Arquivos de setembro de 2011

  • Bruno Mello

    30/09/2011
    às 18:25

    Categorias: internet, marketing

    “Internet não é interrupção”, enfatiza Seth Godin

    O constante desafio enfrentado pelo profissional de marketing para vender mais ganha novos contornos quando passamos a viver uma revolução tecnológica. Se antes, na era industrial, o importante era ter um único bom produto para a massa e utilizar a comunicação básica para conquistar clientes, hoje é preciso criar vários produtos notáveis e envolver as pessoas com histórias verdadeiras, acredita Seth Godin.

    Autor de 11 best-sellers, entre eles Marketing de Permissão, A Vaca Roxa e Todo Marketeiro é Mentiroso, Godin reforça a tese de que não é mais possível fazer tudo para todo mundo e conquistar o consumidor utilizando os meios tradicionais de comunicação como há 50 anos. “A indústria de um produto só morreu”, aponta Godin durante videoconferência no Fórum HSM Marketing & Customer Trends. “A atenção das pessoas não está mais à venda”, ressalta.

    Muitas marcas espalhadas pelo mundo, no entanto, ainda não entenderam como utilizar os novos meios de comunicação. “A internet não é interrupção utilizando vídeos do Youtube e colocando as marcas no Facebook. Ela tem a função de conectar pessoas às outras”, acredita Godin. “É um ambiente para as marcas terem um encontro com seus clientes de forma relevante. Elas têm que ouvir o que as pessoas têm a dizer e criar fãs da empresa”, ensina.

    (mais…)

    Leia mais

  • Marcelão

    29/09/2011
    às 18:29

    Categorias: marketing, tendências, trends & insights

    Fórum HSM de Marketing e Tendências de Consumo: Experiência

    Nos últimos dias, participei do Fórum HSM de Marketing e Tendências de Consumo e, como de costume, utilizarei este espaço para compartilhar minhas impressões sobre aquilo a que assisti nos dias de fórum. Neste primeiro post, vou abordar um dos temas mais recorrentes, que foi a questão da experiência de consumo.

    É mais do que sabido que vivemos uma era em que o consumidor tem maior poder de influência no processo econômico devido ao crescimento das redes sociais, que permitem a participação sem a necessidade de intermediários. Toda essa transformação que a tecnologia proporciona, tema do próximo post,  trouxe diversas transformações no comportamento do consumidor na economia.

    (mais…)

    Leia mais

  • Leandro Ogalha

    28/09/2011
    às 18:31

    Categorias: internet, redes sociais

    Tecnologias e revoluções sociais

    Revolução Social no Egito

    As novas tecnologias sempre criaram revoluções. Costumo dizer que atualmente vivemos a revolução do conteúdo, em que qualquer pessoa pode fazer um curso a distância gratuito no MIT ou simplesmente se organizar em grupos e produzir conteúdo para promover outra revolução.

    Assistimos recentemente a diversos protestos organizados pelas redes sociais, principalmente no mundo árabe, que possibilitaram ao povo retomar a voz e o poder depois de décadas de opressão de regimes ditatoriais.

    Uma das histórias de maior repercussão aconteceu nos 18 dias de intensos protestos que invadiram as cidades do Egito e derrubaram o ditador Hosni Mubarak, que comandou uma ditadura com mão de ferro durante 30 anos.

    Não bastasse o feito, um grupo local está organizando o documentário colaborativo chamado #18DaysInEgypt que utiliza todo tipo de conteúdo (tweets, e-mail, SMS…) produzido nas ruas para criar uma experiência digital com a história ocorrida minuto a minuto.

    Em breve o documentário será lançado e os egípcios irão perpetuar e ampliar o conhecimento da verdadeira revolução social vivida naquele país.

    Dica do @gilgiardelli

    Leia mais

  • Thiago Cassini

    27/09/2011
    às 19:45

    Categorias: empresas, redes sociais, tendências

    As empresas nas redes sociais

    As redes sociais vieram mesmo para ficar, o que fez com que profissionais de marketing, de agências de propaganda e de grandes empresas buscassem entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede.

    Segundo pesquisa realizada em 2011 pelo site Mundo do Marketing e pela TNS Research, 67% das empresas, nacionais ou multinacionais, utilizam mídias e redes sociais. Desse total, 92% preferem o Twitter como principal ferramenta, 69% estão no Facebook e 58% têm contato com seus clientes através do Orkut. O estudo mostra que, além das ações em redes sociais, as ações de SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) também vêm ganhando mais espaço, embora estratégias mais tradicionais como e-mail marketing ainda tenham a preferência de 80% das companhias entrevistadas. Dentre as empresas que ainda não estão realizando ações em redes sociais, 64% delas afirmam que as iniciarão ainda em 2011.

