• Leandro Ogalha

    28/09/2011
    às 18:31

    Categorias: internet, redes sociais

    Tecnologias e revoluções sociais

    Revolução Social no Egito

    As novas tecnologias sempre criaram revoluções. Costumo dizer que atualmente vivemos a revolução do conteúdo, em que qualquer pessoa pode fazer um curso a distância gratuito no MIT ou simplesmente se organizar em grupos e produzir conteúdo para promover outra revolução.

    Assistimos recentemente a diversos protestos organizados pelas redes sociais, principalmente no mundo árabe, que possibilitaram ao povo retomar a voz e o poder depois de décadas de opressão de regimes ditatoriais.

    Uma das histórias de maior repercussão aconteceu nos 18 dias de intensos protestos que invadiram as cidades do Egito e derrubaram o ditador Hosni Mubarak, que comandou uma ditadura com mão de ferro durante 30 anos.

    Não bastasse o feito, um grupo local está organizando o documentário colaborativo chamado #18DaysInEgypt que utiliza todo tipo de conteúdo (tweets, e-mail, SMS…) produzido nas ruas para criar uma experiência digital com a história ocorrida minuto a minuto.

    Em breve o documentário será lançado e os egípcios irão perpetuar e ampliar o conhecimento da verdadeira revolução social vivida naquele país.

    Dica do @gilgiardelli

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  • Leandro Ogalha

    24/03/2011
    às 07:49

    Categorias: ciências, estudos & pesquisas, inovação, tecnologia

    Inovação tecnológica e inteligência artificial

    Imagem de Amostra do You Tube

    Confesso que sou aficionado pelo futuro, mas admito que não curto muito os futurólogos e gurus. No meio dessa equação, minha atenção se volta para aqueles que falam menos e fazem mais e conseguem tornar real o que um dia foi uma ideia fora de cogitação.

    Atualmente, são muitos os exemplos dessas realizações e inovações que estão transformando a colaboração entre as pessoas e sua relação com o consumo. Em uma linha paralela está a inovação tecnológica, que sempre liderou o avanço da humanidade e que, nos dias de hoje, ocorre numa velocidade sem precedentes.

    Um caso interessante é da experiência chamada BrainDriver, liderada pelo professor de inteligência artificial da Universidade Livre de Berlim, Raul Rojas. Através de um sistema de eletroencefalograma, o motorista controla o automóvel diretamente pelos impulsos gerados por sua intenção cerebral. O veículo responde apenas a comandos simples, como fazer curvas e acelerar, confirmando que outras tecnologias ainda precisam ser desenvolvidas para que seja possível a sua comercialização. O importante, segundo Rojas, é a prova do que a tecnologia já pode alcançar. Dá pra ter uma ideia!

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  • Leandro Ogalha

    22/12/2010
    às 14:00

    Categorias: economia, inovação, internet

    Bolha tecnológica

    Há alguns anos assistimos a explosão da chamada bolha ponto.com, acabando com dezenas de empresas que criavam, de forma desordenada, o milagre da conectividade digital. Pouco tempo se passou e muita coisa aconteceu. Hoje vivemos uma revolução em termos de acesso a informação, conexão social por meio de novas mídias e interatividade com os famosos aplicativos que surgem de forma frenética e com adesão em massa.

    Este fenômeno tecnológico advém de pequenas empresas de tecnologia que, com aportes financeiros sem precedentes, produzem as plataformas e suas ferramentas que hoje nos possibilitam ler qualquer jornal do mundo em um tablet, ou compartilhar nossas vidas com uma rede de pessoas com quem provavelmente nunca tomaremos um café.

    A questão é que essas tecnologias nos interessam muito, gerando uma corrida por novos lançamentos, fazendo com que investidores saiam assinando cheques bilionários para as chamadas startups tecnológicas manterem este ciclo de produção e consumo hi-tech.

