Arquivos de fevereiro de 2012

  • Abraham Shapiro

    28/02/2012
    às 11:56

    Categorias: empresas, estilo e comportamento, gestão, recursos humanos

    Código de conduta

    Sua empresa já tem um código de conduta? Código de conduta empresarial é um manual, feito com alto nível de discussão, debate e convergência entre todos os colaboradores, com o fim de deixar claro para todos o que se pode ou não fazer na empresa.

    Sua principal vantagem é ajudar efetivamente a organização a solucionar questões antes que elas se tornem grandes problemas. Por exemplo. Um fornecedor deseja presentear os funcionários de compras de sua companhia ao final do ano. Qualquer presente deve ser aceito? Não existe um risco de comprometimento ilícito entre eles? Estas são questões típicas a serem abordadas num código de conduta.

    A elaboração e a implantação deste código não são simples. Pode ser uma grande oportunidade, mas apresenta riscos.

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  • hsm

    28/02/2012
    às 10:09

    Categorias: inovação

    Casa de US$ 300: inovação para moradia de baixo custo

    Gastar menos de R$ 20 mil na construção de uma casa popular é quase impossível no Brasil, afirmam especialistas. Assim, fica mais fácil entender por que mais de 11 milhões de brasileiros (ou 6% da população do País) vivem em favelas, segundo dados do IBGE divulgados em dezembro de 2011.

    Diversas iniciativas já foram colocadas em prática na tentativa de mudar esse panorama. O programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal, e ações de organizações não-governamentais – como a Habitat para a Humanidade – são exemplos disso. Porém, apesar de bons resultados terem sido alcançados, alguns entraves (como a burocracia e os altos impostos) fazem com que essas ações não possam solucionar, de fato, o problema.

    A casa de 300 dólares

    Mas existe uma iniciativa inovadora sendo desenvolvida fora do Brasil que pode conseguir mudar esse cenário: a casa de 300 dólares (na edição 91 – Março/Abril de 2012 da revista HSM Management você poderá conferir outros detalhes sobre o projeto 300house).

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  • Tiago Aguiar

    27/02/2012
    às 19:42

    Categorias: empreendedorismo, gestão

    Sexto mandamento do empreendedor: tenha certeza

    Muita gente diz que para dar certo na vida você tem que ter pensamento positivo, não é? Não acredito nisso! Você precisa é ter certeza de que vai dar certo.

    Ter uma boa ideia, fazer um elaborado e minucioso plano de negócio e um excelente plano de ação não vai conferir sucesso ao empreendedor caso ele não tenha a certeza, acima de qualquer dúvida, de que o seu negócio dará certo. Muito antes de um bom business plan, vem a crença de que o seu produto ou serviço realmente lhe trará sucesso.

    Mas, como este mandamento diz: o empreendedor deve ter certeza e não pensar que terá sucesso. Se formos analisar com cuidado, a diferença entre o pensamento positivo e a certeza está no fato de que todo pensamento positivo tem por trás um negativo. A pessoa pensa que não poderá alcançar determinado objetivo, então em cima deste pensamento vem o otimismo e diz para pensar que vai conseguir, sim.

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  • Daniel Domeneghetti

    27/02/2012
    às 09:34

    Categorias: empreendedorismo, gestão

    Emprego: do casulo à borboleta

    A empregabilidade é tema relevante quando se trata das tendências do trabalho e seu relacionamento com as organizações empresariais. O próprio termo, por si só, trouxe uma mudança no enfoque convencional do emprego.

    Empregabilidade relaciona-se à capacidade de um indivíduo manter-se empregável ao longo do tempo (mesmo que potencialmente) e não de estar empregado, ou de simplesmente conseguir um emprego.

