Arquivos de novembro de 2011
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Francisco Albuquerque
30/11/2011
às 18:40Inovação para micro e pequenas empresas
Quando falamos de inovação, é comum imaginar os principais itens que remetem ao termo como a criação de novos produtos, adoção de novas tecnologias, melhorias de processos de gestão, inovação organizacional ou inovação no modelo de negócios.Mas essa é uma realidade que depende de um certo nível de análise em relação à maturidade da empresa em que o tipo de inovação será aplicado.
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Waleska Farias
29/11/2011
às 19:15Categorias: competitividade, recursos humanos
Descarrilamento: onde os profissionais falham?
Você é capaz de identificar quais aspectos, hoje, podem comprometer o sucesso da sua trajetória profissional? Se não parou para pensar sobre o assunto, o momento é mais que oportuno. Afinal, quando o assunto é plano de carreira, visualizar os possíveis obstáculos e antecipar as devidas soluções pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua empreitada profissional.A competição cada vez mais acirrada, a demanda por resultados cada vez mais arrojados em menor espaço de tempo, as frequentes mudanças organizacionais e a necessidade de atualização constante atuam como catalisadores do stress e têm levado muitos profissionais a saírem dos trilhos e se perderem em meio a tantas variáveis.
É preciso ter compreensão de quais aspectos configuram os gaps profissionais sob o ponto de vista das empresas e procurar desenvolver algumas habilidades demandadas enquanto perfil sociopsicológico das novas lideranças. Aliás, já não é de hoje, tem-se conhecimento de que os fatores que mais respondem pelas demissões nas empresas estão pautados em determinados padrões comportamentais. E como reza o ditado: “em terra de cegos, quem tem um só olho é rei”. É uma questão de prioridade. E o tempo urge…
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Adriana Salles Gomes
28/11/2011
às 14:24Categorias: tecnologia, tendências, trends & insights
HSM Management Highlights: Um pouco de Ray Kurzweil sobre a impressão 3D
Este é um violino Stradivarius feito em uma impressora 3D.

Em entrevista exclusiva a nós na edição novembro-dezembro de HSM MANAGEMENT, um dos assuntos de Ray Kurzweil, o gênio do MIT, é a impressão 3D, que, segundo ele, deve ter grande impacto no mundo dos negócios. Ele comentava sobre a impressão 3D de uma bexiga para transplante, feita em 2006, e eu perguntei:
Mas impressão 3D vale para todo tipo de produto? Por exemplo, eu preciso de uma panela, baixo o arquivo pela internet e imprimo uma? Se for esse conceito de fabricação um por um de qualquer produto e se cada lar contar com uma impressora, o panorama dos negócios vira do avesso.
E ele respondeu:
“A impressão 3D se estende a tudo, tem sido usada na criação de peças de aviões, maquetes e até roupas e chocolates. Pode estar chegando à casa dos
consumidores em poucos anos, como as impressoras convencionais. A HP
está trabalhando com a Stratasys, que se dedica à fabricação de impressoras
3D, para conseguir reduzir o preço desse equipamento o mais rápido possível. Hoje elas custam alguns milhares de dólares, mas isso baixará muito. Scanners 3D, que são parte importante do processo de replicação dessas impressoras, foram anunciados recentemente.“O processo terá muitos desdobramentos. Ele pode ser feito em lojas físicas de bairro, com a proliferação dessas impressoras, descentralizando o processo de fabricação, ou realizado online. Já há na internet uma empresa chamada Shapeways, em que artistas e outros criadores usam software de CAD-CAM grátis, ou de preço baixo, para fazer design de objetos e a Shapeways os imprime em três dimensões, exatamente como você pode fazer com estampas de camiseta que você cria em alguns site [Cafepress e Zazzle são bem conhecidos nos EUA]. E o custo surpreendementemente já não é alto. De novo, tudo vai acontecer mais rápido do que se pensa. No século 21, não teremos 100 anos de progresso, mas 20 mil, por conta do crescimento exponencial –a própria taxa de crescimento.”
