Arquivos de outubro de 2011
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hsm
31/10/2011
às 14:09Categorias: autodesenvolvimento, educação
Professor como organizador do conhecimento
O emprego de novas tecnologias por universidades, escolas e até empresas na educação tem sido cada vez mais frequente. O advento da mobilidade, em compasso com a internet, aproximou tutores e professores de alunos e aprendizes, facilitando a comunicação ao mesmo tempo em que trouxe a necessidade de maior categorização do conhecimento.Conrado Schloschauer, sócio-diretor do Lab SSJ, afirma que as novas plataformas de mobile learning e ensino interativo na verdade são novos meios e que a grande inovação na área educacional é o conhecimento coletivo. Schlochauer defende o papel do professor não como detentor, mas como organizador do conhecimento nessa nova realidade.
A despeito das novas ferramentas à disposição, Schloschauer afirma que em muitos casos o que ocorre é a mera migração de “vícios do ensino tradicional” para novas mídias. O especialista afirma que uma das grandes inovações é o emprego do vídeo na didática, mas alerta para o uso correto das novas mídias. O vídeo democratiza o acesso ao conhecimento e facilita sua propagação, mas deve ser usado com sabedoria.
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Sandro Magaldi
31/10/2011
às 12:26Categorias: autodesenvolvimento, estilo e comportamento, gestão, tendências
Como é complexo ser simples!
As coisas mais simples na vida são as mais belas: o sorriso de uma criança, o pôr do sol, uma revoada de pássaros e assim por diante. Nos negócios não é diferente.Uma das maiores ambições que um executivo pode ter é pautar suas ações pela simplicidade. Não me refiro aqui a ser simplório, reduzindo as coisas a uma visão simplista, mas sim à complexidade extrema de ser profundamente simples. Foi essa pauta que sempre orientou ações de líderes vencedores no Brasil e no mundo como Samuel Klein nas Casas Bahia, Sam Walton no WalMart ou o lendário Peter Drucker entre tantos outros.
O problema é que muitas vezes confundimos profundidade com complicação. Nossos clientes buscam soluções adequadas às suas necessidades. Isso não significa que essas soluções devam ser complexas e difíceis de serem decifradas. A complexidade, na realidade, reside no processo de desenvolver as proposições de valor ao cliente e não, necessariamente, na proposição em si. O segredo está em transformar uma solução complexa em algo simples, facilmente percebido.
Esse foi o desafio que pautou Steve Jobs na Apple. A simplicidade extraordinária do iPod, do iPhone e, finalmente, do iPad são espetaculares e seguem uma linha que se iniciou nos primórdios da Apple com os Macs. Quando a organização conseguiu comunicar adequadamente o poder dessa simplicidade aos clientes, o resultado foi avassalador.
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Adriana Gomes
26/10/2011
às 15:42Categorias: gestão, gestão de pessoas, liderança, recursos humanos
“O RH nunca dá resultado”
A percepção de que a área de RH é centro de custos e não de resultado ainda permeia boa parte das empresas brasileiras. Difícil quebrar esse paradigma, principalmente comparando o RH com áreas de resultados tangíveis monitorados por diversos indicadores.Sem dúvida que os indicadores de performance ajudam, mas não revelam o essencial: a qualidade das relações e a satisfação do profissional com a atividade que desempenha. Recentemente, uma executiva de uma multinacional americana que atua na área comercial me disse o seguinte: “o dinheiro realmente não traz felicidade.” Isso porque, apesar de vir atingindo suas metas muito antes do prazo e recebendo bônus expressivos, ela afirma não sentir nenhum prazer nisso. Não vê sentido em fazer o que faz, apesar de performar.
Por que, mesmo performando, muitos profissionais se sentem insatisfeitos? O clima organizacional não é bom, as pessoas se queixam da política e da falta de reconhecimento.
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Francisco Albuquerque
25/10/2011
às 20:11Categorias: autodesenvolvimento, estratégia
Plano de carreira: preciso ter um?
Este é o meu post de estreia aqui no blog da HSM e quero iniciar essa nova jornada brindando ao portal e aos seus leitores com uma discussão sobre a qual, ao meu ver, ainda há muito a se falar, principalmente com a chegada de profissionais altamente competitivos ao mercado de trabalho.Um dos maiores desafios de qualquer organização é conseguir olhar para o futuro e definir um plano para alcançar determinados objetivos. Posso afirmar que a criação deste plano é um desafio por vários motivos.
O primeiro deles é a incerteza do cenário macro ambiental, que por questões muito simples como influências políticas e econômicas, pode por esse plano, se não muito bem estruturado, na gaveta de meias furadas. Esse é o cenário das incertezas e não temos domínio sobre ele, mas podemos nos antecipar se estivermos bem atentos e tivermos instrumentos ágeis para apoio da gestão.
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hsm
24/10/2011
às 09:03Categorias: inovação
Storytelling: abrindo espaço para novos conceitos

A prática do storytelling tem se tornado rotina em quadros executivos de grandes empresas, sob a crença geral de que a criação de histórias e narrativas pode gerar maior alcance para mensagens e estratégias motivacionais dentro das empresas.Evocando tradição existente desde a Idade Média, o storytelling corporativo faz uso de uma série de ferramentas para estabelecer narrativas que melhor propaguem a cultura e os valores de uma empresa.
