Arquivos de março de 2010

  • Jorge Carvalho

    31/03/2010
    às 18:35

    Categorias: empreendedorismo

    Man in the Arena – vídeo podcast

    http://www.vimeo.com/10331134

    O Man in the Arena é um vídeo podcast sobre empreendedorismo e cultura digital apresentado por Leo Kuba e Miguel Cavalcanti. Ótima iniciativa!

    Neste episódio:
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  • Katia Cecotosti

    31/03/2010
    às 17:00

    Categorias: Sem categoria

    Negociação em pauta

    Buscando sempre levar um conteúdo focado na gestão e formação executiva das lideranças, o HSM Online lançou esta semana a editoria de Negociação. Confira os temas abordados na estréia:

    Os 10 mandamentos da negociação

    Quando o seu maior concorrente na negociação é você mesmo

    Negociar não é interpretar papéis

    Encantar é mais barato do que a busca por novos clientes

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  • Katia Cecotosti

    31/03/2010
    às 15:00

    Categorias: Sem categoria

    Entrevista 2.0

    Você já pode conferir no portal HSM Online a última entrevista colaborativa com o tema – Empatia auxilia nas relações de trabalho. Os internaturas enviaram seus questionamentos para o professor da FIA-USP, Minoru Ueda, que escolheu o autor da melhor pergunta para receber o livro ‘Ser Mais Líder’. Leia abaixo um trecho da entrevista. Acompanhe o HSM Online e participe você também das próximas entrevistas. Até lá!

    Melhor pergunta
    Como definir e analisar as competências emocionais que servem como base da sustentabilidade nas relações organizacionais? O professor defende que o processo de empatia nas corporações envolve uma abertura, um processo delicado de escuta e uma forma de audição sem julgamentos. Qual o conselho que o senhor daria para que as empresas não julguem sem conhecer os seus funcionários e a melhor forma de estabelecer a empatia no ambiente corporativo? Enviada por Ana Carolina Gomiero, do Laboratório Roche.
    Minoru Ueda - O exercício da comunicação é uma das ferramentas básicas para a prática da empatia. O nosso modelo de aprendizagem educacional e até mesmo organizacional, infelizmente, não incentiva a prática essencial da escuta ativa. Dentro da proposta da sustentabilidade das relações organizacionais, o autogerenciamento, através das competências emocionais autoconhecimento e autocontrole, representa um binômio fundamental para gerar este processo de escuta através do verdadeiro diálogo. Conforme Daniel Goleman, que nos anos 90 contribuiu para o mundo organizacional publicando as obras sobre Inteligência Emocional, é necessário desenvolver no ambiente em sala de aula, cenários que possibilitem este desenvolvimento. Nas minhas palestras e treinamentos proponho aos alunos/participantes este modelo, objetivando com isto a prática das competências emocionais e, principalmente, da empatia, não apenas no âmbito cognitivo, como também emocional.

    Qual sua visão sobre o paradoxo existente entre as demandas cada vez mais competitivas no mundo dos negócios e a importância do papel de líder como alguém responsável por compreender a subjetividade do outro e promover relações mais harmoniosas? Pergunta enviada por Bárbara Moraes, psicóloga e especialista em Gestão de Pessoas.
    MU – Creio que o papel do líder neste estágio de grande complexidade e competitividade, é fundamental nesta compreensão entre os indivíduos dentro da organização. A ferocidade do capitalismo contribui para o desequilíbrio das relações, portanto, compreendendo o líder como um profissional que influencia o seu ambiente, bem como as pessoas ao seu redor, a sua presença é essencial para estimular a sustentabilidade das relações interpessoais.

    Quais são as atitudes que um jovem, no início da carreira executiva, deveria adquirir para combater a inércia de seus chefes? Pergunta enviada por Elias Salomão, profissional de Marketing.
    MU – Creio que os jovens, representados pela geração Y (nascidos a partir de 1980), serão a mola propulsora das mudanças voltadas não apenas aos conhecimentos tecnológicos, como também dos relacionamentos e, principalmente, desta “inércia” citada por você. Em breve, representarão dentro das organizações a maior geração presente no mercado de trabalho. Assim acredito que compreender a importância da primeira competência emocional, autoconhecimento, será essencial neste momento. Dentre as características e atitudes promovidas por este processo (autoconhecimento), encontram-se o exercício da paciência, o autocontrole e a empatia, pois as relações com as demais gerações exigirão estas competências.

    Clique aqui e leia a entrevista completa.

