Arquivos de agosto de 2011
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Marcelão
31/08/2011
às 06:44Categorias: design, inovação, tecnologia, tendências, trends & insights
Vídeo: A evolução da tecnologia e da comunicação móvel
Assistam ao vídeo abaixo, que mostra a evolução da tecnologia em uma linha de tempo e resgata marcos do início do século XX, além de projetar tendências para essa evolução até o ano de 2020.
Como já disse em posts anteriores, quando se trata de tecnologia a pergunta a ser feita não é se é possível ou não realizar algo, mas quando será possível realizá-lo. A tecnologia não tem limitações, principalmente se a enxergarmos como uma ciência que trata um fluxo de informações que pode ser moldado ou transformado.
@blogdomarcelao
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Gil Giardelli
30/08/2011
às 16:01Categorias: internet, redes sociais, tecnologia, tendências
O perfil do jovem brasileiro nas redes sociais
O Núcleo Jovem da Editora Abril investigou a fundo os jovens brasileiros de 15 a 24 anos que utilizam redes sociais, o que resultou em um estudo bem interessante e atualizado.
Abaixo, separamos alguns dos principais pontos e conclusões da pesquisa:
Comportamento de acesso
As redes sociais fazem parte da vida do jovem de uma forma tão intensa que 10% ou mais deles não conseguiriam ficar sem acessar as redes e cerca de 10% só conseguiriam ficar desconectado por um dia. Esses ambientes são importantes para os jovens porque é neles que os jovens se atualizam e interagem com os amigos.
(clique para aumentar)
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Tennyson Pinheiro
29/08/2011
às 16:58Categorias: design, economia criativa, empresas, estratégia, humanização do trabalho, inovação
Seu melhor índice de inovação: a curva de abandono
Estamos dançando em tempos estranhos. E, para piorar, em compasso descoordenado.
Exterminamos os artesãos, mas sobrevivemos à revolução das máquinas de fumaça das linhas de produção. Esprememo-nos por entre altos e baixos na era dos MBAs e tivemos a sorte de adentrarmos o que muitos chamam de “era da experiência”, basicamente se referindo à constante busca das pessoas por muito mais do que suprir suas necessidades: a busca por significado e propósito. E cá estamos nós.
Mas não estamos sozinhos. Em meio a essa escalada em esteroides ao topo da pirâmide motivacional de Maslow, ainda temos que encarar a sopa de complexidade que quatro gerações, muitas vezes vivendo dentro da mesma casa ou da mesma empresa, criam diariamente. Some a isso a explosão dos canais digitais e das praças sociais, além da incrível e óbvia constatação de que o planeta está sucumbindo (e que a culpa é nossa)… Ufa. Dava para ir embora nessa lista.
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Thiago Cassini
26/08/2011
às 15:25Categorias: Sem categoria, comunicação, empresas, internet, marketing, tecnologia, vendas
Preserve o planeta: use o e-mail marketing
Você deve estar acostumado a receber milhares de malas diretas de empresas que querem, a todo custo lhe vender um serviço, certo? Será que essas empresas estão divulgando sua marca ou serviço de maneira correta? De uma coisa temos certeza: elas não estão preocupadas com o planeta.Muitas pessoas perguntam se existe alguma receita para o sucesso de uma empresa, mas, como todos sabem, o mundo está em constante transformação e a exigência do mercado está beirando a perfeição. Pensando nisso, cheguei à seguinte conclusão: se existe uma fórmula para atingir a excelência, o grande descobridor guarda essa relíquia a sete chaves.
Reflexões à parte, hoje alguns itens podem ajudar a sua empresa a buscar e, muitas vezes, conquistar objetivos ousados e inesperados. Uma dessas soluções é o e-mail marketing, um recurso completo e bem simples para realizar uma ação dirigida de alto impacto e de baixo custo, se comparado com as tradicionais malas diretas que recebemos todos os dias em nossos escritórios e casas.
