Arquivos de abril de 2010

  • Katia Cecotosti

    30/04/2010
    às 16:25

    Categorias: Sem categoria

    Você Pergunta: Empresas Familiares

    A gestão corporativa familiar sempre foi, é e deverá continuar sendo um enorme desafio para os gestores, sejam eles membros ou não da família. Nesta edição do Você Pergunta, o HSM Online traz Eleusa Maria Garcia Melgaço, diretora executiva do The Family Business Network Brasil, entidade que reúne as maiores famílias empresárias do mundo e presidente do Conselho de Família do Grupo Algar, para responder questões sobre a epopéia de gerir uma empresa familiar.

    Eleusa compartilha atualmente do conceito de governança invisível desenvolvido dentro do Grupo Algar. Ainda pouco conhecido no Brasil, o conceito basicamente diz respeito a todos os processos que ajudam a manter uma relação saudável entre os membros da família (que não “aparecem” no dia-a-dia) e os executivos da empresa.

    Para isso foram criados canais formais dentro da empresa para que os anseios da família cheguem à organização, sem prejudicar sua governança. Desde a constituição do organograma, que contempla uma estrutura decisória com dois conselhos estratégicos: o de administração e o “de família”, até um processo formal para qualificação da relação entre a família e os negócios, com reuniões quatro vezes por ano, para manter a coesão do grupo.

    Eleusa Maria Garcia Melgaço, formada em Administração de Empresas e em Arquitetura de Interiores, participará do II Fórum HSM de Gestão de Empresas Familiares, nos dias 18 e 19 de maio. Clique aqui e saiba como participar do evento.

    Clique aqui e envie suas perguntas até o dia 5 de maio. A entrevista irá ao ar no portal HSM Online no dia 17 de maio.

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  • Julio Sergio Cardozo

    30/04/2010
    às 11:07

    Categorias: empresas

    Onde estão os empregos?

    ping-pong

    Passado o cenário de turbulência e com a retomada da economia, já se fala em falta de talentos. Mas será mesmo que voltamos ao boom do pré-crise? Onde estão os empregos? Para responder a essas perguntas e dando sequência à nossa série de blogs Ping-Pong conversamos com Carlos Eduardo Altona. O headhunter, egresso da Michael Page, recentemente abriu a sua própria empresa de recrutamento, a Exec – Executive Performance. Leia trechos da entrevista.

    O reaquecimento da economia pode ser comparado aos mesmos patamares pré-crise?
    Definitivamente o mercado voltou a aquecer em uma velocidade  superior ao que acreditávamos. Mas por outro lado, ainda não atingiu o nível de contratações de anos como 2006 ou 2007. 

    Você acredita que o boom de contratações voltará a níveis de 2006 e 2007?
    Sim, estimaria a algo entre seis meses e um ano. 

    Que áreas estão contratando mais?
    As indústrias de consumo de massa e varejo. Já no que diz respeito às especialidades,  vendas e supply chain são áreas muito aquecidas.

    Quais setores sentem mais a falta de profissionais especializados?
    Os setores de tecnologia da informação (TI) e construção civil (mercado imobiliário)

    Por quê?
    Primeiro, por razões históricas de falta de mão- de- obra especializada, mesmo antes da crise. No caso específico de TI, a indústria é muito dinâmica, exige atualização constante e um perfil comportamental muito específico, às vezes introvertido, que não é tão aderente à cultura do brasileiro.

    Onde estão os empregos e para que níveis há maior demanda?
    Há um volume um pouco maior de vagas em empresas de médio porte, especialmente na contratação de gerentes. As grandes são mais burocráticas, possuem drivers globais para a administração de headcounts, enquanto as médias são mais dinâmicas e dependentes de novos recursos humanos para crescer. Por isso possuem taxas de crescimento naturalmente mais elevadas.

    Houve alguma mudança no perfil do profissional cobiçado pelas empresas?
    Sim. A crise trouxe uma preocupação maior das empresas quanto à gestão de custos e orçamentos. A busca agora é por profissionais que tenham os pés no chão e estejam dispostos a permanecer em uma posição desafiadora por um período mais longo (pelo menos dois ou três anos), sem exigir que a organização promova o profissional  ou faça  um “job rotation” de curto prazo.

     

    Agradecemos a entrevista.  Aguardem o próximo Ping-Pong no final de maio de 2010.

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  • Daniel Domeneghetti

    30/04/2010
    às 01:25

    Categorias: sustentabilidade

    Os 10 Erros da Sustentabilidade nas Empresas

    sustentabilidade

    Por que as empresas não estão obtendo sucesso nos seus projetos de Sustentabilidade? O que acontece que parece que esse tema, por mais importante que seja, não consegue emplacar – na maioria das empresas – de forma consistente e madura?