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  • Leandro Ogalha

    10/11/2010
    às 18:00

    Categorias: empreendedorismo, expoManagement 2010, inovação, internet, palestrantes

    A Geração Y na Expo Management

    Geração Y

    Este ano a Expo Management se reinventou. Estou dizendo isso por percepção própria e pelos comentários dos visitantes. O que mais representa esta mudança são os auditórios temáticos da feira, que em paralelo ao auditório principal, trazem grandes nomes do mercado para falar sobre sustentabilidade, inovação, criatividade e Geração Y.  Desta forma a HSM se posiciona como um centro de inteligência aberto para pessoas que buscam conhecimentos diversos e amplos, além do nível CEO.

    Como exemplo, são as rodadas inspiracionais da Estação de Conhecimento da Geração Y, que somente hoje apresentou grandes nomes do mercado. Vejam suas citações:

    “É fato que a gente vê esses jovens talentos chegando com uma boa bagagem, seja através dos diplomas, cursos ou demais experiências que acumularam, mas é preciso um pouco mais de respeito e humildade pelos funcionários que estão ali há mais tempo”.  João Dornellas (Nestlé) se referindo ao imediatismo da Geração Y.

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  • Leandro Ogalha

    07/05/2010
    às 16:17

    Categorias: inovação

    A loja laboratório

    O formato de experimentação da Sample Lab foi criado para oferecer ao consumidor a oportunidade de ter contato com produtos e opinar antes que eles cheguem às prateleiras, tudo de forma gratuita. Atuante no Japão, Espanha e Estados Unidos, agora São Paulo recebe uma das lojas. Para participar é preciso fazer um cadastro online e pagar uma taxa anual.

    Para os consumidores, uma nova experiência de relação com as marcas para desenvolver os produtos de forma colaborativa. Para as empresas, uma forma mais simples de obter informações direto da fonte antes mesmo de lançar seus produtos. Para o mercado, uma nova cultura para a promoção do processo de inovação. Veja como funciona:

    Via UoD

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  • Leandro Ogalha

    03/05/2010
    às 17:19

    Categorias: economia, estudos & pesquisas

    Quem é a Mulher da Classe C?

    Semana passada estive na Editora Abril para assistir a apresentação da pesquisa acima, referente aos hábitos daquelas que interessam tanto as marcas deste país: As mulheres da Classe C.
    Realizada pelo Ibope em todo o território nacional, a pesquisa reflete o que há de mais atual sobre quem são e o que pensam a maioria esmagadora das mulheres deste país. Leitura fundamental.

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  • Leandro Ogalha

    29/04/2010
    às 20:21

    Categorias: comunicação

    Design social e relevância de marca

    AACD criou uma campanha que utiliza o design para promover uma causa social através do movimento chamado Unique Types, propondo que pessoas criem fontes inspiradas nas crianças com necessidades especiais. Criadas sob licença Creative Commons, as fontes podem ser usadas livre e gratuitamente. Ou seja, anunciantes, agências e artistas podem utilizar qualquer uma das fontes desenvolvidas de forma colaborativa e promover a marca da AACD em mídias que jamais ela estaria.

    O projeto inicial lançado para designers mostra os diversos processos de criação e fontes disponíveis, como o exemplo abaixo:

    A ação se completa com um site/vídeo feito pelas crianças, totalmente direcionado, que ela criou para algumas agências aderirem à ação e utilizarem as fontes em suas campanhas. Esta é para o diretor de criação Marcelo Serpa:

    http://www.vimeo.com/11333565

    Este é um exemplo de comunicação de conteúdo relevante, que faz com que as pessoas queiram se relacionar com as marcas.  Via e UoD

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  • Leandro Ogalha

    08/03/2010
    às 13:47

    Categorias: ensinamentos, história

    Às mulheres, a merecida homenagem

    Ao invés de fazer um post simplesmente homenageando as Mulheres, decidi resgatar a origem desta data, já que nada é mais importante do que suas conquistas e história.

    A ideia da existência de um dia internacional da Mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina em massa, na indústria.

    As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.

    Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março daquele ano, a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram numa Revolução.

