Arquivos de julho de 2010
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Marcelão
31/07/2010
às 18:38Categorias: eventos, gestão 2.0, liderança, trends & insights
Fórum Mundial de Criatividade 2010
Pessoal,
segue video promocional do Fórum Mundial de Criatividade de 2010 que será realizado em Oklahoma entre os dias 15 e 17 novembro. O evento contará com presenças como Sir Ken Robinson(veja mais sobre ele aqui), Daniel H. Pink (veja mais sobre ele aqui), Pranav Mistry (do Sixth sense – veja mais sobre ele aqui), entre outros.
Um abraço.
“Keep the Faith”
Twitter: @blogdomarcelao
(Originalmente publicado em 30/07/2010)
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Adriana Salles Gomes
31/07/2010
às 18:37Categorias: estilo e comportamento, gestão 2.0, humanização do trabalho, trends & insights
Highlights HSM Management: as Amélias modernas

Há uns três anos, coincidência ou não, um estudo da ONG Catalyst com as 500 maiores empresas dos Estados Unidos mostrou que empresas com mais mulheres na diretoria tinham, em relação às com menos mulheres, retornos maiores:
* retorno sobre o patrimônio 53% maior,
* retorno sobre as vendas 42% maior e
* retorno sobre o investimento 66% melhor.Na época, também publicamos com exclusividade uma pesquisa da Caliper do Brasil a respeito do perfil das executivas brasileiras e a principal revelação foi a de que elas queriam estabelecer, mais do que as colegas norte-americanas e britânicas focadas em pesquisa da Caliper mundial, um novo paradigma de equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Aí eu fui entrevistar, também com exclusividade, os professores Betania Tanure, da Fundação Dom Cabral, Antonio Carvalho Neto e Juliana Andrade, da PUC Minas, sobre o assunto. Eles vinham pesquisando as executivas brasileiras, que ainda eram/são um quarto do número de homens no topo. Eles confirmaram que elas estavam em ascensão, mas também tinham de fazer uma grande dose de sacrifício pessoal para isso, embora com prazer. Vejam os highlights da entrevista; mesmo não sendo tão atual, continua servindo muito bem de alimento para o pensamento: (mais…) -
Julio Sergio Cardozo
31/07/2010
às 18:36Categorias: empresas, executivos
CEO por acaso: quando dá certo é uma exceção

Em meio a uma aula que dei recentemente no MBA no FGV, um aluno me perguntou: Professor, como o senhor se tornou CEO? Respondi: - Virei CEO por acaso. Perplexo, o aluno queria saber de que forma tinha acontecido. Eu mesmo, apesar de ter sido promovido sem esperar, reconheço que sou uma exceção e comecei a relatar esse episódio tão marcante na minha vida.
Tudo teve início no final de 2000. Revisando as demonstrações contábeis de uma das maiores empresas de comunicação do país, com ações cotadas em Nova York, toca meu celular e era o presidente da Ernst & Young, meu chefe. Eis que ele me pergunta: - O que você está imaginando fazer da vida? Eu disse: - Estou pensando em morar em Nova York, cuidar do marketing internacional da empresa ou em ajudar as operações de Portugal que precisam de uma reestruturação. Acredito que posso agregar valor e levar minha experiência.
Naquela época, eu era multitarefa: atuava como sócio responsável pelas operações da região Norte (que compreendia ainda o Estado do Rio de Janeiro e a região Nordeste), tinha vários clientes importantes, representava a empresa na CVM, era diretor de marketing nacional. Foi então que ele me disse para ficar aqui no Brasil e disparou: - Que tal você ser o presidente da firma? Surpreso, respondi: - Eu? Ele rebateu: - É. Você sabe que em 1995, quando a sociedade me convidou para ser presidente, eu não queria porque não me achava preparado? (mais…)
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Daniel Domeneghetti
31/07/2010
às 18:35Categorias: comunicação, internet
Trate a TI como Ativo de Valor
O valor da TI geralmente está escondido. Justamente por isso, parece que não tem. Custos, despesas e complicações são palavras mais associadas à TI nas empresas, principalmente por quem não entende nada de TI; ou seja, todos os outros executivos pares e chefes do CIO (com raras exceções).
