Arquivos de novembro de 2010
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Julio Sergio Cardozo
30/11/2010
às 12:54Categorias: competitividade, empresas, executivos
Portabilidade de talento: a hora certa de trocar de emprego
Há várias situações que sinalizam o momento de arrumar as malas e ir embora. Primeiro, quando seu talento não é reconhecido e você vê que tem mais capacidade do que é exigido pela função. Segundo, se sua capacidade não é reconhecida pelo chefe. Terceiro, se seu chefe é mau caráter, faz práticas desonestas e rouba suas ideias como se fossem dele.
Quarto, quando você tem um chefe que não valoriza o seu trabalho, não lhe dá atenção e não se preocupa em enxergar o que é necessário para que você melhore seu desempenho ainda mais. Nesse aspecto, há variações. O chefe que não valoriza seu talento acaba escondendo de seu superior que tem um funcionário preparado para ocupar postos mais elevados.
A outra possibilidade é na hora que você está vendo no mercado oportunidades melhores do que aquela que você tem hoje. E melhores oportunidades não significam apenas um melhor salário, mas também benefícios indiretos ou chance de ascender mais rapidamente. Com o mercado superaquecido, você pode ter sua competência valorizada no mercado e a hora certa de trocar de emprego e exercer sua mobilidade, pode estar aí.
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Ricardo Lima
25/11/2010
às 08:00Categorias: autodesenvolvimento, humanização do trabalho, inovação, internet
Negócios modulares
Zona de conforto? Esse termo é quase inexistente para muitos profissionais e empresas que já não sabem mais o que fazer com tantas mudanças que os mercados estão sofrendo. Novas tecnologias, linguagens, ferramentas, dispositivos, o que ocorre no mundo virtual afeta, e muito, o dinamismo dos negócios no mundo real. Aliás, como distinguir mais um do outro?
Pensando como um jogo de LEGO
Se você acredita que é um jogo apenas para crianças está enganado. Desde 1932 o grupo LEGO começou a escrever sua história com a criação de um jogo aberto que estimula a criatividade, pois permite infinitas combinações para montar cenários e resolver desafios. Atualmente até possui uma unidade de negócios voltada a treinamento para empresas, chamada de Serious Play.Se compararmos cada colaborador como uma peça do jogo, podemos montar e desmontar nosso modelo de negócios quando for conveniente, com abordagens e apresentações que mudam conforme a peça que inserirmos no modelo e o melhor de tudo, muitas vezes sem possuir nenhuma delas, mas utilizando estruturas de terceiros e com conhecimento gerenciar todo o processo e assumir riscos. É o caso da empresa Li & Fung, que possui uma rede aberta e a cada novo pedido se reinventa e cria uma estrutura nova para atender seus clientes.
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Tiago Aguiar
25/11/2010
às 07:38Categorias: autodesenvolvimento, competitividade, comunicação, empreendedorismo, empresas, estilo e comportamento, estudos & pesquisas
Quem é esse tal empreendedor?
Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.
O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 e 13% da população economicamente ativa empreende: algo em torno de 14 milhões de pessoas. Além disso, com mais de 5 milhões de empresas no País, as pequenas e médias compõem 98% da nossa economia. Para confirmar essa natureza empreendedora, pesquisas dão conta de que, em 2015, chegaremos a 9,1 milhões de empresas.
Com toda essa vocação, é importante lembrarmos algumas características fundamentais para desenvolver essa atitude empreendedora: é preciso ser capaz de traçar claramente um objetivo e ter persistência e determinação para ir ao encontro dessas metas estabelecidas. É possível dizer, inclusive, que o empreendedor é um eterno “insatisfeito”. É essa insatisfação, aliada à capacidade de enxergar seus objetivos, que move o ideal do empresário.
Mesmo em algumas empresas que já tenham atingido certo grau de maturidade é importante não deixar essa visão de lado, de um processo constante de especialização e profissionalismo. Organizações nunca são obras prontas e precisam estar em constante expansão. Afinal, diante do quadro de crescimento econômico, estagnação e retrocesso caminham lado a lado.
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Ricardo Saldanha
25/11/2010
às 01:30Categorias: competitividade, economia, empresas, estratégia, inovação, internet, tecnologia
A caminho da nuvem
Hoje vivi uma experiência emblemática: faltou energia na sede do IIP (Instituto Intranet Portal) – e nem por isso a organização parou.
Como assim? Vejamos: nosso portal web, unificado, está em um host externo, bem como o e-mail; e nosso ambiente colaborativo, que faz as vezes de “intranet” (baseado no ótimo Central Desktop), também não fica dentro de casa – e é contratado no modelo SaaS (“software como serviço”, numa tradução livre). Além disso, quem quis se inscrever no workhsop que faremos dia 30, em Belo Horizonte, não enfrentou problemas – desde a inscrição até o pagamento com cartão de crédito estavam funcionando, mesmo sem luz no escritório. O mesmo pode ser dito de quem tentou comprar o livro coletânea dos vencedores do Prêmio Intranet Portal, disponível no Clube de Autores, sem depender em nada se estávamos ou não a luz de velas.