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  • Bruno Mello

    31/03/2010
    às 13:15

    Categorias: marketing

    Comprar Marca ou não comprar, eis a questão

    As classes C e D estão acessando cada vez mais o universo das marcas. Estão entrando neste mundo agora. Mas, veja você, que essa semana, andando pela rua, ouvi uma conversa entre três amigas aparentemente com este perfil falando que não compraria tal roupa só porque é de marca e, consequentemente, mais cara. Propus esta discussão ao pessoal do twitter agora há pouco no @mundodmarketing. Algumas reflexões foram:

    - Esse consumidor ainda dá importância ao preço e não reconhece valor

    - Muitas marcas são responsáveis por este pensamento porque continuam vendendo por preço

    - Quem reconhece, junta o salário ou parcela a compra

    - Eles reconhecem muitas marcas, mas não compram porque elas são distantes

    - É preciso mostrar para elas o benefício e o valor agregado comprado

    - Qualidade e marca tem relação. Hering é um bom exemplo

    - A comunicação tem papel fundamental em desfazer a imagem de “caro”. O exemplo vem de Omo

    - Hoje na baixa renda, este consumidor pode chegar na classe B. Fique de olho nele

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  • Julio Sergio Cardozo

    31/03/2010
    às 09:45

    Categorias: empresas, executivos

    O profissional de TI está na berlinda. Qual o seu futuro?

     ping-pong

    A partir de hoje dou início a uma série de blogs em formato ping pong. A ideia é entrevistar renomados executivos que falarão sobre as tendências de mercado e os mais diversos assuntos do mundo dos negócios. Na última semana de cada mês, os leitores do blog terão a oportunidade de saborear um pouco a visão privilegiada de alguns dos mais importantes cérebros do país. 

    Quem estreia este mês de março é Fernando Birman, ex-CIO da Rhodia no Brasil e que hoje ocupa o cargo de diretor de estratégia e arquitetura de TI do grupo em Lyon, na França. Ele conta o que acha do perfil do profissional de TI do futuro e seus desafios. Confira trechos abaixo: 

    Como a tecnologia está mudando o mundo?
    A tecnologia da informação (TI) está paulatinamente se incorporando em todas as nossas atividades, seja na esfera pessoal ou na profissional. As pessoas, as famílias, as comunidades, as empresas e a sociedade como um todo estão em plena transformação. A TI tem impacto na produtividade pessoal, na forma de se fazer negócios e na consolidação das democracias. Por incrível que pareça, ainda estamos no começo desta revolução. Até agora, estávamos na fase piloto. Agora, com alguns bilhões de pessoas conectadas, é que a coisa será para valer!
     
    Se fala tanto em escassez de talentos em TI e por que muitos profissionais seniores estão sem emprego?
    A TI é muito dinâmica e está sempre em transformação. Ao contrário de muitas outras profissões, em um curtíssimo espaço de tempo, podem surgir nichos totalmente inexplorados. O aproveitamento de tais oportunidades depende menos do talento técnico em si e mais da percepção do momento, da agilidade e da aceitação do risco.

    Em tese, esta força de renovação da TI tenderia a ser injusta com os seniores. Muitos deles conseguem subverter essa tendência através da atualização permanente e do desenvolvimento de outras habilidades, como por exemplo, da carreira executiva. Há muitos caminhos para os seniores preservarem a sua atividade no mundo da TI.

    Pesquisa recente da consultoria AT Kearney aponta que o cargo de CIO está perdendo o glamour. O senhor concorda? 
    Como podemos perder o que nunca tivemos? O CIO é muito mais um modelo do que um cargo real. A grande maioria das empresas possui um primeiro executivo de TI que, de alguma forma, tenta se aproximar do ideal de CIO.
     
    O gerenciamento da TI ainda é a maior preocupação desses executivos. Pode levar mais ou menos tempo, mas a comoditização da atividade é inegável. Mesmo que o responsável pela TI consiga agregar valor, o tamanho do cargo tende a diminuir. O CIO sobreviverá se aumentar o perímetro do cargo, encampando temas como processos, governança corporativa e sustentabilidade. 
     
    Cada um encontrará o seu caminho. Eu acho que o que está em jogo não é apenas o glamour. Esta tendência é percebida há alguns anos e ganhou visibilidade, sobretudo com Nicholas Carr (Does IT matter?). Na prática, o movimento é bem lento, pois uma grande parte do mundo ainda faz parte da “velha economia”. A maioria dos meus colegas se aposentará com condições dignas (risos). 
     