Os CIOs, em sua grande maioria, não foram treinados para pensar negócios de forma mais ampla. Justamente por isso – e ainda mais agora, que respondem aos CFOs (que também não entendem de TI) – acabam aceitando métricas insustentáveis para tentar justificar os resultados em seus projetos de TI que, na visão da empresa toda, consomem um monte dinheiro, demoram muito para ficar prontos e, quer saber, no final nunca ficam como deveriam. Os CIOs aceitam o que não deveriam. E são julgados sob a lente da ignorância alheia, geralmente movida por uma percepção simplória, helpdeskiana, do que é e de como se faz TI.
Resultado é diferente de valor. Todos deveriam saber disso. Diretores de TI, Marketing e RH mais ainda. Para sua própria sobrevivência. Mas CIOs, no geral, não são bons de comunicação e expressão…
Resultado é algo tangível, que se entrega no curto prazo e que se contabiliza em caixa de forma direta. Valor é algo geralmente intangível, mais de longo prazo, que se demonstra em valuations, simulações, comparações e balanços.
Resultado gera o caixa para empresa existir hoje. Valor gera a capacidade da empresa em gerar caixa no futuro e, portanto, existir no futuro. Um não vive sem o outro. TI poucas vezes gera resultado; mas quase sempre gera – e protege – valor.
Leia aqui minha análise e diga se concorda ou não…
(Originalmente publicado em 28/07/2010)
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Bruno Mello
31/07/2010
às 18:34O antimarketing da Ferrari
A atitude da Ferrari em dar ordens para que seus pilotos troquem de posição durante o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1 se provou um desserviço ao esporte e um grande erro de Marketing. Pela segunda vez, a equipe italiana dá combustível para a ira de torcedores, que se voltam contra a sua marca, as de seus patrocinadores e da própria Fórmula 1.Em 2002, no Grande Prêmio da Áustria, a equipe e os seus pilotos saíram do autódromo debaixo de vaias. Desta vez, a plateia ecoou no mundo inteiro com as redes sociais. A própria organizadora da competição fez questão de mostrar a enganação que esses ditos profissionais promoveram. Escancarado ou por trás das cortinas, é certo que ninguém gosta de ser enganado. E foi isso que a Ferrari fez mais uma vez.
Chamou seus consumidores de palhaços em rede mundial. Consumidores porque, além dos que pagaram para ver a corrida ao vivo, há milhões de pessoas que assistem pela TV. São essas pessoas que dão audiência. E é audiência, exposição e associação de marca que os patrocinadores compram, entre outros. Nenhuma marca gostaria de estar ligada a uma situação destas, gostaria? (mais…)
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Julio Sergio Cardozo
31/07/2010
às 18:34Categorias: empresas, executivos
Falta de tempo ou desculpa?

“Quem quer faz, quem não quer arruma uma desculpa”. É com essa frase que o consultor Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo, define aqueles que sempre encontram uma justificava para ações não realizadas. Seja adiar o projeto de melhorar a fluência no inglês ou aquele antigo sonho de entrar na academia. Será mesmo que o tempo é o grande vilão da vida moderna?
Para ele que foi vítima de seus próprios maus hábitos, chegando a ter um tumor benigno resultado de uma rotina para lá de desgastante, o tempo pode representar um grande aliado. Ter qualidade de vida, não significa abdicar de promoções na carreira, mas de estabelecer prioridades.
Aos 30 anos, Barbosa trabalha dez horas por dia, vai à academia duas vezes por semana, dá palestras pelo Brasil afora, atualiza seu blog e redes sociais e ainda encontra tempo para cuidar dos dois filhos. Divide seu tempo entre São Paulo, Santos e Nova York, onde mantêm as três unidades de sua consultoria, a Triad do Tempo. Sua metodologia ficou tão conhecida que se transformou em livro, a Tríade do Tempo (Editora Campus).