    Veja o resultado de nosso estudo “Os 10 Erros da Sustentabilidade nas Empresas”, conduzido com os CEOs e Executivos de Sustentabilidade das maiores empresas do país (dados técnicos do universo e critérios adotados no estudo à disposição para consulta).

    1ª – O Problema do Core Business

    2ª – Ausência de Realismo

    3ª – Inconsistência da Priorização

    4ª – O Viés Unidimensional

    5ª – Baixa Percepção de Impacto Sistêmico no Entorno

    6ª – Inconsistência de Governança

    7ª – Mensuração Inexistente

    8ª – Comunicação Oportunista ou Ineficiente

    9ª – Visão e Valores Dispersos e Desalinhados

    10ª – Miopia de Inserção nos Negócios

    Caso tenha interesse em compreender cada item acima listado, seus contornos e condicionantes, favor contate-nos (contato@ec-corp.com.br)

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  • Leandro Ogalha

    29/04/2010
    às 20:21

    Categorias: comunicação

    Design social e relevância de marca

    AACD criou uma campanha que utiliza o design para promover uma causa social através do movimento chamado Unique Types, propondo que pessoas criem fontes inspiradas nas crianças com necessidades especiais. Criadas sob licença Creative Commons, as fontes podem ser usadas livre e gratuitamente. Ou seja, anunciantes, agências e artistas podem utilizar qualquer uma das fontes desenvolvidas de forma colaborativa e promover a marca da AACD em mídias que jamais ela estaria.

    O projeto inicial lançado para designers mostra os diversos processos de criação e fontes disponíveis, como o exemplo abaixo:

    A ação se completa com um site/vídeo feito pelas crianças, totalmente direcionado, que ela criou para algumas agências aderirem à ação e utilizarem as fontes em suas campanhas. Esta é para o diretor de criação Marcelo Serpa:

    http://www.vimeo.com/11333565

    Este é um exemplo de comunicação de conteúdo relevante, que faz com que as pessoas queiram se relacionar com as marcas.  Via e UoD

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  • Katia Cecotosti

    29/04/2010
    às 14:54

    Categorias: Sem categoria

    Ranking da revista Time: Você também acha que Lula é um dos líderes mais influentes do mundo?

    A revista americana “Time” elegeu hoje, 29, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um dos líderes mais influentes do mundo. Lula se destaca como o primeiro colocado no ranking composto por 25 nomes como J.T Wang, presidente da empresa de computadores pessoais Acer, o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, o presidente americano Barack Obama e Ron Bloom, assessor sênior do secretário do Tesouro dos Estados Unidos.

    Porém, depois de toda a mídia noticiar que Lula era o primeiro colocado, a revista voltou atás e afirmou que a lista não representa uma colocação de primeiro, segundo, terceiro e demais lugares. E até mesmo retirou a numeração.

    Entre as informações contidas no perfil do presidente está o programa Fome Zero e a história da vida de Lula. O presidente brasileiro foi eleito também em 2009 como o personagem do ano pelo jornal espanhol El País e pelo francês Le Monde.

    E você, concorda com o ranking da Time? Lula é realmente o líder mais influente do mundo? Por que? Clique aqui e opine!

    Crédito foto: Agência Brasil.

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  • Julio Sergio Cardozo

    28/04/2010
    às 10:49

    Categorias: empresas, executivos, ética

    Discriminação racial: fato ou boato?

    discriminacao-bi-gordo-preto

    Quando fiz o blog sobre a discriminação dos “gordinhos” no mercado de trabalho não tinha ideia de tamanha repercussão. O que só veio confirmar minha constatação de que mesmo em pleno século 21, o preconceito ainda é latente. Falamos tanto em democracia e não nos livramos da ditadura do peso e da beleza, do preconceito com idade, raça e orientação sexual diferente da nossa.

    O discurso da diversidade parece ser contrário à realidade. Quase não encontramos mulheres em cargos de chefia, muitos homossexuais são impedidos de assumir sua sexualidade para conseguir bons empregos e os salários não são os mesmos entre negros e brancos. Dados do Dieese – a partir de pesquisa realizada entre 2004 e 2008 -, por exemplo, revelam que o salário médio dos negros é 43,8% menor do que a remuneração dos brancos.