    (mais…)

    Leia mais

  • Adriana Salles Gomes

    27/09/2011
    às 13:37

    Categorias: comunicação

    Storytelling X comunicação corporativa

    Para pensar no uso do storytelling em sua empresa. Mas, vale dizer, é feito por um defensor e praticante do storytelling.

    Via IshmaelsCorner (recomendado no Twitter por Guy Kawasaki, Bruno Scartozzoni e Raquel Costa)

    Leia mais

  • hsm

    22/09/2011
    às 10:08

    Categorias: inovação

    Clientes em desenvolvimento

    Tanto quanto os produtos, os clientes que usufruem do que as empresas comercializam – especialmente aquelas que se encontram em sua etapa inicial de desenvolvimento – também precisam ser desenvolvidos.

    Para justificar tal afirmação, Steve Blank, um dos mais antigos empreendedores do Silicon Valley, afirma que as startups sucumbem devido à falta de quem consuma os produtos que comercializa.

    Por isso, ele acredita ser fundamental encabeçar um processo de desenvolvimento do cliente em paralelo aos trâmites para conceber e colocar um produto no mercado.
    Assim como ocorre com os produtos, o desenvolvimento dos clientes passa por quatro fases:

    1) Descoberta do cliente;

    2) Validação do cliente;

    3) Criação do cliente;

    4) Construção da empresa.

    As duas primeiras fases, diz Blank, ocorrem quando o empreendedor ainda está em busca de um negócio. As duas últimas, por sua vez, se desenrolam junto ao crescimento do negócio.

    (mais…)

    Leia mais

  • Adriana Salles Gomes

    21/09/2011
    às 16:58

    Categorias: competitividade, comunicação, estudos & pesquisas, gestão 2.0, hsm management, internet

    Highlights HSM Management: O ROI das mídias sociais

    Está circulando freneticamente na internet um infográfico a respeito de retorno sobre investimento nas redes sociais. Mas ali não se propõe uma metodologia ou algo assim –apenas comenta-se o que os executivos de marketing (CMOs) têm feito e dito – nos Estados Unidos, pelo que depreendi. Por essa razão, achei conveniente trazer para cá highlights do artigo da MIT Sloan Management Review que publicamos na HSM Management nº 85, que sugere, com base em estudos, uma metodologia de medição consistente. Os autores são Donna L. Hoffman, professora de marketing da University of California em Riverside, e Marek Fodor, cofundador da Atrapalo, agência de viagens líder de mercado na Espanha e que tem mandado muito bem em mídias sociais. Eles estudaram casos reais de empresas como Kellogg’s, Starbucks, Target etc. O que eles dizem basicamente é o seguinte:

    1) Os gestores devem focar as motivações dos consumidores para usar as mídias sociais, que são representadas por quatro “Cs” (consumo, criação, conexões, controle), para então medi-las. Ou seja, o cliente não apenas “consome” a campanha, mas também pode comentá-la (“criação”), compartilhá-la com seus amigos (“conexões”) e dar sua opinião, sem ser censurado (“controle”).

    2) Os gestores devem buscar objetivos de longo prazo, como brand awareness, envolvimento dos clientes e propaganda boca a boca. Não devem ser avaliados aumento de vendas, redução de custos e pesquisa de mercado, que são metas de curto prazo.

    3) Os gestores precisam usar uma matriz (esta aí em cima -clique para aproximar–, que cruza a capacidade objetiva de medir a eficácia e avaliação subjetiva da eficácia) para definir o melhor e o pior ROI. E, importante, devem fazê-lo de modo ininterrupto, como monitoramento constante, para ir acertando as coisas. As métricas que os autores propõem não são em dinheiro ou notas de 0 a 10 ou de E a A, mas cenários: “rua sem saída”, “medida e ajuste”, “repetir para ter sucesso”, “otimismo ingênuo”.