Claro que a falta de energia traz transtornos, mas foi preciso uma situação assim, atípica, para evidenciar que esse mundo da informação e do conhecimento está mesmo dando uma guinada radical. Nicholas Carr foi o primeiro a vislumbrar esse cenário, onde o pêndulo da arquitetura tecnológica volta a ser centralizado, mas agora conectado a essa incrível e onipresente rede chamada internet.
Você pode estar pensando que ter tudo “na nuvem” (expressão que vem se consagrando a partir do conceito de Cloud Computing) é coisa só para organizações de pequeno e médio porte – mas não é. O modelo de contratação de software como licença, decorrência dele, vai pelo mesmo caminho: há quem imagine que a lógica de vender licenças nunca será suplantada.
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Daniel Domeneghetti
24/11/2010
às 12:53INFORMARKETING: marketing para uma nova era
Mais do que uma nova forma de fazer o que se sempre se fez, o INFORMARKETING será uma nova forma de fazer coisas novas! Esse é o mais novo conceito que nós, da E-Consulting, propomos para sua reflexão e análise.
INFORMARKETING não é uma nova roupagem para o tradicional modelo de se fazer marketing. INFORMARKETING é, por si só, um novo modelo de marketing, totalmente baseado no domínio e tratamento inteligente e interativo da informação.
O INFORMARKETING, como apresentamos, não é simplesmente uma ferramenta. É uma nova forma de business que integra de maneira racional as facilidades e possibilidades geradas pela tecnologia da informação e o avanço das comunicações à forte concorrência e imposições racionais de resultados impostas atualmente às estratégias de marketing.
A partir desta afirmativa, podemos então definir INFORMARKETING como o sistema de planejamento, gestão e comunicação mercadológico mais adequado às tendências sócio-econômico-culturais que se verificam nos dias de hoje e que se presumem verdadeiras no futuro próximo. É o suporte tecnológico e de informação presente na própria empresa e na constelação stakeholders que a cerca sendo utilizado pelo marketing de forma dirigida e voltada para resultados imediatos, seja no mundo físico, seja no mundo virtual.
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Julio Sergio Cardozo
24/11/2010
às 11:54Categorias: empresas, executivos
Os perigos da fofoca no trabalho
Fofoca no trabalho: ajuda, atrapalha ou é divertido? Sem sombra de dúvidas, a fofoca é sinônimo de problema. As conversas na hora do cafezinho, no corredor, no almoço, nas práticas esportivas que acontecem nos finais de semana patrocinadas pelo grêmio, no encontro com o colega na rua, são uma tentação à fofoca. Tentação ainda maior é falar mal do chefe.
Ah, como é bom falar mal do chefe, daquele colega que não está presente! Até mesmo daquela colega mulher que você acha interessante ou daquele colega que você, do sexo feminino, está de olho. Deve ser realmente prazeroso fazer fofoca. Difícil encontrar quem nunca a fez ou foi alvo dela. Mas depois de tantos anos de estrada, cheguei a uma conclusão: fofoca é problema. A fofoca é como uma bomba, prestes a detonar seu trabalho e sua reputação.
Encaro a fofoca como uma prática perigosa e que não se restringe apenas aos subordinados. Chefe que gosta de fofoca é chefe incompetente. Vocês, aliás, vão ficar chocados com o que vou escrever, tem um monte de chefe por aí que gosta de subordinados que entram na sala, sentam-se na cadeira em frente a ele, pedem um cafezinho e começam a contar coisas que o chefe não saberia pelos meios normais. Isso é um perigo.
Qual o meu conselho? Claro que você não vai se indispor com seu colega de trabalho, mas vai ouvir a fofoca, dar aquela gargalhada – como se fosse a melhor piada do planeta – e não a levará em consideração. Vai esquecer que ouviu a fofoca. Jamais passe-a para frente. Não acredite nas fofocas e no boato. Se há uma informação que você deve saber, essa informação virá pelos canais oficiais. Não existe boato ou fofoca que possa ajudar em sua brilhante carreira.
Ah, sim, vale perguntar: você é fofoqueiro?
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Marcelão
23/11/2010
às 09:33Categorias: empresas, estratégia, estudos & pesquisas, expoManagement 2010, gestão 2.0, humanização do trabalho, inovação, internet, liderança, marketing, social network, sustentabilidade, tecnologia, trends & insights
ExpoManagement 2010: reconstruindo nossa visão de mundo
De 08 a 10 de novembro participei do maior evento de gestão da América Latina, a ExpoManagement, organizada pelo grupo HSM. Um evento muito bem organizado, por onde passaram mais de 26 mil pessoas; assistindo as palestras do Auditório Principal, visitando stands ou assistindo as “Rodadas Inspiracionais”, que ocorriam em paralelo às palestras do Auditório Principal.
Se eu pudesse resumir todas as palestras que assisti, diria que há um consenso entre os palestrantes; é preciso reconstruir uma nova visão do mundo, além de rever a forma como convivemos em comunidade. É preciso que todos nós – pessoas, empresas e governos – entendamos sobre a importância de sermos interdependentes um dos outros. Está claro que é necessário rever os modelos: o econômico, o social, o ambiental e os de gestão nas empresas.