    Claro que essa diferença tem toda uma questão social por trás, como menor nível de escolaridade e rendimento mais baixo entre as famílias negras. Agora, não podemos deixar que atitudes veladas continuem contaminando o mundo corporativo.  Lembro-me de uma empresa que para despistar a regra de não contratar negros, os mantinham nos processos seletivos até o fim e só na escolha final os descartavam. Verdadeiro absurdo!

    Pode parecer surreal, mas não é.  Conheço inúmeros casos de gente que se sente preterida por fugir dos padrões que o mercado convencionou de “tradicional”. As pessoas aplaudem iniciativas como as da IBM que criou o grupo GLBTs (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais) em 2004 e desde lá vem garantindo aos parceiros de funcionários homossexuais assistência médica e odontológica.

    Não seria uma prática natural já que cônjuges de heterossexuais já recebem esse tipo de benefício? Aí está toda a questão. Se ações em prol da diversidade são necessárias, isto significa que o preconceito existe. Claro que ninguém vai assumir que não contrata alguém por ser negro ou deixa de recrutar porque o candidato é homossexual.  Mas vejo com bons olhos  políticas de diversidade amadurecerem nas organizações. De certa forma é sinal de que as coisas estão começando a mudar ou pelo menos que há uma preocupação para que mudem.

    Fica no ar a pergunta do título: discriminação é fato ou boato?

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  • Bruno Mello

    27/04/2010
    às 13:22

    Categorias: estilo e comportamento, marketing

    Comportamento das pessoas no supermercado

    supermercado_editorial_hsm

    Comportamento do Consumidor é assim: se você percebe atitudes semelhantes repetidamente, pode haver uma tendência de comportamento. Sempre que vou ao supermercado vejo alguns tipos e situações interessantes que as marcas e o varejo poderiam trabalhar mais para tornar a experiência de consumo melhor e, claro, ativar as vendas. Os perfis apresentados são percepções que não estão baseadas em pesquisas, mas podem servir como um começo para identificação de uma amostra e de ações de Marketing.

    1) Família

    Há famílias inteiras que tiram uma manhã ou uma tarde de um fim de semana para fazer as compras do mês. Enchem dois ou até três carrinhos com tudo que tem direito. A mãe divide a atenção de escolha dos produtos com as crianças, que não param de correr entre as gôndolas e por vezes escolhem o que querem levar para a casa. Em alguns casos, o casal divide as compras. O pai procura uma determinada cesta de produtos, como queijos e snacks, e a mãe outra, o arroz com o feijão mesmo. Às vezes, até a avó ou a sogra entra neste programa de família e serve como aval para a experimentação de novos produtos que serão aproveitados em novas receitas.

    2) Casais que brigam

    Ir ao supermercado para este perfil não é um prazer porque inevitavelmente sairão de lá brigados. Eles não conseguem chegar à conclusão sobre os produtos que levarão. Se dividem a tarefa de comprar, um erro é motivo de discussão. Se o homem ou a mulher coloca tudo o que vê pela frente no carrinho, o cônjuge pode não gostar porque a conta será alta ou por não estar contribuindo para comprar o que realmente é necessário. Geralmente são casais com orçamentos mais apertados e/ou que tem apenas um deles como principal provedor do orçamento doméstico.

    3) Pais com crianças

    Esse é um dos perfis mais debatidos. Não há percepção que indique uma diminuição ou aumento das crianças comprando com os pais. Por vezes, a criança é uma companheira do pai ou da mãe, que leva o filho para escolher o que deseja e até ajudar. Também faz parte das compensações pela ausência no dia a dia da criança. Alguns pais as deixam livres para escolherem, outros controlam e até mesmo substituem alguns produtos por marcas com preços mais baratos. Em alguns casos, os filhos ficam livres para comprar, mas estes já são mais crescidinhos. Alguns vão até comendo o produtos que ainda nem pagaram.

    4) Pais ou “mães” de família com lista

    Esse perfil é dos mais controlados e racionais. Antes de sair de casa, a mulher e/ou a empregada viram o que era preciso comprar, o que estava faltando na dispensa, fizeram a lista e o comprador vai, religiosamente, passando em todos os corredores e colocando os produtos indicados no carrinho. Ele não vê muitos os outros produtos, pois procura o que está determinado. A compra por impulso aqui só se dá depois de fazer a sua lista completa ou já no caixa, mas são compradores frequentes.

    5) Grupo de jovens

    Jovens adolescentes e jovens adultos muitas vezes andam em bando, tem aquela turma de sempre, e a ida ao supermercado não é diferente. Eles vão comprar os produtos para o churrasco do fim de semana ou para a festa juntos. Há ainda os que estudam perto de um ponto-de-venda e vão comprar guloseimas. Para este perfil, o supermercado é um ambiente de passagem que chega até a ser divertido. São as pessoas mais felizes do varejo. Às vezes estão com pressa, mas não deixam de comprar tudo que necessitam e desejam.

