Arquivos de maio de 2011
-
Daniel Domeneghetti
31/05/2011
às 11:54Categorias: competitividade, comunicação
Capital organizacional: chassis do conhecimento
O que é e o que faz
O capital organizacional refere-se, basicamente, a um grupo de ativos intangíveis que norteiam as relações de uma determinada empresa com seus stakeholders. Esses ativos possuem grande impacto nos processos e na própria arquitetura das empresas. Podemos dizer que compõem os chamados chassis corporativos e definem tanto o modelo de negócios como a dinâmica de integração com os demais agentes da cadeia de valor da empresa.O foco do capital organizacional é incrementar a vantagem competitiva da empresa por meio de:
- Melhoria de processos, sistemas, fluxos e rotinas (geração de valor incremental via ganhos de eficiência);
- Melhoria das (infra)estruturas alinhadas aos objetivos e ecossistemas de operações da empresa;
- Geração sistêmica de diferenciações e inovações (geração de valor de ruptura), maximizando a utilização dos conhecimentos dissipados na organização e/ou absorvendo conhecimento de fora da organização.Por que é importante?
Alcançar uma relação sinérgica entre o conhecimento e o modelo de trabalho e produção da empresa é um meio de alavancar os demais ativos associados à produção, além de potencializar a capacidade de multiplicação das vantagens sustentadas pelo modelo produtivo/operacional da companhia.
-
hsm
31/05/2011
às 04:49Categorias: Movimento Brasil, atendimento, competitividade, estratégia, gestão, vendas
Base da pirâmide: o novo perfil do consumidor brasileiro

O perfil do consumidor brasileiro mudou e com ele também mudaram as estratégias das empresas, que começaram a enxergar oportunidades no direcionamento de produtos e serviços para os clientes da base da pirâmide. De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 29 milhões de pessoas ingressaram na classe C (renda familiar bruta de R$ 1.126 a R$ 4.854) entre 2003 e 2009.
O levantamento representa um crescimento de 34,3% e o país contava em 2009 com cerca de 95 milhões de habitantes nessa faixa de renda, em uma população total de 190,7 milhões (Censo 2010). Esses dados mostram como mais pessoas passaram a ter mais poder de consumo. Mas como falar com esse público e principalmente agradá-lo? É preciso foco e estar atento às necessidades dessas pessoas.
-
Adriana Salles Gomes
30/05/2011
às 11:07Categorias: empresas, ensinamentos, estilo e comportamento, gestão 2.0, ética
Membro de conselho de administração da Disney enfrenta saia-justa
Sheryl Sandberg, executiva-chefe de operações do Facebook e membro do conselho de administração da Disney, estava tranquila falando sobre a web social na London School of Economics quando foi interpelada por uma pessoa da plateia, provavelmente sindicalista, sobre a intenção da Disney de acabar com os benefícios de seguro-saúde para os funcionários de seus hotéis. A executiva desconversou, pelo que entendi.
O significativo no vídeo é a cobrança, em público, de responsabilidade de um membros de board pelas decisões que uma empresa toma. Um chamado à corresponsabilidade mesmo, como deveria ser. No Brasil, não raro ser membro do board é: (1) apenas uma queda para cima (um modo de afastar alguém elegantemente do comando) ou (2) uma ação entre amigos, em que ninguém quer desagradar ninguém (para o conselheiro poder continuar a ganhar R$ 5 mil ou mais por participação em cada reunião).
Isso, apesar de a governança corporativa sã ter se tornado um diferencial importante dos papéis negociados na Bovespa.
Escolhi, como um dos tags, “gestão 2.0″, porque governança e conselhos de administração são parte fundamental do novo modelo de gestão que se vem procurando no século 21 (muito além do discurso, hein?!).
-
Marcelão
30/05/2011
às 07:35Qual é o problema?
O cotidiano de um líder/gerente é resolver problemas. Aliás, se eles não existissem, não precisaríamos de líderes/gerentes e tudo poderia ser operado através de máquinas ou robôs.Mas o que vem a ser um problema? Conforme o professor Vicente Falconi afirma no livro O Verdadeiro Poder, “problema é um resultado indesejável”. Portanto, todos os colaboradores que desejam realmente melhorar suas empresas devem estar cheios de problemas. Diante disso, a pergunta passa a ser: como resolvemos os problemas?
O primeiro passo para resolver um problema é o mais simples, mas é também o mais difícil: RECONHECER a existência do problema. Esta é uma etapa complicada porque envolve questões políticas, vaidades e, principalmente, o medo de ficar exposto dentro de um ambiente de competição exacerbado .
-
hsm
25/05/2011
às 13:23Categorias: Movimento Brasil, competitividade, economia, mídia, tecnologia
Quando seremos reconhecidos como um país exportador de tecnologia?
Nesta semana foi publicada a medida provisória que prevê a queda de 31% nos valores de tablets para os consumidores. O iPad 2 também deve chegar por aqui na próxima sexta. Enquadrar os tablets na chamada “Lei do Bem” permite que o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) desses produtos caia de 15% para 3%, além de alíquota zero para PIS/Cofins.As duas notícias têm provocado ainda mais a discussão sobre esse tipo de tecnologia e as possibilidades de fabricação aqui no Brasil. Estamos preparados? Sem dúvidas, temos o conhecimento, mas será fácil colocá-lo em prática?
São essas questões que fazem as empresas de tecnologia desse mercado rever suas estratégias de negócios para aumentar suas apostas no Brasil, principalmente depois da MP que desonera esses produtos. Mais que fabricar, podemos caminhar para o desenvolvimento, seja de novos produtos ou de aplicativos para os tablets.