    A explicação de cada quadrante e uma tabela que detalha as métricas por tipo de mídia aparecem depois do jump. (mais…)

    Leia mais

  • hsm

    20/09/2011
    às 09:54

    Categorias: eventos, sustentabilidade

    Amazônia sob o prisma de oportunidade de negócios

    Ninguém duvida que, para fazer bons negócios, é essencial entender a diversidade, os desafios e as potencialidades do local em que se vai atuar. A premissa não é diferente na Amazônia, região que oferece grandes oportunidades de negócios e que busca captar investimentos e atrair empresas nacionais e estrangeiras.

    Para descobrir a Amazônia sob esse prisma e discutir os desafios locais e as possíveis soluções, a Câmara de Comércio França-Brasil organizou o seminário “Oportunidades de Negócios e de Investimentos na Amazônia”. O evento tem cunho informativo e pretende ajudar os participantes a identificar as oportunidades e os setores mais propícios nos diversos Estados da região, entender as políticas públicas, o marco legal vigente e os incentivos oferecidos para os investidores, conhecer melhor a agenda governamental e os programas em elaboração para a região.

    O seminário será realizado em 29 de setembro de 2011 no Rio de Janeiro. Para mais informações, acesse o site da CCFB.

    Leia mais

  • hsm

    19/09/2011
    às 12:17

    Categorias: inovação

    Nação Geek

    Em 2002, aproximadamente 38% dos indianos que viviam nos Estados Unidos tinham pós-graduação. Esse dado preocupava os indianos pelo risco de a nação ver os pesados investimentos que fazia em educação e tecnologia fugirem.

    O medo cedeu em 2008, quando a Índia despontou, juntamente com a China, como líder do mercado de tecnologia, segundo a Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento).

    Na ocasião, o país liderava as vendas internacionais de serviços do setor de tecnologia da informação. O documento das Nações Unidas mostrava que, entre 1995 e 2006, a exportação de serviços de TI em comparação ao total de exportações cresceu de 18% para 37%.

    A Índia, que aspira ultrapassar a China em crescimento, é motivo de orgulho para seus cidadãos e para aqueles que mantêm laços com o país, como é o caso de Angela Saini, jornalista londrina e descendente de indianos, que se autodescreve como a “indiana geek da sala”.

    (mais…)

    Leia mais

  • Adriana Salles Gomes

    17/09/2011
    às 20:53

    Categorias: autodesenvolvimento, trends & insights

    Dalai Lama derruba muros invisíveis e, assim, sugere que bondade também pode ser fonte de poder

    Como jornalista, já tive oportunidade de fazer contato com líderes empresariais, governamentais, cientistas e pensadores em geral (e até com algumas celebridades das artes e dos esportes, mesmo elas estando fora da minha área de especialização). Ou seja, já encontrei, profissionalmente, um bocado de gente influente, mas, até anteontem, não havia nenhum líder espiritual nessa minha lista. No último dia 15, conheci Sua Santidade, o Dalai Lama. (A imagem ao lado parece uma pintura de Caravaggio, mas é uma foto que tirei com o celular sujeita a flashes e iluminação forte no palco – ele é o da esquerda.) E querem saber? Realmente foi algo novo.

    A ideia do Fórum de Líderes Empresariais era reunir o líder tibetano e empresários em um encontro que pudesse semear algum compromisso em torno de uma economia baseada na indústria da paz, como contraposição à tradicional, que é baseada, ninguém questiona, na indústria da guerra e da fome/escassez. O princípio deles, resumido e simplificado, é o de que, alterando o modo de gerenciar as empresas, podemos evitar guerras e outras catástrofes (não se luta contra um parceiro de negócio e/ou quando se tem um bom padrão de vida), o que reduz custos para as empresas, o que aumenta receitas para as empresas (até porque consome-se mais em situações de paz), o que é bom para quem busca lucro (loop positivo para todos). Essa economia da paz (pregada na Unipaz, entre outras instituições) se baseia em Ds: desenvolvimento sustentável, diálogo, desarmamento (interno, principalmente), diversidade, democracia participativa… Outro modo de “etiquetar” essa economia é dizendo que se troca a competição pela compaixão, como se vê no título do livro do Dalai Lama.

    Enfim, esse acima foi o contexto do encontro. As propostas concretas às empresas feitas de viva voz pelo líder tibetano vocês conferem neste link. E haverá também um texto a respeito na edição de novembro-dezembro da HSM Management, com foco em liderança. O que eu quero dividir com vocês aqui é diferente: são as sensações mais pessoais, o tal “algo novo” a que me referi. Acho que nunca antes, na minha vida, vi uma pessoa tão desarmada quanto o Dalai Lama. (mais…)

    Leia mais