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Adriana Salles Gomes
25/08/2011
às 19:16Categorias: gestão 2.0, hsm management, inovação, tecnologia, tendências, trends & insights
HSM Management Highlights: Steve Jobs, um “dean” que deu origem a um ecossistema de criatividade
Muitos gestores brasileiros têm ido visitar os headquarters da Zappos.com para aprender com eles, como faziam com o Google um tempo atrás. Só que, além das visitas didáticas (benchmarking institucionalizado) de um dia, a Zappos oferece cursos intensivos estruturados, pagos, como um novo business pelo que entendi. Lendo este post do Ricardo Cavallini, especialista em marketing digital e móvel e VP de Convergência da W/McCann, sobre a Apple School of Business, fiquei imaginando como seria bom se a Apple tivesse feito a mesma coisa ainda com o Steve Jobs como CEO –como se sabe, Jobs renunciou ao cargo ontem e Tim Cook assume em seu lugar (as especulações sobre ele já estão tomando a internet 2.0, inclusive).De qualquer modo, vale reproduzir aqui uma pequena parte do nosso Dossiê sobre inovação de ruptura, que saiu na revista julho-agosto, e que diz que há padrões também nesse tipo de inovação. Tanto há, que podem ser reproduzidos. E tanto é, que a Apple conseguiu reproduzir os seus no mercado, como ressaltou a revista Fast Company, dando 100 exemplos (poderiam ser muitos mais) dessa reprodutibilidade (e nós damos isso no Brasil com exclusividade). Cavallini está certo em chamá-la de Apple School of Business, mesmo sem ela ter formalizado isso ainda, como fez a Zappos.com (mas contrataram o Joel Podolny, ex dean da business school da Yale para criar a Apple University, já estão formatando cases internos e o Richard Tedlow é que estaria liderando esse processo, segundo o Jorge Carvalho, da HSM Educação). De qualquer modo, vale a pena conhecer, a seguir, cada uma das empresas que “frequentaram” a classe da Apple, conforme escrevemos na HSM Management:
(mais…) -
hsm
25/08/2011
às 18:33Categorias: redes sociais, social network, tendências, trends & insights
O que é meu é seu?
Por que comprar algo se você pode alugar, pegar emprestado ou trocar com outra pessoa? O consumo colaborativo, já muito utilizado nos Estados Unidos, começa a criar raízes no Brasil.
Mas esta tendência americana ainda não pegou de vez aqui. Será que estamos atrasados para este tipo de inovação ou ainda falta essa cultura do reuso?
A maioria dos cases relacionados a consumo colaborativo é de fora do País. Para a consultora em Inovação e professora da ESPM/FIA, Martha Terenzzo, a crise financeira americana foi crucial para acelerar esta tendência de compartilhar, trocar, alugar ou vender produtos usados.
É necessário amadurecermos esta tendência em busca dos possíveis ganhos. Um dos modelos de negócios neste sentido no Brasil, de acordo com Martha, é o INIO – I need, I offer.
É o primeiro site de trocas e consumo colaborativo para Facebook no país. A proposta contempla o consumo consciente de serviços. (mais…)
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hsm
25/08/2011
às 15:44Categorias: inovação
Inovação não é algo para se quantificar
Os rankings sobre inovação provocam uma importante discussão: é possível medir qual empresa é mais criativa e inovadora no mundo? Para alguns especialistas, essas posições, divulgadas anualmente na mídia, atendem a um desejo do ser humano de tentar ordenar e hierarquizar produtos, pessoas e organizações. Para isso, lançam mão de um conjunto de critérios definidos a partir de padrões e interesses dominantes.Silvio Abrahao Laban Neto, doutor em administração de empresas pela FGV e professor e coordenador geral dos programas de MBA do Insper, afirma que os rankings mundiais tendem a ser polêmicos e reducionistas. O próprio conceito de inovação também é mal compreendido, de difícil definição e reconhecimento. Assim, determinar posições de empresas inovadoras é uma tarefa bastante controversa e complexa.
Ao mesmo tempo, as empresas listadas neste ano no ranking da revista Fast Company, conforme divulgado na edição 87 da revista HSM Management, podem ser consideradas inovadoras em 2011 em relação às outras. Mais difícil do que identificar as corporações com melhor inovação é ranqueá-las, uma vez que se tratam de indústrias distintas e que atuam, muitas vezes, em mercados não comparáveis.