Beto do Valle, sócio-diretor da consultoria Terraforum, afirma que o storytelling é uma técnica muito poderosa para gerar resultados de aprendizagem e transferência de conhecimento e valores. O consultor estabelece três passos básicos para criação de uma história bem sucedida (veja o vídeo):
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Daniel Domeneghetti
20/10/2011
às 19:28Categorias: competitividade, economia, empresas
O Futuro do Brasil está em exportar valor
“De que maneira nós podemos concorrer pra grandeza da humanidade? É sendo franceses ou alemães? Não, porque isso já está na civilização. O nosso contingente tem que ser brasileiro. O dia em que nós formos inteiramente brasileiros, só brasileiros, a humanidade estará rica de mais uma raça, rica duma nova combinação de qualidades humanas”
Resposta de Mário de Andrade a Drummond
Estamos na Era do Conhecimento e o Brasil precisa ser competitivo em Conhecimento para ser ator de relevância global daqui para frente. Definir essa rota é o nosso maior desafio, pois o Brasil, como qualquer país, pode ser comparado, guardadas as proporções, a uma “empresa” e, como tal, precisa ter uma orientação estratégica de longo prazo. (mais…)
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Marcelão
19/10/2011
às 20:58Categorias: design, economia criativa, ensinamentos, inovação, trends & insights
Empatia: O segredo do sucesso dos super-heróis da Marvel
Recentemente, li um excelente artigo publicado no portal da revista HSM Management que aborda o design thinking como disciplina essencial para acelerar a inovação nas empresas. Entre os elementos indispensáveis da abordagem de design thinking para inovação está a empatia.Empatia, segundo a Wikipedia, consiste em perceber corretamente o marco de referência interno do outro com os significados e componentes emocionais que contém como se fosse a outra pessoa, porém, sem perder nunca essa condição de “como se”. A empatia implica, por exemplo, em sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente e perceber suas causas como ele as percebe, porém sem perder nunca de vista que se trata da dor ou do prazer do outro. Se esta condição de “como se” está presente, encontramo-nos diante de um caso de identificação.
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hsm
17/10/2011
às 19:24Categorias: inovação
Pensamento visual: quando rascunhos viram soluções
Você se lembra de alguma vez que fez rascunhos no canto da página durante palestras e apresentações? Chamado de pensamento visual e muito utilizado na área de design e criação, este conceito (do inglês visual thinking) começa a ingressar na área de modelagem de negócios.O conceito é bastante simples: a ideia é representar por meio de rascunhos, esquemas e ilustrações novas estratégias e abordagens de negócio.
Popularizado nos Estados Unidos por Dam Roam, fundador e presidente da consultoria Digital Roam Inc., o método já foi empregado para solucionar complexos problemas de empresas de grande porte como Google, Boeing, Microsoft e Wal-Mart.
Roam sugere inicialmente um diagrama, em que perguntas a respeito dos problemas apresentados são respondidas por meio de figuras, segundo a seguinte relação:
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Marcelão
17/10/2011
às 19:08Categorias: inovação, marketing, redes sociais, social network, tendências, trends & insights
Fórum HSM de Marketing e Tendências de Consumo: Cocriação
No século XXI, século da economia criativa e da inovação, estamos diante de um mundo muito mais complexo e que oferece maior dificuldade na interpretação dos problemas. Estamos diante de uma drástica mudança na economia, uma mudança que envolve grande transferência de poder dos chamados países evoluídos como Estados Unidos e Inglaterra para países emergentes como os que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Essa transferência de poder também está fluindo das empresas para os consumidores devido ao maior poder de acesso à informação, principalmente com o advento das redes sociais.Em um ambiente complexo como esse, as empresas precisam perceber que, para dominar as diversas perspectivas que envolvem entender e atender as necessidades cada vez maiores de seus clientes, nenhuma companhia detém todos os conhecimentos, todas as habilidades e todos os recursos necessários. Tom Peters afirmou no Fórum HSM de Liderança de 2010 que 98% do que constitui as empresas são as pessoas e o professor Silvio Meira complementou na mesma ocasião que, realmente, 98% das empresas eram as pessoas, mas que 98% das pessoas estavam fora das empresas. Ou seja, grande parte do conhecimento e das habilidades necessárias para que as empresas atendessem à sociedade estavam fora delas.
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hsm
13/10/2011
às 11:46Categorias: inovação
Anjos dos negócios
Uma nova modalidade de financiamento de empreendedores está modificando o mercado. Já popular nos Estados Unidos, fundos de investimento “anjo” auxiliam empresas inovadoras, startups e até mesmo boas ideias a darem os primeiros passos rumo a um futuro promissor. Nos Estados Unidos, esses fundos já respondem por um ingresso de capital de US$ 50 bilhões em novos negócios e no Brasil começam a ganhar força e popularidade.O conceito é simples: pessoas físicas com larga experiência de mercado, atuando sozinhas ou nas chamadas “redes de anjo”, investem em projetos ou empresas embrionárias com grande potencial de valorização e retorno.
Humberto Matsuda, sócio da Performa Investimentos conta que as empresas-alvo desse tipo de investimento são emergentes, têm baixo faturamento e uma grande necessidade de aporte financeiro e capital intelectual. “Ao contrário do que se imagina, não é necessário ser uma startup e nem existe uma definição para quantidade de dinheiro aportada” explica Matsuda.


