Arquivos de setembro de 2010

  • Christian Barbosa

    30/09/2010
    às 18:29

    Categorias: gestão do tempo

    Você sabe quando deve parar?

    Saber o que fazer é importante, mas saber o que você não deveria fazer é mais importante ainda. Nem todos conseguem ter esta percepção, e isso acaba se transformando em um grande fator de perda de tempo, frustração e ausência de realizações.

    Não estou querendo dizer apenas em saber dizer “não”, estou querendo falar sobre sua atitude com relação às suas demandas. A forma como você encara as coisas que roubam parte da sua vida, sem você se quer perceber. Por exemplo:

    Você se considera um worklover ou um workaholic?

    Worklovers amam o que fazem, trabalham muito, mas de forma suficiente, ou seja, sabem seus limites. Workaholics perdem a noção e prejudicam diversas áreas da vida. Como saber o limite? Acho que a forma mais fácil neste caso é questionar “QUEM” está “perdendo você”. Seus filhos, marido, esposa, amigos estão reclamando constantemente que você não está presente? Se sim, é o momento de parar.

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  • hsm

    30/09/2010
    às 12:32

    Categorias: autodesenvolvimento, ensinamentos, eventos, health care, liderança, longevidade, palestrantes, sustentabilidade

    Ingrid Betancourt: fibra e serenidade

    Ingrid Betancourt, a colombiana que passou seis anos no cativeiro das Farc, subiu ao palco do Teatro Alfa (Hotel Transamérica São Paulo) no último dia 29 diante de alta expectativa por parte do público. Não decepcionou. Falou com alma sobre o sofrimento por que passou (sem ser dramática) e as lições que aprendeu (sem ser professoral) e da mulher que se tornou (sem ser arrogante).

    Seu depoimento está registrado na cobertura do Fórum HSM de Negociação do portal HSM Online. Ao final de sua apresentação, respondeu às perguntas realizadas por Marcos Braga, presidente da HSM. Em resumo, seguem alguns pontos deste talk show:

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  • Alessandra Assad

    29/09/2010
    às 18:48

    Categorias: competitividade, comunicação, empresas, ensinamentos, estilo e comportamento, estratégia, gestão, liderança, palestrantes

    Qualidades pessoais como fonte de poder

    Entre as qualidades pessoais que atraem o poder, destacadas hoje (29) por Jeffrey Pfeffer, professor de management da Stanford Graduate School of Business e considerado um dos maiores nomes mundiais em gestão de pessoas, durante o Fórum HSM de Negociação, estão:
    - Ambição e dinamismo – não se consegue nada se não quisermos aquilo.
    - Energia, persistência e resistência – o melhor projetor de desempenho em qualquer campo de desempenho é a prática, o tempo e o esforço. Quanto mais energia você tiver, maior a possibilidade de se desenvolver. “As emoções são contagiosas e a sua energia vai influenciar as pessoas”.
    - Foco – concentração dos esforços numa gama limitada de objetivos, funções e cenários. Se você olhar a grama num dia de sol, você vai ter o foco dos raios de sol ali e pode fazer com que a grama “pegue fogo”.
    - Autoconhecimento – como você pode melhorar as suas habilidades se não conhecer a si mesmo? Arrume algum tipo de coaching, alguém que possa lhe dizer as verdades que você não quer ouvir.
    - Confiança – as pessoas dão poder para aqueles que sabem o que estão fazendo e passam confiança aos outros. Quem vai seguir você?

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  • Daniel Domeneghetti

    29/09/2010
    às 18:28

    Categorias: comunicação, internet, social network

    Da tribo à tribo

    Muito já foi dito sobre a internet, especialmente sobre Web 2.0. Que a rede tem alterado conceitos e padrões sociais ninguém questiona. Porém, a premissa mais importante que está por trás da validade econômico-comercial de todo processo digital é a existência de redes sociais e comunidades virtuais ativas e integradas. Sobre elas, pouco se sabe, pouco se consegue dimensionar, pouca experiência se tem, pouco efetivamente se faz.

    Comunidades virtuais são grupos de pessoas que se unem espontaneamente em torno de valores, assuntos, interesses, vontades, comportamentos e atitudes comuns. Isto quer dizer que pessoas “parecidas” podem pertencer a comunidades diferentes e pessoas aparentemente “tão diferentes” podem pertencer às mesmas comunidades. Um executivo e um adolescente podem pertencer a uma mesma comunidade de interesses musicais, por exemplo.

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  • hsm

    29/09/2010
    às 14:08

    Categorias: autodesenvolvimento, eventos, mercado financeiro, palestrantes

    Como negociar seu salário?

    Quando se fala em negociação, invariavelmente uma questão nos vem à cabeça: a negociação de nosso salário.

    Antes de qualquer coisa, Robert Wong, consultor, headhunter e escritor que participou do Fórum HSM de Negociação na última terça-feira, 28, afirma que precisamos compreender que:
    - O objetivo final de uma empresa é o lucro. E você é um dos meios para que a empresa atinja o lucro.
    - Em contrapartida, o nosso maior objetivo é felicidade, e a empresa é um dos meios para que você possa alcançar a felicidade.
    - O salário é apenas uma parte das razões que nos fazem escolher ou continuar em empresa, que passam por:
    . Avaliar a posição. O cargo ou a função em que você está é coerente com o que você sabe fazer? Te traz desafios? Você irá crescer? Irá realizar-se nessa posição?
    . A Empresa. O ambiente é bom? É próxima da sua casa? Como são as condições de trabalho, os benefícios? E os valores da empresa, são compatíveis com os seus?
    . A compensação monetária.

