz que o banco vive um declínio de sua fibra moral, por conta da alteração nos caminhos para chegar à liderança. “O quociente da [confiável] cultura Goldman Sachs nos líderes atuais é zero por cento”, escreve. Greg Smith não mede palavras já no primeiro parágrafo: “Sinceramente, posso dizer que, hoje, o ambiente é tão tóxico e destrutivo como nunca vi”.

    Segundo Smith, a cultura que permitiu que o Goldman Sachs conquistasse a confiança dos clientes durante 143 anos se evaporou por completo, e isso se nota nos emails internos em que diretores tratam os clientes jocosamente como “muppets”, sem humildade ou integridade, porque a forma como o banco funciona (como busca fazer dinheiro) não está alinhada com os interesses dos clientes. Que forma é essa? Convencer os clientes a comprar os ativos de que o banco “tenta se livrar” ou fazer com que os clientes negociem aquilo que vai trazer maior lucro para o GS.

    Smith mostra-se assustado também ao perceber que os analistas juniores dos derivativos têm apenas uma pergunta em suas mentes: “Quanto dinheiro vou conseguir com este cliente?” Ele termina dizendo esperar que seu texto “seja um alerta para o conselho de administração do Goldman Sachs”, para que perceba que tem de afastar as “pessoas em falência moral”, “não importando quanto dinheiro geram para a empresa”.

    Depois do jump, copiei a carta do “The New York Times”, em inglês, na íntegra. Minha preocupação? Que essa história passe para a história apenas como um exemplo de fracasso em prevenção e gestão de crises do Goldman Sachs.

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  • Adriana Salles Gomes

    10/03/2012
    às 20:04

    Categorias: comunicação, ensinamentos

    “Deu pau” no powerpoint…

    Ele foi falar numa conferência TED sobre crowdsourcing no setor de energia solar, sobre sua start-up na área e, se entendi bem, sobre a importância das descobertas inesperadas para isso, para os negócios de modo geral e para a vida da gente. Mas acabou não falando.

    Palestra sensibilizadora e metalinguística total. Ele é o empreendedor Colin Robertson e, by the way, participa do grupo Improv Everywhere, que vive fazendo dessas performances no ambiente urbano para tirar as pessoas do piloto automático da rotina (mas em palestra de negócios eu ainda não os tinha visto). Ou seja, o palestrante não foi pego de surpresa – mas saiu-se bem como ator, hein?!

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  • Adriana Salles Gomes

    07/03/2012
    às 12:22

    Categorias: ensinamentos, liderança

    Highlights HSM Management: ensinamento de John Hope Bryant

    Vocês conhecem o John Hope Bryant? É um empreendedor filantropo, e vice-versa, fundador e presidente da Operation Hope, uma ONG que busca expandir oportunidades econômicas onde isso falta, por meio da educação financeira. Ele já encerrou o Fórum Econômico Mundial em Davos, em 2009, ao lado do Klaus Schwab, para vocês terem uma ideia – e, na ocasião, disse que o que vivemos não é uma “uma recessão cíclica”, e sim um mundo radicalmente ‘ressetado’, reinstalado, reprogramado”.

    Ele não acredita que o capitalismo seja o problema por trás do “reset”, desde que o mundo (e especialmente as empresas) abrace o bom capitalismo. A HSM Management nº 79 deu um texto sobre ele, com seu conceito de liderança que consta do livro Love Leadership: The New Way to Lead in a Fear-Based World, que eu trouxe para estes highlights. Diz o seguinte:

    “Há duas forças primárias que movem a psique humana: o medo é uma; o amor, a outra. A maioria dos que decidem escolheu o modelo do medo. Mas o mundo dos negócios começa a prestar mais atenção a uma tendência crescente de modelo de liderança, mais responsável, mais respeitoso, mais espiritual. Bryant identifica cinco princípios básicos dessa nova liderança de um capitalismo bom:

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  • Adriana Salles Gomes

    26/02/2012
    às 20:04

    Categorias: ensinamentos, gestão 2.0, gestão de pessoas, hsm management

    Highlights HSM Management: A abundância no mundo dos negócios, por David Ulrich

    A palavra “abundância” parece um tanto estranha ao universo corporativo. Quando se trata de capitalismo, e principalmente das empresas, escassez sempre foi o conceito-chave. O dicionário Houaiss, por exemplo, apresenta escassez como um termo econômico que significa “falta de um bem ou serviço em relação à sua necessidade”. Ou seja, é a própria definição do mundo em que vivemos: um lugar com pessoas cheias de necessidades e desejos que não são atendidos devido à falta de recursos e que se tornam oportunidades de negócios.
    Recentemente, Dave Ulrich (talvez o grande especialista em gestão de pessoas do momento e certamente um dos meus favoritos) cunhou a expressão “organização abundante” para se referir a um tipo de empresa ideal para os nossos tempos, que é bem-sucedida financeiramente, mas comprometida a ser um ambiente que dá sentido à vida das pessoas que ali trabalham.
    Eu o entrevistei com exclusividade (saiu na revista janeiro-fevereiro, nº 90), e Dave resumiu os conceitos desenvolvidos em seu último livro com a esposa Wendy, “Por que trabalhamos”. Ele argumenta que, embora bons demais para ser verdade, eles podem ser viáveis, sim, neste mundo em constante mudança. A seguir separei um aperitivo da entrevista. (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    26/02/2012
    às 19:49

    Categorias: hsm management, inovação

    Highlights HSM Management: Como chegar aos parceiros de inovação aberta

    O funil clássico de inovação –que reúne e seleciona as ideias, faz com que se submetam a processos viabilizadores e resulta em produtos– ficou superado; no século 21, a inovação funciona em rede e com parcerias fora das fronteiras corporativas. Mas há um problemão: ainda são MUITO poucas as organizações do Brasil que entenderam isso, como analisou em sua palestra da HSM ExpoManagement 2011, Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral. PIOR: esse é um dos maiores obstáculos para a constituição de um ecossistema nosso de inovação aberta. A cobertura especial das palestras da Expo que integra a edição janeiro-fevereiro (nº 90) de HSM Management relata que, segundo Arruda, a figura do funil foi substituído pelas do bazar, da orquestra, da jam e da plataforma.

    Entra em vigor a lógica sintetizada na matriz de inovação de Mohan Sawhney, que cruza o espaço de inovação (se é emergente ou definido) e a liderança da rede de inovadores (se é centralizada ou difusa). Arruda exemplificou:

    • a inovação do tipo bazar, como a que resultou no carro Fiat Mio, da Fiat brasileira, teve um espaço emergente (que se foi definindo ao longo do processo) e uma liderança centralizada na rede;
    • a inovação–orquestra foi a do avião Bandeirantes, em 1971, quando a Embraer precisou usar conhecimentos de terceiros –ela não os tinha– para agarrar a oportunidade de mercado que detectou, e trabalhou em rede com espaço definido e centralizando a liderança;
    • a inovação plataforma tem a liderança difusa mas um espaço definido, como se viu no caso da Embrapa com o projeto Genolyptus [detalhado na HSM Management nº 72, página 30] e
    • a inovação do tipo jam, a mais “caótica das quatro, no sentido de descontrolada, é perfeitamente traduzida pela iniciativa homônima da IBM [veja artigo na HSM Management nº 85, página 80].

    Veja a seguir os caminhos para chegar aos parceiros de inovações externo, com a ajuda de facilitadores, como os identificados pela Inventta e relatados por Bruno Moreira, ou por conta própria em sua empresa, como contou Romeo Bussarello, da Tecnisa. (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    15/02/2012
    às 14:40

    Categorias: Sem categoria, hsm management

    Highlights HSM Management: Steve Jobs por seu mentor, Regis McKenna (exclusivo)

    Oi, pessoal, estava com saudades deste espaço. Sei que muita gente está lendo a HSM Management janeiro-fevereiro, não assinantes inclusive, por conta do depoimento exclusivo (furo mundial nosso, oba!!) do Regis McKenna, principal mentor do Steve Jobs, sobre o fundador da Apple. Fico particularmente feliz com isso, porque, nos feedbacks que venho recebendo, quem tinha medo da profundidade da revista está descobrindo que ela não deixa de ser acessível por conta dessa profundidade, porque os recursos de edição e de design facilitam a leitura.