-
hsm
24/05/2011
às 11:30Categorias: eventos
Nas vendas de sucesso, clientes falam mais que vendedores
Durante o Seminário HSM, realizado no Rio de Janeiro na tarde desta terça-feira, Neil Rackham, mestre na aplicação de modelos estratégicos em Gestão de Vendas, instigou os participantes com diferentes reflexões sobre Vendas e permitiu que o público discutisse sobre os temas. Entre as perguntas levantadas, o especialista indagou questões como:- Para que serve uma força de vendas?
- Por que produtos e serviços estão se tornando mais substituíveis na maioria dos mercados?
- Qual é a maior diferença no modo como os grandes clientes se comportam hoje em relação a três anos atrás?
- Que serviços/produtos oferecemos a nossos clientes durante o processo de venda que são tão valiosos e que eles estariam dispostos a nos pagar por eles?
-
Christian Barbosa
23/05/2011
às 05:17Categorias: gestão do tempo, internet, redes sociais
10 dicas para não perder tempo com as redes sociais
Eu já falei diversas vezes sobre o impacto das redes sociais na nossa produtividade, mas, como o assunto é um dos mais pedidos pelos leitores aqui do blog, preparei um resumo com dez estratégias que podem salvar seu tempo:
1 – Seja seletivo nas suas redes – Quantidade de redes não é qualidade. Para que participar de redes sociais que não são relevantes? O ideal é focar nas principais redes em que seus amigos e interesses estão. Eu, por exemplo, uso apenas quatro redes: Facebook, LinkedIn, Twitter e Orkut, nessa ordem de importância.2 – Cancele e-mails de notificações – Todas as redes permitem configurar o aviso de recebimento de e-mails. O melhor é cancelar todos, assim você comanda a rede e acessa quando quiser. Caso contrário, vai ser difícil controlar a vontade de saber por que você foi “tagueado” na foto da sua amiga…
3 – Determine um foco nas redes – Quem tenta agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo se complica com um dos lados. Crie uma estratégia para cada rede que você tiver. Por exemplo: se você for utilizar o Twitter para fins profissionais, não misture com assuntos pessoais. Muitas empresas utilizam as redes sociais na hora de contratar um profissional e “pega mal” ter fotos constrangedoras, por exemplo. Mantenha coerência no perfil definido com fotos, textos e comentários. Muita gente tem se queimado sem perceber por falta de estratégia!
-
Bruno Mello
20/05/2011
às 13:05Categorias: competitividade, economia, marketing
O Brasil que inspira. A China é aqui
Passado, presente e futuro das empresas no país
A primeira frase do título deste post é o título da palestra do economista Ricardo Amorim no evento Inspiração 2011, realizado neste mês em São Paulo. Já o segundo período foi destacado da apresentação de Amorim, a mais inspiradora e intrigante do evento, que reuniu mais de 400 pessoas. De acordo com o consultor, as empresas brasileiras precisam fazer apenas o básico para dar certo. O motivo? A maré, que durante anos esteve contra, agora está a favor do país.
O mundo mudou muito mais do que conseguimos ver, aponta o economista. Nesta transformação, o maior nível de consumo passou dos países ricos para os emergentes. As fontes de riquezas também. Hoje, as commodities estão mais valorizadas que a tecnologia. Segundo Amorim, enquanto nos últimos dez anos uma TV de tela fina caiu de preço, o barril do petróleo ganhou valor. E onde está hoje uma das maiores reservas globais de petróleo? “Vivemos em um mundo de crise nos países ricos e de oportunidade nos emergentes”, aponta o economista.
-
Tiago Aguiar
20/05/2011
às 08:24Categorias: autodesenvolvimento, estilo e comportamento
Pensar grande, o segundo mandamento do empreendedor
Nos negócios, assim como na vida, encontramos diversos obstáculos pela frente. Preocupações e dilemas que nos fazem acordar no meio da noite sem que possamos voltar a dormir. Desafios que nos tomam tempo e muita reflexão para que sejam resolvidos. A solução para estes problemas está neste segundo mandamento: PENSE GRANDE!Leia também o post Sonhar, o primeiro mandamento do empreendedor
O que faz algumas pessoas enxergarem problemas e outras, a solução? O fato é que alguns têm uma visão limitada dos seus objetivos, enquanto outros aprenderam, ao longo das experiências, a enxergar mais adiante, além dos problemas. São pessoas cuja visão do todo é cristalina e que sabem que cada parte é um passo adiante na conquista de um objetivo maior.
-
Marcelão
19/05/2011
às 07:23Categorias: conteúdo, design, inovação, trends & insights
A importância da síntese e do design
Hoje em dia somos bombardeados por uma verdadeira avalanche de informações que utilizam diversos caminhos. Há estudos que dizem que, diariamente, entramos em contato com mais de 3 mil marcas de produtos, sendo que esse número aumenta para 35.000 quando estamos realizando compras.
Se transportarmos essa realidade para dentro de nossas empresas, poderemos notar que somos inundados por muitas informações corporativas como metas, indicadores, avaliações de performance, tendências… É tanta informação que nossa atenção fica dispersa e deixamos de focar no que realmente interessa para o trabalho de cada um no dia-a-dia.
Nesse sentido, cresce em importância a utilização de técnicas de Design de Informação para sintetizar da melhor forma possível as informações, procurando destacar o que realmente importa e gerar ações dentro das empresas.