    Qual o perfil do profissional de TI do futuro?
    A TI engloba uma família de profissões heterogêneas. Não posso imaginar um perfil único. Talvez a grande massa dos nossos efetivos esteja ligada à carreira de desenvolvimento de sistemas, mesmo assim, são inúmeros os caminhos para se exercer esta opção. Com a ubiquidade da tecnologia da informação, a carreira de TI vai se dissociar da informática corporativa. Vejo três eixos principais:

    1 – Uma grande massa de profissionais optando pelo empreendedorismo, gerando uma infinidade de pequenos prestadores de serviços, que trabalharão para empresas maiores ou oferecerão seus serviços no mercado virtual; 

    2 – Um grande contingente de profissionais nas empresas de TI, em que reina o trabalho em equipe, a atualização constante, a mobilidade e o desenvolvimento segundo as melhores práticas; 

    3 – Um número decrescente de profissões e profissionais de TI permanecendo nas empresas consumidoras de TI, onde se destacam algumas especializações de nicho, como arquitetura, governança de TI e o profundo conhecimento dos processos de negócio.

    E o que falta a esse profissional? 
    Capacitação técnica e gerencial não é o problema principal. Estamos no caminho correto. Quando afirmo que uma grande parte do mundo da TI será constituída de profissionais independentes e pequenas empresas, estou mais preocupado com a forma que os governos facilitarão este movimento do que qualquer outro assunto de natureza técnica. 

    Recomendo que o profissional de TI tenha visão do que está acontecendo. No passado, muita gente conseguiu fazer uma carreira completa em TI  somente com conhecimentos de Cobol. Mas foram outros tempos.

    Agradecemos a entrevista. A você, leitor, cabe avaliar se o profissional de TI está, de fato, na berlinda e qual o caminho futuro?

     

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  • Katia Cecotosti

    31/03/2010
    às 09:00

    Categorias: Sem categoria

    Líderes são lembrados por suas decisões, boas ou ruins

    Se as suas decisões com a equipe e empresa forem boas ou ruins, não importa. Como líder, você sempre será lembrado por elas. A afirmação é de Noel Tichy, palestrante do Fórum HSM de Gestão e Liderança, que acontecerá nos dias 6 e 7 de abril.

    Segundo Tichy, professor de Management e Organizações na Ross Scholl of Business da Universidade de Michigan, quando um líder demonstra, constantemente, boa capacidade de discernimento, pouca coisa importa além disso. Quando demonstra fraca capacidade, nada mais importa.

    Clique aqui e leia a matéria completa.

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  • Katia Cecotosti

    30/03/2010
    às 14:49

    Categorias: Sem categoria

    Jovens chefes

    Por Gustavo Loss*

    Li recentemente um artigo publicado no blog da HSM que falava sobre a tendência crescente de termos líderes mais jovens que suas equipes. Acho que este é um tema bem relevante. Quando formamos opinião sobre profissionais é comum misturar experiência com anos de trabalho, mas isso depende muito da postura da pessoa.

    Enquanto uns podem estar no mercado há cinco anos aprendendo e se desenvolvendo, outros aprendem somente durante o primeiro ano e ficam mais nove fazendo a mesma coisa. Também confunde-se maturidade com anos de idade. Conheço jovens de 22 anos com atitude que geralmente encontramos em pessoas acima de 30. O risco aí é esta mesma pessoa quando chegar aos 30 anos achar que não precisa mais evoluir.

    Eu já estive na situação de liderar pessoas mais velhas, e tenho certeza que em algum momento serei liderado por alguém mais novo. Um aprendizado importante é que não se pode ignorar o fato, fingir que é a situação mais normal do mundo e não tem problema nenhum. O chefe mais jovem deve encarar como um desafio adicional lidar com esta questão da idade/experiência, e por outro lado a equipe mais velha tem que dar um voto de confiança. Se houver arrogância em excesso de qualquer lado a relação fica muito prejudicada.

    O chefe jovem deve ter a coragem de assumir que não sabe tudo (afinal ninguém sabe), pedir ajuda e utilizar a experiência dos mais velhos. Mas também tem que entender muito bem suas qualidades e deixar claro o que tem para contribuir com a equipe. Ninguém gosta do chefe que sabe tudo e faz tudo, mas também não é legal aquele que não sabe nada e não faz nada. Todo mundo tem que agregar valor e mostrar a que veio, inclusive o chefe, e especialmente se a equipe é mais experiente com grande tendência de questionar o jovem líder.

    *Gustavo Loss é executivo com experiência nas áreas de marketing, vendas e operações de multinacionais.