    Mas voltando ao assunto deste post, queria dar um aperitivo do que foi esse depoimento do McKenna, que esteve com o Jobs (e com o Wozniak, mas o Jobs gostou dele e o Woz, não – ah, o ego…) desde o momento zero da Apple, praticamente, e ficou lá nas horas difíceis também, fazendo a ponte entre o Jobs fora e a empresa. Um detalhe de bastidores que talvez vocês não saibam é que o McKenna não curtiu muito o biógrafo do Jobs e acabou falando bem pouco com ele –McKenna também não gostou de ele esperar o Jobs morrer para lançar o livro; achou “deselegante”, para não dizer “desleal”. (Não que o McKenna não tenha palavras duras sobre o Jobs, vejam bem; mas são as mesmas que ele disse para o Jobs. )

    Enfim, separei depois do break, como highlights, frases em que McKenna sintetiza Jobs de alguma maneira. Mas estão descontextualizadas e recomendo a leitura do depoimento dele na íntegra; foi o que mais me ajudou a entender o sucesso da Apple (e acredito que ajudará a quem quer fazer algo similar em seu negócio). (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    28/11/2011
    às 14:24

    Categorias: tecnologia, tendências, trends & insights

    HSM Management Highlights: Um pouco de Ray Kurzweil sobre a impressão 3D

    Este é um violino Stradivarius feito em uma impressora 3D.

    Em entrevista exclusiva a nós na edição novembro-dezembro de HSM MANAGEMENT, um dos assuntos de Ray Kurzweil, o gênio do MIT, é a impressão 3D, que, segundo ele, deve ter grande impacto no mundo dos negócios. Ele comentava sobre a impressão 3D de uma bexiga para transplante, feita em 2006, e eu perguntei:

    Mas impressão 3D vale para todo tipo de produto? Por exemplo, eu preciso de uma panela, baixo o arquivo pela internet e imprimo uma? Se for esse conceito de fabricação um por um de qualquer produto e se cada lar contar com uma impressora, o panorama dos negócios vira do avesso.

    E ele respondeu:

    “A impressão 3D se estende a tudo, tem sido usada na criação de peças de aviões, maquetes e até roupas e chocolates. Pode estar chegando à casa dos
    consumidores em poucos anos, como as impressoras convencionais. A HP
    está trabalhando com a Stratasys, que se dedica à fabricação de impressoras
    3D, para conseguir reduzir o preço desse equipamento o mais rápido possível. Hoje elas custam alguns milhares de dólares, mas isso baixará muito. Scanners 3D, que são parte importante do processo de replicação dessas impressoras, foram anunciados recentemente.

    “O processo terá muitos desdobramentos. Ele pode ser feito em lojas físicas de bairro, com a proliferação dessas impressoras, descentralizando o processo de fabricação, ou realizado online. Já há na internet uma empresa chamada Shapeways, em que artistas e outros criadores usam software de CAD-CAM grátis, ou de preço baixo, para fazer design de objetos e a Shapeways os imprime em três dimensões, exatamente como você pode fazer com estampas de camiseta que você cria em alguns site [Cafepress e Zazzle são bem conhecidos nos EUA]. E o custo surpreendementemente já não é alto. De novo, tudo vai acontecer mais rápido do que se pensa. No século 21, não teremos 100 anos de progresso, mas 20 mil, por conta do crescimento exponencial –a própria taxa de crescimento.”

    Leiam a entrevista completa na revista. É de dar um nó na cabeça, mas em vez de o nó fechar, ele abre.

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  • Adriana Salles Gomes

    25/11/2011
    às 10:59

    Categorias: economia criativa, estilo e comportamento, inovação, trends & insights

    Harry Potter x Castelo Rá-Tim-Bum x Inovação


    …donde se pode concluir que, neste mundão de Deus dos arquétipos, tudo é plágio de tudo (risos).

    Acho que vale para reflexão no mundo empresarial. Ninguém está dizendo que a J.K. Rowlings plagiou o Castelo Rá-Tim-Bum de verdade, essa tabela comparativa é uma criação de um site DE HUMOR, o Universidade Capenga. Masisso mostra que as ideias estão aí, no ar, com coincidências, e que a diferença de êxito está a favor de quem as executa mais rapidamente e com maior maestria.

    Então, pense duas vezes antes de desistir de uma ideia porque “já foi feito” – o Kindle da Amazon não impediu que a Apple lançasse o iPad, impediu? Nem o sucesso do Orkut no Brasil segurou a entrada do Facebook aqui. O post é casual Friday, relaxante, mas também faz pensar. Bom fim de semana!

    Dica do Estevam, tks!

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