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Adriana Salles Gomes
25/08/2011
às 11:55Categorias: competitividade, empreendedorismo, ensinamentos, estilo e comportamento, gestão 2.0, hsm management, inovação, internet, tecnologia, tendências, trends & insights
Highlights HSM Management: O HTML5 e o novo boom de empreendedorismo digital
A web perdeu o vigor. Apesar da evolução assombrosa que os sites mais poderosos e inteligentes da última década representam em relação às páginas estáticas dos anos 1990, as novas tecnologias corromperam o frescor e a fluidez da rede. Conseguir que os sites funcionassem em todos os navegadores exigia dos desenvolvedores muito trabalho de “copiar e colar”. O áudio e o vídeo, a animação e outros elementos multimídia começaram a ser criados com aplicativos (apps) proprietários (como os vendidos na AppStore da Apple) pela simples razão de que a programação básica em HTML (a linguagem-padrão que deu vida à web) ficou atrasada no que se refere a funcionalidades. Essa deficiência forçou os usuários a baixar plug-ins para que seus navegadores pudessem interpretar a informação e os sites se tornaram lentos e complicados. E, se essa web já é incômoda em um microcomputador, tornou-se totalmente inviável em dispositivos móveis.Você conhece esse problema, não? Pelo menos, deve senti-lo, talvez sem racionalizar sobre ele. Mas a história por trás disso é muito mais interessante. Foi contada na HSM Management nº 86, em um Dossiê inteiramente dedicado à web semântica, e eu a reproduzo parcialmente após o jump, porque é fundamental para entender a nova fronteira da internet, o HTML5, que vem sendo mencionado como o santo graal pelos maiores especialistas do momento, entre eles o RogerMcNamee. E parece ser mesmo. Aguardem um novo boom de empreendedores na web, como o que vivemos no final dos anos 1990. (mais…)
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Adriana Salles Gomes
24/08/2011
às 15:08Categorias: Movimento Brasil
10 características que moldam a gestão à brasileira (positivamente, inclusive)
Os assinantes da revista HSM Management receberam uma edição especial do nosso Movimento Brasil, que investigou que modelos de gestão vêm substituindo a costumeira gestão baseada em custos, tão tradicional em nosso país. O que nossa equipe descobriu durante a investigação (jornalística) foram dez características muito comuns que, nas empresas retratadas por nós, têm sido aplicadas de modo positivo. Mas, diga-se, elas podem ser utilizadas tanto para o bem como para o mal. Confiram:1. Ambiente familiar, estável. Ao contrário do que vemos em fórmulas de gestão norte-americanas, prevalece em parte significativa das empresas brasileiras certa predisposição à estabilidade no emprego, tanto dos funcionários como dos chefes. O ambiente em que cada um conhece os familiares dos colegas e os relacionamentos se tornam pessoais serve para o bem, evidentemente (pensa-se no trabalho e na equipe mais do que em se defender de “puxadas de tapete” potenciais), mas também, conforme for, para o mal (alguém incompetente é mantido no cargo porque tem filhos para criar, o que neutraliza qualquer tentativa de impor uma meritocracia organizacional).
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Adriana Salles Gomes
22/08/2011
às 14:40Categorias: internet, sustentabilidade, trends & insights
“Mendigo urbano”, startup social inspirada no modelo Compras Coletivas
Post de Gustavo Giglio, do Update or Die
“Mendigo Urbano é uma iniciativa social criada para ajudar e dar oportunidades a moradores de rua. Idealizada a partir do conceito de compras coletivas, o site deseja unir as pessoas por uma causa muito nobre: ajudar o próximo”, diz o texto de apresentação.

Exemplo de humor inteligente e solidariedade, criado por dois universitários, o site pretende ajudar moradores de rua. O kit mendigo (custa R$250) inclui uma cesta básica, roupas e um corte de cabelo (é possível incluir novas pessoas no projeto). Antes de reclamar e criticar o projeto dizendo que estão “comparando” e “vendendo” pessoas (sem oportunidades) a produtos, pense na real possibilidade (e na facilidade) de você ser responsável por dar um pouquinho de dignidade à eles. Que esse exemplo traga mais boas ideias.
PERGUNTA DA ADRIANA: Como as empresas podem se envolver com isso?