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  • Katia Cecotosti

    30/03/2010
    às 12:01

    Categorias: Sem categoria

    Gurus de Gestão e Liderança vem aí!

    Nos próximos dias 6 e 7 de abril, São Paulo receberá as principais autoridades mundiais em disciplinas como liderança, inovação, práticas competitivas e gestão no Fórum HSM de Gestão e Liderança 2010.

    Ram Charam, falará sobre Liderança e Execução; Rosabeth Moss, abordará o tema Gestão da Mudança; Noel Ticky, falará sobre Como Grandes Líderes Decidem, além de Andrew P. McAfee que discutirá o Enterprise 2.0 e o brasileiro Mário Sérgio Cortella, que trará o tema Mudança e Transformação.

    Clique aqui e saiba como participar

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  • Marcelão

    30/03/2010
    às 09:44

    Categorias: ensinamentos

    Homenagem e inspiração para a gestão nas empresas


    Pessoal,

    eu tenho uma página no meu blog em que publico algumas frases que considero marcantes e inspiradoras para serem aplicadas na gestão das empresas. Existem frases que são simples, mas carregam consigo grande sabedoria e uma infinidade de lições. Pois bem, hoje morreu um mestre das palavras e das frases chamado Amando Nogueira.

    Não sou jornalista, mas gosto muito de ler e escrever. Não acompanhei a história do mestre como jornalista e, principalmente, como diretor de jornalismo, comandando o Jornal Nacional, mas acompanhava as colunas do mestre Armando no Jornal do Brasil chamada “Na grande área” e adorava o seu estilo de escrever suas idéias e a simplicidade com que apresentava seus textos. Quisera eu ter 10% desse talento.

    Para fazer uma homenagem simples, mas sincera, relaciono abaixo algumas frases de autoria do mestre Armando Nogueira que são sobre futebol, mas que se aplicam totalmente a gestão nas empresas brasileiras :

    “A meu juízo, o jornalismo se divide em três categorias profissionais : o repórter, que lida com a informação; o comentarista, que se ocupa da análise dos fatos; e, por fim, o cronista, que não tem maiores compromissos com a realidade” (mais…)

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  • Adriana Salles Gomes

    30/03/2010
    às 09:11

    Categorias: gestão 2.0, hsm management, inovação, internet, trends & insights

    Highlights HSM Management: Board de funcionários

    00000846041Julian Birkinshaw, do laboratório de inovação em gestão da London Business School, e Stuart Crainer, editor da Business Strategy Review, escreveram na HSM Management janeiro-fevereiro sobre a inovação em gestão feita na companhia de seguros Nationwide, que criou uma espécie de conselho de administração de funcionários com o intuito de transformá-los em uma comunidade. Eis os highlights:

    Em 2007, a Nationwide passou a reunir 40 funcionários da linha de frente uma vez por trimestre, para operarem como um conselho, nos moldes do conselho de administração da empresa. Esse board possui uma equipe central de cinco pessoas que nele permanecem por três anos; os outros membros ficam por um ano. Como funciona? Os gestores jogam problemas para os funcionários e lhes perguntam: ‘Como vocês os resolveriam?’.

    Um dos problemas espinhosos colocados se referia à satisfação do cliente. A Nationwide possui uma métrica sofisticada de entusiasmo do cliente, diretamente relacionada com o salário dos funcionários da linha de frente e até ao do CEO. Então, a pergunta foi: O que um funcionário de tecnologia da informação (TI) pode fazer para ajudar a aumentar o entusiasmo do cliente? Só levantar essa questão já é uma coisa poderosa. E os colaboradores resolveram começar a se dar, eles mesmos, metas a cumprir. E vem funcionando muito bem.

    O board é apenas a forma “presencial” de estabelecer uma comunidade na empresa e aproveitar o “espírito das redes sociais” ali dentro. Como são 2,4 mil funcionários espalhados pelo mundo, a internet, por meio de blogs, wikis e mensagens instantâneas, é outro instrumento bastante utilizado. A Nationwide acredita que, assim, a atual taxonomia de conhecimento que existe dentro da organização está sendo substituída por ‘pessonomias’ (taxonomias criadas por pessoas comuns).

    Também estão emergindo, com o uso da web 2.0 dentro da empresa, várias oportunidades de melhorar a gestão, como o desenvolvimento colaborativo de produtos.   (Só para reforçar, o conceito-chave desse case é “comunidade”. A transformação da empresa em comunidade. Algo que ela deveria ter sido desde sempre, aliás.)

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