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Os planos de previdência privada mais procurados no Brasil e que podem garantir seu futuro

Comece a poupar o mais cedo possível, forme o patrimônio compatível com os seus sonhos e prepare-se para usufruir. O melhor vem depois!

A previdência privada ou complementar funciona como uma espécie de poupança de longo prazo e visa garantir uma aposentadoria confortável e o mesmo padrão financeiro de quando se está na ativa.

Diferentes tipos de planos vêm se consolidando na medida em que a previdência social (INSS) não consegue oferecer renda necessária para aqueles que querem parar de trabalhar ou planejam ter uma nova atividade. Os mais conhecidos no Brasil são o Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). 

Veja na tabela abaixo as principais diferenças entre os dois e faça a sua escolha.  Mas fique atento, a maioria dos planos de previdência possui ao menos duas taxas de administração. Se alguma operadora lhe disser que não existem taxas ou que existe apenas uma, desconfie, pois as operadoras não são entidades de caridade.

As taxas incidentes nos planos de previdência privada são: taxa de carregamento (que incide sobre as contribuições e cobre despesas administrativas tais como envio de extratos, manutenção da central de atendimento, contabilidade) e taxa de administração de ativo (que incide sobre o patrimônio do fundo e cobre despesas com a administração dos recursos).

 

Com planejamento e determinação, você, certamente, chegará ao pós-carreira com dinheiro suficiente para realizar os seus projetos tão sonhados.

No livro “O Melhor vem depois: desvendando o enigma da longevidade” que escrevemos com a jornalista especializada em carreiras Andrea Giardino, editado pela Saraiva para lançamento durante a ExpoManagement’09, há dicas bacanas para ajudar a organizar sua carreira e propiciar uma vida cheia de realizações.

Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/. Twitter: http://Twitter.com/juliocardozo)

HSM Online
26/11/2009

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por: Júlio Sérgio Cardozo
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Comentários

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Furrealz? That's marevloulsy good to know.

Sem entrar no mérito do artigo acima, acho engraçado que você só cita as principais vantagens, e omite as desvantagens, que tal falar de taxa de carregamento, de taxa de administração e outros e no curto prazo acabam com a lucratividade, dentre outros. Artigo muito tendencioso. Luiz Soares
Gostei do texto, mas faltou indicar o valor das taxas cobradas: Taxa de carregamento e Taxa de administração de ativo
Acredito que omitindo algumas informaçoes ,cai por terra a chamada da materia que talvez nao tenha nada de tào interessante
Texto imbecil e sem qualquer sentido, tenha paciência e poupe meu tempo, escrevendo algo que preste.
Euzébio, no texto falamos das taxas de carregamento e de administração de forma simplificada. Gostei, porém da sua sugestão e em próximos artigos abordaremos as taxas mais detalhadamente. Obrigado.
Luiz Soares, como o tema é bem abrangente, serão necessários desdobramentos. Assim, tomando o seu comentário como sugestão, pensaremos em uma séria de artigos para melhor esclarecer. Também, convidaremos o especialista Marco Pontes para contribuir com comentários. Obrigado.
Prezado EusébioAs taxas de carregamento variam muito em função do tipo de plano que o consumidor adquire. Em se tratando de planos de previdência na atualidade as EAPCs comercializam apenas os planos PGBLs e VGBLs. As taxas de carregamento que incidem sobre a contribuição efetuada pode chegar até 5%. Já as taxas de administração do Ativo variam da mesma forma, mas o limite máximo que observo esta em torno de 3% a.a. que considero, bastante elevado, pois incide sobre o montante do fundo acumulado. Lamentavelmente, na atualidade as operadoras comercializam apenas esses planos que mencionei. Tais planos que possuem características, eminentemente financeira, ficando o risco por conta do consumidor. Se a performance do fundo não for positiva, como ocorreu logo após a crise financeira no fim do ano passado, especialmente os fundos mais agressivos que possuem posições em ações, além da perda se refletir na cota, o participante do plano pode ser penalizado com a cobrança da taxa de administração. Todavia, entendo que os produtos atuariais tendem a voltar a ocupar espaço com a entrada das Resseguradoras. As taxas de administração, tendem no longo prazo a reduzir por força da competitividade entre as operadoras e o aumento do volume de reservas. Mas, fique atento. Se, por exemplo, possuir um plano no formato FGB não aceite a pressão das operadoras para migrar para um VGBL ou PGBL, pois o FGB tem algumas garantias interessantes como um indexador financeiro, acrescido de 6% a.a e um percentual do excendente financeiro. Resista se tiver um. O outro ponto que voc~e deve estar atento é quanto a tábua de sobrevivência empregada pelas operadoras e a taxa de desconto atuarial. Naturalmente se você estiver adquirindo o plano via sua empresa, as condições tendem a ser melhores do que adquirir, como pessoa física, especialmente se sua empresa possui um plano junto a uma EFPC. Se desejar maiores detalhes fique à vontade para contatar por meio do e-mail:marco.pontes@lgpconsulting.com.br.
Boa noite Luiz Soares,Existem diversas formas de viabilizar uma renda para o período pós-carreira. O tema é complexo e abrangente.O capítulo que trata das finanças se preocupou em focar, apenas os produtos de previdência que hoje as operadoras oferecem às pessoas físicas. Naturalmente, dependendo do nível de renda,capacidade intelectual e profisisonal do indivíduo, ele pode dispor de outras alternativas para formar uma poupança ou se capitalizar para o momento pós-carreira. Talvez, eu seja um dos maiores críticos dos tipos de planos que hoje são comercializados pelas operadoras, visto que diferente dos produtos atuariais, a perda de uma performance negativa reflete diretamente na cota, e consequentemente no valor do benefício que o indivíduo irá receber. Penso que os produtos atuariais permite um folego maior ao longo do tempo para recuperar uma perda eventual. Quanto a taxas de carregamento e de administração que foi mencionada em seu comentário, acredito que o comentário que fiz ao Eusébio, logo após o seu questionamento responde , em parte sua pergunta. Se desejar esclarecimentos adicionais, entre em contato or meio do e-mail:marco.pontes@lgpconsulting.com.br.
A carga de taxas administrativas, legislação vigente, carga de tributos federais, mudanças repentinas de políticas públicas econômica e instabilidade de mercado em relação ao mundo financeiro global causa depreciação em médio prazo esta oscilação repentina de mercado facilita situações de empresas privadas e públicas em prejuízo de investidores. Cabe ao comite gestor do Banco Central do Brasil, Receita Federal emppeno em ações conclusivas dentro da legislação uqe permitam segurança aos investidores contra fraudes sistemáticas.

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