    6) Idosos

    Geralmente fazem compra sozinhos e vão ao supermercado com frequência. Compram em pouca quantidade, ou pelo fato de serem sozinhos, ou para não carregar muito peso. Alguns caixas os reconhecem. Por terem mais tempo livre, passam mais tempo diante das gôndolas. Para uma parcela deles, o supermercado serve como ponto de encontro ou um ambiente de convívio social.

    7) Solteiros

    Nos supermercados 24h horas, eles são a maioria depois das dez, onze e meia noite. O mercado single compra em pouca quantidade e por vezes faz visitas semanais ao ponto-de-venda, mas a média é quinzenal e mensal. Algumas mulheres procuram novidades e passeiam pelos corredores como se estivessem em um shopping depois de comprar o que a fez entrar na loja. O grande destaque aqui são os homens. Há os marinheiros de primeira viagem que precisam de ajuda porque não sabem qual produto é o melhor e muitas vezes acabam recorrendo à mulher ao lado, também solteira, para tirar a dúvida. Alguns até usam o desconhecimento como forma de se aproximar de uma pretendente. Sim, o supermercado, para os solteiros, também serve como ponto de paquera.

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  • Luiz Alves

    27/04/2010
    às 09:34

    Categorias: inovação, mídia, tecnologia, trends & insights

    Será o iPad o papel do século XXI?

    ipadO lançamento do iPad, ocorrido a semanas atrás, nos Estados Unidos, foi marcado por grande expectativa e converteu-se em um sucesso absoluto de vendas. O iPad é um computador ultrafino e portátil fabricado pela Apple e tem como característica principal ser um e-reader, ou seja, é um dispositivo que serve para ler jornais, revistas e livros que permite explorar vários recursos além do texto, como imagens e vídeos, adicionalmente traz vários outros aplicativos.

    As grandes corporações editoriais olham para o iPad como uma oportunidade de sobrevivência, por isso, estão criando versões de produtos especialmente voltados para este dispositivo, com um detalhe a proposta é de cobrar por este conteúdo. O fato é que foram os próprios editores que criaram a armadilha de distribuição de conteúdo gratuitamente pela Internet que reduziu a venda de publicações físicas, por isso, querem alavancar a venda de conteúdo através do iPad.

    Muito antes do lançamento do iPad também emergiram uma série de discussões sobre a substituição das publicações em papel por dispositivos eletrônicos. Sinceramente não creio. Isto é mais ou menos a mesma coisa que aconteceu com tecnologias anteriores como o CD-ROM, ou mesmo radio e televisão, televisão e jornal, etc. Mesmo os leitores de livros como Kindle, Nook, Sony Reader, dentre outros, já parecem indicar que a mudança não será tão drástica como se prognostica.

    Em países como o Brasil a dúvida sobre a efetividade dos leitores eletrônicos é ainda maior, dado que existem poucos títulos em português e o preço dos dispositivos eletrônicos é elevado.

    Clique aqui e leia o artigo completo.

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  • Adriana Salles Gomes

    26/04/2010
    às 17:38

    Categorias: competitividade

    A natureza da competição atual

    871891227916553 Uma metáfora em imagem (o ilustrador é o neozelandês Glenn Jones) com dois usos. Uso cara: como os países emergentes vêm competindo com os desenvolvidos. Uso coroa: como as start-ups tentam competir com as empresas estabelecidas.

    Food for thought.

    Como diz a updater Raquel Costa, enjoy! ;)

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  • João Marcos Branco

    26/04/2010
    às 13:00

    Categorias: Sem categoria

    Erros de Marketing da Semana

    erro1
    É errando que se aprende. Ouvimos essa expressão desde criança, e constatamos que é a pura realidade também no mundo dos negócios.

    Há quem prefira não arriscar pra não errar. E há os que aceitam errar, desde que o problema seja identificado e solucionado rapidamente.

    Já que é tão difícil aprender, que tal tirar lições com os “delizes” dos outros?
    Leia mais sobre alguns (possíveis) erros de marketing:

    - Quanto tempo os sites famosos demoram pra carregar?

    - Robô indica medicamento pra dor

    - Produtos Bizarros

    - Audi usa suicídio como tema de propaganda

    Veja mais erros e comentários sobre marketing seguindo o nosso twitter: @errosdemkt

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