    Lenin então decidiu torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu numa celebração da “heróica mulher trabalhadora”. No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres.

    No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, perdendo força na sequência, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960. E em 1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher.

    Essas foram apenas algumas situações da história. Depois de tantas barreiras sociais e movimentos, para aquelas que hoje conquistaram seus merecidos lugares também no mundo dos negócios, parabéns pelo seu dia!

    Fonte data/histórias: Wikipedia

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  • Leandro Ogalha

    23/02/2010
    às 11:31

    Categorias: empreendedorismo, empresas, gestão 2.0, inovação

    Qual é o seu conceito de rede?

    É assustadora a disparidade de conceitos que a internet disponibiliza para as pessoas. Varejistas a enxergam como uma loja sem IPTU, profissionais de marketing a vêem como mais um canal para transmitir uma mensagem publicitária, políticos acham que é uma escola eleitoral para disparar santinhos eletrônicos e dizer o que estão fazendo em 140 caracteres, acreditando fielmente que estão prestando contas a população e boa parte dos usuários, acabam usando como um mural de recados.  Claro, existem suas exceções em todos os exemplos. Hoje já estamos reaprendendo a usar a internet.

    Mas não existe a forma correta, já que acredito no laboratório contínuo para a evolução da relação em rede. Mas tenho certeza de que existe o formato errado, o da centralização de conteúdo e da comunicação unilateral. Esta prática age contra o conceito real de rede, pois se não permite compartilhar.

    O principio das redes não é exatamente o meio ou a ferramenta, mas a interação das pessoas diante de um tema comum, todas conectadas entre si, trocando informações. E na internet, o link e o conteúdo são responsáveis pela sua formação, pois possibilitam a ampliação do grupo por meio da troca, da geração de valor e da manutenção desses relacionamentos.

    Estabelecido o conceito de transferência mútua de informações entre pessoas conectadas, surge um novo prisma ainda não identificado, ou mal utilizado pelas empresas: A inteligência coletiva.

    Pessoas conectadas geram conteúdo, como conseqüência, inteligência. Marcas que antes pagavam milhões por pesquisas de opinião e ações de marketing agora têm a sua disposição mais que os olhos e os ouvidos das pessoas, têm a sua voz, que talvez neste momento interesse mais.

    As pessoas querem criar produtos, pensar ações, resolver problemas de gestão pública, votar leis, gerar conteúdo, promover ajuda civil e resgate social.

    Pesquise e você vai encontrar comunidades online de cientistas nucleares autônomos, índios que monitoram suas terras via satélite e mulheres que, sozinhas, desenvolveram a sustentabilidade do seu pequeno povoado. O Brasil é líder em inovação social e importa inteligência coletiva, construída por meio das redes.

    Todos se interessam em contribuir sob vários aspectos, pois descobrimos o poder de voz através de novos meios. E algumas empresas morrem de medo disso, pois não controlam mais as suas marcas.  A comunicação agora é em rede e não há domínio absoluto sobre ela. O primeiro passo pode ser o simples convite: Vamos pensar juntos?

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  • Leandro Ogalha

    17/02/2010
    às 18:51

    Categorias: inovação, mobile

    O novo Google Goggles

    Imagem de Amostra do You Tube

    O CEO do Google, Eric Schmidt, apresentou no Mobile World Congress um protótipo do novo Google Goggles – aplicação do Google de pesquisa experimental que pode traduzir o texto capturado em fotos.

    O protótipo usa a tecnologia do Google de tradução automática e capacidades de reconhecimento de imagem. Assim que o usuário captura uma foto do seu dispositivo Android, o aplicativo pode traduzir o texto. O protótipo se conecta a câmera do celular para um reconhecimento óptico de caracteres (OCR engine), reconhece a imagem como texto e depois converte o texto em Inglês com o Google Translate.

    Imagine a utilidade para turistas brasileiros viajando pela china, por exemplo. Placas, notícias e anúncios não serão mais problemas.

    Via UoD

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