    Isso requer, dentre outros, atualização contínua, curiosidade focada, abertura ao novo, disciplina, autonomia, diferenciação real percebida em alguma habilidade ou conhecimento e boa dose de empreendedorismo. (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    26/02/2012
    às 20:04

    Categorias: ensinamentos, gestão 2.0, gestão de pessoas, hsm management

    Highlights HSM Management: A abundância no mundo dos negócios, por David Ulrich

    A palavra “abundância” parece um tanto estranha ao universo corporativo. Quando se trata de capitalismo, e principalmente das empresas, escassez sempre foi o conceito-chave. O dicionário Houaiss, por exemplo, apresenta escassez como um termo econômico que significa “falta de um bem ou serviço em relação à sua necessidade”. Ou seja, é a própria definição do mundo em que vivemos: um lugar com pessoas cheias de necessidades e desejos que não são atendidos devido à falta de recursos e que se tornam oportunidades de negócios.
    Recentemente, Dave Ulrich (talvez o grande especialista em gestão de pessoas do momento e certamente um dos meus favoritos) cunhou a expressão “organização abundante” para se referir a um tipo de empresa ideal para os nossos tempos, que é bem-sucedida financeiramente, mas comprometida a ser um ambiente que dá sentido à vida das pessoas que ali trabalham.
    Eu o entrevistei com exclusividade (saiu na revista janeiro-fevereiro, nº 90), e Dave resumiu os conceitos desenvolvidos em seu último livro com a esposa Wendy, “Por que trabalhamos”. Ele argumenta que, embora bons demais para ser verdade, eles podem ser viáveis, sim, neste mundo em constante mudança. A seguir separei um aperitivo da entrevista. (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    26/02/2012
    às 19:49

    Categorias: hsm management, inovação

    Highlights HSM Management: Como chegar aos parceiros de inovação aberta

    O funil clássico de inovação –que reúne e seleciona as ideias, faz com que se submetam a processos viabilizadores e resulta em produtos– ficou superado; no século 21, a inovação funciona em rede e com parcerias fora das fronteiras corporativas. Mas há um problemão: ainda são MUITO poucas as organizações do Brasil que entenderam isso, como analisou em sua palestra da HSM ExpoManagement 2011, Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral. PIOR: esse é um dos maiores obstáculos para a constituição de um ecossistema nosso de inovação aberta. A cobertura especial das palestras da Expo que integra a edição janeiro-fevereiro (nº 90) de HSM Management relata que, segundo Arruda, a figura do funil foi substituído pelas do bazar, da orquestra, da jam e da plataforma.

    Entra em vigor a lógica sintetizada na matriz de inovação de Mohan Sawhney, que cruza o espaço de inovação (se é emergente ou definido) e a liderança da rede de inovadores (se é centralizada ou difusa). Arruda exemplificou:

    • a inovação do tipo bazar, como a que resultou no carro Fiat Mio, da Fiat brasileira, teve um espaço emergente (que se foi definindo ao longo do processo) e uma liderança centralizada na rede;
    • a inovação–orquestra foi a do avião Bandeirantes, em 1971, quando a Embraer precisou usar conhecimentos de terceiros –ela não os tinha– para agarrar a oportunidade de mercado que detectou, e trabalhou em rede com espaço definido e centralizando a liderança;
    • a inovação plataforma tem a liderança difusa mas um espaço definido, como se viu no caso da Embrapa com o projeto Genolyptus [detalhado na HSM Management nº 72, página 30] e
    • a inovação do tipo jam, a mais “caótica das quatro, no sentido de descontrolada, é perfeitamente traduzida pela iniciativa homônima da IBM [veja artigo na HSM Management nº 85, página 80].

    Veja a seguir os caminhos para chegar aos parceiros de inovações externo, com a ajuda de facilitadores, como os identificados pela Inventta e relatados por Bruno Moreira, ou por conta própria em sua empresa, como contou Romeo Bussarello, da Tecnisa. (mais…)

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  • hsm

    24/02/2012
    às 14:05

    Categorias: Movimento Brasil

    Geomarketing em alta

    Tecnologias e metodologias inovadoras no uso do geomarketing – ferramenta que analisa variáveis relevantes para o marketing de acordo com o comportamento do mercado em determinadas regiões – têm incentivado o seu reconhecimento por parte das empresas. E a tendência em 2012 é de crescimento.

