Arquivos de junho de 2011
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Daniel Domeneghetti
30/06/2011
às 06:59Categorias: gestão, gestão 2.0, tecnologia
Os 10 mandamentos da gestão do valor da TI como enabler
A TI, quando vista como uma área “meio”, viabilizadora tanto das operações quanto de resultados das áreas de negócio, deve entregar, em graus e níveis diferentes, serviços e/ou produtos tecnológicos que ajudem essas áreas a atingirem suas metas e, por decorrência, trazerem melhores resultados a empresa.Neste contexto de resultados e valor gerado ou protegido pela TI como área meio (Enabler), o principal e mais importante stakeholder é o cliente (área atendida pela TI) e sua percepção em relação à TI se caracteriza como um dos principais e mais importantes ativos intangíveis que se possa ter, e, como tal, deve ser gerido e mensurado.
Seguem abaixo os dez mandamentos da gestão do valor da TI como área meio (Enabler).
1. Posicione-se corretamente na arquitetura corporativa
- Identifique as principais necessidades e expectativas de clientes e fornecedores (internos e/ou externos)
- Posicione-se de forma a ter uma clara proposta de valor para todos os seus públicos de relacionamento
- Exerça seu posicionamento demonstrando alinhamento e transparência com o direcionamento estratégico corporativo -
hsm
28/06/2011
às 14:07Categorias: Movimento Brasil, empresas, gestão, vendas
Por um Brasil mais doce
Até o final de 2013 a rede de doces Amor aos Pedaços pretende ter uma loja em cada cidade brasileira com mais de 400 mil habitantes. O projeto da empresa é abrir 20 lojas no segundo semestre e mais 120 filiais nos próximos dois anos. Até 2017, o objetivo é chegar a 160 lojas. Nada mal para um período em que o país receberá eventos grandiosos como a Copa e as Olimpíadas.A notícia, divulgada nessa semana, reforça o movimento em expansão das franquias no país, principalmente no ramo alimentício. Mas qual será o segredo da expansão da Amor aos Pedaços? Você pode associá-lo ao bom momento da economia brasileira e com certeza é um fator relevante, mas não é apenas isso. Um diferencial – e por que não um exemplo a ser seguido – é o investimento em tecnologia logística, já que a empresa trabalha com produtos perecíveis.
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Daniel Domeneghetti
27/06/2011
às 12:34Categorias: autodesenvolvimento, empreendedorismo, empresas
Empreender, sim ou não? Eis a Questão
Parece existir em silos mais tradicionais dos meios acadêmicos a dogmática opinião de que pessoas com boa formação universitária não devem decidir pela vida empresarial, pelo “comércio” ou pela “aventura”.
O mais preocupante é que esse conceito tem, enganosamente, certo fundamento histórico, se levarmos em conta o modo como foi estruturada a filosofia de ensino e o direcionamento profissional conduzidos pelas universidades mais longevas do país.
Há incansáveis discussões entre alunos de grandes universidades em que se percebe uma enorme tendência pela opção por uma carreira corporativa em grandes empresas (o atraente pacote “corporate size + corporate card + corporate benefits”).O curioso é que muitos dos que incutem nos universitários essa visão de que o empresariado bem sucedido no Brasil é para poucos e que a vida do pequeno empreendimento não compensa são os mesmos que, paradoxalmente, recheiam a literatura de negócios com fervorosas defesas do incentivo à iniciativa privada e à inovação.
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hsm
24/06/2011
às 07:37Categorias: empresas, gestão, tecnologia, tendências, vendas
Tablets nas empresas: quando adotar?
Muito além de um celular com mais funções, os tablets deixaram de ser apenas objeto de desejo e já passaram a fazer parte da rotina de muitas empresas. Na maioria dessas companhias, a iniciativa partiu dos executivos que, percebendo as vantagens do computador em forma de prancheta, começaram a levar os próprios dispositivos para o trabalho.Os tablets estão por todos os lugares, mas como saber se seria vantajoso adotá-los na sua empresa? E qual é hora de utilizá-los na rotina empresarial?
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Thiago Cassini
22/06/2011
às 13:01Categorias: internet, mídia, sustentabilidade, tecnologia
Campanhas sociais em mídias online
Em tempos em que se discute a redução de 20% da emissão de gases de efeito estufa ou CO2, o envolvimento com o tema sustentabilidade é, sem dúvida, indispensável para as empresas. Não que elas apresentem efetivamente preocupação com o meio ambiente, mas a imagem de tal preocupação se apresenta bastante estratégica.Hoje, ou as empresas atuam de forma a incluir a sustentabilidade na estratégia ou terão sérios problemas a médio prazo. O envolvimento com o tema valoriza a empresa ao longo do tempo. As ações e os produtos levam o público a declarar, cada vez mais, que está disposto a pagar mais por algo que contribua, de alguma maneira, para o meio ambiente.