Leiam a entrevista completa na revista. É de dar um nó na cabeça, mas em vez de o nó fechar, ele abre.
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hsm
28/11/2011
às 11:13Categorias: Movimento Brasil, empresas, gestão
Governança Corporativa: bem mais que um conjunto de regras
No início da última década empresas que tinham práticas em governança corporativa estavam apenas começando a focar nessa questão. Hoje já é possível encontrar muitas empresas preocupadas com isso e algumas podem ser consideradas exemplos de boas práticas por adotarem valores como: justiça, transparência, prestação de contas, conformidade e ética.Um case de sucesso que pode ser citado como exemplo é o Grupo Algar, que conseguiu equilibrar um controle familiar com uma gestão profissional. As práticas da empresa, inclusive, foram premiadas em 2009 pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
Eleusa Garcia Melgaço, que dirige a ABC Turismo, uma das empresas do grupo, destaca que o essencial das práticas de governança é provocar o alinhamento dos relacionamentos. Com isso, é possível equilibrar processos importantes como sucessão, planejamento estratégico e gestão de risco.
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hsm
28/11/2011
às 10:36Categorias: inovação
Homens ainda dominam empreendedorismo digital
Empreendedores do sexo masculino, jovens e recém-formados, com boa educação e berço. Esse é o perfil mais comum de quem inicia um negócio em plataforma digital no Brasil, de acordo com um levantamento feito pelo Grupo RBS com 770 empresários, entre setembro e outubro deste ano.O resultado aponta que, diferentemente do que ocorre no empreendedorismo convencional, onde 45% dos novos empresários são mulheres (segundo dados do Sebrae), no mundo online a participação feminina cai para 25%. Entre os homens, aqueles na faixa dos 30 anos dominam o cenário.
Andiara Petterle, diretora de Estratégia Digital e Desenvolvimento de Negócios do Grupo RBS e coordenadora da pesquisa, diz acreditar que a predominância masculina é um reflexo de questões culturais e da inexistência de modelos femininos em empreendimentos digitais de sucesso. “No mundo online as referências são masculinas: Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg”, justifica.
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hsm
27/11/2011
às 18:31Categorias: internet, marketing, redes sociais, tendências
Black Friday veio ao Brasil para ficar
Na última sexta-feira (25), varejistas brasileiros fizeram sua versão da Black Friday, ação de vendas em que descontos em massa são oferecidos tradicionalmente pelas lojas nos Estados Unidos, dando origem por lá ao dia mais concorrido do ano para o comércio. As grandes liquidações, que dão descontos de até 80%, são feitas para limpar os estoques feitos durante o ano e iniciar a temporada de vendas para o Natal.O nome Black Friday remete à ideia de que os varejistas passam a sair do vermelho (ou ficar “in the black”) e é realizado com este nome desde a década de 1960 nos EUA. O evento foi organizado pelo segundo ano consecutivo no Brasil e, apesar de ainda não ter tradição por aqui, já se mostra promissor: o site Busca Descontos, que viabilizou a Black Friday brasileira, esperava movimentar na última sexta-feira R$ 15 milhões, cinco vezes mais do que na ação de 2010.
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Adriana Salles Gomes
25/11/2011
às 10:59Categorias: economia criativa, estilo e comportamento, inovação, trends & insights
Harry Potter x Castelo Rá-Tim-Bum x Inovação

…donde se pode concluir que, neste mundão de Deus dos arquétipos, tudo é plágio de tudo (risos).Acho que vale para reflexão no mundo empresarial. Ninguém está dizendo que a J.K. Rowlings plagiou o Castelo Rá-Tim-Bum de verdade, essa tabela comparativa é uma criação de um site DE HUMOR, o Universidade Capenga. Masisso mostra que as ideias estão aí, no ar, com coincidências, e que a diferença de êxito está a favor de quem as executa mais rapidamente e com maior maestria.