Veja abaixo trechos de entrevista que Christian Barbosa me concedeu: (mais…)
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Adriana Salles Gomes
31/07/2010
às 18:33Categorias: tecnologia, trends & insights
Barthoc, o robô que aprende
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Luiz Alves
31/07/2010
às 18:32Categorias: autodesenvolvimento, estilo e comportamento, inovação, liderança, ética
Sobre a transgressão
Somos criados sob o hedge de que transgredir é crime, pecado ou proibido. Mas o que seria o ato de inovar? Não seria transgredir?Sou da opinião que a transgressão seja algo absolutamente necessário para o desenvolvimento humano, caso contrário não evoluímos como sociedade e como indivíduos. Inovar nada mais é do que transgredir o que está estabelecido, em alguns casos, há séculos. A arte, em seus diversos tipos de manifestação, está constantemente transgredindo, provocando, tirando as pessoas da zona de conforto e muitas vezes trazendo para realidades diferentes.
Maquiar fotografias de ídolos com pó de cocaina, como fez Oiticica em 1973 pode conter em si alguma mensagem de rebeldia, mas são legítimos gestos de liberdade individual que provocam, transgridem, embora o efeito seja momentâneo e limitado. Defendo que nem sempre transgredir é fazer apologia a desordem, ao contrário, considero a transgressão algo absolutamente necessário, mesmo que isto signifique ficar nu em um museu.
Clique aqui e leia o artigo completo.
(Originalmente publicado em 26/07/2010)
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João Marcos Branco
31/07/2010
às 18:18Categorias: marketing
Erros de marketing

É errando que se aprende. Ouvimos essa expressão desde criança, e constatamos que é a pura realidade também no mundo dos negócios.Há quem prefira não arriscar pra não errar. E há os que aceitam errar, desde que o problema seja identificado e solucionado rapidamente.
Já que é tão difícil aprender, que tal tirar lições com os “delizes” dos outros?
Leia mais sobre alguns (possíveis) erros de marketing:- E se a Microsoft fizesse a embalagem do iPod?
- Bom Bril critica esponjas, mas vende esponjas
- Os 10 maiores recalls de veículos do ano
- Exageros que lembram as facas Ginsu
- Propaganda da Epson idêntica a da Dove
- Como NÃO apresentar um novo logo para Copa
- Volvo e Audi passam muita vergonha
Veja mais erros e comentários sobre marketing seguindo o nosso twitter: @errosdemkt
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Marcelão
31/07/2010
às 18:17Categorias: empresas, expoManagement 2010, gestão 2.0, humanização do trabalho, inovação, social network
Inovação Aberta em Gestão 2.0
Pessoal,
no ótimo post que a minha amiga Adriana Salles Gomes fez sobre o uso de inovação aberta para resolver o conflito Israel X Palestina(leia mais sobre isso aqui), o Thiago de Assis citou outra iniciativa de inovação aberta voltada para a re-invenção do management (Gestão 2.0) liderado por pensadores como o próprio Gary Hamel, que foi o lider do grupo de renegados que criou os 25 desafios da Gestão 2.0 (Moon Shots for management) (leia mais sobre isso aqui).
Essa iniciativa está reunida no site MIX – Management Inovation eXchange (clique aqui para acessar). A idéia é colocar o desafio urgente de reinventar a gestão para o século XXI como sendo tarefa de todos. Você não precisa ser um Guru ou um CEO – ou mesmo ser um “gerente” – para ter uma empresa inovadora na gestão. Se você confiar em outras pessoas para fazer as coisas, você tem uma participação no futuro da gestão.
Todo aquele que se preocupa com o futuro da gestão é convidado a MIXturar-se a essa iniciativa(eu já fiz o meu cadastro). Além do próprio Gary Hamel, participam dessa iniciativa outros pensadores como Thomas Malone(MIT Sloan School of Management), Bill George(Harvard Business School), John Mackey (Whole Foods Market) e Lenny Mendonca(McKinsey & Co.).
A iniciativa conta, entre outras vantagens, com um canal no youtube disponível em http://www.youtube.com/user/mlabvideo
Abaixo, segue vídeo com Gary Hamel, que estará na ExpoManagement 2010(acesse o site do evento aqui), explicando os objetivos da iniciativa MIX – Management Inovation eXchange: (mais…)