    Uma dessas inovações está diretamente relacionada ao IBGE que modernizou o formato de coleta e apuração do Censo. Na última coleta de dados, o processo passou a ser totalmente informatizado, com a realização das entrevistas em computadores de mão equipados com receptores GPS e mapas digitalizados. Essas informações acabam sendo extremamente úteis na hora de criar estratégias de marketing específicas. (mais…)

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  • Abraham Shapiro

    24/02/2012
    às 11:52

    Categorias: autodesenvolvimento, educação, empresas, palestrantes, recursos humanos, vendas

    A influência das roupas nos negócios

    Quatro em cada dez executivos já demitiram por causa da profundidade do decote, revelou recente pesquisa na Inglaterra. A pesquisa apontou também que a metade dos quatro mil homens de negócios pesquisados admite ter deixado de promover ou aumentar o salário de uma funcionária que vestia roupas muito justas ou provocantes.

    Mas os prejuízos do uso impróprio de roupas no trabalho não se restringem ao universo feminino. Cargos de responsabilidade são conquistados por um conjunto composto por competências técnicas e comportamentais. Destoar do grupo por vestir-se de modo inadequado com certeza afeta tanto o público feminino quanto o masculino.

    Criar boas oportunidades por meio da imagem pessoal é uma sabedoria. Porém, uma coisa deve ficar clara. É engano tentar fazer valer os atributos físicos como meio de subir na carreira ou de fechar negócios.

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  • Bruno Mello

    23/02/2012
    às 17:13

    Categorias: marketing, recursos humanos

    Por que a Coca-Cola é a Coca-Cola?

    Na última semana, durante o Fórum de Comunicação Digital da ABA, a Coca-Cola “mostrou porque é a Coca-Cola”, escreveu um dos participantes no Twitter. Jonathan Mildenhall, vice-presidente global de marketing estratégico e comunicação criativa da marca, e Gian Martinez, gerente de excelência criativa da Coca-Cola Brasil, detalharam o pensamento, estratégia e cases da companhia com foco em novas formas de comunicação.

    Muitas agências e anunciantes ficaram admirados. A admiração, no entanto, deveria servir como inspiração, como exemplo para a ação.

    Claro que não é fácil “ser uma Coca-Cola”, mas também não é impossível – vide o exemplo Apple. Os profissionais que lá trabalham simplesmente pensam, e executam, o melhor do marketing disponível.  É clássico no mercado o mito de que a companhia é uma escola de marketing. Com méritos. Mas vamos aos fatos do porquê a Coca-Cola é a Coca-Cola.

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  • Tennyson Pinheiro

    23/02/2012
    às 15:56

    Categorias: Sem categoria, economia criativa, educação, empreendedorismo, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, inovação, livros

    Academia em loop infinito

    A academia deveria passar os próximos anos a todo vapor tentando responder à pergunta: “como tornar o conteúdo de artigos acadêmicos atraente o suficiente para que as mentes transformadoras da nova sociedade possam consumi-los e, com isso, esses artigos gerem real impacto na construção de um futuro melhor?”

    Artigos acadêmicos talvez sejam, para o cidadão comum e até para alguns acadêmicos, a mídia mais chata do mundo para se consumir. Doutrinados a gerar textos nada divertidos, contendo quase nenhuma narrativa, autores de artigos acadêmicos explicam as coisas citando somente autores de outros artigos acadêmicos e esses o fazem citando outros autores acadêmicos …. Pois é, a cascata de chatice e monotonia não tem fim.

    Esse processo, exigido pela academia para que os artigos tenham validade, gera dois problemas graves. O primeiro é a total amputação da capacidade narrativa do pesquisador acadêmico, que, por ser doutrinado a escrever de maneira monótona, acaba com uma dificuldade tremenda de fazer o seu ponto valer e, mais do que isso, tornar o seu ponto interessante para quem está disposto a, através dele, construir e transformar as coisas.

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