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Adriana Salles Gomes
21/06/2011
às 10:32Categorias: Sem categoria, autodesenvolvimento, comunicação
Troque seu powerpoint básico por uma superapresentação
Não sei se todos vocês já conhecem, mas existe, no mercado brasileiro, uma empresa especializada em fazer apresentações de comunicação corporativa de alto impacto. Chama-se SOAP. Na verdade, existe mais de uma empresa fazendo isso, mas a SOAP é a líder desse segmento. Pois os sócios da SOAP, Joni Galvão e Eduardo Adas, acabam de lançar o livro “SuperApresentações” com algumas de (suponho que não TODAS rsrs) suas estratégias, táticas e técnicas, para que a gente mesmo possa produzir apresentações que impressionem chefes, colegas e stakeholders em geral e para que, assim, vendam realmente nossas ideias.O livro promete entregar a seus leitores, entre outras coisas:
• Estratégias para elaboração de apresentações fora de série
• A arte de contar histórias nas apresentações
• Orientações para criação de roteiros coerentes e bem estruturados
• Dicas para elevar a atenção da audiência
• Como fazer o treinamento do apresentador
• Linguagem visual – como usar o PowerPoint a seu favorEu, Adriana, separei aqui três das muitas dicas que achei valiosas:
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hsm
20/06/2011
às 08:56Categorias: Movimento Brasil, empresas, gestão, marketing
Agora, é a Luiza que gerencia o Baú
Há alguns dias a rede de lojas de varejo Magazine Luiza anunciou a compra das Lojas do Baú. Com a aquisição, deve ficar entre as seis maiores varejistas do país. Se você observar apenas as redes especializadas em eletroeletrônicos, então, o Magazine Luiza fica em segundo lugar, perdendo apenas para Globex (Ponto Frio e Casas Bahia).O que será que vai acontecer em termos de gestão? A gente sabe que toda integração é complicada. Mas estamos falando de dois varejos especializados na base da pirâmide socioeconômica, dois varejos que não param de crescer. A chance de potencializar habilidades e carteiras de clientes e de ir captar com mais sucesso os não clientes é gigantesca. Um estudo realizado recentemente pela financeira Cetelem, do grupo francês BNP Paribas, constatou que a classe C totaliza 101,6 milhões de pessoas, o que significa “simplesmente” 53% da população brasileira. É um público ávido pelo consumo , que busca pelas facilidades de crédito e que, na maioria dos casos, paga em dia.
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Adriana Salles Gomes
20/06/2011
às 07:09Categorias: Movimento Brasil, economia criativa, inovação, internet, marketing, redes sociais, tendências, trends & insights
Skankplay e o Brasil rumo, mesmo, a ser referência em cocriação
Esse foi o primeiro videoclipe produzido com clipes de fãs, numa plataforma de inovação aberta interessantíssima, lançada pela banda mineira Skank em parceria com o coletivo Don’t Try This – o site skankplay.com. Acaba de levar o leão de ouro no festival publicitário de Cannes como “melhor uso de mídia social”. Desde que o projeto foi lançado, em março deste ano, mais de 30 mil versões do clipe foram criadas, resultando em 200 vídeos da música.
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Adriana Salles Gomes
17/06/2011
às 15:09Categorias: ensinamentos, estratégia, marketing
Marketing e branding do Banco do Brasil – pelo vôlei
Faz 20 anos que o Banco do Brasil patrocina o nosso vôlei, que se tornou referência mundial da modalidade. É um excepcional case de marketing esportivo, que começou com uma intenção de branding: a empresa queria rejuvenescer a marca.
Parabéns a todos os envolvidos. O BB faz Gestão com G maiúsculo, pelo menos nessa iniciativa específica.
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Adriana Salles Gomes
17/06/2011
às 15:02Categorias: Movimento Brasil, inovação, internet, marketing, tendências, trends & insights
O edifício colaborativo da Gafisa e, talvez, o Brasil rumo a ser uma central de cases de inovação aberta
Até combina com o ideal de superpotência criativa do post anterior… A notícia é a seguinte: depois que a Fiat do Brasil foi pioneira no mundo ao montar um carro junto com os consumidores (o Fiat Mio), a Gafisa está fazendo o mesmo, montando o prédio junto com o público. Assistam ao vídeo, que depois eu explico mais:
Vai funcionar assim:
1) As pessoas Iquaisquer pessoas) sugerem o nome de um prédio que sério construído –sas ugestões são feitas na fanpage da Gafisa no Facebook. (Mais ou menos como a Azul fez aqui também – empresa brasileira que teve seu nome escolhido colaborativamente e que está no ranking das 50 mais inovadoras do mundo da Fast Company, como você pode conferir na HSM Management de julho-agosto).
2) As pessoas (quaisquer pessoas) dão ideias para os apartamentos e áreas de lazer – sobre sustentabilidade e também sobre tecnologia. Algumas das sugestões devem ser testadas num programa especial do Discovery Channel a partir de julho chamado “Testando grandes ideias”.
3) Em setembro, serão anunciados as ideias e o nome escolhidos para o tal prédio.
Bacana, não? Minha pergunta é a do título: será que o Brasil vai virar referência em inovação aberta? Somos (nossas empresas são) desconfiados por natureza, mas, quando nos libertamos disso e nossa capacidade relacional entra em jogo, o poder de ação impressiona. Aguardemos os próximos capítulos.
Dica do Luiz Felipe, tks!