Então, pense duas vezes antes de desistir de uma ideia porque “já foi feito” – o Kindle da Amazon não impediu que a Apple lançasse o iPad, impediu? Nem o sucesso do Orkut no Brasil segurou a entrada do Facebook aqui. O post é casual Friday, relaxante, mas também faz pensar. Bom fim de semana!
Dica do Estevam, tks!
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Abraham Shapiro
24/11/2011
às 18:39Categorias: autodesenvolvimento, gestão, história, recursos humanos
É você quem decide
Imagine que estamos nos primeiros anos da década de 1940. Você é um general do exército norte-americano e o governo dos Estados Unidos acaba de delegar a você a missão de liderar a construção da primeira bomba atômica. Você terá de encontrar um físico para ser seu vice-comandante porque apenas físicos podem construir uma bomba desse porte. O problema é que generais têm tanta afinidade com cientistas quanto uma raposa num galinheiro. Mesmo assim, você finalmente chega a uma lista final com três possibilidades – e você até deu apelidos a eles:
O primeiro candidato é o Magrelo – um fumante inveterado que poderia hipnotizar cobras usando seu charme pessoal. No mundo da física todos o amam. Você confiaria nele? Mesmo sabendo que FBI julga que ele pode ter ligação com os comunistas?
O segundo é o Sargento. Um antinazista fanático que provavelmente poderia liderar um pelotão de recrutas para bombardear um ninho de inimigos alemães. Fugitivo da Hungria, até os o que o detestam o admiram.
O último da lista você o chamou de Doutor. É vencedor de um Prêmio Nobel, e talvez o mais inteligente dos três. Teórico e técnico brilhante, voltou recentemente da Itália, mas não é uma figura popular.
Quem você escolheria?
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hsm
24/11/2011
às 11:15Categorias: inovação, marketing, tendências, trends & insights
Coolhunting: a ciência do “descolado” em favor da inovação
O mundo avança cada vez mais rápido e hoje em dia não apenas pessoas, mas também empresas e corporações têm de estar “antenadas”. O marketing inova e avança para acompanhar a velocidade cada vez maior das tendências e para muitas vezes antecipá-las.E quando a ordem é antecipar, o coolhunting surge como mais uma ferramenta de apoio à inovação. Sua metodologia difere de tradicionais pesquisas de mercado, como afirma Daniela Klaiman, professora da ESPM.
“Estudamos pessoas e o movimentos globais. A tendência sempre surge com um grupo de “innovators” (pessoas muito criativas e com um repertório muito vasto que são movidas pelo desejo de serem diferentes)”, explica.
Daniela ainda comenta que além de percepções de formadores de opinião, são estudados fatores políticos, econômicos, movimentos sociais e semiótica. Toda essa informação unida gera análises onde é possível perceber para onde o comportamento do consumidor está caminhando.
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Ignacio García
23/11/2011
às 18:03Categorias: ciências, comunicação, crowdsourcing, empresas, estratégia, estudos & pesquisas, eventos, executivos, hsm management, inovação, internet, marketing, mídia, palestrantes, redes sociais, social network, tecnologia, tendências, trends & insights
Difusão de mensagens estratégicas nas redes sociais online: como circulou a #HSMEXPO11?
As redes sociais online (como Twitter, Facebook e LinkedIn) apresentam enormes oportunidades e desafios para compreender como nos interconectamos na sociedade em rede e como difundimos informações por meio delas. Isto tem particular importância na hora de aumentar as possibilidades de sucesso de difusão de marcas de produtos, eventos ou movimentos sociais, entre tantos outros exemplos.
Segundo o evolucionista Richard Dawkins, as informações culturais, como as citadas acima, possuem capacidade de replicação similar à observada na evolução genética. Ele batizou estas unidades de informação cultural como “memes”.
Os memes circulam nas redes sociais (online e off-line) com maior ou menor sucesso de replicação. O que a era digital aporta nessa capacidade de difusão cultural inerente à nossa espécie é a hiperconexão, onde as informações viajam em maior volume, velocidade e interconectividade, tornando o mundo menor.