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  • hsm

    29/09/2010
    às 12:52

    Categorias: autodesenvolvimento, blogs, empresas, ensinamentos, estilo e comportamento, estratégia, eventos, humanização do trabalho, palestrantes

    Detetives da influência no trabalho: pela produtividade

    Em sua palestra no Fórum HSM de Negociação, na última terça-feira, 28, Robert Cialdini propôs que façamos uma escolha: sermos “marcadores de toca”, “fraudadores” ou “detetives da influência”. Tal decisão poderá, inclusive, determinar nosso rendimento no trabalho.

    Marcamos toca quando não fazemos uso de nossas potencialidades ou das forças de influência que possuímos. Fraudamos quando queremos ser mais do que somos para obter poder de influência. E somos detetives quando nos preparamos adequadamente e treinamos nossa observação para conquistarmos nossos objetivos com base nos princípios da influência, educando as pessoas para caminharem na direção que desejamos (que podem ser conferidos na cobertura do portal HSM Online).

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  • Alessandra Assad

    29/09/2010
    às 12:41

    Categorias: Sem categoria, empresas, estilo e comportamento, estratégia, eventos, executivos, gestão

    Diálogo do medo e da insegurança

    “Quando é seguro, podemos dizer qualquer coisa”, afirmou Joseph Grenny na última terça-feira, 28, durante o Fórum HSM de Negociação. Aqui é o motivo de os comunicadores ficarem de olho na segurança. Para ele, o diálogo exige o fluxo livre de informações relevantes e ponto final. E nada o destrói mais do que o medo. “Quando tememos que os outros não estejam apoiando nossas idéias, começamos a impô-las”. Grenny afirma que quando tememos ser prejudicados de alguma forma, começamos a nos omitir e esconder. Ambas as reações, lutar e fugir, são motivadas pela mesma emoção: o medo. Por outro lado, se temos segurança suficiente, podemos falar sobre todos os assuntos, e seremos ouvidos. Se não tememos ser atacados ou humilhados, podemos ouvir qualquer coisa sem nos tornarmos defensivos.

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  • Bruno Mello

    29/09/2010
    às 12:35

    Categorias: marketing

    Por que você precisa repensar a gestão da marca?

    Uma das poucas tendências que todos sabem de cabeça é que o mercado será cada vez mais competitivo e comoditizado. Agora, segundo Martin Lindstrom, o campo de batalha das marcas está dentro da mente das pessoas, entre o racional e o irracional. Nada menos do que 85% das ações que os consumidores tomam estão do lado não consciente do cérebro, aponta a pesquisa que o especialista em Neuromarketing realizou com mais de duas mil pessoas em seis países diferentes.

    Por que você precisa repensar a gestão da marcaNos Estados Unidos, o medo fez aumentar em 19% a compra de armas e em 22% a instalação de câmeras de segurança, logo após o atentados de 11 de setembro de 2001. As marcas precisam adicionar algo de irracional aos seus produtos, aponta Lindstrom. A culpa é outro elemento catalisador de compras. É a gratidão entrando no jogo de consumo. “As pessoas não compram Louis Vuitton só pela qualidade e pelo design diferenciado, mas sim porque elas se sentem superiores”, afirma o especialista em um fórum realizado pela HSM do Brasil.

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  • Bruno Mello

    29/09/2010
    às 12:26

    Categorias: estratégia, marketing, sustentabilidade

    Ensinamentos de Tom Peters, Michael Porter e Fabio Barbosa

    Tom Peters acertaria em cheio caso apostasse que poucos líderes de marketing perguntam a seus funcionários o que eles acham sobre determinado projeto e realmente os ouvem. No Fórum HSM de Estratégia, realizado em agosto passado, Peters ressaltou que agradecer pelo trabalho ou pedir desculpas também são atitudes raras no mundo corporativo, capazes de minar a competitividade das companhias. Até das maiores organizações.

    “Como a Ambev, por exemplo, poderia aumentar a sua competitividade?”, pergunta Michael Porter (foto) no mesmo evento. “Ela precisa ter uma cultura de alta performance para ter sucesso com produtos realmente diferentes”, responde o professor da Harvard Business School. Desenvolver estratégia hoje não é como antigamente. Num mundo em constantes transformações, o modelo tem que ser desenvolvido dia após dia de acordo com o mercado.

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  • Alessandra Assad

    29/09/2010
    às 11:51

    Categorias: comunicação, empresas, estilo e comportamento, eventos, gestão, palestrantes

    Conversas Decisivas

    Joseph Grenny, especilista em conversas decisivas e autor de três livros que estiveram na lista dos mais vendidos do The New York Times, abriu a tarde da última terça-feira, 28, no Fórum HSM de Negociação com o tema Conversas Decisivas. Para Grenny, começar com o coração é o primeiro princípio do diálogo. “Se não consegue entender a si próprio, terá dificuldades em acertar o diálogo”. Ele afirma que quando as conversas tornam-se decisivas, lançamos mão das formas de comunicação com as quais convivemos: manipulação, silêncio, discussão e assim por diante.

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