John Elkington abriu sua palestra estabelecendo qual seria o tom e o centro do debate de todo o evento. O conceito do “Tripple Botton Line” é relativamente simples, que consiste no equilíbrio entre os 3 “P”: Pessoas, Planeta e Profit (Lucro). Infelizmente, esse equilíbrio ainda não é adotado intensamente pelas empresas, uma vez que existe grande descompasso entre a urgência dos desafios e o empenho delas em enfrentá-los.
Segundo Gavin Neath, vice-presidente Sênior da Unilever, esse problema não se resume às empresas, ele tem relação próxima com os investidores da Bolsa de Valores. Neath afirmou que “Os grandes investidores têm pouquíssimo interesse e nos dão pouquíssimo crédito pelo que fazemos – e não há sinais de que isso possa mudar em breve”. Afirmação respaldada pelas 3 mil maiores empresas de capital aberto do mundo, que acumularam passivo ecossistêmico de US$2,2 trilhões em 2008, equivalente a mais de 30% de seus lucros.
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Waleska Farias
22/11/2010
às 10:02Categorias: Sem categoria
Planejamento de carreira: construção do “Currículo B”
“Uma das formas mais eficazes de conseguir o que você quer é saber o que você, realmente, quer. E quanto mais claros seus objetivos, mas rápido manifestam-se as conquistas.”
O desafio de conciliar o que queremos, o que temos com o que somos tem tirado muitos profissionais da zona de conforto. Afinal, é necessário questionar se o trabalho e a boa remuneração conquistada é, realmente, o ideal enquanto melhor opção profissional? Nessas ocasiões é comum aparecer alguém para nos perguntar se não estamos procurando problema, pois reflexões como essa nos obrigam a pensar e, invariavelmente, nos levam a mudanças.
Qual a melhor opção? Acumular experiências ao longo do tempo em várias empresas ou investir numa carreira de sucesso, galgando degraus em uma mesma empresa? Será que os conselhos e indicações de pessoas mais experientes podem nos liberar das responsabilidades e deliberações sobre qual caminho tomar? Afinal, se as experiências valorizam o portfólio profissional, por que privar-nos dos desafios em outras áreas e instituições antes de decidir o que realmente nos mobiliza e satisfaz?
Essas, dentre outras, são algumas das diversas dúvidas que levam tanto profissionais experientes como em início de carreira a recorrer à ajuda de processos como mentoring ou coaching, em meio a inúmeros questionamentos, os quais provocam insegurança e os impede de vivenciar a plenitude do momento em que se encontram. Muitos, inclusive, deixam de desempenhar no “melhor de si”, dado o desconforto da situação.
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Ricardo Saldanha
19/11/2010
às 16:56Categorias: gestão 2.0, inovação, social network, tecnologia
Redes digitais corporativas e a inteligência organizacional
Eis aqui meu primeiro post – de muitos que virão – sobre o mundo do trabalho e do conhecimento apoiado em ambientes colaborativos. Falarei do mundo digital dentro da esfera corporativa – ou, para quem gosta de siglas, focarei em B2E, E2E e até B2B, deixando o mundo do B2C para os muitos colegas que militam na internet.
Mas não me limitarei a apenas esse tema – no mundo complexo em que vivemos, esses ambientes são a base de coisas muito maiores: produtividade, aprendizagem organizacional e inovação são algumas delas e estarão sempre aparecendo por aqui.
Para quem não me conhece, sou consultor e Presidente do Instituto Intranet Portal, fundado em 2009. Meu foco, desde 1999, tem estado voltado para as intranets e portais corporativos. Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, sou um humanista e minha formação é em marketing – logo, estaremos sempre debatendo aqui essas ferramentas como tecnologia aplicada ao desenvolvimento organizacional (e não sob o ponto de vista exclusivo da TI, embora a tecnologia em si seja um elemento importante).
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Julio Sergio Cardozo
19/11/2010
às 16:44Categorias: competitividade, empresas, executivos
Os alienígenas estão chegando
Os forasteiros estão invadindo o Brasil. Com o mercado altamente aquecido, e falta de gente qualificada, muitas empresas vêm optando por trazer profissionais de fora. Em vez de nos tornarmos exportadores de mão de obra, como vinha acontecendo, estamos nos transformando em importadores de talentos. Nitidamente, essas pessoas estão vindo para sustentar esse crescimento.
Dados da Coordenação Geral de Imigração do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que o número de profissionais estrangeiros ocupando áreas estratégicas, técnicas e de comando nas empresas brasileiras chega a 180 mil. Só no primeiro trimestre de 2010 foram concedidos 11.530 vistos de trabalho para estrangeiros – a maioria para os setores de energia, gás e petróleo.
Cenário que muito se assemelhou ao do Japão e de países da Europa, no século passado, que para suprir a falta de mão de obra começaram a importar gente. Antes, o sonho do executivo brasileiro era fazer carreira global, atuar fora do país. Hoje, quem está fora quer voltar de olho no celeiro de vagas e oportunidades no Brasil. Mas já pensaram em como será a disputa daqui para frente?










